Como Saber Que O Bebê Está Com Dor De Barriga?

Como Saber Que O Bebê Está Com Dor De Barriga
Dor de barriga em bebê – Principais sinais – De forma geral, a dor abdominal em bebês concentra-se quase sempre na zona à volta do umbigo. Mas, em alguns casos pode afetar toda a barriga ou a parte do fundo. A dor pode aparecer e desaparecer com diferentes níveis de intensidade. Por isso, fique atenta a alguns sinais que podem ser indícios de dor de barriga em bebê:

  • Rosto avermelhado e com expressão de dor;
  • Flexão das pernas e braços em direção ao abdômen;
  • Punhos cerrados;
  • Gases e barriga rígida.

Como saber se o bebê sente dor de barriga?

O que fazer quando o bebê está com dor de barriga?

Elimine as cólicas – 1. Banho morno A água desvia a atenção do pequeno, além de aquecer toda a região dolorida. Tente passar a mão em sua barriga para acelerar o alívio. Se não tiver tempo para o banho, utilize um pano para fazer uma compressa quente. Barriga para baixo Segure o bebê com a barriga contra seu braço.

O contato esquenta a região e a movimentação natural já traz um conforto maior para o pequeno. Mas nunca o deixe sozinho no berço nessa posição. Massagem Deite a criança em um lugar confortável, posicione as mãos sobre seu abdômen – sem muita pressão – e aplique movimentos circulares da esquerda para a direita.

Repita por alguns minutos. As medicações Antes de mais nada, é preciso buscar orientação do pediatra. Mas saiba que ainda não existe um remédio com eficácia 100% comprovada para eliminar as cólicas nessa fase da vida.

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Qual a diferença entre cólica é gases no bebê?

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  • Tem Alguma Diferença Entre Cólica E Gases?Minha Bebe Tem Se Contorcido Pra Evacuar Mesmo Fazendo Mas

2 respostas Tem alguma diferença entre cólica e gases?minha bebe tem se contorcido pra evacuar mesmo fazendo massagem, e não e todo dia que ela tem ou fica agitada Boa tarde, A cólica é a sensação de dor que pode ser ocasionada por gases, infecções e/ou inflamações no intestino. A cólica do lactente que geralmente é mais pronunciada de 1-3 meses de vida , geralmente ocorre pela formação da flora intestinal do seu bebê , é recomendada massagem, bolsa de água quente , muito colo.

O que significa quando a barriga do bebê borbulhando?

As dores abdominais, que causam desconforto e deixam as crianças inquietas, têm características específicas; veja como reconhecer *Conteúdo patrocinado por Luftal Seu bebê chegou e, agora, a prioridade é uma só: manter o pequeno seguro e saudável. Mas, às vezes, principalmente nos primeiros meses de vida, o bebê já está alimentado, com a fralda limpinha e ainda assim chora de forma intensa.

  • Nesse caso, talvez seja a hora de entender o famoso mundo das cólicas;
  • O pediatra Marcus Renato de Carvalho, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especialista em amamentação, explica que as cólicas aparecem com frequência no início da vida porque o corpo do bebê ainda está se desenvolvendo;

“As ligações entre o cérebro e o intestino são estabelecidas com o passar do tempo – e uma delas é justamente aquela que controla os movimentos das alças intestinais responsáveis pela composição e eliminação da massa fecal. Como essa conexão cerebral ainda não está totalmente completa, isso pode levar o intestino a ter movimentos descoordenados, não eliminando as fezes e os gases.

  1. Isso pode se traduzir em cólica”;
  2. Mesmo não sendo uma situação fácil para a mãe e para o bebê, é fundamental que você se lembre: esse é um processo natural da criança e não oferece riscos à saúde;
  3. Além disso, por mais difícil que seja – e sabemos que é – tente manter a calma e pense que as cólicas são uma situação passageira;

Não é só o médico que pode amparar o bebê. A mãe, ao saber reconhecer os sintomas das cólicas, também pode ajudar com medidas de conforto e alívio da cólica. Pensando nisso, reunimos abaixo os principais sintomas das cólicas no bebê para você ficar de olho: “O choro da cólica é característico: é forte, inconsolável, intermitente e vem acompanhado de movimentos nas pernas.

Pode ocorrer durante as mamadas e, geralmente, se concentra no final da tarde e começo da noite”, alerta o pediatra Marcus Renato. Outro ponto importante é perceber se o choro do bebê se estende por, aproximadamente, três horas seguidas e se ele ocorre cerca de três vezes por semana, no mesmo horário.

