Dor Forte No Coração O Que Pode Ser?

Dor Forte No Coração O Que Pode Ser
A dor no coração é quase sempre associada ao infarto. Essa dor é sentida como um aperto, pressão ou peso sob o peito de duração de mais de 10 minutos, que pode irradiar para outras regiões do corpo, como as costas ou braços, e geralmente está associada ao formigamento nos braços.

  1. No entanto, a dor no coração nem sempre significa infarto;
  2. Há outras condições em que o principal sintoma é a dor no tórax, em região do coração, como costocondrite (inflamação na região das costelas), arritmia cardíaca, alterações intestinais gerando gases e até mesmo, transtornos psicológicos, como ansiedade e síndrome do pânico;

Saiba o que pode ser a dor no peito. Quando a dor no coração durar mais de 10 minutos e/ ou vier acompanhada de algum outro sintoma como tontura, suor frio, dificuldade para respirar, sensação de aperto ou queimação no peito e dor de cabeça intensa, é importante buscar ajuda médica para que o diagnóstico e o tratamento sejam estabelecidos o mais rápido possível. .

O que e quando o coração dói do nada?

Dizer que o coração não dói é um mito que erradamente é repetido. O coração dói e qualquer queixa de dor súbita pode ser um sinal de enfarte do miocárdio. O enfarte agudo do miocárdio (vulgarmente conhecido como “ataque cardíaco”) é uma verdadeira emergência médica.

Quando a dor no coração e preocupante?

Quando a dor no peito vem acompanhada de falta de ar repentina – Toda dor no peito merece atenção. Se você estiver com dor no peito e falta de ar repentina, sem causa aparente e que nunca sentiu antes, é recomendado ir ao pronto-socorro mais próximo. O alerta é ainda mais relevante para as pessoas que apresentam fatores de risco para doenças cardíacas, como diabetes, pressão alta, tabagismo, colesterol alto, síndrome metabólica e histórico familiar de problemas cardíacos.

O que fazer quando se sente dor no coração?

Dor no peito (CID 10 – R07) é o desconforto ou dor que uma pessoa sente na parte frontal do corpo, geralmente abaixo do pescoç o e acima do abdômen superior. Embora seja muito associada ao infarto , a dor não é apenas um sintoma do problema cardíaco, podendo ser um sinal de outras doenças e condições.

  • Infarto
  • Angina
  • Dissecção aórtica
  • Pericardite.
  • Azia ou doença do refluxo gastroesofágico
  • Espasmo no esôfago
  • Doenças no esôfago, que dificultam a deglutição
  • Vesícula biliar e problemas com o pâncreas
  • Úlceras ou gastrite.
  • Síndrome costosternal
  • Dor muscular
  • Costelas lesionadas.
  • Embolia pulmonar
  • Pleurisia
  • Pneumotórax (colapso do pulmão por entrada de ar entre ele e as costelas)
  • Hipertensão pulmonar.

A dor no peito também pode estar relacionada a outros problemas, como:

  • Ataque de pânico
  • Herpes-zóster.

Saiba mais: 6 tipos de dor no peito que não devem ser ignorados A dor no peito pode atingir diferentes intensidades e migrar para outras partes do corpo, como as costas, o pescoço e ambos os braços. Os tipos de dor no peito variam de acordo com a causa da dor. A dor no peito causada pelo infarto, por exemplo, traz características do prolema cardíaco. Nesses casos, os sintomas mais comuns são:

  • Sensação de aperto no coração
  • Dor que se espalha pelo corpo, em regiões como costas, pescoço, nuca, ombros e braços (especialmente o esquerdo)
  • Dor recorrente, que dura por alguns minutos, desaparece e retorna, variando sempre de intensidade
  • Pode vir junto com falta de ar , tontura , náusea e sudorese.

Alguns sintomas sugerem ser não cardíacos, como:

  • Gosto amargo na boca
  • Dificuldade de deglutição
  • Dor que varia de intensidade conforme você muda de posição
  • Dor que se agrava quando você respira fundo ou tosse
  • Sensibilidade na região do peito.

