Quando A Dor Do Outro Não Te Afeta Versículo?

Quando A Dor Do Outro Não Te Afeta Versículo
Quando a dor do outro frase? – Se colocar no lugar do outro é uma qualidade que nem todos têm, mas que deveria. Empatia não é sentir exatamente o que a outra pessoa sente, mas é saber se colocar naquele lugar. Quando escutamos uma pessoa, fazemos com que ela exista.

O que a Bíblia fala sobre a dor do outro?

  A situação dessa mulher do Evangelho de hoje é muito triste! Primeiro, porque ela é viúva, tem um único filho e este está morto. Imagine a tristeza do coração dela! Imagine como ela está arrasada, humilhada e sofrida por tantas circunstâncias que está vivendo. Jesus, o Senhor da vida, move-se de compaixão por essa mulher, aproxima-se dela, do seu sofrimento, da sua dor, humilhação e lágrimas para lhe dizer: “Mulher, não chores!”.

Sabe, meus irmãos, é admirável a sensibilidade humana de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo! Ele não olha para ninguém com desdém nem despreza o sofrimento das pessoas. Ao contrário, Ele se move de paixão, move-se com todo o sentimento de Sua alma e de Seu coração pelo sofrimento humano.

Quantos sofrimentos já passamos nesta vida! Quantos situações dolorosas nós passamos em tantas circunstâncias que vivemos! Pensamos ou ainda concluímos que Deus se esqueceu e está longe de nós, que não se compadece de nós. Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo está do lado de quem sofre, de quem chora e é humilhado, de quem realmente solta as lágrimas na vida.

  • É Ele quem vem em nosso socorro, em nosso auxílio, porque Ele é o bálsamo para a nossa alegria e para os nossos sofrimentos;
  • Por maior que seja o sofrimento que você tenha vivido ou que esteja vivendo, ou se em alguma circunstância da vida o sofrimento bateu à porta do seu coração, você não está sozinho! Você não está sozinho, meu filho! O Senhor está com você! Ele está ao seu lado, move-se de compaixão para com aquilo que você sofre;

Outra coisa é importante: não podemos perder a sensibilidade pelo sofrimento do outro, pela dor do outro. Não podemos deixar de ter compaixão por aquilo que os outros estão sofrendo. Precisamos assumir, em nosso coração, os sentimos de Cristo Jesus. O mais importante, aqui no Evangelho, não é a cura nem o jovem que é levantado, mas é Jesus acolhendo essa mãe, compadecendo-se da dor e do sofrimento dessa alma, desse coração.

Há muitas pessoas sofrendo ao nosso lado, muitos vivendo amarguras profundas em seu coração. Você não é a pessoa mais sofrida da face da Terra! Lembre-se de que, se você tem essa ou aquela dor, existem tantas pessoas ao seu lado, na sua frente ou atrás de você com o sofrimento dez vezes ou cem vezes mais dolorosos que o seu, e essas pessoas, muitas vezes, estão consolando outros que estão sofrendo.

Precisamos consolar uns aos outros, ajudar no sofrimento, na dor, ter compaixão uns dos outros! Não podemos viver, simplesmente, a religião que se importa somente com si mesmo, com seus problemas. A religião liga-nos ao Deus que tem compaixão, que vai, com todo o coração, no sofrimento do outro.

Precisamos ter um coração como o de Jesus, que se compadece e ama o sofredor, que ajuda a cuidar, aliviar, a tirar da morte aqueles que estão, muitas vezes, mortos devido ao tamanha da dor e do sofrimento.

Deus é nosso consolo e precisamos ser consolo uns para com os outros!   Deus abençoe você.

Qual versículo que fala sobre dor?

Isaías 43:2 Quando passares pelas águas estarei contigo, e quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti.

Quando a dor do outro te afeta?

