Dor Na Barriga Quando Deita?

Dor Na Barriga Quando Deita
Hérnia – O tipo mais comum de hérnia é a hérnia inguinal , que ocorre quando o intestino empurra o músculo abdominal e uma parte do órgão extravasa através de uma área enfraquecida do músculo. As hérnias inguinais frequentemente afetam os homens. A hérnia pode ser sentida através de um caroço doloroso na porção inferior do abdômen ou na virilha.

O caroço desaparece quando o indivíduo se deita e pode ser empurrado de volta para dentro da cavidade abdominal. Os sinais e sintomas da hérnia inguinal incluem dor no pé da barriga, que piora ao rir, tossir ou inclinar-se para frente.

Outros sintomas são fraqueza na virilha, presença de protuberância que cresce lentamente na parede do abdômen (ou virilha) e sensação de plenitude (“barriga cheia”).

O que pode ser dor na barriga ao deitar?

A dor na barriga é um problema muito comum que pode ser provocado por situações simples como má digestão, excesso de gases ou estresse excessivo, por exemplo, podendo desaparecer sem precisar de tratamento, sendo apenas aconselhado repousar, evitar comer alimentos gordurosos ou ricos em açúcar e beber muita água.

Por que a barriga só dói à noite?

O que causa dor de estômago à noite? – A dor de estômago noturna é um problema muito comum e pode ter relação com várias condições. Por isso, se esse desconforto é frequente, ocorrendo mais de uma ou duas vezes por semana, consulte um médico. Na maioria dos casos, essa dor noturna é causada por problemas digestivos e pode melhorar com mudanças no estilo de vida ou com o uso de medicamentos. A seguir, listamos algumas das principais causas:

  • refluxo: ocorre quando o esfíncter não funciona corretamente e os alimentos retornam para o esôfago, causando azia e regurgitação. Pode ter relação com o fato de fazer as refeições perto da hora de dormir, deitar muito cedo após comer, estar acima do peso ou consumir alimentos gordurosos, picantes ou fritos;
  • úlceras pépticas: são causadas pela ação do ácido clorídrico em função do abuso de anti-inflamatórios e da infecção pela bactéria H. Pylori. Geralmente, causam queimação ou dor de estômago, principalmente à noite;
  • gastrite: é a inflamação do estômago provocada pelo consumo excessivo de álcool, uso de anti-inflamatórios e intoxicações alimentares ou pela infecção da bactéria H. pylori.
  • câncer de estômago: mais comum nos pacientes com mais de 45 anos, principalmente em fumantes e portadores da bactéria H. pylori. Entre os sintomas mais comuns estão: perda de peso, vômitos, dificuldade para engolir, anemia, sangue nas fezes ou deficiência de ferro.

Enfim, essas são algumas das causas mais comuns de dor de estômago à noite. Portanto, se você sofre com esse sintoma, procure um médico o quanto antes para que a origem seja identificada e tratada o quanto antes. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto.

Quando a dor abdominal e preocupante?

A dor abdominal é causada, principalmente, por alterações no intestino, estômago, vesícula, bexiga ou útero. O local onde aparece a dor pode indicar o órgão que está com problemas, como, por exemplo, a dor que surge do lado esquerdo do abdômen, na parte de cima, pode indicar uma úlcera gástrica, enquanto a do lado direito pode indicar problemas no fígado.

Como saber se estou com apendicite ou gases?

Como saber se a dor de barriga e gases?

Quais são os sintomas de infecção no intestino?

Onde dói a barriga com gases?

‘O excesso de gases, quando não expelido pelo ânus, pode ficar acumulado no intestino delgado e/ou grosso, levando à hiperinsuflação dos mesmos. Com isso, provoca-se a distensão e desconforto abdominal.

Como fazer o teste de apendicite?

Os exames clínico e físico são os mais importantes para o diagnóstico. – Dor Na Barriga Quando Deita Apendicite pode evoluir de forma rápida e fatal Uma dor forte no abdômen que surge do nada. Como reconhecer rapidamente os sintomas da apendicite? O Bem Estar desta quarta-feira (21) falou sobre o assunto com o cirurgião do aparelho digestivo Sidney Klajner e o médico da família Ademir Júnior. Os exames clínico e físico são os mais importantes para o diagnóstico.

O profissional avalia o estado geral da pessoa, tipo de dor, se tem febre, diarreia. O exame físico (a palpação) indica as chances de apendicite. Se quando aperta a região dói, e quando solta dói mais ainda, as chances são bem grandes.

