O Que Significa Dor Na Orelha?

O Que Significa Dor Na Orelha
Condrite auricular: inflamação da cartilagem do ouvido – A condrite auricular é uma condição em que a cartilagem do ouvido está inflamada. A inflamação é o processo em que as células imunes do corpo reagem ao que percebem como invasor estranho. Quando isso ocorre no ouvido, pode causar inflamação, inchaço, vermelho e sensação de dor.

A orelha em si é composta principalmente por um tipo de cartilagem elástica flexível e flexível, dando-nos a forma típica da orelha. A cartilagem em si não possui um suprimento sanguíneo, como outros tecidos do corpo, e isso resulta em tempos de cicatrização prolongados, necessários para que a cartilagem se cure adequadamente.

O pericôndrio, tecido mole adjacente à cartilagem do ouvido, fornece parte do suprimento sanguíneo. Se essa fonte de perfusão sanguínea ficar comprometida de alguma forma, a cartilagem pode morrer e encolher.

O que pode ser dores na orelha?

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  • Estou Com Muita Dor Na Orelha O Que Pode Ser? Não Aguento Tem Horas.

1 respostas Estou com muita dor na orelha o que pode ser? Não aguento tem horas. Prezado/a paciente internauta, Dor na orelha pode ser uma série de coisas, desde infecções propriamente da orelha, as chamadas otites em suas diversas formas e nos distintos segmentos (externa, média, fúngica, bacteriana), obstrução por excesso de cerúmen, impactação de corpo estranho, até quadros relacionados a estruturas circunvizinhas, cuja dor seria portanto, no ouvido, mas não propriamente “do” ouvido, como é o caso de algumas inflamações dentárias e nos distúrbios da articulação têmporo-mandibular.

O que pode ser dor na cartilagem da orelha?

Otite é o nome dado a toda infecção no ouvido (orelha externa, orelha média e orelha interna). A otite externa acomete a orelha externa, que consiste no pavilhão auricular (popularmente chamada de “orelha”) e no conduto auditivo, que termina no tímpano.

  • Durante o verão aumentam os casos de “dores de ouvido” após banhos de mar ou de piscinas;
  • Geralmente, essas dores têm como causa a otite externa, uma infecção relativamente comum, na pele do canal do ouvido externo, causada por bactérias presentes na água – ou que têm a água como meio propício para proliferação;

As dores podem ser bastante intensas, principalmente em crianças, e podem levar à perda parcial de audição. Normalmente, esses sintomas cessam logo nos primeiros dias de tratamento.

O que fazer quando sua orelha está doendo?

O que causa dor nos nervos da orelha?

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  • As Vezes Minha Orelha Esquerda Fica Dolorida Ao Ponto De Não Poder Tocar, Parte Do Rosto E Nervo Do

1 respostas As vezes minha orelha esquerda fica dolorida ao ponto de não poder tocar, parte do rosto e nervo do pescoço, até mesmo ao virar cabeça. O que pode ser? Isso pode corresponder a neuralgia do trigêmio, que pode ser em decorrência de infecção viral prévia. Os principais sintomas desta patologia são: dor ocular, parestesia na hemiface afetada, dor no nariz, testa e orelha. Este nervo é responsável pela sensibilidade nestas áreas citadas.

Porque o osso atrás da orelha dói?

Ir para o conteúdo Você Sabe o que é Mastoidite? A mastoidite é uma inflamação do osso mastóide, que fica localizado na proeminência situada atrás da orelha, e é mais comum em crianças, apesar de poder atingir pessoas de todas as faixas etárias. Geralmente, a mastoidite acontece devido a uma complicação de uma otite média, quando os microrganismos que causam a infecção se disseminam para além do ouvido e chegam ao osso.

  1. A infecção da mastóide provoca uma intensa inflamação no osso, o que gera vermelhidão, inchaço e dor no osso que fica atrás do ouvido, além de febre e saída de secreção purulenta;
  2. No caso de sintomas que indiquem mastoidite, é necessária a avaliação pelo otorrino, para que o tratamento com antibióticos seja iniciado o mais rapidamente possível, evitando-se complicações como formação de abscesso e destruição do osso;

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Como saber se estou com pericondrite?