Se você manifestar sintomas relacionados à dor no peito, sem uma razão aparente, ou se você suspeitar que está tendo um ataque cardíaco, procure um médico imediatamente. Se a dor for constante, procure um especialista e, na consulta, descreva todos os seus sintomas. Tire também as dúvidas e esteja preparado para responder às perguntas do médico. Saiba mais: 11 atitudes que facilitam a consulta médica Procure ajuda médica imediatamente (emergência) se:

  • Sentir pressão, aperto ou dor no peito repentina e intensa
  • A dor no peito se irradiar para a mandíbula, braço esquerdo ou entre as escápulas
  • Você tiver náusea, tontura, suor, taquicardia ou dificuldade respiratória
  • Você souber que tem angina e a dor no peito se intensificar de repente, ou se a dor for causada por atividades mais leves ou durar mais do que o usual
  • Seus sintomas de angina ocorrerem quando você estiver em repouso
  • Você tiver uma dor repentina e aguda no peito, com dificuldade para respirar, principalmente depois de uma viagem longa, de um período de cama (por exemplo, após uma cirurgia) ou de outra falta de movimentação, principalmente se uma perna estiver inchada ou mais inchada do que a outra (isso poderia ser um coágulo sanguíneo)
  • Desmaio ou tonturas.

A dor no peito pode ter diversas causas, de modo que o tratamento varia de acordo com o diagnóstico estabelecido pelo médico. Por isso, somente um especialista capacitado pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Os remédios mais comuns no tratamento de dores no peito são:

  • Dipirona
  • Ares.

Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula. Em caso de dor cardíaca, os medicamentos só devem ser utilizados como preparação para um exame diagnóstico (que precisa afastar o risco de infarto) ou depois da angioplastia ou do infarto (para evitar novos eventos).

  • Além disso, pode vir acompanhado de falta de ar, tontura  e outros sintomas relacionados;
  • Existem diversas causas possíveis para a dor no peito;
  • Ela também pode estar diretamente relacionada a alguns órgãos;
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Estes são muitos, geralmente AAS, beta bloqueadores, anti hipertensivos e dilatadores dos vasos sanguíneos. Ministério da Saúde Manual Merck.

Como e a dor do infarto?

Dor Forte No Coração O Que Pode Ser Dados do Ministério da Saúde revelam que no país cerca de 300 mil indivíduos por ano sofrem Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), sendo que 30% desses casos chegam a óbito. Segundo a Federação Mundial do Coração (WHF), morrem por ano 18 milhões de pessoas de doenças cardiovasculares, o que representa um terço de todas as causas de morte no mundo. A situação é grave, requer cuidado e informação. Muita gente costuma associar forte dor no peito a problemas mais graves, como infarto.

De fato este é o sintoma mais comum da doença, porém não é o único, às vezes sequer está presente e nem sempre a dor significa que a pessoa esteja realmente infartando. Ou seja, existem muitos dados sobre o assunto que precisam ser esclarecidos antes de haver um palpite ou um diagnóstico precoce.

Por isso vamos ajudar você a entender melhor os sintomas de cada problema, auxiliando na distinção das dores no peito. O infarto acontece quando uma ou mais artérias que levam oxigênio ao coração são obstruídas por um coágulo de sangue, formado em cima de uma placa de gordura existente na parede interna da artéria.

Então elas não conseguem levar o sangue até o músculo, que começa a morrer. Sintomas do Infarto O sintoma mais clássico do infarto é uma dor opressiva na região do tórax, com uma pressão forte no peito, dor nos ombros, braços, queixo e até abdômen.

É possível haver ainda suor frio e falta de ar. As dores no peito podem ter durações distintas, variando de 4 a 20 minutos, por exemplo. Contudo, nem sempre uma dor aguda significa infarto. Especialistas explicam que outros problemas de saúde – como gastrite forte, esôfago com refluxo ou pâncreas com pancreatite – podem ocasionar dores semelhantes. Contudo, o mais comum é que a pessoa apresente uma combinação dos sintomas abaixo:

  • Dor na região torácica: dor no peito irradiando para pescoço, mandíbula, costas, braço ou ombro esquerdo.
  • Falta de ar: a sensação de aperto no peito pode interferir nos pulmões e provocar dificuldade para respirar.
  • Náusea, indigestão, azia ou dor abdominal: estes sintomas são normalmente confundidos com um simples desconforto digestivo, o que requer bastante atenção do especialista para o diagnóstico correto.
  • Tontura: antes de um infarto é possível haver episódios de tonturas, causando arritmias e até desmaios.
  • Suor frio: juntamente com a tontura, o paciente pode relatar suor frio, devido às dores no peito.
  • Fraqueza: sintoma que pode passar despercebido, mas pode ser indicativo de algo mais grave.