Outros exames que ajudam são os de imagem, como ultrassom e tomografia. Apendicite pode acontecer em qualquer idade, mas é mais comum no adulto jovem e nos homens. Apêndice é uma bolsinha que sai do intestino grosso. — Foto: Reprodução/TV Globo É uma bolsinha que sai do intestino grosso, que produz algumas células de defesa, semelhante às do baço, gânglios e tecido linfoide do intestino.

  • Nas crianças, a produção dessas células é maior que no adulto;
  • Essa é a principal causa de apendicite nas crianças;
  • No adulto, a produção de células de defesa é insignificante;
  • Normalmente, a causa de apendicite nessa fase tem relação com entupimento por um pedacinho de cocô;

A inflamação pode evoluir rápido, entre 12 e 24 horas.

  • 1ª fase – começa com inchaço
  • 2ª fase – ulceração e pus
  • 3ª fase – pode perfurar

Na primeira fase, a dor é mais próxima do umbigo. Depois ela se move para baixo e para o lado direito. Ela fica o tempo todo e piora quando a pessoa se mexe. Entre os sintomas associados estão: mal estar, febre, náusea, vômito, diarreia, intestino preso e perda de apetite. O tratamento é cirúrgico. Em alguns casos, a cirurgia pode ser postergada com antibióticos. Veja o programa completo sobre apendicite: Dor Na Barriga Quando Deita Bem Estar – Edição de quarta-feira, 21/11/2018 Newsletter G1 Created with Sketch. O que aconteceu hoje, diretamente no seu e-mail As notícias que você não pode perder diretamente no seu e-mail. Para se inscrever, entre ou crie uma Conta Globo gratuita. Obrigado! Você acaba de se inscrever na newsletter Resumo do dia. Deseja receber as notícias mais importantes em tempo real? Ative as notificações do G1!.

Quando a pessoa está com gases onde dói?

O que são gases? – Gases nada mais são do que o ar que se acumula no estômago ou no intestino. Normalmente não trazem grande preocupação para a saúde, apenas desconforto ou dores no abdômen e tórax.

Qual exame detecta dor na barriga?

Exames complementares –           A solicitação de exames vai depender primeiro das hipóteses diagnósticas pensadas no exame clínico, as quais, a depender se a pessoa será avaliada na APS ou em nível hospitalar, definirão o modo de investigação complementar.

  • Esta deverá se pautar na melhor evidência existente;
  • Para isso, o médico precisa ser eficiente e custo-efetivo na solicitação e na busca do estabelecimento de um diagnóstico acurado e oportuno, sem desconsiderar o seu contexto de atuação e a disponibilidade dos métodos;

Exames laboratoriais (D) 6, 8, 14 > tanto nos quadros agudos quanto nos crônicos, a solicitação deve abarcar exames que possam confirmar a hipótese, sendo os mais comuns: hemograma, glicemia, ureia, creatinina, transaminases, eletrólitos, amilase, lípase, gonadotrofina coriônica humana (hCG), proteína C-reativa (PCR), velocidade de hemossedimentação (VSH), sumário de urina e exame de fezes.

A escolha do exame dependerá da hipótese principal. Na suspeita de quadros infecciosos, deve-se solicitar hemograma. Nos quadros com suspeita de alteração metabólica deve-se solicitar glicemia, função renal e eletrólitos.

Em quadros de dor no quadrante superior, solicitar transaminases. Na suspeita de pancreatite, solicitar amilase e lipase, lembrando que a amilase é mais sensível e a lipase mais específica. Em sintomas urinários, sumário de urina. Mulheres em idade fértil com quadros de dor pélvica, teste gravídico.

Na suspeita de doença inflamatória intestinal, deve-se acrescentar provas de atividade inflamatória como PCR e VSH. Em quadros de alteração do hábito intestinal, solicitar exame parasitológico de fezes e pesquisa de sangue oculto nas fezes.

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Exames de imagem > embora uma anamnese e um exame físico bem realizado apontem consistentemente para o diagnóstico correto, para confirmação das patologias intra-abdominais, especialmente nos casos que envolvem decisões cirúrgicas, os exames de imagem tornam-se imperativos na tentativa de aumentar a acurácia diagnóstica.

8           Radiografia de abdome > devido a sua baixa acurácia quando comparada aos demais exames de imagem, tem sua utilidade reduzida na prática diária, ficando reservada para situações de emergência em que não se tem os demais métodos disponíveis.

