Remedio Para Dor De Garganta Para Quem Amamenta?

Usa un humidificador – Respirar aire húmedo puede ayudarte a calmar el tejido inflamado en la nariz y la garganta. Utiliza un humidificador de vapor fresco para aumentar la cantidad de humedad en tu habitación. Puedes comprar humidificadores en la mayoría de las tiendas minoristas.

Quem está amamentando pode tomar remédio para dor de garganta?

Posso tomar medicamentos durante a amamentação? – Você pode tomar paracetamol, ibuprofeno e alguns antibióticos durante a amamentação, 9,10 desde que converse com um profissional de saúde e siga as instruções de dosagem. Lembre-se de que o ibuprofeno é contraindicado para mães asmáticas.

Antes, as mães eram aconselhadas a evitar a aspirina, mas um estudo recente indicou que doses baixas são provavelmente seguras durante a amamentação. 11 No entanto, doses elevadas têm sido associadas a uma condição rara, mas grave, denominada síndrome de Reye no bebê; 12 por isso, é melhor discutir o uso de aspirina com seu médico.

Analgésicos mais fortes, como codeína e tramadol, não são recomendados. 10 Como as orientações e recomendações são constantemente atualizadas, seu médico ou farmacêutico pode fornecer mais informações sobre medicamentos específicos se você tiver alguma dúvida.

  1. Alguns medicamentos para resfriado, gripe e tosse contêm descongestionantes e expectorantes, que podem reduzir sua produção de leite;
  2. Não tome nada que contenha fenilefrina, fenilpropanolamina ou guaifenesina;

9 Também é melhor evitar medicamentos que provoquem sonolência, quando você estiver amamentando. “Verifique a embalagem e, se continuar insegura, consulte um profissional de saúde”, aconselha Sarah. “Se seu bebê nasceu prematuro, com baixo peso, ou tiver algum problema de saúde, verifique antes de usar qualquer medicamento durante a amamentação – mesmo o paracetamol.

Qual Antiflamatorio quem está amamentando pode tomar?

Remédios que podem ser usados durante a amamentação Os medicamentos que podem ser usados na amamentação de forma segura são o paracetamol ou ibuprofeno, para o tratamento de sintomas de gripes ou resfriados como febre, mal estar ou dor no corpo, por exemplo.

Estou amamentando e estou com dor de garganta?

Tire todas as dúvidas durante a consulta online – Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa. Mostrar especialistas Como funciona? Remedio Para Dor De Garganta Para Quem Amamenta O correto seria ir para o otorrino e avaliar sua garganta, pois existem anti-inflamatórios e antibióticos ( se for o caso) que vc pode fazer uso sem prejudicar seu filho. Procure sempre uma orientação médica antes de fazer uso de qq medicação. Abç.

  • Ola eu tenho 15 anos estou a 2 dias com pus na garganta tomei alguns medicamentos mas não mudou nada, oque eu posso fazer?
  • Minha filha fez cirurgia de amidalas e adenoide, tem 18 dias e ela ainda senti dor , é normal? Se ela gripa posso dar remedio de gripe?
  • Meu filho tem 4 anos, esta com garganta inflamada e esta reclamando muito de dor de cabeça é normal? O medico pediatra receitou antibiotico para garganta. Devo me preucupar com a dor de cabeca ou é normal por conta da inflamação de garganta?
  • Bebê de 9 meses com covid 19 Tomando amoxicilina +clavulanato 3ml a cada 12h Se passaram 48h da medicação e ele continua tendo febre de 38. 7 e começou com diarreia e conjuntivite e um chiado na respiracao Devo aguardar mais alguns dias do antibiótico ou devo levar ao médico novamente
  • Meu filho esta com a garganta infeccionada e fazem 2 dias que esta tomando antibiotico mas ainda tem febre. aumentou o espaco de tempo entre a febre mas ainda tem e normal ?
  • Estou com a garganta levemente dolorida percebi uns pontos/bolinhas brancas e associei a pus e a amigdalite bacteriana, porém não existem outros sintomas. Como ter certeza?
  • Bom dia! Tenho 57 anos e faz mais ou menos um mês que venho sentindo um desconforto na garganta do lado direito essa sensação agrava sempre quando acordo e no decorrer do dia me incomoda quando engulo a saliva é quando cumprimo o músculo da garganta isso é normal
  • Pq todas as vezes que estou perto de menstruar minha garganta fica inflamada, gostaria de saber a causa desse acontecimento?
  • Levei meu filho ao médico ele foi diagnosticado com a garganta inflamada, receitou antibiótico e dipirona porque também estava com febre, agora está tendo ânsias de vômito, isso é normal ou devo ir leva lo ao médico novamente?
  • Minha filha tem 6 anos e frequentemente tem quadro de inflamação na garganta, dores de ouvido com secreção e secreção nos olhos, tosse persistente. Seria a imunidade baixa? Obrigada

Quem amamenta pode tomar Amoxicilina e nimesulida?

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  • Estou Com Com Dor De Dente E Estou Tomando Nimesulida E Ainda Amamentando Um Bebê Será Que Pode Cau

2 respostas Estou com com dor de dente e estou tomando nimesulida e ainda amamentando um bebê será que pode causar alguma reação para meu bebê? Bom dia, A nimesulida é contra indicada durante a amamentação, consulte um profissional para trocar a medicação por outra permitida durante a amamentação.