E quando não é infarto? Outras doenças provocam dores no peito, como problemas cardíacos de miocardite e pericardite. Existem ainda outros problemas de saúde que nada tem a ver com o coração e costumam provocar dores no peito. É preciso estar atento para prestar atenção de onde ela vem, com qual duração e se está acompanhada de outros sintomas.

  • Problemas digestivos: problemas de má digestão, refluxo gastroesofágico ou condições que dificultam a deglutição dos alimentos e provocam azia ou queimação podem ocasionar dores no peito. Nestes casos a dor pode ser decorrente de uma queimação na garganta e/ou no esôfago. Cálculos biliares, mais conhecidos como pedras na vesícula, também costumam causar dores abdominais que podem irradiar para região peitoral.
  • Doenças pulmonares: problemas como inflamação da membrana que envolve o pulmão, hipertensão pulmonar ou ainda embolia pulmonar podem causar dor no peito por horas devido à falta de ar.
  • Músculos ou ossos lesionados: algumas doenças provocam danos na parede torácica – como nos casos de inflamação da cartilagem da caixa torácica, fibromialgia, contraturas musculares ou costelas machucadas – e, consequentemente, geram dores no peito.
  • Síndrome do pânico: dores no peito podem ser causadas por distúrbios emocionais, como nos casos de ataque de pânico que possuem sintomas semelhantes aos de um infarto. Alto grau de ansiedade, sentimentos negativos e pensamentos de morte também costumam fazer parte dos sintomas.
  • Síndrome do coração partido: menos comum que a síndrome do pânico, a síndrome é um problema raro que provoca sintomas semelhantes aos de infarto e costumam surgir após períodos de grande estresse emocional que provocam um aumento da produção de hormônios como o cortisol, gerando a contração exagerada de alguns vasos cardíacos. Mulheres após os 50 anos são as pacientes mais comuns da síndrome, que também afeta homens e pessoas com transtornos psiquiátricos.

De qualquer forma, é sempre importante manter em dia seu checkup cardiológico, de modo a monitorar a saúde do seu coração. Sejam por causas físicas ou psicológicas, procurar um especialista no assunto é sempre a melhor maneira de prevenir problemas futuros. O Hospital Aeroporto conta com uma equipe multidisciplinar de capaz de auxiliar nos devidos cuidados aos pacientes com dores no peito.

O que e um Pré-infarto?

Primeiros sinais: como identificar um pré – infarto? Nem sempre um infarto será acompanhado de intensas dores no peito. Muitos casos podem se manifestar através dores ou desconforto nos membros superiores, como braços, costas, estômago, pescoço ou mandíbula.

O que pode levar a um infarto?

O infarto do miocárdio, ou ataque cardíaco, é a morte das células de uma região do músculo do coração por conta da formação de um coágulo que interrompe o fluxo sanguíneo de forma súbita e intensa. A principal causa do infarto é a aterosclerose, doença em que placas de gordura se acumulam no interior das artérias coronárias, chegando a obstrui-las. Na maioria dos casos o infarto ocorre quando há o rompimento de uma dessas placas, levando à formação do coágulo e interrupção do fluxo sanguíneo.

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O infarto pode ocorrer em diversas partes do coração, dependendo de qual artéria foi obstruída. Em casos raros o infarto pode acontecer por contração da artéria, interrompendo o fluxo de sangue ou por desprendimento de um coágulo originado dentro do coração e que se aloja no interior dos vasos.

Sintomas: O principal sintoma é dor ou desconforto na região peitoral, podendo irradiar para as costas, rosto, braço esquerdo e, raramente, o braço direito. Esse desconforto costuma ser intenso e prolongado, acompanhado de sensação de peso ou aperto sobre tórax.