Recursos do assunto Pericondrite é a infecção do tecido que recobre a cartilagem da parte externa do ouvido chamada aurícula (pavilhão auricular). As lesões, queimaduras, picadas de insetos, piercings através da cartilagem, cirurgia do ouvido ou furúnculos no ouvido podem causar pericondrite.

A infecção também tende a ocorrer em pessoas com distúrbios inflamatórios, como granulomatose com poliangiíte Granulomatose com poliangeíte A granulomatose com poliangeíte inicia-se geralmente com a inflamação dos vasos sanguíneos de pequeno e médio porte e dos tecidos do nariz, seios nasais, garganta, pulmões ou rins.

Desconhece-se. leia mais , cujo sistema imunológico Considerações gerais sobre o sistema imunológico O sistema imunológico foi concebido para defender o corpo contra invasores estranhos ou perigosos. Tais invasores incluem Micro-organismos (comumente chamados germes, como bactérias, vírus e. leia mais está enfraquecido ou que tenham diabetes Diabetes mellitus (DM) O diabetes mellitus é uma doença na qual o organismo não produz uma quantidade suficiente de insulina ou não responde normalmente à insulina, fazendo com que o nível de açúcar (glicose) no sangue.

leia mais. Os primeiros sintomas são vermelhidão, dor e inchaço da aurícula. A pessoa pode apresentar febre. O pus se acumula entre a cartilagem e a camada de tecido conjuntivo que a rodeia (pericôndrio). Por vezes, o pus interrompe o fornecimento de sangue à cartilagem, destruindo-a e acabando por provocar uma deformação da orelha (chamada orelha de couve-flor).

A pericondrite pode ser destrutiva, recorrer e durar um longo período.

  • Antibióticos e corticosteroides
  • Remoção de objetos estranhos, especialmente piercings, através da parte cartilaginosa da aurícula
  • Compressas quentes e incisão e drenagem de abscessos
  • Analgésicos

Os médicos tratam a pericondrite com antibióticos (como fluoroquinolona, por exemplo, ciprofloxacino) e, frequentemente, com corticosteroides por via oral. A escolha do antibiótico depende da gravidade da infecção e do tipo de bactéria que a provoca. Os médicos removem quaisquer corpos estranhos, como brincos ou lascas. Se as pessoas tiverem um abscesso (coleção de pus), os médicos fazem uma incisão para drenar o pus, permitindo que o sangue chegue novamente à cartilagem, e deixam um pequeno dreno no local por 24 a 72 horas.

  • Os antibióticos são tomados por via oral;
  • Compressas quentes também podem ajudar;
  • Os médicos podem costurar (suturar) o pericôndrio à cartilagem para se assegurarem que irá cicatrizar corretamente, para evitar uma deformidade do pavilhão auricular;

Analgésicos também são dados. OBS. : Esta é a versão para o consumidor. MÉDICOS: Clique aqui para a versão para profissionais Clique aqui para a versão para profissionais Direitos autorais © 2022 Merck & Co. , Inc. , Rahway, NJ, EUA e suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

O que fazer quando a cartilagem da orelha inflama?

Como tratar da orelha inflamada ‘Boa higiene local com água e sabonete no banho, cessar o uso de brincos e produtos químicos na região e procurar atendimento médico para avaliar se há necessidade de introduzir algum medicamento’, orienta o dermatologista.

O que e a pericondrite?

RELATO DE CASO CASE REPORT Pericondrite por piercing: relato de casos e revisão da literatura Ear piercing perichondritis: case reports and literature review Ernesto N. Takahashi I ; Adriana G. Chaves II ; Fernanda Akaki II ; Anne K. Nunes I ; Maria Carmela C.

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Boccalini III ; Cícero Matsuyama IV I Médicos otorrinolaringologistas do Hospital Cema II Médicas residentes de Otorrinolaringologia do Hospital Cema III Médica Preceptora da Residência Médica de Otorrinolaringologia do Hospital Cema IV Coordenador da Residência Médica em Otorrinolaringologia do Hospital Cema.