Pode tomar nimesulida quando está amamentando?

Não se recomenda o uso de nimesulida para gestantes e mulheres que estão amamentando. ESTE MEDICAMENTO NÃO DEVE SER UTILIZADO POR MULHERES GRÁVIDAS SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA OU DO CIRURGIÃO-DENTISTA. A nimesulida não deve ser usada durante a amamentação, exceto sob orientação médica.

Qual medicamento gestante pode tomar para dor de garganta?

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Família Grávida pode tomar ibuprofeno? Ibuprofeno é indicado para o tratamento e alívio de diversas dores. Saiba se o medicamento é indicado na gravidez Grávida pode tomar ibuprofeno? – Foto: Getty Images Publicado em 28 de setembro de 2020 O ibuprofeno é um analgésico e anti-inflamatório, indicado para febre e dores leves a moderadas, com o objetivo de aliviar dor de cabeça, dor de dente, dor de garganta, entre outras. Além disso, o ibuprofeno é um componente que pode estar presente na composição de outros medicamentos anti-inflamatórios, com o mesmo intuito de tratar diversos tipos de dores. Confira abaixo se o ibuprofeno é um medicamento indicado para grávidas. Segundo a ginecologista e obstetra Maria Augusta Tamm,  nos primeiros dois trimestres de gestação , o ibuprofeno é classificado no grupo B, ou seja,  não demonstra risco em estudos com humanos.

  1. Dessa forma, se houver necessidade, o médico pode receitar a dose mínima recomendada para a gestante;
  2. “No entanto,  o ibuprofeno é completamente contraindicado na última fase da gravidez “, afirma a especialista em reprodução humana do Grupo Huntington;

Isso porque tomar o medicamento no último trimestre da gestação pode acarretar complicações no parto e na formação do bebê. Portanto, o ideal é sempre conversar com seu obstetra antes de tomar qualquer medicação, principalmente aquelas contendo ibuprofeno.

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Qual o melhor remédio para inflamação na garganta?

Como curar dor de garganta em 1 dia?

Qual antibiótico pode ser usado na amamentação?

A melhor opção de antibiótico para puérpera durante a lactação são os antibióticos mais empregados em odontologia, como as penicilinas, a eritromicina e a clindamicina, que são excretados no leite materno em baixas concentrações ( 1 ). Sendo que seu uso é compatível com o aleitamento materno ( 1,2 ).

Dentre as outras categorias de fármacos, a dipirona sódica é um analgésico seguro para o controle da dor leve a moderada durante a lactação, da mesma forma que o paracetamol. A aspirina deve ser evitada por interferir na agregação plaquetária e pelo risco associado à síndrome de Reye ( 1 ).

O ibuprofeno, o diclofenaco e o cetorolaco podem ser empregados em lactantes para o controle da dor e de edemas de maior intensidade, da mesma forma que os corticosteroides (dexametasona ou betametasona) ( 1 ).

Quem está amamentando pode tomar Amoxicilina?

Medicamento Genérico. Laboratório: Medley Princípios ativos: amoxicilina triidratada Cápsula de 500 mg: embalagens contendo 15, 21 e 30 cápsulas. Cada cápsula contém:

  • amoxicilina tri-hidratada: 574 mg (correspondente a 500 mg de amoxicilina)
  • excipientes q. : 1 cápsula (celulose microcristalina, croscarmelose sódica, dióxido de silício, estearato de magnésio, laurilsulfato de sódio)

A amoxicilina é antibiótico eficaz contra grande variedade de bactérias, é indicado para tratamento de infecções bacte rianas causadas por germes sensíveis à ação da amoxicilina. Entretanto, seu médico pode receitar este medicamento para outro uso. Se desejar mais infor mações, pergunte ao seu médico. A amoxicilina é um penicilínico e que pertence ao grupo dos antibióticos penicilânicos. A amoxicilina é usado no tratamento de uma gama de infecções causadas por bactérias, que podem manifestar-se nos pulmões (pneumonia e bronquite), nas amígdalas (amigdalite), nos seios da face (sinusite), no trato urinário e genital, na pele e nas mucosas.

  • A amoxicilina atua destruindo as bactérias que causam essas infecções;
  • Este medicamento não pode ser administrado nem ingerido por pessoas alérgicas à amoxicilina, a outros antibióticos penicilínicos ou antibióticos similares, chamados cefalosporinas;

Se você já teve uma reação alérgica (como erupções da pele) ao tomar um antibiótico, deve conversar com seu médico antes de usar amoxicilina. Antes de iniciar o tratamento com amoxicilina, informe seu médico:

  • se você já apresentou reação alérgica a algum antibió tico. Isso pode incluir reações na pele ou inchaço na face ou pescoço
  • se você apresenta febre glandular
  • se você toma medicamentos usados para prevenir coágulos sanguíneos (anticoagulantes), tais como varfarina, o seu médico fará um monitoramento e, se necessário, poderá sugerir ajustes na dose dos anticoagulantes
  • se você apresenta problema nos rins
  • se você não estiver urinando regularmente
  • se você já teve diarreia durante ou após o uso de antibióticos. O uso prolongado também pode resultar, ocasionalmente, em supercrescimento de micro-organismos resistentes a amoxicilina. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e de operar máquinas. Não se observaram efeitos adversos sobre a capacidade de dirigirveículos e de operar máquinas.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde. Este medicamento não deve ser usado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Não há contraindicação relativa a faixas etárias. Alguns medicamentos podem causar efeitos indesejáveis se você os ingerir durante o tratamento com amoxicilina. Não deixe de avisar seu médico caso você esteja tomando:

  • medicamentos usados no tratamento de gota (probenecida ou alopurinol)
  • outros antibióticos
  • pílulas anticoncepcionais (como acontece com outros antibióticos, talvez sejam necessárias precauções adicionais para evitar a gravidez)
  • anticoagulantes.

A amoxicilina pode ser usado na gravidez desde que os benefícios potenciais sejam maiores que os riscos poten ciais associados ao tratamento. Informe seu médico se vo cê estiver grávida ou suspeitar que esteja grávida. Você não deve tomar este medicamento se estiver grávi da, exceto se seu médico recomendar. Você pode amamentar seu bebê enquanto estiver tomando amoxicilina, mas há excreção de quantidades mínimas de amoxicilina no leite materno.

USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO As recomendações especiais se referem às doses (ver, na seção Como Devo Usar Este Medicamento?, o item Posologia). A alimentação não interfere na ação de amoxicilina, que pode ser ingerido nas refeições.

Se você estiver amamentando, informe ao seu médico antes de iniciar o tratamento com amoxicilina. Conservar as cápsulas na embalagem original em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC) e protegido da luz e umidade. Características do medicamento Este medicamento se apresenta na forma de cápsula gelatinosa dura, amarela e azul, contendo pó branco a levemente amarelado.

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Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Siga as orientações de seu médico sobre a maneira e a hora correta de tomar o medicamento. Ele vai decidir a quantidade diária que você precisa e o tempo durante o qual você deve usar este medicamento.

  • Leia esta bula com cautela;
  • Se você tiver alguma dúvida, fale com seu médico;
  • Recomenda-se ingerir o medicamento nas refeições, embora ele continue eficaz mesmo que você o tome em outros horários;
  • Continue tomando este medicamento até o fim do tratamento prescrito pelo médico;

Não pare somente porque se sente melhor. As cápsulas devem ser ingeridas inteiras com água. Não as mastigue. Posologia Dose para adultos (inclusive pacientes idosos) e crianças acima de 10 anos de idade –  Dose padrão para adultos:250 mg (esta dose só pode ser obtida com a suspensão oral) três vezes ao dia (de 8 em 8 horas) com aumento para 500 mg (uma cápsula) três vezes ao dia (de 8 em 8 horas) nas infecções mais graves.

  • Tratamento com dosagem alta (máximo recomendável de 6 g ao dia em doses divididas) –  Recomenda-se uma dose de 3 g (seis cápsulas) duas vezes ao dia (de 12 em 12 horas) em casos que requerem tratamento de infecção respiratória purulenta (com a presença de pus) grave ou recorrente;

Tratamento de curta duração –  Gonorreia : dose única de 3 g. Erradicação de Helicobacter em úlcera péptica (no duodeno ou no estômago) –  Para combater o Helicobacter (bactéria que ataca o estômago e o duodeno), recomenda-se o uso de amoxicilina no esquema de duas vezes ao dia (de 12 em 12 horas), em associação com um medicamento conhecido como inibidor da bomba de prótons (exemplo: omeprazol) e agentes antimicrobianos, conforme se detalha a seguir:

  • omeprazol 40 mg diários, amoxicilina 1 g (duas cápsulas) duas vezes ao dia (de 12 em 12 horas) e claritromicina 500 mg duas vezes ao dia (de 12 em 12 horas) durante sete dias
  • ou
  • omeprazol 40 mg diários, amoxicilina 750 mg a 1 g duas vezes ao dia (de 12 em 12 horas) e metronidazol 400 mg três vezes ao dia (de 8 em 8 horas) durante sete dias Dose para crianças (até 10 anos de idade) –  Dose padrão para crianças: 125 mg três vezes ao dia (de 8 em 8 horas) com aumento para 250 mg três vezes ao dia (de 8 em 8 horas) nas infecções mais graves. Estas doses só podem ser obtidas com a suspensão oral. Pacientes com insuficiência renal (dos rins) – Na insuficiência renal, a eliminação do antibiótico é mais lenta. Conforme o grau dessa condição, seu médico pode indicar a redução da dose diária total de acordo com o esquema descrito a seguir: Adultos e crianças acima de 40 kg
  • insuficiência leve: nenhuma alteração de dose
  • insuficiência moderada: máximo de 500 mg (uma cápsula) duas vezes ao dia (de 12 em 12 horas)
  • insuficiência grave: máximo de 500 mg (uma cápsula) ao dia. Crianças abaixo de 40 kg
  • insuficiência leve: nenhuma alteração de dose
  • insuficiência moderada: 15 mg/kg duas vezes ao dia (de 12/12 horas)
  • insuficiência grave: 15 mg/kg uma vez ao dia Pacientes que recebem diálise peritoneal – Usa-se a mesma posologia indicada para pacientes com insuficiência renal grave. A diálise peritoneal (processo de limpeza das substâncias tóxicas do organismo através do peritônio, membrana que envolve o abdômen) não remove a amoxicilina do corpo. Pacientes que recebem hemodiálise – Usa-se a mesma posologia indicada para pacientes com insuficiência renal grave.
    • A amoxicilina é removida do sangue por hemodiálise (processo que substitui os rins na filtragem sanguínea);
    • Portanto, uma dose adicional (500 mg para adultos ou 15 mg/kg para crianças abaixo de 40 kg) pode ser administrada durante e no final de cada diálise;