Se isto está acontecendo na sua casa, é sinal de cólica. Quando a agitação e o choro do bebê são de fome ou de sono, é mais fácil acalmá-lo. Já quando se trata de cólica, ele tende a ficar inquieto devido aos desconfortos intensos. “As mães também ficam ansiosas, tensas e passam essa intranquilidade para o bebê sem querer.

  • Por isso, é importante um outro colo, do pai, da avó, de um outro cuidador que chegou naquele momento e ainda não está tão atingido pelo estresse da situação”, afirma Marcus Renato de Carvalho;
  • As bolhas causadoras dos gases e das cólicas do bebê se formam no sistema gastrointestinal durante a digestão do leite;

Por isso, o problema geralmente aparece após a amamentação e pode ser identificado pela barriga do bebê, que fica endurecida e faz barulhos. Segurar a criança no colo e fazê-la arrotar ainda durante a amamentação alivia um pouco a dor, já que as bolhas irão sair pela boca, diminuindo as chances de descerem pelo tubo digestivo.

Mas você não deve se preocupar caso o bebê não arrote, não se deve forçar a situação. Manter os punhos fechados e encolher as perninhas durante as crises de choro também são sinais de cólica. “Com a imaturidade neurológica, os reflexos primitivos são intensificados”, esclarece o pediatra Marcus Renato.

Ou seja, os pequenos fazem esse movimento porque a agonia é grande e a única forma de expressão é a corporal. As mães notam a agitação do bebê durante as crises de choro e que ele também solta gases nesses momentos. Instintivamente, elas sabem que o bebê está com cólica.

Realmente essa situação é um sinal de cólica, porém é preciso saber que isso não é ruim, afinal significa que o bebê está conseguindo expelir os gases. Mesmo sabendo que é uma fase, o desejo dos pais, claro, é sempre manter o bebê o mais confortável possível.

Então, aqui vai uma ótima notícia: tem como aliviar as cólicas do seu filho. O primeiro passo é contar com orientação médica, que é importante para garantir tranquilidade. O segundo virá do próprio médico, que ensinará a maneira mais segura para amenizar as crises de cólicas.

  • É muito provável que a recomendação do pediatra seja oferecer Luftal em caso de cólicas;
  • Líder em prescrição pelos pediatras*, Luftal é uma opção segura para os bebês porque tem ação não sistêmica, ou seja, não é absorvido pelo organismo, atuando diretamente no sistema gastrointestinal, onde está o foco da dor causada pelos gases;
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O medicamento auxilia no rompimento das bolhas de ar causadoras dos gases e das cólicas trazendo mais conforto para seu bebê. O efeito é permitido graças à ação da simeticona, princípio ativo de Luftal. A solução diminui a tensão dos líquidos gerados durante a digestão do leite materno.

Seu bebê sentirá alívio a partir de dez minutos após a ingestão do medicamento. Médico consultado: Marcus Renato de Carvalho – CRM 52396770 – RJ LUFTAL® (simeticona) M. 7390. 0009. Indicado para pacientes com excesso de gases no aparelho digestivo.

SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. MAIO, 2018 *IQVIA, NPS, Mercado de Antiflatulentos, em volume de prescrição e por especialidade médica (pediatria), MAT Mar’18.

Que remédio é bom para dor de barriga em bebê?

Os remédios para o alívio da dor, como medicamentos convencionais (como simeticona, diciclomina, cimetrópio), fitoterápicos (como Matricaria recutita, Foeniculum vulgare, Melissa officinalis) e açúcares têm sido indicados para reduzir os sintomas da cólica infantil, principalmente para diminuir o tempo de choro.

O que pode causar dor de barriga no Recém-nascido?

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(Foto: Getty Images) Quando se fala em dor de barriga parece que é um problema simples, daqueles que se resolvem em casa, certo? De fato, na sua maioria, não é nada grave. Mesmo assim, as queixas lotam as salas de espera dos pediatras. Dados recentes do Colégio Americano de Gastroenterologia mostram que a dor abdominal crônica ou recorrente afeta de 10% a 12% de crianças e adolescentes nos Estados Unidos. Destes, menos de 25% apresentam uma causa orgânica que a justifique.

São as chamadas dores funcionais. Outro ponto importante é que as dores abdominais podem ter centenas de causas e, justamente por isso, estão entre os problemas com maior dificuldade de diagnóstico. A gastroenterologista pediátrica Cristiane Boé, do Sabará Hospital Infantil (SP), diz que, para cerca de 1/3 dos pacientes que apresentam dor abdominal e realizam acompanhamento médico, o desconforto se torna crônico, mesmo que não seja identificada nenhuma causa orgânica.