Mesmo assim, pelo seu baixo custo e boa disponibilidade, pode ser útil em várias situações, como em quadros obstrutivos (presença de níveis hidraéreos, distensão de alças intestinais), perfurativos (presença de ar subdiafragmático em posição ortostática – pneumoperitônio), inflamatórios (perda de definição do psoas – patologias retroperitoneais) e de litíases (presença de calcificações sugerem cálculos urinários e biliares).

Ultrassonografia abdominal e pélvica > exame de baixo custo e menor risco, quando comparado à tomografia computadorizada (TC), e apresenta maior fidedignidade do que a TC na avaliação das doenças do sistema biliar e dos órgãos internos pélvicos.

Por esse motivo est· indicada como exame de escolha nos quadros de dor localizada no quadrante superior direito e em região suprapúbica (C). 8           Tomografia computadorizada abdominal e pélvica > com e sem contraste – de maneira geral, é o exame de maior acurácia para as patologias intra-abdominais, mas não deve ser usado indiscriminadamente pelo alto custo e risco cumulativo da exposição à radiação.

Como saber se a dor e no estômago ou no intestino?

Quais são as causas da dor abdominal? – A dor abdominal pode ser causada por qualquer inflamação ou doença que afete qualquer um dos órgãos ou vasos sanguíneos do abdômen. As causas da dor abdominal podem incluir:

  • gastroenterite
  • intoxicação alimentar
  • constipação
  • refluxo ácido
  • úlceras
  • azia
  • pedras na vesícula
  • apendicite
  • obstrução intestinal
  • causas de dor no coração

Se você estiver sentindo dor abdominal, a localização exata da dor e quaisquer outros sintomas que você possa ter podem sugerir a causa. Se você sentir dor na região do estômago ou na parte inferior, provavelmente ela está vindo do intestino. Você também pode ter inchaço e gases. Se suas cólicas estomacais começaram recentemente e você também tem diarréia, a causa provavelmente é gastroenterite.

  • Se estiver por exemplo, com calafrios ou febre, poderá ser uma infecção mais séria, como uma intoxicação alimentar;
  • Se a dor vier da parte superior do estômago, pode ser causada por refluxo ou úlcera;
  • Se a dor for no meio do estômago e se estender às costas, pode ser um sinal de cálculo biliar  Dor na parte inferior direita do estômago, junto com febre, náuseas e vômitos, pode ser apendicite;

Alguns medicamentos, como aspirina e medicamentos anti-inflamatórios, podem causar dor de estômago como efeito colateral.

Qual exame para dor de barriga?

A dor abdominal crônica é a dor presente há mais de três meses. Ela pode ser constante (crônica) ou intermitente (recorrente). A dor abdominal crônica normalmente ocorre em crianças a partir dos cinco anos de idade. Cerca de 10% a 15% das crianças com idade de 5 a 16 anos, particularmente aquelas entre 8 a 12 anos, têm dor abdominal crônica ou recorrente.

De certa forma, ela é mais comum em garotas. A dor abdominal crônica também é comum nos adultos e afeta mulheres com mais frequência que homens. Pessoas com dor abdominal crônica podem ter também outros sintomas, dependendo da causa.

A dor abdominal funcional é uma dor verdadeira que vem ocorrendo há mais de seis meses e que ocorre sem evidência de um distúrbio físico específico ou de outro problema gastrointestinal (por exemplo, uma úlcera péptica Úlcera péptica A úlcera péptica é uma úlcera de forma redonda ou oval na qual o revestimento do estômago ou duodeno foi corroído pelo ácido gástrico e sucos digestivos. leia mais ). Ela também não é relacionada a um medicamento ou a uma toxina. Quando a dor abdominal funcional ocorre em pessoas cujos hábitos intestinais são alterados, ela é denominada síndrome do intestino irritável Síndrome do intestino irritável (SII) A síndrome do intestino irritável é um distúrbio do trato digestivo que provoca dor abdominal e constipação ou diarreia recorrentes.

Úlceras pépticas podem resultar de infecções. Os sintomas variam, mas, geralmente incluem dor abdominal. leia mais (SII). A dor funcional pode ser grave e, geralmente, interfere na vida da pessoa. Não se sabe exatamente o que causa essa dor.

Porém, os nervos do trato digestivo podem se tornar hipersensíveis a sensações (como movimentos normais do trato digestivo), o que não incomoda a maioria das pessoas. Fatores genéticos, o estresse cotidiano, personalidade, situações sociais e transtornos mentais de base (como depressão ou ansiedade) também podem contribuir para a dor funcional.