Frases sobre empatia para escutar mais e julgar menos – Empatia é o encontro de emoções formando um elo de compreensão. A sua dor é a minha dor. Empatia é quando a gente deixa de ser egoísta, desfoca o seu umbigo e sente aquilo que o outro está sentindo. O mundo seria um lugar melhor se as pessoas se perguntassem com mais frequência: e se fosse comigo? Antes de emitir juízo ou opinião sobre uma pessoa, coloque-se no lugar dela. Isso se chama empatia. Empatia: pra usar sempre que precisar. Todas as almas nobres têm como ponto comum a compaixão. Antes de falar qualquer coisa, coloque-se no lugar de quem irá ouvir. Empatia é o laço invisível que nos une. Beba uma boa dose de empatia e esteja pronto(a) para viver em grupo. Que a empatia vire rotina. Se colocar no lugar do outro é uma qualidade que nem todos têm, mas que deveria. Empatia não é sentir exatamente o que a outra pessoa sente, mas é saber se colocar naquele lugar. Quando escutamos uma pessoa, fazemos com que ela exista. Quando a dor do outro não lhe afeta, quem precisa de ajuda é você. Antes de dizer algo, pense em como você se sentiria se alguém te dissesse a mesma coisa. O mundo precisa de mais empatia. Entender não é concordar. Empatia é brotar em um peito que não é seu. A empatia é revolucionária. O simples ato de se importar cria uma onda infinita de bem que volta para você. Quando alguém julgar o seu caminho, empreste a ele os seus sapatos. A dor do outro merece o seu respeito. Sororidade é a união e aliança entre mulheres, baseada na empatia e companheirismo, em busca de alcançar objetivos em comum. A coisa mais bonita que você pode fazer por alguém é poupá-lo do seu julgamento, que a propósito, só fala sobre você mesmo. Entre o eu e o você, existe o nós. Em um mundo onde você pode ser o que quiser, escolha ser empático(a). Se a dor não é sua, não chame de drama. Você pratica a empatia que posta? Quando todos forem mal, ouse ser bondade. Seja uma pessoa que levanta outras pessoas. Já tem gente demais querendo derrubar. Se uma palavra pode mudar tudo, imagine uma atitude. Seja sempre gentil, a gente nunca sabe pelo que o outro está passando. Quando a gente não sabe se colocar no lugar do outro, a vida coloca a gente lá pra aprender na prática. Pregar o bem em tempos de tanto ódio é revolucionário. A essência da empatia é o amor e a prática, a solidariedade. Empatia: a difícil e enriquecedora tarefa de colocarmos o sapato alheio. Não faça com os outros aquilo que você não gostaria que fizessem com você. Cada um sabe exatamente o quanto pesa a sua dor. É fácil criticar quando não pisamos nas mesmas pedras. Julgue menos, escute mais. Exercitar a empatia é um caminho para que tenhamos um mundo com mais amor. Que tal enviar também algumas mensagens amorosas para aquela pessoa querida? Temos certeza que ela vai adorar!.

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Quem não sente a dor do próximo?

‘ Quando a dor do próximo não lhe afeta’. Realmente uma coisa de se pensar e observar, quando a dor não lhe afeta, realmente quem precisa de ajuda é você sim. As vezes podemos ajudar quem tá passando por alguma situação difícil e assim você estará fazendo a obra que Deus.

Qual o propósito da dor?

Graça e paz. A dor tem sido o motivo principal do retrocesso de muitos negócios. Rejeitada por muitos, tem causado grandes problemas em igrejas, instituições e marcas. Mesmo a dor causando uma sensação desagradável, é necessário que venhamos aprender a lidar com ela em nosso dia a dia.

Ela é essencial para aquele que deseja estar imerso verdadeiramente em um propósito. É uma forte alavanca para gerar um desejo por transformação. Cientificamente, o nosso corpo é treinado para evitar aquilo que nos traz dor.

Fazemos isto de maneira que não percebemos. Trazemos esta autodefesa para o mundo das organizações e tentamos de todas as maneiras evitar qualquer caminho que venha gerar dor. Entretanto, todo propósito para ser realmente relevante ele precisa ser gerado a partir da dor.