    Seu médico poderá indicar tratamento por via parenteral (feito com aplicação de injeções intravenosas, intramusculares ou subcutâneas) nos casos em que a via oral for considerada inadequada (particularmente nos tratamentos urgentes de infecções graves).

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico. Se você esquecer uma dose, tome-a assim que se lembrar, mas continue com o horário normal das demais. Só não tome duas doses com intervalo igual ou menor que 1 hora. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico.

Conforme o grau de insuficiência renal, talvez seu médico ache necessário reduzir a dose diária total. Avise seu médico o mais cedo possível se você não se sentir bem durante o tratamento com amoxicilina.

Assim como todo medicamento, amoxicilina pode provocar reações adversas, porém isso não ocorre com todas as pessoas. Os efeitos colaterais deste medicamento geralmente são leves. Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):

  • Diarreia (várias evacuações amolecidas por dia) e enjoo
  • quando isso acontece, os sintomas normalmente são leves e com frequência podem ser evitados tomando-se o medicamento no início das refeições. Se continuarem ou se tornarem graves, consulte o médico
  • Erupções da pele. Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
  • Vômito, urticária e coceira. Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):
  • Diminuição de glóbulos brancos (leucopenia reversível), que pode resultar em infecções frequentes, como febre, calafrios, inflamação da garganta ou úlceras na boca
  • Baixa contagem de plaquetas (trombocitopenia reversível), que pode resultar em sangramento ou hematomas (manchas roxas) que surgem com mais facilidade que o normal
  • Destruição de glóbulos vermelhos e consequentemente anemia (anemia hemolítica), que pode resultar em cansaço, dores de cabeça e falta de ar causada pela prática de exercícios físicos, vertigem, palidez e amarelamento da pe le e/ou dos olhos
  • Sinais repentinos de alergia, como erupções da pele, prurido (coceira) ou urticária, inchaço da face, dos lábios, da língua ou de outras partes do corpo, falta de ar, respiração ofegante ou problemas para respirar
  • se esses sintomas ocorrerem, pare de usar amoxicilina e procure socorro médico o mais rápido possível
  • Convulsões (ataques) podem ocorrer em pacientes com função renal prejudicada ou que estejam recebendo doses altas do medicamento
  • Hipercinesia (presença de movimentos exacerbados e incontrolados), tontura
  • Candidíase mucocutânea, infecção micótica (causada por fungos) que normalmente afeta as partes íntimas ou a boca
  • na área genital, pode provocar coceira e queimação (com a presença de uma fina camada de secreção branca) e na boca ou na língua podem surgir pintas brancas dolorosas
  • Colite associada a antibióticos (inflamação no cólon (intestino grosso), causando diarreia grave, que também pode conter sangue e ser acompanhada de cólicas abdominais
  • Sua língua pode mudar de cor, ficando amarela, marrom ou preta, e dar a impressão de ter pelos (língua pilosa negra)
  • Efeitos relacionados ao fígado
  • esses sintomas podem manifestar-se como enjoo, vômito, perda de apetite, sensa ção geral de mal-estar, febre, coceira, amarelamento da pele e dos olhos e escurecimento da urina e aumento de algumas substâncias (enzimas) produzidas pelo fígado
  • Reações cutâneas graves: erupção cutânea (eritema multiforme), que pode formar bolhas (com pequenas manchas escuras centrais rodeadas por uma área pálida, com um anel escuro ao redor da borda)
  • erupção cutânea generalizada com bolhas e descamação da pele na maior parte da superfície corporal (necrólise epidérmica tóxica)
  • erupções na pele com bolhas e descamação, especialmente ao redor da boca, nariz, olhos e genitais (síndrome de Stevens-Johnson)
  • erupções na pele com bolhas contendo pus (dermatite esfoliativa bolhosa)
  • erupções escamosas na pele, com bolhas e inchaços sob a pele (exantema pustuloso)
  • Doença renal (problemas para urinar, possivelmente com dor e presença de sangue ou cristais na urina). Se qualquer desconforto incomum se manifestar enquanto você estiver tomando o medicamento, informe seu médico o mais breve possível.

Informe seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento. É pouco provável que ocorram problemas graves em caso de superdosagem de amoxicilina. As reações mais comuns são enjoo, vômito e diarreia. Procure seu médico para que os sintomas sejam tratados.

  • Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento se possível;
  • Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações;

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA – SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

  • Farm. Resp. : Dra. Conceição Regina Olmos
  • CRF-SP nº 10. 772
  • MS – 1. 8326. 0038Registrado por:  Medley Farmacêutica Ltda.
  • Rua Macedo Costa, 55 – Campinas – SP
  • CNPJ 10. 588. 595/0007-97Fabricado por:  Medley Farmacêutica Ltda.
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  • Santa Maria – DF
  • Indústria Brasileira
  • SAC 0800 72 8000
  • www. medley. com. br Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 15/12/2014. IB151214a

O que a nimesulida causa no bebê?

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  • Dei Ao Meu Bebe Cimelide Sem Saber, Pode Acontecer Algo Ruim ?

2 respostas Dei ao meu bebe Cimelide sem saber, pode acontecer algo ruim ? O Cimelide é nome do medicamento Nimesulida, e só está liberado pra uso a partir de 12 anos. No caso de ingestão acidental e uma dose somente, hidrate bem o bebê, e observar sangramento (vômitos ou fezes), alterações graves acontecem com doses tóxicas. Então em caso de dúvida, a criança deve ser avaliada. Atenciosamente. Dra Andréa.

Quem está amamentando pode tomar cimegripe?

Pacientes idosos –

  • A fenilefrina pode causar aumento pronunciado da pressão arterial em pacientes idosos. Deve-se ter cuidado quando da administração deste produto em pacientes idosos.

Assim como para qualquer medicamento, se você está grávida ou amamentando, procure orientação médica antes de utilizar este produto. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou amamentando sem a orientação médica, pois não foram realizados estudos clínicos bem controlados em mulheres durante a gestação ou lactação. Este medicamento é contraindicado nos 3 primeiros meses de gravidez e, após este período, deverá ser administrado apenas em caso de necessidade, sob controle médico.

Não há informações sobre os efeitos do paracetamol e da fenilefrina sobre a fertilidade. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do seu cirurgião-dentista. Em caso de superdose de paracetamol, mesmo sentindo-se bem, procure ajuda médica imediatamente.

Este medicamento pode causar doping.

Quem está amamentando pode tomar azitromicina?

INTRODUÇÃO A infecção causada pelo coronavírus 2019 (COVID-19), iniciada nos últimos meses, tornou-se uma pandemia com milhares de casos em todo o mundo, inclusive no Brasil 1. Mulheres em período de amamentação também têm sido acometidas pela COVID-19, despertando na população e nos profissionais de saúde, dúvidas sobre os riscos do aleitamento durante essa infecção e sobre a segurança dos medicamentos que possam vir a ser utilizados para o tratamento da doença.

Amamentação por mães infectadas pelo COVID-19 O coronavírus 2019 (SARS-CoV-2) ainda não foi detectado no leite materno das mães com confirmação do COVID-19, mas anticorpos específicos contra o mesmo já foram encontrados em amostras de leite de mães infectadas.

Até o momento, não há evidências de que o vírus seja transmitido através da amamentação 2,3. No entanto, a transmissão de gotículas pode ocorrer através de contato próximo durante a amamentação. Assim, mães com COVID-19 confirmada ou mães sintomáticas com suspeita de COVID-19 devem tomar precauções para impedir a transmissão ao bebê durante a amamentação, incluindo higiene assídua das mãos e uso de máscara facial 3.

A Organização Mundial de Saúde 4 , a Sociedade Brasileira de Pediatria 5 e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia 6 recomendam a manutenção da amamentação em mães com COVID-19 desde que a mulher esteja em condições e desejo de amamentar.

Isto mediante a adoção de medidas para a redução da transmissão do vírus através de gotículas respiratórias durante o contato com a criança. A Academy of Breastfeeding Medicine acrescenta que mães afastadas dos seus filhos por internação hospitalar pelo COVID-19 e que desejam manter amamentação devem ser encorajadas a extrair o leite para a manutenção da produção láctea 7.

  • Nesses casos, a mãe deve lavar as mãos rigorosamente antes de bombear e usar uma máscara durante o bombeamento;
  • Se possível, o equipamento de extração deve ser cuidadosamente limpo por uma pessoa saudável;

Nesse contexto, a criança pode receber leite materno expresso, através de um cuidador, até que a mãe se recupere, desde que o cuidador seja saudável e siga as precauções de higiene 7. Uso de medicamentos para COVID-19 pela nutriz A literatura científica ainda não mostrou uma terapêutica eficaz contra o COVID-19, seja nas formas leves ou graves da doença.

Estudos in vitro e ensaios clínicos estão em andamento com várias drogas com potencial de tratamento 8. Nesse estudo iremos informar as evidências sobre a segurança para uso na lactação dos principais fármacos pesquisados para o tratamento de COVID-19.

Não é intenção dos autores informar a eficácia dos medicamentos para o tratamento dessa doença. A apresentação dos fármacos será realizada em ordem alfabética. A primeira revisão sistemática sobre o tratamento de COVID-19 foi publicada em abril de 2020 e encontrou o grupo dos corticosteroides (metilprednisolona e dexatemasona) como o mais frequentemente utilizado na China, seguido por lopinavir e oseltamivir 9. Remedio Para Dor De Garganta Para Quem Amamenta Antimaláricos -Cloroquina A cloroquina é um agente antimalárico utilizado na prevenção e no tratamento da malária 12. Estudos encontraram quantidades muito pequenas de cloroquina excretadas no leite materno. Não foram descritos efeitos adversos no lactente após o uso por nutrizes. Contudo, os trabalhos foram realizados com administração de doses semanais desse medicamento 12.