Mestre e Doutor pela EPM/UNIFESP Endereço para correspondência RESUMO A pericondrite é uma infecção que envolve o pericôndrio do pavilhão auricular. Desencadeada pelo piercing, é secundária a uma reação alérgica ao níquel. O diagnóstico é essencialmente clínico, porém a realização de cultura e antibiograma é fundamental.

Os patógenos freqüentemente envolvidos são germes Gram negativos (Pseudomonas aeruginosa). Os autores apresentam 3 casos de pericondrite por piercing atendidos no ambulatório de otorrinolaringologia e realizam uma revisão da literatura.

Palavras-chave: pericondrite, piercing , alergia a níquel. SUMMARY Auricular perichondritis is a complication related to ear piercing, caused by the hypersensitivity to nickel. The diagnosis is essentially based on clinical findings. The most pathogen frequently involved is Pseudomonas aeruginosa.

Culture is important to determine the antibiotic susceptibility. We report 3 cases of ear piercing associated perichondritis and present a literature review. Key words: perichondritis, ear piercing, nickel allergy.

INTRODUÇÃO As pericondrites são infecções de evolução lenta localizadas na cartilagem auricular e resultam em lacerações, contusões, cirurgias ou outras afecções. A pericondrite do pavilhão auricular induzida pelo piercing vem se constituindo em uma afecção freqüente principalmente entre os jovens.

  1. 1-4 Os primeiros sinais e sintomas surgem dias a semanas após a colocação do piercing;
  2. Os pacientes apresentam dor intensa, eritema, edema e endurecimento;
  3. 1-3,5-8 O agente etiológico mais encontrado na pericondrite por piercing é a Pseudomonas aeruginosa e a sua inoculação decorre da exposição do pericôndrio e das cartilagens do pavilhão, durante ou após o procedimento;

1,2,4-6 Outras bactérias podem também estar associadas, principalmente o Staphylococcus aureus. 1,2,8,9 As principais complicações são: dermatite de contato e reação de hipersensibilidade ao níquel. 2,6,7,9-12 É imperiosa a investigação etiológica através da cultura e antibiograma da secreção.

1 O tratamento consiste em drenagem cirúrgica, antibioticoterapia e antiinflamatório sistêmico. O presente estudo relata 3 casos de pericondrite por piercing atendidos no ambulatório de Otorrinolaringologia do Hospital Cema.

RELATO DE CASOS Caso 1 D. , 15 anos, feminino, branca, com piercing em orelha direita há 14 dias. Há 10 dias passou a apresentar dor local, eritema e edema progressivos. Há 4 dias iniciou antibioticoterapia com Cefalexina via oral. Há 2 dias apresentou piora do quadro com drenagem espontânea de secreção purulenta.

( Figura 1 ) Atendida em nosso serviço, foi realizada punção com coleta de secreção purulenta, sendo encaminhada para cultura e antibiograma. Foi realizada drenagem cirúrgica com debridamento de tecido necrótico e colocação de dreno de Penrose.

Iniciada antibioticoterapia endovenosa com Ciprofloxacina e antiinflamatório esteroidal. Paciente evoluiu com melhora do quadro, recebendo alta hospitalar (48 horas) e mantido tratamento via oral com Ciprofloxacina 500mg de 12 em 12 horas, por 10 dias. No retorno ambulatorial foi observada mínima deformidade cicatricial.

A cultura demonstrou presença de Pseudomonas aeruginosa. Caso 2 D. , 15 anos, feminino, branca, com piercing em orelha direita há 9 dias. Há cinco dias passou a apresentar dor local, edema e abaulamento em borda superior da hélice, mesmo em uso de Cefalexina há 4 dias.

( Figura 2 ) Procurou nosso serviço, onde foi realizada punção com coleta de secreção purulenta, a qual foi encaminhada para cultura e antibiograma. Procedeu-se a drenagem cirúrgica com debridamento de tecido necrótico e colocação de dreno de Penrose. Internada e iniciada antibioticoterapia com Ciprofloxacina 500mg de 12 em 12 horas e antiinflamatório esteroidal.

Apresentou boa evolução, recebendo alta hospitalar em 48 horas. Mantido tratamento com Ciprofloxacina via oral por 10 dias. No acompanhamento ambulatorial nenhuma deformidade cicatricial foi observada. A cultura demonstrou presença da Pseudomonas aeruginosa.