  • Pode parecer estranho aos olhos ler isto;
  • Embora, incomode;
  • É a verdade;
  • Quero trazer como referência para isto a história de Neemias;
  • Um homem que descobriu seu propósito baseado em uma dor;
  • Ele amava seu povo, mas estava distante, trabalhando no palácio como copeiro do rei;

Um dia, Ele recebe uma notícia de como estava a cidade de Jerusalém e sente uma dor profunda. A Bíblia nos relata que ele parou tudo o que estava fazendo e entrou em prantos , jejuou e orou a Deus. Logo em seguida, se preparou para ir até Jerusalém para reconstruir os muros.

Isto foi um marco para a vida de Neemias. Saber e sentir a dor profunda de seus conterrâneos despertou nele um intenso desejo de resolver o problema. Quando experimentamos a dor do outro desenvolvemos a empatia.

Não é diferente com nossas igrejas, instituições e marcas. Se tentarmos transmitir um propósito sem realmente entender e compreender a necessidade do outro, estaremos vivendo e falando de algo que nunca experimentamos. Grandes empresários e marcas do século atual passaram ou passam por processos de dor.

  1. Nasceram para curar uma dor da sociedade;
  2. Satisfazer uma necessidade real;
  3. A questão principal é descobrir a maneira de como lidar com a dor, para depois transformá-la em solução;
  4. Trago aqui 5 dicas práticas que pode ajudar você,  pastor , líder e empresário, a lidar com a dor de maneira que extraia a solução, mesmo depois de ter passado pelo pranto, assim como Neemias;
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Não é uma rota pronta, mas acredito que pode te nortear a mergulhar verdadeiramente em um propósito. Sempre me pego falando sobre este tema, mas se a gente observar ao redor da bíblia, quase tudo, senão tudo, inicia por um questionamento. O primeiro ato de Neemias foi questionar sobre o seus conterrâneos, mostrando interesse.

Porque é que Deus permite o sofrimento?

Nossa estadia na Terra inclui experiências desagradáveis como doenças, solidão, acidentes, calamidades, injustiça e morte. A vida nem sempre parecerá “justa”. A maioria de nós já perguntou num ou outro momento por que Deus permite que aconteçam coisas más a pessoas inocentes.

É o evangelho que nos ajuda a compreender a necessidade da oposição. Se compreendermos o plano de salvação e encararmos nossas experiências com uma perspetiva eterna, compreenderemos e aceitaremos as lições da mortalidade como necessárias para o crescimento espiritual.

Reconhecemos que somos abençoados com o arbítrio de escolher como reagir a essas lições.   Em 1995, o Élder Spencer W. Kimball, na época membro do Quórum dos Doze Apóstolos , respondeu a essa pergunta num discurso intitulado “Tragédia ou Destino?” O Élder Kimball enumerou diversas tragédias e depois fez as seguintes perguntas: “Será que foi o Senhor que pilotou o avião de encontro à montanha para pôr fim à vida dos passageiros ou houve defeitos mecânicos ou falhas humanas? Será que foi o Pai Celestial que causou o choque em cadeia de vários carros que levou seis pessoas para a eternidade ou foi culpa do condutor que ignorou as normas de segurança? Será que foi Deus que tirou a vida da jovem mãe, atirou a criança no canal e conduziu a outra criança para a frente do carro? Será que foi o Senhor que levou o homem a sofrer um ataque de coração? A morte do missionário teria sido prematura?” (Faith Precedes the Miracle , p.

96) Então, ele continuou: “Respondam, se puderem. Eu não posso, pois embora eu saiba que Deus desempenha um papel primordial em nossa vida, não sei até que ponto ele provoca ações ou meramente as permite.

Ainda que eu desconheça a resposta para essa pergunta, há outra indagação da qual tenho certeza. O Senhor poderia ter evitado essas tragédias? A resposta é afirmativa. Ele é onipotente, com todo poder para controlar nossa vida, livrar-nos de dores, evitar todos os acidentes, conduzir em segurança todos os aviões e carros, alimentar-nos, proteger-nos, poupar-nos de trabalho penoso, esforços, doenças e mesmo a morte, se Ele assim desejar.