  1. Outros fármacos em estudo até o momento incluem favipiravir, remdesivir, ribavirina, umifenovir, interferon alfa, interferon beta, nitazoxanida, camostat e tocilizumab 10 e ivermectina 11;
  2. O Quadro 1 mostra a classificação acerca da segurança dos fármacos para uso pela mulher durante o período da lactação;

Raros são os estudos que avaliaram o uso materno diário de cloroquina durante a lactação. A cloroquina possui elevada meia-vida de eliminação (70 a 120 horas), mas o pico de concentração sérica ocorre entre uma e duas horas e a dose relativa no lactente é considerada baixa (0,6% a 7,71%) 12.

Um estudo mostrou que a quantidade de cloroquina excretada no leite materno é inferior à dose recomendada para uso por lactentes 13. Os autores consideram a cloroquina compatível com a amamentação 12,13.

– Hidroxicloroquina A hidroxicloroquina é utilizada no tratamento da malária e também em algumas síndromes imunológicas, como artrite reumatoide e lúpus eritematoso sistêmico 12. A hidroxicloroquina tem sido mais utilizada para pacientes com COVID-19 em relação à cloroquina, por ser considerada mais segura e parece ter uma atividade antiviral mais potente.

Além da indicação para o tratamento da malária, é utilizada em doenças autoimunes como artrite reumatoide e lúpus eritematoso sistêmico. Hale 12 ressalta que a hidroxicloroquina possui elevado volume de distribuição, fato que sugere níveis muito baixos no leite materno.

Um recente estudo realizado com trinta e três mulheres que faziam uso de hidroxicloroquina há pelo menos um ano e amamentavam exclusivamente tiveram os níveis de hidroxicloroquina dosados no leite durante um período de 12 horas. As dosagens variaram de 200mg uma vez a cada 2 dias a 200mg duas vezes ao dia.

O acompanhamento por um período de um ano não encontrou toxicidade ocular ou anormalidades no crescimento dos lactentes 14. A hidroxicloroquina é considerada potencialmente segura para uso durante a lactação 12,14,15.

Antimicrobianos (antibióticos) – Azitromicina A azitromicina é um antibiótico do grupo dos macrolídeos que apresenta baixos níveis no leite materno e uso seguro em lactentes. Assim, não é esperada a ocorrência de efeitos adversos em lactentes após o uso materno.

  • Recomenda-se monitorar o lactente para possíveis efeitos na flora gastrointestinal, como diarreia e candidíase;
  • Evidências epidemiológicas não confirmadas alertam que o risco de estenose hipertrófica do piloro pode ser maior devido ao uso materno de antibióticos macrolídeos, mas estudos não encontraram essa associação 15;

Publicações recentes consideram a azitromicina segura para uso na lactação 12,15,16. Antiparasitários – Ivermectina A ivermectina é um fármaco indicado no tratamento de doenças parasitárias como as oncocercose, filariose e pediculose. Dados limitados indicam que a ivermectina é pouco excretada no leite materno após o uso oral.

  • A concentração ingerida pelo lactente é pequena e não é esperada a ocorrência de efeitos adversos 15;
  • Um único estudo publicado com 4 mulheres que receberam 150mcg/kg, via oral, encontrou a concentração no leite 10 vezes menor do que a dose administrada;

Não foram relatados efeitos adversos sobre os lactentes. A ivermectina é considerada provavelmente segura para uso por nutrizes 12,15,16. – Nitazoxanida A nitaxozanida é um agente antiparasitário com amplo espectro de ação contra protozoários e helmintos.

Possui propriedades farmacocinéticas, como elevada ligação às proteínas plasmáticas e curta meia vida de eliminação, que determinam uma concentração insignificante no leite materno 16. Um estudo de caso com dose materna de 500mg de nitazoxanida produziu baixos níveis no leite materno do seu metabólito ativo, a tizoxanida.

Os autores consideram não ser esperada a ocorrência de efeitos adversos em lactentes. Alertam que, até que mais dados sejam publicados, um medicamento alternativo deva ser eleito, especialmente durante a amamentação de um recém-nascido ou de um prematuro 17.

  • Especialistas consideram o fármaco provavelmente seguro para uso na lactação 12,15;
  • Antivirais – Favipiravir O favipiravir é um novo fármaco indicado no tratamento experimental da infecção pelo vírus Ebola e, mais recentemente, em pacientes com COVID-19;

Não há informação disponível sobre a utilização do favipiravir durante a amamentação ou sobre a sua excreção no leite materno. O favipiravir apresenta baixo peso molecular e 60% da concentração absorvida é transportada ligada a proteínas plasmáticas. Portanto, espera-se que seja encontrado no leite e absorvido pelo lactente, provavelmente em pequena quantidade.