Caso 3 A. , 14 anos, feminino, branca, atendida em nosso serviço com quadro intenso de edema, eritema, dor local e drenagem de secreção purulenta em orelha esquerda há 7 dias, após colocação de piercing. ( Figura 3 ) Foi realizada drenagem cirúrgica (material enviado para cultura e antibiograma).

  • Iniciada antibioticoterapia oral com Ciprofloxacina 500mg de 12 em 12 horas por 10 dias;
  • Paciente apresentou boa recuperação, não demonstrando deformidades cicatriciais;
  • A cultura foi positiva para Pseudomonas aeruginosa;

DISCUSSÃO A descrição do primeiro caso de pericondrite por Pseudomonas aeruginosa, após colocação de piercing é recente. Geralmente ocorre nos meses quentes (verão), em que a perspiração corporal é excessiva prejudicando a cicatrização e predispondo à infecção.

2,4,10 A ausência de suprimento arterial exuberante no tecido cartilaginoso contribui para a perpetuação do processo infeccioso. 2-4,8 As possíveis complicações ocorrem entre dias a semanas (em média: 1 semana).

2,4,7 As complicações podem ser: locais (cistos, edema, granuloma, hematoma, deformidades, lipoma e abscesso) ou sistêmicas (choque tóxico, osteomielite, condrite, glomerulonefrite difusa aguda-GNDA e linfadenopatia cervical superficial). 1-3,6,9,13 O principal material responsável pela reação de hipersensibilidade ao piercing parece ser o níquel.

7,11-13 Ele induz fenômenos alérgicos contribuindo na formação de um complexo níquel-proteína capaz de desencadear uma resposta imunológica. 12 Diversos autores apontam o ouro como sendo o segundo material envolvido.

2,6,7,12 O diagnóstico é essencialmente clínico, devendo se realizar cultura e antibiograma da secreção. As culturas geralmente revelam bactérias Gram negativas, sendo a Pseudomonas aeruginosa a mais prevalente. O tratamento clínico compreende a utilização de antimicrobianos (Cefalosporinas – Ceftazidima – Quinolonas) visando à erradicação da Pseudomonas aeruginosa.

1,2,4,8,10 A internação hospitalar e a terapêutica endovenosa deve ser considerada nos casos refratários. 2,10 A utilização do álcool isopropílico a 70% e a solução iodada na profilaxia demonstraram-se eficazes na assepsia local.

2,6,8,10 A realização de ampla incisão cirúrgica com a remoção de tecido necrótico é determinante no aspecto cicatricial, evitando deformidades. 2,4,8,10 A seqüela mais freqüente é a deformidade do pavilhão auricular, que apresenta aspecto característico de “couve-flor”.

1-3,5 A pericondrite por piercing apresenta grande morbidade evoluindo para complicações em até 35% dos pacientes, segundo Simplot e Hoffman. 3 Devido ao risco de deformidades estéticas foi instituída terapia antimicrobiana imediata, drenagem cirúrgica e cuidados locais.

COMENTÁRIOS FINAIS A utilização do piercing está relacionada a sérias complicações, principalmente em locais de baixo suprimento vascular (cartilagem auricular). Em nossa experiência e na literatura, o material envolvido na reação de sensibilização é o níquel.

  • Endereço para correspondência Cema Hospital Especializado A/C Dra. Adriana Gonzaga Rua do Oratório 1369 Mooca São Paulo Brasil 03117-001 Tel (0xx11) 6602-4000 r. 4225 E-mail:
  • Artigo recebido em 10 de abril de 2003. Artigo aceito em 13 de maio de 2003. Trabalho apresentado no 36º Congresso Brasileiro de Otorrinolaringologia, novembro de 2002, Florianópolis Hospital Cema-São Paulo-Brasil. Endereço para correspondência Cema Hospital Especializado A/C Dra. Adriana Gonzaga Rua do Oratório 1369 Mooca São Paulo Brasil 03117-001 Tel (0xx11) 6602-4000 r.

    O tratamento é baseado na antibioticoterapia oral e endovenosa nos casos não responsivos a terapêutica oral. A drenagem cirúrgica é imperiosa na presença de abscesso pericondral. É importante que o otorrinolaringologista realize precocemente o diagnóstico e o tratamento efetivo a fim de minimizar as deformidades estéticas.