A dor abdominal crônica em crianças pode estar relacionada à necessidade de atenção (por exemplo, quando um irmão nasce ou a família se muda), o estresse de começar a escola, intolerância à lactose Intolerância à lactose A intolerância à lactose é a incapacidade de digerir o açúcar lactose devido a uma deficiência da enzima digestiva lactase, provocando diarreia e cólicas abdominais.

A intolerância à lactose. leia mais ou, às vezes, abuso infantil Considerações gerais sobre o abuso e negligência infantil A negligência infantil é quando ocorre uma omissão de prestar cuidados essenciais às crianças. O abuso infantil é praticar maltrato contra as crianças. leia mais . Em crianças , as causas mais comuns são Em jovens adultos , as causas comuns incluem

  • Irritação estomacal (causada por aspirina ou AINEs, bebidas à base de cola [acidez] e alimentos picantes)

Em idosos , a ocorrência de câncer (por exemplo, câncer de estômago Câncer de estômago Uma infecção por Helicobacter pylori constitui um fator de risco para desenvolver câncer de estômago. Vago desconforto abdominal, perda de peso e fraqueza são alguns dos sintomas característicos. leia mais , de pâncreas Câncer de pâncreas Tabagismo, pancreatite crônica, ser do sexo masculino, ser da raça negra e, possivelmente, diabetes de longa data são fatores de risco para o desenvolvimento de câncer de pâncreas. Alguns sintomas. leia mais , de cólon Câncer colorretal O histórico familiar e alguns fatores alimentares (dieta pobre em fibras e com alto teor de gordura) aumentam o risco de a pessoa desenvolver câncer colorretal. Os sintomas característicos incluem. leia mais ou de ovário Câncer de ovário O câncer de ovário, que normalmente começa na superfície dos ovários, geralmente não é diagnosticado até estar avançado. Às vezes, o câncer de ovário não causa sintomas antes de o tumor já estar. leia mais ) se torna mais comum. Os médicos primeiro se concentram em identificar se a dor é funcional ou causada por um distúrbio, medicamento ou toxina. Fazer essa distinção pode ser difícil. Os sintomas a seguir devem ser considerados preocupantes:

  • Febre
  • Perda de apetite e peso
  • Dor que acorda a pessoa durante a noite
  • Sangue em vômito, fezes ou urina
  • Vômito ou diarreia graves ou frequentes
  • Inchaço do abdômen e/ou pernas
  • Dificuldade em engolir

Se as pessoas com dor abdominal crônica apresentam sinais de alerta, elas devem consultar com um médico imediatamente, a menos que os únicos sinais de alerta sejam perda de apetite, icterícia e/ou inchaço. Pessoas com perda de apetite, icterícia e/ou inchaço ou dor constante e que piora, devem consultar um médico dentro de alguns dias. Quando os sinais de alerta ocorrem, é muito provável que a causa seja física. Pessoas sem sinais de alerta devem consultar um médico em algum momento, mas esperar alguns dias não é tão prejudicial.

Alguns fatores que aumentam o risco de. Entretanto, se houver sinais de alerta, a dor funcional é improvável (mas não impossível). Os médicos perguntam particularmente sobre atividades (como comer, urinar ou defecar) que melhoram ou intensificam a dor.

É importante saber se a dor ou outro incômodo digestivo ocorre após comer ou beber laticínios, pois a intolerância à lactose é comum, especialmente em pessoas negras, hispânicas, asiáticas (especialmente dos países do leste asiático) e indígenas americanas.

Os médicos também podem perguntar sobre outros sintomas (como vômito, diarreia ou constipação), sobre a dieta e sobre qualquer cirurgia envolvendo o abdômen, medicamentos usados, exames e tratamentos para a dor anteriores.

Também é importante saber se algum membro da família tem distúrbios que causam dor abdominal. O médico também faz perguntas sobre a dieta da pessoa, uma vez que o consumo de grandes quantidades de refrigerantes, sucos de fruta (que podem conter quantidades significativas dos açúcares frutose e sorbitol) ou alimentos produtores de gases (por exemplo, feijão, cebola, repolho e couve-flor) às vezes podem ser a causa da dor abdominal sem causa aparente. Geralmente, os médicos realizam alguns exames. Esses exames incluem urinálise Urinálise e cultura de urina Uma urinálise, ou exame de urina, pode ser necessária na avaliação de distúrbios nos rins e trato urinário e também pode ajudar a avaliar distúrbios sistêmicos, como diabetes ou problemas no. leia mais , hemograma completo Hemograma completo Os médicos escolhem exames para ajudar a diagnosticar distúrbios sanguíneos com base nos sintomas da pessoa e nos resultados do exame físico. Às vezes, um distúrbio sanguíneo não causa sintomas. leia mais e exames de sangue para avaliar o funcionamento do fígado, rins e do pâncreas. Geralmente, uma colonoscopia Endoscopia A endoscopia é um exame das estruturas internas através de um tubo flexível para visualização (endoscópio).