  1. Em ensaios clínicos, o favipiravir foi bem tolerado, mas causou elevação das enzimas hepáticas, sintomas gastrointestinais e elevação sérica de ácido úrico;
  2. Caso o favipiravir seja usado em nutrizes, esses parâmetros devem ser monitorados no lactente 15;

– Lopinavir Trata-se de um antiviral inibidor da protease do vírus HIV, utilizado em combinação com o ritonavir 12,16. Um estudo que avaliou o uso de lopinavir por 60 lactantes em tratamento de infecção pelo HIV não encontrou a presença do fármaco em amostras do leite materno 18.

Outros estudos revelaram a presença de pequena concentração do lopinavir em amostras de leite materno 19,20,21. O baixo peso molecular e elevado poder de ligação às proteínas plasmáticas podem justificar esses achados 16.

Uma pesquisa avaliou a concentração sérica de lopinavir em lactentes que receberam o fármaco excretado via leite materno. Os autores consideraram que os lactentes recebem concentrações insignificantes de lopinavir através da amamentação 22. Estudos não identificaram efeitos adversos em lactentes após o uso materno do lopinavir.

Estudos que recomendam evitar o seu uso durante a lactação se baseiam na contraindicação da amamentação por mulheres portadoras de HIV 12. – Oseltamivir O oseltamivir é um fármaco antiviral indicado para a prevenção e o tratamento de formas agudas não complicadas pelos vírus influenza A e B, sendo um inibidor da neuramidase viral que bloqueia a propagação e liberação viral das células infectadoas 12.

Uma pesquisa avaliou a excreção do oseltamivir no leite de sete mulheres encontrou concentrações consideradas extremamente baixas 23. Especialistas afirmam não ser esperada a ocorrência de efeitos adversos em lactentes amamentados após o uso materno de oseltamivir e consideram o medicamento seguro para uso na lactação 12,15,16.

O uso do oseltamivir foi recentemente aprovado para uso por nutrizes pelo Center of Disease Control (CDC) 24. – Remdesivir O remdesivir é um fármaco análogo de nucleotídeo inibidor da polimerase do RNA viral 16.

Até o momento não foram publicados artigos sobre a excreção do remdesivir no leite materno. A escassez de dados farmacocinéticos não permite afirmar sua excreção para o compartimento lácteo. Contudo, seu peso molecular considerado moderadamente elevado pode dificultar sua passagem para o leite materno 16.

  1. Remdesivir apresenta baixa absorção pelo trato gastrointestinal, fato que torna improvável a absorção pelo lactente via leite materno 15;
  2. Um estudo revelou não ocorrência de efeito adverso em um recém-nascido prematuro com 19 dias de vida, infectado com o vírus Ebola, que recebeu remdesivir via endovenosa durante 12 dias;

A criança foi acompanhada durante 12 meses e apresentou crescimento e desenvolvimento normais 25. O remdesivir é classificado como de baixo risco para uso durante a lactação 16. – Ribavirina A ribavirina é um nucleosídeo sintético utilizado como agente antiviral, principalmente nas infecções causas pelo vírus sincicial respiratório em lactentes 12.

  1. Até o momento, não foram encontrados dados publicados sobre a excreção no leite materno;
  2. Seu grande volume de distribuição torna improvável a passagem de quantidades significativas para o leite;
  3. Sua baixa biodisponibilidade oral limita a passagem para o plasma do lactente a partir do leite ingerido, exceto no leite prematuro e no período neonatal imediato, para os quais pode haver uma permeabilidade intestinal aumentada 16;

Uma vez que é utilizado como tratamento em lactentes e seus dados farmacocinéticos são favoráveis, deve ser considerado compatível com a amamentação para exposições de curto prazo, no entanto, para ser usado com cautela em tratamentos de longo prazo 16.

  • Uma relevante publicação, que considera a ribavirina como “possivelmente perigosa” para uso na lactação, justifica a classificação apenas para o seu uso por período de 6 a 12 meses em pacientes submetidas ao tratamento para hepatite C;

O autor afirma que é provável que a exposição aguda de um lactente amamentado produza efeitos colaterais mínimos 12. Corticosteroides – Dexametasona A dexametasona é um fármaco anti-inflamatório do grupo dos corticosteroides com ação prolongada. Não há dados publicados sobre a transferência da dexametasona para o leite materno, contudo, estima-se que seja baixa.

  1. Lactentes utilizam a dexametasona sem relatos de efeitos adversos por curto período 12;
  2. Assim, é classificada como provavelmente seguro para uso na lactação 12,16;
  3. Há relato de redução na liberação de prolactina após a administração de dexametasona, com risco de redução da produção láctea, principalmente nas primeiras semanas após o parto 26;

– Metilprednisolona A metilprednisolona é um fármaco corticosteroide administrado por via endovenosa em várias doenças inflamatórias. Vários são os estudos que avaliaram o uso da metilprednisolona durante a lactação. Foram encontradas baixas concentrações da droga no leite materno, não sendo descritos efeitos adversos em lactentes amamentados.

Um estudo revelou que doses intravenosas de 1mg de dexametasona administradas à nutriz produziram concentrações séricas inferiores à produção diária de cortisol de lactente em aleitamento materno exclusivo.