    4225 E-mail: adrichaves@bol. com. br.

    Quais são os perigos da otite?

    postado em 11/03/2011 07:00 Primeiro, um pequeno incômodo na parte externa do ouvido. Depois, a sensação de ter algo pressionando o tímpano. Com mais algumas horas, uma dor constante, pulsante e difícil de tolerar. Assim surge a chamada otite, a popular dor de ouvido, que acompanha sintomas como febre, indisposição e forte incômodo e pode afetar tanto adultos quanto crianças.

    Quem já teve o problema sabe que ele costuma chegar de maneira tímida, instalar-se no canal auditivo e dar origem a um sofrimento considerado ; insuportável; até mesmo pelos especialistas. ;Uma vez instalada, a otite pode ser muito dolorosa e evoluir de forma grave;, afirma o otorrinolaringologista Marcelo Miguel Hueb, da Sociedade Brasileira de Otologia.

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    Por isso, quando a dor chega, é fundamental procurar um médico para que os sintomas sejam amenizados e o problema não deixe sequelas. Foi o que fez a estudante do segundo ano do ensino médio Bruna Paiva, 15 anos. Ela conta que depois de várias horas na piscina passou a sentir ; pontadas enjoadas; no ouvido.

    1. Quando a dor tomou proporções maiores, procurou um médico;
    2. ;Passei muito tempo na piscina e depois de um tempo comecei a sentir dor no ouvido e muito frio;
    3. Vi que estava com febre e fui ao médico;, recorda-se a estudante;

    ;Ele receitou alguns remédios que não fizeram efeito imediatamente e isso foi muito ruim. Chorei muito de dor. ; O otorrinolaringologista deu o diagnóstico: Bruna teve a chamada otite externa. Segundo ele, o problema é decorrente do contato excessivo com água e pode ser evitado com um pouco de cuidado.

    ;Quando o ambiente está úmido e quente, o contato constante com a água pode modificar o revestimento do canal auditivo externo e retirar a proteção do local. Com o derretimento do cerume causado pela união de água e calor, o canal auditivo fica propício a desenvolver esse tipo de inflamação;, explica Hueb.

    ;Por isso, é importante ter o hábito de, ao sair da piscina, do mar ou até mesmo do banho, revestir o dedo com um pano limpo para secar a secreção, que geralmente escorre por conta do excesso de calor. ; Além da otite externa, há também a chamada otite média, um pouco mais delicada por se tratar de inflamação em uma parte mais profunda do ouvido.

    Para entender melhor o problema, é preciso voltar às aulas de biologia. O ouvido é dividido em três partes: externo, médio e interno (veja infografia). Enquanto a otite externa acomete a parte da orelha até a membrana timpânica ; película que divide o ouvido externo do médio ;, a otite média se dá após essa película e, geralmente, é decorrente de resfriados, gripes e infecções na garganta.

    ;Como há ligação entre o canal auditivo e a garganta, as bactérias e os vírus causadores desses problemas de saúde acabam migrando para esse canal, que, por sua vez, fica inflamado. Por isso, a otite média é potencialmente complicada e deve ser melhor acompanhada e diagnosticada para evitar sequelas como meningite ou até perda da audição;, explica a otorrinolaringologista do Hospital Universitário de Brasília (HUB) Alessandra Ramos.

    1. O servidor público Felipe Barbosa, 26 anos, sabe bem como é sofrer tais consequências;
    2. Por conta de uma otite média mal-acompanhada, hoje tem 30% da audição comprometida;
    3. ;Eu tive um resfriado muito forte e comecei a sentir dor de ouvido, mas não fui logo ao médico porque estava sem tempo;, diz ele;

    A demora para procurar um especialista fez com que Felipe tivesse o tímpano rompido, a ponto de prejudicar sua capacidade auditiva de maneira irreversível. ;Eu deveria ter ido ao médico, mas achei que fosse besteira. Lembro que depois meu ouvido doía muito e qualquer barulho mais alto me incomodava.