  1. Entre a primeira consulta e as consultas de acompanhamento, geralmente é pedido que as pessoas registrem informações sobre dor, defecação, dieta, quaisquer atividades que pareçam causar dor, bem como medicamentos utilizados e seus efeitos;
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A endoscopia também pode ser utilizada para tratar vários distúrbios porque o médico. leia mais também é recomendada se a pessoa tiver mais de 50 anos de idade ou fatores de risco para câncer de cólon (por exemplo, histórico familiar da doença). Alguns médicos recomendam uma tomografia computadorizada (TC) do abdômen Tomografia computadorizada (TC) Na tomografia computadorizada (TC), que antigamente era chamada de tomografia axial computadorizada (TAC), uma fonte de raios X e um detector de raios X giram em torno da pessoa. leia mais para pessoas com menos de 50 anos, mas outros médicos esperam que sintomas específicos se desenvolvam. Outros exames são realizados, dependendo dos resultados da avaliação do histórico e do exame físico ( Causas e características físicas da dor abdominal crônica Causas e características físicas da dor abdominal crônica ). Exames adicionais são realizados se o resultado de algum exame for alterado, se as pessoas desenvolverem novos sintomas ou se novas alterações forem detectadas durante o exame. O tratamento da dor abdominal depende da causa e dos sintomas. Por exemplo, se as pessoas têm intolerância à lactose, uma dieta sem lactose (sem leite e outros laticínios) pode ajudar.

  1. Nos aparelhos;
  2. Se as pessoas têm constipação, usar um laxante por alguns dias e adicionar fibra à dieta pode ajudar;
  3. O tratamento da dor funcional depende dos sintomas e se concentra em ajudar a pessoa a retornar às atividades diárias normais e reduzir o desconforto;

Geralmente, o tratamento envolve uma combinação de estratégias. Várias consultas ao médico podem ser necessárias para desenvolver a melhor combinação. Os médicos costumam agendar consultas de acompanhamento dependendo da necessidade da pessoa. As consultas continuam até bem depois da resolução do problema.

  1. Depois que a dor funcional é diagnosticada, o médico enfatiza que a dor, embora seja verdadeira, geralmente não tem uma causa grave e que fatores emocionais (por exemplo, estresse, ansiedade, depressão) podem desencadear ou piorar um episódio de dor;

Os médicos tentam evitar a repetição de exames depois que um exame detalhado não tenha conseguido indicar uma causa física para os sintomas. Embora não haja tratamento para curar a dor abdominal crônica funcional, muitas medidas úteis estão disponíveis.

Essas medidas dependem de um relacionamento de confiança e compreensão entre o médico, a pessoa e seus familiares. Os médicos explicam como os resultados laboratoriais e de outros exames mostram que a pessoa não está em perigo.

Os médicos incentivam as pessoas a participarem de atividades profissionais, escolares e sociais. Tal participação não piora o quadro clínico; ao contrário, ele incentiva a independência e a autoconfiança. As pessoas que abandonam suas atividades diárias correm o risco de os sintomas controlarem sua vida, em vez de sua vida controlar os sintomas.

É possível que o médico recomende seguir uma dieta rica em fibras e tomar suplementos de fibra. É possível que a pessoa precise evitar consumir alimentos que desencadeiam a dor. Por exemplo, algumas pessoas devem evitar comer uma grande quantidade de alimentos que são difíceis de digerir e produzem uma grande quantidade de gás e evitar tomar bebidas que são ricas em açúcar.

Muitos medicamentos foram testados, com diferentes graus de sucesso. Eles incluem medicamentos que diminuem ou param os espasmos musculares no trato digestivo (antiespasmódicos) e óleo de menta. As fontes de tensão ou de ansiedade são minimizadas ao máximo possível.

Os pais e outros familiares devem evitar reforçar a dor ao dar muita atenção a ela. Se a pessoa continuar a se sentir ansiosa ou deprimida e isso parece estar relacionado com a dor, o médico pode receitar antidepressivos ou medicamentos para reduzir a ansiedade.