Entretanto, não o faz. ) A lei básica do evangelho é (. ) o arbítrio e o progresso eterno. Se Ele nos forçasse a ser cuidadosos ou dignos, anularia essa lei fundamental e impossibilitaria o crescimento. ) Se considerássemos a vida mortal a totalidade da existência, as dores, fracassos e morte precoce seriam uma calamidade.

Mas se encararmos a vida como algo que começou há muito no passado pré-mortal e vai prolongar-se por toda a eternidade, então todas as coisas que nos acontecerem poderão ser compreendidas com a perspetiva correta. Assim, não seria sábio que Ele nos desse provações para superarmos, responsabilidades para desempenharmos, trabalho para fortificar nossos músculos, tribulações para provar nossa alma? Não deveríamos ser expostos às tentações para testar nossa força, às enfermidades para aprendermos paciência, à morte para sermos imortalizados e glorificados? Se todos os doentes por quem orássemos fossem curados, se todos os justos fossem protegidos e os iníquos exterminados, todo o programa do Pai seria anulado e os princípios básicos do evangelho, (.

  • ) como o arbítrio, seriam destruídos;
  • Ninguém precisaria viver pela fé;
  • Se a alegria, a paz e as bênçãos fossem concedidas instantaneamente a quem fizesse o bem, não haveria o mal — todos fariam o bem, mas não pelo motivo correto;

Nossa força não seria provada, não desenvolveríamos o caráter, nosso poder não cresceria, (. ) não haveria arbítrio, apenas controle satânico. Caso todas as orações fossem respondidas imediatamente de acordo com nossos desejos egoístas e compreensão limitada, haveria pouco ou nenhum sofrimento, tristeza, deceção ou mesmo morte.

  1. E se isso não existisse, tampouco haveria alegria, sucesso, ressurreição, vida eterna nem deidade;
  2. ” (Faith Precedes the Miracle, pp;
  3. 96–97) É verdade que algumas pessoas culpam o Pai Celestial por não evitar que coisas ruins sobrevenham a nós e nossos entes queridos;

Algumas até se tornam amargas. Mas depois que atravessarmos os portais da morte e virmos tudo com a perspetiva eterna, certamente O louvaremos por Sua misericórdia, amor e sabedoria por permitir precisamente aquelas experiências, cujo propósito foi ajudar-nos a atingir nosso potencial eterno e tornar-nos como Ele é.

O que não vem pelo amor vem pela dor?

Tiago Brunet – Maturidade

Já ouvi muitas vezes as pessoas dizendo: “QUEM NÃO VEM PELO AMOR, VEM PELA DOR”. Essa frase defende a tese de que todos, de algum modo, virão para Deus. Acredito que boa parte das pessoas que utilizam esse chavão o faz sem se dar conta do que realmente estão afirmando.

Senão vejamos: a frase divide a humanidade em dois grupos: a) os que vêm a Deus mediante a aceitação dócil do Seu amor e; b) os renitentes e obstinados que têm a sua inflexibilidade vencida pela dor e o sofrimento.

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Os dois grupos desaguam de modos diferentes no mesmo lugar, ou seja, em Deus. O amor, o afeto e o carinho sem dúvida alguma são meios pelos quais muitos têm se achegado a Deus. A dor, a angústia de alma e a perplexidade diante do sofrimento também já se mostraram eficazes no esmiuçar a penha de corações empedernidos.

  1. Contudo, acredito que há de se considerar um terceiro grupo – c) o dos que desprezam o amor e por ele não se deixam encaminhar e nem tão pouco se dobram pela dor e o sofrimento;
  2. Sim, eu sei que há pessoas que, depois de passarem por uma dolorosa experiência, entendem a vontade de Deus;

Entretanto, isso não é uma regra pétrea. Existem pessoas que nem mesmo pela dor se arrependem. Por isso, a Palavra de Deus alerta: “O homem que muitas vezes repreendido endurece a cerviz, será quebrantado de repente sem que haja cura” (Pv 29:1). Tenho dito.