    Até hoje tenho muita sensibilidade;, revela o servidor público. [FOTO1] Nunca automedicar-se Por sorte, a estudante de publicidade Vanessa Marques, 22 anos, não teve o mesmo destino que Felipe. Também sofreu perda da audição por descuido, mas conseguiu reverter o problema.

    Ela conta que tudo começou com uma dor ;absurda;. Vanessa automedicou-se e foi dormir. No dia seguinte, acordou com um ;zumbido de avião; no ouvido. ; Parecia que eu estava do lado da turbina. Era horrível. ; Após ir ao médico, ela foi informada de que seu tímpano havia estourado e, por conta disso, sentiria a tal pressão por algumas semanas.

    1. Três meses depois, Vanessa já conseguia ouvir melhor;
    2. ;Tive sorte;, reconhece;
    3. Segundo a otorrinolaringologista Alessandra Ramos, do Hospital Universitário de Brasília (HUB), fazer como Vanessa, que se automedicou, em vez de procurar um médico, é muito comum, porém, perigoso;

    ;A maioria das pessoas, quando sente alguma dor no ouvido, logo pinga um remédio e acha que vai ficar tudo bem. Isso não pode ser feito sem autorização médica. Em momento algum deve-se pingar qualquer coisa, nem mesmo água, álcool ou qualquer outro líquido;, adverte a especialista.

    • Ela ressalta que é necessário avaliar cada caso para então diagnosticar o problema;
    • ;Cada ser humano é único;
    • Por isso, é preciso averiguar o quadro da pessoa para então receitar os medicamentos;
    • ; Alessandra conta ainda que para o tratamento das otites são usados antibióticos, analgésicos e anti-inflamatórios e alerta: otites podem ser evitadas com simples cuidados diários com o ouvido;

    A médica parte de uma recomendação simples: nunca limpar os ouvidos ou introduzir neles qualquer objeto. O ouvido tem um mecanismo natural para expulsar a secreção que excede o canal auditivo. Com isso, explica, deve-se limpar com um pano apenas a região externa do ouvido.

    1. Caso contrário, essa secreção acaba empurrada de volta ao canal auditivo e acumulada no ouvido, o que prejudica a audição e inflama o local;
    2. Outra possibilidade é que a secreção seja toda retirada, fazendo com que o ouvido perca essa importante proteção contra a entrada de fungos e bactérias;

    Cuidados básicos Conheça algumas dicas para cuidar da sua saúde auditiva: ; Seque bem os ouvidos após nadar, mergulhar ou tomar banho. Use apenas uma toalha de papel ou mesmo papel higiênico na ponta do dedo indicador. ; Evite nadar e mergulhar em águas poluídas.

    ; Nunca introduza cotonetes, grampos ou outros objetos no canal externo do ouvido. ; Nadadores com otite externa recorrente não devem se esquecer dos protetores auriculares e de secar bem os ouvidos após o contato com a água.

    ; Nunca pingue nada no ouvido além dos remédios recomendados pelo seu médico. ; Procure sempre um médico otorrinolaringologista quando tiver dor de ouvido. Outras doenças podem estar associadas a essa dor ou mesmo à otite externa ; e somente o médico poderá orientá-lo adequadamente.

    O que pode ser dor no ouvido esquerdo?

    A dor de ouvido é um sintoma que surge, principalmente, após introduzir água ou objetos, como cotonetes e palitos, no canal auditivo, que podem provocar uma infecção do ouvido ou rompimento do tímpano. Porém, outras causas incluem problemas na mandíbula, garganta ou crescimento de um dente, por exemplo. O Que Significa Dor Na Orelha Algumas causas de dor no ouvido são:.

    O que tomar para dor atrás da orelha?

    Como é feito o tratamento – O tratamento da mastoidite é orientado pelo otorrinolaringologista, e geralmente é feito com o uso de antibióticos por via venosa, como Ceftriaxona, por exemplo, durante cerca de 2 semanas. Caso haja a formação de abscesso ou caso não haja melhora clínica com o uso de antibióticos, pode ser indicada a drenagem da secreção, através de um procedimento chamado miringotomia ou, em casos mais graves, pode ser necessária a abertura da mastóide.

    O que e inflamação na cartilagem?