  • Esses sinais costumam ser acompanhados de suor frio, palidez, falta de ar, sensação de desmaio;
  • Em idosos, o principal sintoma pode ser a falta de ar;
  • A dor também pode ser no abdome, semelhante à dor de uma gastrite ou esofagite de refluxo, mas é pouco frequente;

Nos diabéticos e nos idosos, o infarto pode ocorrer sem sinais específicos. Por isso, deve-se estar atento a qualquer mal-estar súbito apresentado por esses pacientes. Fatores de risco: Os principais inimigos do infarto são o tabagismo e o colesterol em excesso, pois podem se acumular e levar à formação de placas de gordura, hipertensão, obesidade, estresse, depressão e diabetes.

Os diabéticos têm duas a quatro vezes mais chances de sofrer um infarto. Tratamento: Infarto é uma emergência que exige cuidados médicos o mais rápido possível. Identificar os sintomas pode ser decisivo para salvar a vida de uma pessoa infartada.

Prevenção: Além da prática regular de exercícios físicos, alimentação adequada e cessação do tabagismo, a prevenção de doenças como a aterosclerose, diabetes e obesidade são fundamentais para evitar o entupimento das artérias e consequente infarto. IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.

E normal sentir uma dor no coração?

A dor no coração é quase sempre associada ao infarto. Essa dor é sentida como um aperto, pressão ou peso sob o peito de duração de mais de 10 minutos, que pode irradiar para outras regiões do corpo, como as costas ou braços, e geralmente está associada ao formigamento nos braços.

  • No entanto, a dor no coração nem sempre significa infarto;
  • Há outras condições em que o principal sintoma é a dor no tórax, em região do coração, como costocondrite (inflamação na região das costelas), arritmia cardíaca, alterações intestinais gerando gases e até mesmo, transtornos psicológicos, como ansiedade e síndrome do pânico;

Saiba o que pode ser a dor no peito. Quando a dor no coração durar mais de 10 minutos e/ ou vier acompanhada de algum outro sintoma como tontura, suor frio, dificuldade para respirar, sensação de aperto ou queimação no peito e dor de cabeça intensa, é importante buscar ajuda médica para que o diagnóstico e o tratamento sejam estabelecidos o mais rápido possível. .

Onde dói o coração?

Mãos sobre o peito e olhar aflito. A dor ou desconforto na parte frontal do corpo, abaixo do pescoço e acima do abdômen superior, gera apreensão e logo é associada ao infarto. No entanto, a dor no peito pode ser sintoma de muitas outras questões de saúde.

  • Entre elas, refluxo, úlceras, problemas na vesícula biliar, nos pulmões e dores musculares;
  • De qualquer maneira, a dor no peito é um sinal do corpo de que algo precisa ser visto;
  • Por isso, o sintoma deve ser considerado, investigado e ter sua causa conhecida para o tratamento mais adequado;

Mas como identificar a dor no peito e associá-la às diferentes queixas? Como saber quando a dor no peito é de origem cardíaca e pode sinalizar, de fato, um infarto do miocárdio ou angina?  Para esclarecer essas e outras dúvidas sobre dor no peito, preparamos este artigo.

Onde se localiza a dor cardíaca?

Localização: A dor de origem cardíaca causada pela doença arterial coronariana (angina do peito ou infarto do miocárdio) é localizada na região central do tórax (retroesternal) ou difusa, podendo irradiar- se para outras áreas. A dor de origem cardíaca pode se manifestar apenas em seus possíveis locais de irradiação.

Como saber se vai ter um infarto?

No Dia Mundial do Coração, celebrado em 29 de setembro, a OMS faz um alerta: 80% dos casos de ataques cardíacos e infartos prematuros podem ser evitados se ações preventivas forem adotadas. – O perfil cardíaco de homens e mulheres tem diferenças anatômicas e funcionais.

As artérias femininas são 15% mais estreitas que as masculinas e o coração bate até 10% mais rápido do que nos homens, o que gera um maior desgaste. “As dores em mulheres geralmente são subvalorizadas pois, antes da menopausa, elas têm menos chance de infarto do que os homens da mesma idade.