O que a Bíblia fala sobre sofrer por amor?

O amor leva ao sofrimento, mas nós assumimos o risco de amar porque é nosso dever. Quando lemos nas Escrituras que o amor perfeito expulsa o medo (1 João 4,18), há uma verdade nessa afirmação tanto no nível físico quanto no espiritual.

O que é sentir a dor do outro?

Por que sentimos a dor do outro? – Quando A Dor Do Outro Não Te Afeta Versículo Saiba por que sentimos a dor do outro. É a empatia que faz com que  sintamos a dor de outra pessoa. É um fenômeno completamente natural e que nos torna humanos. A morte é o principal exemplo de como a empatia faz com que sentimos a dor de outra pessoa. Quando alguém falece, é natural que isso tenha um efeito enorme em nós mesmos.

Como respeitar a dor do outro?

Respeitar a dor do outro é se compadecer, se colocar no lugar dele, lamentar, mas sem julgar, pois ainda que nossa perda seja semelhante, ela não é a dor real do outro, até porque ‘cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é’.

Como absorver a dor de outra pessoa?

Quero ajudar – Um amigo Por mais triste e desolador que seja o sentimento alheio, colocar-se ali ao seu lado é a forma mais poderosa de entender seu sofrimento e ajudar Por 04/02/2016 A empatia é um sentimento poderoso: traz conexão, entendimento da perspectiva do outro, evita o julgamento, reconhece a emoção e interage com ela. Empatia é sentir com as pessoas (e não apenas pelas pessoas), colocar-se no seu lugar, por mais triste e escuro que ele seja. É saber ouvir o que alguém sente , sentir sua dor e dizer: você não está sozinho, eu estou aqui. É difícil porque para se conectar com a dor do outro, é preciso se conectar a nossa, reconhecê-la em nós.

  • Isso não é fácil, e por isso mesmo tentamos, sem perceber, minimizar o sentimento alheio: dizer que vai passar, que o tempo vai curar ou qualquer alternativa paliativa é a nossa forma automática de “enxergar o lado bom” e de nos protegermos;

O que temos que aprender é que dificilmente teremos uma resposta para fazer a pessoa enlutada se sentir melhor naquele momento. O que pode ajudá-la é, simplesmente, estar lá para ela. Totalmente conectados. Uma das narrativas mais simples e comoventes a respeito da empatia está nesta animação, apresentada em uma palestra TED pela psicóloga americana Brené Brown.

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Neuralgia do trigêmeo é a dor mais forte que o ser humano pode sentir – Santa Casa de Maceió.

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Quero ajudar – Um amigo Por mais triste e desolador que seja o sentimento alheio, colocar-se ali ao seu lado é a forma mais poderosa de entender seu sofrimento e ajudar Por 04/02/2016 A empatia é um sentimento poderoso: traz conexão, entendimento da perspectiva do outro, evita o julgamento, reconhece a emoção e interage com ela. Empatia é sentir com as pessoas (e não apenas pelas pessoas), colocar-se no seu lugar, por mais triste e escuro que ele seja. É saber ouvir o que alguém sente , sentir sua dor e dizer: você não está sozinho, eu estou aqui. É difícil porque para se conectar com a dor do outro, é preciso se conectar a nossa, reconhecê-la em nós.

Isso não é fácil, e por isso mesmo tentamos, sem perceber, minimizar o sentimento alheio: dizer que vai passar, que o tempo vai curar ou qualquer alternativa paliativa é a nossa forma automática de “enxergar o lado bom” e de nos protegermos.

O que temos que aprender é que dificilmente teremos uma resposta para fazer a pessoa enlutada se sentir melhor naquele momento. O que pode ajudá-la é, simplesmente, estar lá para ela. Totalmente conectados. Uma das narrativas mais simples e comoventes a respeito da empatia está nesta animação, apresentada em uma palestra TED pela psicóloga americana Brené Brown.

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