    Costocondrite é uma inflamação na costela ou na cartilagem que conecta uma costela ao esterno. Esta condição leva a dores no peito semelhantes as de um ataque do coração ou outros problemas cardíacos. Quando é acompanhada de inchaço, a condição é chamada de Síndrome de Tietze. Porém, outros fatores podem desencadear o quadro, como:

    • Esforço físico específico, como levantamento de peso, e exercícios extenuantes
    • Movimentos repetitivos, incluindo tosse severa
    • Tumores na articulação costosternal
    • Alguns tipos de artrite
    • Alguns vírus e doenças respiratórias como tuberculose , sífilis e aspergilose, que podem causar inflamações nas articulações.
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    A costocondrite costuma provocar dor e sensibilidade com as seguintes características:

    • Ocorre no lado esquerdo do peito
    • Afeta mais de uma costela
    • Piora quando a pessoa respira profundamente ou tosse
    • Há a presença de edema

    O diagnóstico da costocondrite consiste em um exame físico, o médico irá mover sua caixa torácica ou os braços de determinadas maneiras a fim de tentar desencadear seus sintomas. Como os sintomas da costocondrite são semelhantes aos sintomas de alguns problemas cardíacos, o médico pode também pedir uma variedade de exames, como radiografia do tórax, eletrocardiograma e exames de sangue, a fim de descartar outras condições. A costocondrite é mais comum em mulheres e em pessoas com mais de 40 anos. Os riscos também aumentam se a pessoa:

    • Participar de atividades de alto impacto
    • Executar certos tipos de trabalhos manuais de repetição (que envolvem a elevação ou movimentação de braço)
    • Ter alergias e se expor a substâncias que causem essas alergias
    • Ter artrite reumatoide
    • Ter espondilite anquilosante
    • Ter Síndrome de Reiter.

    Especialistas que podem diagnosticar uma costocondrite são:

    • Clínico geral
    • Ortopedista.

    Como os sintomas da costocondrite são semelhantes a de problemas cardíacos é comum a pessoa se consultar primeiro com um cardiologista e após não ser constatada nenhuma complicação cardíaca, o paciente é encaminhado para o ortopedista. Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

    • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
    • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
    • Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.

    O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

    • Quando você começou a sentir esses sintomas?
    • Seus sintomas pioraram ao longo do tempo?
    • Onde está localizada a sua dor?
    • O que você percebeu que pode piorar sua dor?
    • Alguma coisa parece atenuar a sua dor?
    • Você está tendo alguma dificuldade para respirar?
    • Será que algum exercício ou esforço físico piora os sintomas?Você teve alguma infecção respiratória recentemente?
    • Você teve alguma lesão no peito recentemente?
    • Você foi diagnosticado com quaisquer outras condições médicas?
    • Você recentemente enfrentou uma quantidade significativa de estresse?
    • Você está ciente de qualquer histórico de problemas cardíacos na família?família?

    Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para costocondrite, algumas perguntas básicas incluem:

    • O que está provavelmente causando meus sintomas ou minha condição?
    • Existem outras causas possíveis para os meus sintomas ou condição?
    • Que tipos de exames eu preciso fazer?
    • Qual o tratamento você recomenda, caso haja algum?
    • Que medidas de autocuidado podem ajudar a melhorar os meus sintomas?
    • Preciso alguma restrição na prática de atividades físicas?
    • Quais os cuidados que devo ter em casa?
    • Quanto tempo demora para os sintomas se resolverem?
    • Existe algum outro especialista que devo consultar?

    Não hesite em fazer outras perguntas, caso elas ocorram no momento da consulta. Busque ajuda médica caso:

    • Tenha dificuldades para respirar
    • Tenha febre alta
    • Tenha sinais de infecção, como vermelhidão, pus e aumento do inchaço nas articulações das costelas
    • O problema continue ou piore após medicação
    • Sinta náuseas
    • Tenha sudorese.

    Busque ajuda médica de emergência caso:

    • A febre alta não responder a medicamentos de redução
    • Sinta dor no peito persistente associada a náuseas, sudorese, dor no braço esquerdo ou qualquer tipo de dor no peito generalizada que não está bem localizada.