Atualmente, muitas mulheres fumam, bebem, têm trabalhos estressantes e se exercitam pouco. Usam anticoncepcionais, que associados a outros fatores de risco, como dieta inadequada e sedentarismo, aumentam as chances de trombose e infarto”, explica o cardiologista e coordenador do Programa de Infarto Agudo do Miocárdio HCor, Dr.

Leopoldo Piegas. Também chamado de ataque cardíaco, o infarto acontece quando os vasos sanguíneos, que fornecem sangue ao coração, ficam bloqueados e impedem a chegada de oxigênio suficiente ao órgão. As doenças cardiovasculares vitimam 17,3 milhões de pessoas ao redor do mundo todos os anos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Somente no Brasil são 300 mil. No Dia Mundial do Coração, celebrado em 29 de setembro , a OMS faz um alerta: 80% dos casos de ataques cardíacos e infartos prematuros podem ser evitados se ações preventivas forem adotadas. Hipertensão, diabetes, colesterol alto, tabagismo e sedentarismo são alguns dos fatores de risco que devem ser evitados e tratados para evitar episódios de infarto ou AVC (popularmente conhecido como derrame).

Um controle inadequado pode levar a obstrução das artérias coronárias e mesmo a insuficiência cardíaca. “A pressão alta danifica vasos e artérias e é um dos principais fatores de risco que apresentam sintomas.

Cerca de 50% dos brasileiros acima dos 65 anos sofrem do mal, que também afeta 5% das crianças e adolescentes. O colesterol também ganha lugar de destaque nos riscos de doenças cardiovasculares”, explica o cardiologista e coordenador do Programa de Infarto Agudo do Miocárdio HCor, Dr.

  • Leopoldo Piegas;
  • De acordo com o Ministério da Saúde, a doença afeta 77 milhões de pessoas;
  • “É importante estar atento às taxas de LDL (colesterol ruim) e HDL (bom colesterol);
  • O aumento do mau colesterol e a diminuição do bom colesterol podem provocar problemas de saúde a médio prazo”, esclarece o cardiologista Dr;
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Piegas. De acordo com um estudo da American Heart Association, 20% dos infartos são silenciosos e descobertos somente depois, quando o paciente realiza exames de rotina. Além de dor no peito e formigamento no braço esquerdo e pescoço, náusea e até vômitos podem indicar um infarto, além de dores nas costas, suor frio e, em casos extremos, o desmaio.

“A falta de ar, queimação no estômago sem relação com alimentos e incômodo no peito que aparece após a prática de exercícios e desaparece ao descansar, também são sintomas comuns que podem indicar problemas no coração.

É importante lembrar que, quando se trata de doenças do coração, a falta de informação pode ser fatal”, alerta Dr. Piegas, do HCor.

Como evitar um infarto sozinho?

Quanto tempo antes do infarto os sintomas aparecem?

Por todos esses motivos, é essencial consultar o Médico Cardiologista – De acordo com Felipe Gavranic dos Reis, especialista em Cardiologia e Médico Cardiologista da CCRmed, o paciente normalmente apresenta sinais entre uma e até duas semanas antes do infarto e costuma recorrer ao pronto-socorro para ser medicado.

“É necessário ficar atento a qualquer sintoma diferente do habitual para saber como está o funcionamento do coração, já que alguns desses sintomas podem indicar que o músculo cardíaco não está recebendo sangue de forma adequada.

” Aqui, vale lembrar que não é preciso sentir dor para procurar um Médico Cardiologista. O check-up , por exemplo, é um dos métodos mais eficazes para verificar como anda o funcionamento do seu coração. Todo cuidado com o corpo é mais que bem-vindo para mantê-lo bem protegido.

Quais os 6 sinais de um ataque cardíaco?

Quanto tempo pode durar um infarto?

Hospital 9 de Julho – ​​A dor no peito por mais de 20 minutos na região abaixo do queixo é um dos sintomas do infarto. Alguns outros sinais mostram claramente que há algo errado com o coração. Outros, no entanto, podem passar despercebidos, mas ainda assim são possíveis em quem está sofrendo um infarto. “As providências médicas nesses casos são extremamente impor tantes e quanto mais cedo melhor”, afirma o cardiologista Dr.