As terapias que ajudam as pessoas a modificarem seu comportamento, como treinamento para relaxamento, biofeedback e hipnose, também podem ajudar a reduzir a ansiedade e ajudam as pessoas a tolerarem melhor suas dores. Para crianças , a ajuda dos pais é essencial.

  • Aconselha-se aos pais que incentivem a criança a se tornar independente e a cumprir suas responsabilidades normais, particularmente frequentar a escola;
  • Permitir que a criança evite as atividades pode realmente aumentar sua ansiedade;

Os pais podem ajudar a criança a controlar a dor durante as atividades diárias com elogios e recompensas pelos comportamentos independentes e responsáveis da criança. Por exemplo, os pais poderiam recompensar a criança passando mais tempo com ela ou fazendo um passeio especial.

O envolvimento dos funcionários da escola pode ajudar. Podem ser adotadas estratégias para deixar a criança descansar brevemente na enfermaria e voltar para a aula depois de 15 a 30 minutos durante o dia escolar.

A enfermeira pode, às vezes, permitir que a criança ligue para um de seus pais, que deve incentivá-la a permanecer na escola.

  • Geralmente, a dor abdominal crônica ou recorrente é a dor funcional (ou seja, a pessoa tem dor mas não tem nenhum distúrbio físico específico ou outro problema gastrointestinal).
  • Os sintomas que exigem atenção médica imediata incluem febre alta, perda de apetite ou peso, dor que desperta a pessoa, sangue nas fezes ou na urina, icterícia, náusea e vômitos graves, dificuldade em engolir e inchaço das pernas e/ou do abdômen.
  • Geralmente, são realizados exames de sangue e urina para identificar distúrbios que possam causar a dor.
  • Exames adicionais são necessários apenas se as pessoas têm resultados de exames anormais, sinais de alerta ou sintomas de um distúrbio específico.
  • No caso de dor funcional, o tratamento envolve aprender a minimizar o estresse ou a ansiedade, participar de atividades diárias normais, experimentar suplementos de fibra alimentar, tomar medicamentos que reduzem os espasmos musculares no trato digestivo e, às vezes, tomar medicamentos ou usar terapias de modificação comportamental para aliviar a ansiedade e/ou alterar a dieta.

O que pode ser confundido com apendicite?

Doença inflamatória intestinal A doença inflamatória intestinal refere-se à doença de Crohn e à colite ulcerativa, que se caracterizam por uma inflamação do intestino, levando à ocorrência de sintomas muito semelhantes às da apendicite, como dor abdominal, diarreia e febre.

Quais são os sintomas de apendicite inflamada?

Quanto tempo dura a dor de gases?

De repente você começa a sentir desconforto, pontadas, pressão e aperto no peito. Dores no tórax podem revelar problemas de saúde simples, como azia ou excesso de gases no organismo, mas também indicar que há algo grave acontecendo com o seu coração. O fato é que a dor no peito não deve ser ignorada em nenhuma hipótese.

No entanto, precisamos ter em mente que ela tem muitas possíveis causas, com diferentes níveis de gravidade. Em parte dos casos, o sintoma está relacionado ao coração em decorrência de um infarto agudo do miocárdio ou outro evento cardíaco.

O desconforto torácico também é motivado por alterações pulmonares, infecciosas, gastrointestinais (como esôfago, estômago e intestino), musculoesquelético e psicológicas (síndrome do pânico), por exemplo. Se você sentir dores inexplicáveis no peito, a única maneira de confirmar sua origem e conseguir um diagnóstico preciso é com avaliação médica.

  1. Porém, é possível apontar algumas diferenças e sinais que ajudam a distinguir o que está acontecendo com o seu corpo;
  2. O problema pode ser apenas excesso de gases Pessoas que têm hipertensão, diabetes, obesidade, colesterol alto, diagnóstico de insuficiência coronariana, histórico pessoal ou familiar de complicações no coração ou outros riscos causadores de um infarto geralmente vivem atentas à possibilidade de sofrerem o evento cardiovascular;

Muitas vezes, o próprio excesso de preocupação faz com que qualquer pequeno sintoma gere ansiedade e acabe sendo confundido. E a dor no peito causada pelo excesso de gases é uma das razões mais comuns dessa confusão, uma vez que acarreta em dores muito similares.