    Normalmente a costocondrite se cura por conta própria, mas em alguns ela pode durar meses. Algumas opções de tratamento são:

    • Uso de medicamentos anti-inflamatórios
    • Medicamentos contendo codeína podem ser orientados em casos de dores fortes
    • Alguns antidepressivos podem ser utilizados em casos de dores crônicas
    • Medicamentos anticonvulsivos também podem contribuir para o controle das dores crônicas
    • Exercícios de alongamento suaves
    • Realizar um procedimento chamado de Estimulação elétrica nervosa transcutânea, que pode interromper ou mascarar os sinais da dor
    • Descansar e evitar atividades que piorem o problema
    • Caso as opções acima não funcionem, injetar medicamentos diretamente na articulação dolorosa pode ser uma opção
    • Intercalar compressas quentes e frias pode ser uma boa alternativa
    • Realizar fisioterapia pode atenuar a dor
    • Caso não haja sucesso com os outros tratamentos, a cirurgia para a retirada da cartilagem inflamada pode ser realizada.

    A perspectiva em relação a costocondrite é muito boa. A maioria dos pacientes respondem bem aos tratamentos conservadores. As chances de recorrência, entretanto, são maiores em pessoas que têm doenças reumatológicas subjacentes. Apesar da causa da costocondrite ser muitas vezes desconhecida, existem evidências de que as crianças que carregam mochilas pesadas, especialmente sobre um dos ombros, correm maior risco de desenvolver a condição. Assim medidas que poderiam ajudar a prevenir a costocondrite são:

    • Incentivar seu filho a usar a mochila corretamente
    • Evitar atividades que poderiam desencadear a costocondrite
    • Tomar medidas para prevenir infecções respiratórias, como lavar bem as mãos, evitar o compartilhamento de copos e utensílios e limitar a exposição a doentes
    • Cuidado com cargas excessivas nas atividades físicas.

    Caso a costocondrite seja persistente ou crônica (são raros os casos), vale seguir atento a atividades do dia a dia que ajudam a amenizar o quadro de depressão pela dor. Alguns tipos de exercícios devem ser evitados por agravarem a situação, assim como alguns trabalhos manuais de repetição que envolvem a elevação ou movimentação de braço. Repouso, fisioterapia e acupuntura também podem ser orientados por um especialista.

    A principal causa da costocondrite é um trauma no tórax. Infecções respiratórias, levantamento de peso e exercícios extenuantes também podem estar ligados à costocondrite. Certifique-se de levar as mãos e manter a higiene adequada em casa a fim de evitar infecções.

    Clínica Mayo Sérgio Maurício, Ortopedista – CRM RJ 871443.

    Qual médico cuida da cartilagem da orelha?

    Muitas vezes chamado de Otorrino, o médico Otorrinolaringologista, é um especialista em ouvido (Oto), nariz (rino) e garganta (laringo), e cuida de uma série de doenças que muitas vezes não relacionamos ao especialista.

    Quais os sintomas da Policondrite?

    Onde fica a cartilagem da orelha?

    Quais são os tipos de furo na orelha? – Além do tradicional furo na orelha, no lóbulo, existem outros tipos de furo – cada um com o seu significado. No Brasil, a diferença entre o piercing e o brinco é basicamente o lugar do corpo colocado. O piercing seria qualquer brinco que não é colocado no lóbulo da orelha. Vamos te trazer os cinco principais tipos de furo na orelha, confira:  

    • Tragus

    O tragus é aquela cartilagem que fica próxima da entrada do ouvido. Ela é uma cartilagem bem firme e esse acessório é charmoso.

    • Hélix

    Este furo é feito bem na curva da orelha, na parte de cima. Também muito tradicional, tanto para mulheres como para os homens.

    • Transversal

    Também conhecido como industrial, é um piercing grande e chama muito atenção por ser uma haste. São dois furos que atravessam toda a parte superior da orelha, ligado pela haste.

    • Conch

    Esse é um furo mais atual e moderno. Ele é feito praticamente no meio da orelha e, muitos que optam por este furo, escolhem o piercing de argola, para ligar a parte da frente com a de trás.

    • Snug

    Esse furo fica na cartilagem intermediária da orelha, na parte interna. Ele pode ser bem discreto, claro, dependendo da joia que utilizar. Esse furo vem ganhando espaço e virando tendência.

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