  1. Marcelo Paiva, do Centro de Cardiologia do Hospital 9 de Julho;
  2. Abaixo, listamos 9 dos principais sinais do infarto: Dor no peito: o mais comum e importante dos sintomas;
  3. A dor ou a pressão no peito pode irradiar para o lado esquerdo do corpo, afetando o ombro e até a mandíbula; Suor frio: esse é um sinal de alerta, ele sempre vem acompanhado de outros sintomas; Náuseas ou vômito: também considerado um sinal de alerta, o mal estar gástrico é um sintoma causado pelo estado de alerta que o corpo entra quando a pessoa sofre um infarto; Tosse seca: o infarto compromete, além do coração, os pulmões;

Por isso, ele pode provocar uma tosse seca. Esse também é um sintoma que não surge sozinho; Falta de ar: o mesmo comprometimento dos pulmões que causa a tosse também pode causar aquela dificuldade para respirar, com a sensação de respiração encurtada e falta de ar; Desmaio: a arritmia ou a parada cardíaca, resultado do infarto, podem causar uma síncope, que provoca o desmaio; Tontura: a baixa oxigenação no cérebro, ocasionada pelo batimento irregular do coração, pode causar tontura.

  • Esse sintoma também não surge sozinho; Fraqueza excessiva e repentina: esse é um sintoma não muito comum, mas também relatado por alguns pacientes; Palpitações: como o infarto provoca arritmia no coração a pessoa tem a sensação de que está tendo palpitações, com o coração batendo fora do compasso;

Vale lembrar que nem sempre um infarto vem acompanhado de dor no peito. Em mulheres e idosos, principalmente, esse é um sintoma não tão frequente quanto as pessoas imaginam. Por isso, é preciso estar sempre atento e fazer avaliações periódicas para avaliar os riscos.

Fatores de risco  Segundo Dr Paiva, tanto para a prevenção do infarto quanto para o diagnóstico da angina é necessário fazer uma avaliação dos fatores de risco, da condição anatômica e funcional do coração, buscando identificar se há um processo aterosclerótico em andamento (formação de placa nos vasos) ou até uma obstrução nas artérias coronarianas.

“O tratamento vai depender do diagnóstico preciso e pode incluir: medicamentos, angioplastia ou cirurgia”, diz. ​ Assista ao vídeo do Dr. Marcelo Paiva, sobre  infarto: Saiba mais   Leia Mais: 9 medidas para cuidar bem do coração Diabetes é doença silenciosa, mas grave O que é obesidade? O que é preciso saber sobre o colesterol? ​​​ Para marcar consultas e exa​mes, ligue para 11 3147-9430. ​ ​ ​​ Agendamento​ ​.

Quais são os sintomas de um infarto feminino?

E normal sentir uma dor no coração?

A dor no coração é quase sempre associada ao infarto. Essa dor é sentida como um aperto, pressão ou peso sob o peito de duração de mais de 10 minutos, que pode irradiar para outras regiões do corpo, como as costas ou braços, e geralmente está associada ao formigamento nos braços.

No entanto, a dor no coração nem sempre significa infarto. Há outras condições em que o principal sintoma é a dor no tórax, em região do coração, como costocondrite (inflamação na região das costelas), arritmia cardíaca, alterações intestinais gerando gases e até mesmo, transtornos psicológicos, como ansiedade e síndrome do pânico.

Saiba o que pode ser a dor no peito. Quando a dor no coração durar mais de 10 minutos e/ ou vier acompanhada de algum outro sintoma como tontura, suor frio, dificuldade para respirar, sensação de aperto ou queimação no peito e dor de cabeça intensa, é importante buscar ajuda médica para que o diagnóstico e o tratamento sejam estabelecidos o mais rápido possível. .

O que e uma pontada no coração?

As pontadas no coração são um dos sintomas de problemas cardíacos, como a angina, a arritmia e o ataque cardíaco, por exemplo. Nesse caso, além de sentir pontadas no coração, o paciente apresenta outros sintomas.

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