A explicação está no processo de digestão dos alimentos. Isso quer dizer: do momento em que levamos o alimento à boca até o último segmento do intestino. Os gases são gerados por certos hábitos (como fumar e mascar chicletes) e se formam durante a fermentação daquilo que ingerimos, para retirada das vitaminas e sais minerais por bactérias do intestino, ou entram no corpo quando levamos a comida até a boca, momento em que engolimos ar que vai para o estômago e intestino.

Quando esses gases se acumulam, provocam inchaço e até a compressão de alguns órgãos. Tudo isso pode então ser sentido por nós em forma de dor no peito e cólicas. Aqui a questão é razoavelmente fácil de ser resolvida: identificar os alimentos que provocam o problema e reduzir o consumo.

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Leite e seus derivados, algumas verduras, como couve e repolho, e certas leguminosas, entre elas feijão, ervilha, lentilhas e soja, são causadores de gases no organismo. Dependendo da quantidade e da forma ingerida, são capazes de gerar um grande mal estar e desconforto físico.

Azia ou ataque cardíaco? Você já teve a sensação de ardor no peito ou queimação na região do coração após comer uma refeição? Pois saiba que casos de azia e ataque cardíaco também são difíceis de distinguir. Para começar, vamos esclarecer: a azia não tem impacto no coração.

A azia (ou indigestão ácida) acontece quando o ácido estomacal flui de volta ao esôfago. Ela causa uma sensação desconfortável de queimação ou dor no peito que pode subir até o pescoço e a garganta. Como o esôfago está localizado próximo ao coração, muitas vezes é difícil reconhecer de onde vem a dor.

De modo geral, a azia ocorre pouco tempo depois de uma refeição, quando o indivíduo se deita ou dobra o corpo. Em alguns quadros é acompanhada por um gosto azedo na boca, de uma pequena quantidade de conteúdo estomacal que vem para a parte de trás da garganta (regurgitação).

Porém, vale destacar que outros sintomas digestivos também causam a dor no peito. Um espasmo muscular no esôfago, por exemplo, ou a dor de um ataque da vesícula biliar. Nesse último caso, especialmente após uma refeição gordurosa, o sintoma vem acompanhado de náusea e uma dor intensa e constante na parte superior média ou superior direita do abdômen e pode se deslocar para os ombros, pescoço ou braços.

Importante: se não for tratada, a azia tem consequências graves, como inflamação e estreitamento do esôfago, problemas respiratórios, tosse crônica e até mesmo câncer. E se eu estiver realmente tendo um infarto? O infarto agudo do miocárdio (ou ataque do coração) acontece por conta de uma isquemia cardíaca, ou seja, o bloqueio ou redução na circulação de sangue no coração devido ao acúmulo de placas de gordura nas artérias coronárias, responsáveis por irrigar o órgão – o que chamamos de doença arterial coronária (DAC).

O problema se desenvolve diante da presença de alguns fatores de risco, entre eles: estresse, sedentarismo, histórico familiar, diabetes, obesidade, colesterol alto, hipertensão e tabagismo. Já o grau de obstrução e os sintomas variam de acordo com cada caso e podem ser diferentes de pessoa para pessoa.

De maneira geral, obstruções nas coronárias têm como principal indício a dor, pressão, ardor ou aperto na região do peito (que pode irradiar para outros locais, como costas, pescoço, mandíbula, ombros e um ou ambos os braços), dor abdominal (possível de ser confundida com uma indigestão), tontura e vertigens, mal súbito ou desmaio, falta de ar, palpitações, fadiga extrema durante o esforço, transpiração intensa e repentina, náusea, vômito, dormência e formigamento.

O estado agudo do quadro dura cerca de cinco minutos, mas em alguns pacientes se estende por até 20. Os sintomas são crescentes e geralmente pioram de forma gradativa por várias horas. No entanto, vale um alerta: aquela cena típica de filme em que o personagem infartando sente uma dor repentina e severa no peito talvez fique só nas telas do cinema.

Os sintomas de um infarto muitas vezes são muito mais sutis e nem sempre ocorrem. Isso porque a DAC pode se desenvolver ao longo de muitos anos de forma progressiva e silenciosa. Dor no peito: angina Você já deve ter ouvido falar em angina quando o assunto é dor torácica, certo? Esse é mais um ponto que devemos esclarecer: a angina de peito (ou pectoris) é um sintoma caracterizado por um desconforto na região do tórax, que pode remeter a um quadro de infarto ou não.

Ambos são processos distintos. A angina pode surgir devido à doença arterial coronária ou a partir de uma embolia, vasculite ou dissecção coronariana. Quando não investigada e tratada, tem entre suas possíveis consequências o infarto.