Mostrou ainda que não houve acúmulo do fármaco no leite materno após 3 doses diárias consecutivas 27. Alguns especialistas recomendam aguardar 2 a 4 horas para a amamentação após a administração endovenosa de altas doses de dexametasona com intuito de minimizar a exposição do lactente ao fármaco 16.

Respeitadas entidades, como a Organização Mundial de Saúde e a Academia Americana de Pediatria, consideram a dexametasona compatível com a amamentação 28,29. Imunomoduladores – Interferon alfa O interferon alfa é uma citocina com propriedades antivirais, antiproliferativas e imunomoduladoras, produzidas por leucócitos e linfoblastos obtido por engenharia de DNA recombinante.

Indicado no tratamento da hepatite B e C crônicas e algumas neoplasias, como a leucemia 16. Possui elevado peso molecular 12 , baixa absorção pelo trato digestório, baixos níveis no leite materno, sendo improvável a ocorrência de efeitos adversos no lactente após o uso materno desse fármaco 12,15.

O interferon alfa é considerado compatível com a amamentação 12,16. – Interferon beta O interferon beta é uma citocina com propriedades antivirais, antiproliferativas e imunomoduladoras, sendo produzido por fibroblastos e obtido por engenharia de DNA recombinante e possui uso indicado no tratamento da esclerose múltipla 16.

A transferência dos interferons no leite humano é limitada devido ao alto peso molecular dessas substâncias, embora é sabido que alguns interferons, como o interferon gama, sejam secretados e contribuem para o efeito antiviral no leite humano. Considera-se que a transferência do interferon beta 1B para leite materno é, provavelmente, nula 12.

Esse fármaco é usualmente indicado em altas doses para lactentes com púrpura trombocitopênica imune, sendo considerados seguros. Especialistas consideram o uso do interferon beta compatível com a amamentação 12,16,29.

– Tocilizumab O tocilizumab é um anticorpo monoclonal humano que inibe o receptor da interleucina 6, sendo indicado no tratamento da artrite reumatoide, artrite juvenil e doença de Castleman 16. Um recente estudo mostrou baixa concentração do tocilizumab no leite materno, provavelmente, devido ao seu elevado peso molecular 30.

Especialistas alertam para a maior possibilidade de absorção intestinal por recém-nascidos e prematuros, mas consideram o fármaco seguro para uso na lactação 12,15,16 CONCLUSÕES A recente pandemia do COVID-19 trouxe vários desafios à comunidade científica, dentre eles a necessidade de constante atualização sobre diversos temas, como os cuidados com a mãe nutriz.

Há consenso entre as diversas autoridades de saúde sobre a manutenção da amamentação pelas mulheres com suspeita ou diagnóstico de COVID-19 adotando cuidados de biossegurança para evitar a transmissão da doença para o seu filho. Os medicamentos atualmente pesquisados e indicados para o tratamento do COVID-19 não são contraindicados para uso pela nutriz, sendo possível compatibilizar o tratamento com o aleitamento em mães que apresentarem condições clínicas para amamentar ou extrair o leite materno.

Deste modo, é necessária a constante atualização sobre esse tema, em virtude das diversas pesquisas envolvendo novos e numerosos medicamentos para o tratamento do COVID-19. REFERÊNCIAS 1. World Health Organization (WHO).

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Geneva: WHO; 2020; [acesso em 2020 Mai 27]. Disponível em: https://apps. who. int/iris/handle/10665/331446 5. Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Nota de alerta: o aleitamento materno nos tempos de COVID-19! [Internet]. Rio de Janeiro: SBP; 2020; [acesso em 2020 Mai 28].

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Universidade Federal de São João Del Rei, Coordenador do Curso de Medicina – São João Del Rei – Minas Gerais – Brasil 3. Universidade Federal do Triângulo Mineiro, Curso de Medicina – Uberaba – Minas Gerais – Brasil Endereço para correspondência: Joel Alves Lamounier Universidade Federal de São João Del Rei Rua Sebastião Gonçalves Coelho, nº 400, Sala 205.

2 – Bloco D, Bairro Chanadour Divinópolis – MG. Brasil. CEP: 35501-296 E-mail: lamounierjoel@gmail. com Data de Submissão: 02/06/2020 Data de Aprovação: 02/06/2020.

Como curar dor de garganta em 1 dia?

O que é bom para aliviar a dor de garganta?

Qual antibiótico pode ser usado na amamentação?

A melhor opção de antibiótico para puérpera durante a lactação são os antibióticos mais empregados em odontologia, como as penicilinas, a eritromicina e a clindamicina, que são excretados no leite materno em baixas concentrações ( 1 ). Sendo que seu uso é compatível com o aleitamento materno ( 1,2 ).

Dentre as outras categorias de fármacos, a dipirona sódica é um analgésico seguro para o controle da dor leve a moderada durante a lactação, da mesma forma que o paracetamol. A aspirina deve ser evitada por interferir na agregação plaquetária e pelo risco associado à síndrome de Reye ( 1 ).

O ibuprofeno, o diclofenaco e o cetorolaco podem ser empregados em lactantes para o controle da dor e de edemas de maior intensidade, da mesma forma que os corticosteroides (dexametasona ou betametasona) ( 1 ).

O que é bom para a garganta inflamada?

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