Portanto, é um alerta indicando que o coração não está sendo oxigenado adequadamente. O tempo de duração, a intensidade da dor e a combinação com outros sintomas caracterizam a angina pectoris ou a dor do infarto. Como explicado, há muitas variações individuais entre o quadro de cada paciente.

O que fazer então ao sentir dor no peito? A pior coisa a fazer é ignorar os sinais e esperar que eles simplesmente desapareçam, sobretudo se não houver razão óbvia para acontecerem. A dor no tórax, em especial quando acompanhada dos sintomas apontados, não tem que durar muito tempo para ser considerada um alerta.

Na dúvida, procure atendimento médico imediatamente. Gases, azia, angina e infarto do miocárdio podem se manifestar de forma muito parecida. É por isso que logo ao dar entrada no pronto-socorro com dores no peito, você é submetido a exames para descartar o ataque cardíaco.

A questão é que quanto mais rápido for iniciado o atendimento, menor o tempo para o restabelecimento do fluxo de sangue, assim como os danos ao miocárdio e às células do músculo cardíaco, com possibilidade de recuperação completa.

Reforço, portanto, que é de extrema importância sempre dar atenção aos sinais que o corpo nos dá. O Hospital Proncor tem o único Pronto Socorro com ortopedista e otorrino de plantão (para crianças e adultos nas duas especialidades). 🚨 Pronto Socorro Geral | R.

O que pode ser uma dor no meio da barriga?

Causas comuns de dor no meio da barriga – boca do estômago – Dor no centro da barriga, também chamada de dor na boca do estômago, é geralmente provocada por problemas estomacais. A gastrite ou a úlcera péptica são as causas mais comuns. Já os problemas do pâncreas, como a pancreatite, costumam causar intensa dor abdominal em toda a metade superior, podendo irradiar para as costas.

O que pode ser um desconforto na barriga?

Sensação de inchaço abdominal, empachamento, dificuldade na hora da digestão, algumas vezes acompanhada de dor. Os sintomas de distensão abdominal são normalmente os mesmos, relatados pelos pacientes durante as consultas médicas. Mas as causas são variadas e precisam ser investigadas com cuidado, caso a caso, para que o diagnóstico e o tratamento sejam corretos, eliminando o desconforto.

  • “O problema relatado pelo paciente pode ser momentâneo, causado por excesso de gases abdominais, TPM, consumo indevido de certos alimentos, entre outros;
  • Mas pode também decorrer de gastrite, refluxo gastroesofágico, colelitíase – a famosa pedra na vesícula –, intolerância a lactose ou glúten ou SIBO (supercrescimento bacteriano intestinal);

Por isso, a investigação precisa ser feita com cuidado e atenção”, afirma o Dr. Diego Yuji Ito, cirurgião do aparelho digestivo e coloproctologista da unidade Leforte Liberdade. Ele destaca que a identificação da causa dos sintomas começa com uma conversa detalhada entre médico e paciente, avaliação de exame físico e realização de exame complementar (se necessário) para confirmação da causa real do problema, por meio de endoscopia, ultrassom, exames para detecção de intolerância à lactose, entre outros.

“A causa real do abdômen distendido pode ser multifatorial. O tratamento, na maioria das vezes, é clínico e passa por uma mudança de hábito alimentar e de vida. Mas a cirurgia pode ser indicada quando o problema é provocado por pedras na vesícula, por exemplo.

” A indicação cirúrgica, de acordo com o Dr. Diego, também pode ocorrer quando há o chamado abdômen agudo obstrutivo, uma condição de urgência cirúrgica. Pode acontecer por tumores intestinais, cirurgias abdominais anteriores, problemas intestinais (volvo, intussuscepção, por exemplo), entre outros.

Se isso acontece, sintomas como dor abdominal intensa associada a náuseas e vômito são indicativos de problema. É necessário buscar a ajuda de um especialista e, uma vez confirmado o problema, é indicado o tratamento adequado.

“O importante é que o paciente esteja atento aos sintomas e, quando forem recorrentes, procure ajuda especializada, para eliminar as causas e evitar problemas mais sérios”, conclui o especialista da unidade Leforte Liberdade. Dr. Diego Yuji Ito é cirurgião do aparelho digestivo e coloproctologista da unidade Leforte Liberdade. Atende na Clínica e Diagnósticos Leforte Liberdade as terças e quintas-feiras. Agendamento: online, APP Grupo Leforte ou pelo telefone/WhatsApp (11) 3345-2288.

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