É preciso paciência na investigação. Os incômodos na região abdominal nem sempre são sintomas de doença e podem estar ligados a emoções como ansiedade e medo. Mas dar remédio resolve? Um dos consensos é que os medicamentos antiespasmódicos – que inibem os movimentos gastrointestinais – não devem ser usados indiscriminadamente em crianças.

  • Isso porque a reação natural do corpo não deve ser interrompida, até para não atrapalhar o diagnóstico;
  • Cada problema deve ser investigado individualmente, a partir da observação dos sintomas e do comportamento da criança;

A seguir, reunimos os tipos mais comuns de dor de barriga e conversamos com especialistas, que ensinam a identificá-los e como agir em cada caso. (Foto: Christian Gstöttmayr/Getty Images) 1) CÓLICA POR GASES Elas fazem bebês e crianças se retorcerem , causando contrações da musculatura abdominal. No recém-nascido, a cólica acontece por imaturidade do sistema digestivo, o que significa que ele está se acostumando a digerir o leite e a flora intestinal ainda está em formação. É uma adaptação necessária para que o corpo aprenda a lidar com o volume do alimento e também com os gases.

Estes, aliás, podem aparecer quando as crianças ingerem alimentos que contam com elevadas quantidades de fibras e carboidratos, por conta da fermentação. + Como aliviar as cólicas do bebê? Como é – nos bebês, os sintomas mais comuns são choro persistente e inquietação (esticam as pernas, irritados, e até rejeitam as mamadas).

Para as crianças maiores, pergunte se a dor muda de lugar na barriga. O que fazer – movimentar as pernas e massagear o abdômen ajuda. “As evidências científicas mais recentes recomendam a utilização de probióticos específicos como uma opção de tratamento efetivo para tratar a cólica abaixo dos seis meses de idade”, diz o pediatra Mário Vieira, chefe do serviço de gastroenterologia do Hospital Pequeno Príncipe (PR).

  • Segundo ele, há poucas pesquisas que justificam o uso de glicose, sacarose, lactase e medicamentos antiflatulentos;
  • Para os maiores, uma caminhada leve pode estimular a liberação dos gases;
  • Nesses casos, os medicamentos – com prescrição – amenizam o desconforto;

Evite ainda alimentos conhecidos por fermentar demais, como feijão e brócolis. 2) FARRA GASTRONÔMICA Salgadinhos, doces, frituras. O organismo de qualquer um reclama quando se exagera nas guloseimas. Mas o problema também pode ser a ingestão de algum alimento estragado.

Como é – vale fazer uma investigação do que a criança comeu nas últimas horas e dias. Em pouco tempo, o quadro costuma evoluir para vômitos e diarreia. O que fazer – esperar passar é o melhor remédio. O corpo precisa expelir o que não está fazendo bem.

Dê bastante água e alimentos leves, como batata cozida. + Você usa receitas caseiras para tratar diarréia? Compartilhe suas dicas no Fórum Crescer 3) VERMINOSES Pouco comuns nas grandes cidades, são causadas por vermes encontrados na terra e na água. A mais frequente é a giardíase. Massagem na barriga combate a cólica do recém-nascido (Foto: Thinkstock) 4)  INTESTINO PRESO É a dor mais comum, relacionada com uma dieta pobre em verduras , frutas , cereais e líquidos. “O histórico familiar de prisão de ventre também conta. Entre os recém-nascidos em aleitamento exclusivo , pode ocorrer a chamada pseudoconstipação, que é uma condição funcional em que eles chegam a ficar até uma semana sem fazer cocô”, diz Cristiane Boé.

  • Como é – a dor costuma ser na parte alta do abdômen e é constante;
  • O que fazer – exame de fezes para confirmar o tipo de verme e tratar com vermífugo prescrito pelo pediatra;
  • Como é – a criança vai menos ao banheiro, reclama de dor ao fazer cocô e fica com a barriga inchada;

O que fazer – uma reforma na geladeira, na mesa e na lancheira. Alimentos como mamão, ameixas-pretas e muita água ajudam. No caso dos bebês que mamam no peito, o esperado é que as fezes voltem à consistência normal sem a necessidade de medicamento. 5) VIROSES E INFECÇÕES O famoso rotavírus e outros vírus e bactérias , que podem estar no ar, em locais contaminados ou em alimentos, são os responsáveis por essa dor.

Como é – quase sempre vem acompanhada de febre. Também se junta ao vômito, diarreia e cansaço. O que fazer – dar muita água é o primeiro passo. Em seguida, veja como o problema evolui. Se a criança estiver disposta, brincando, é possível esperar.

O mal-estar dura, em média, três dias. Se ela estiver muito abatida, procure um médico. 6) DOR MUSCULAR Gripe , tosse persistente , espirros, bronquite e até mesmo muita risada podem dar dor nos músculos. Como é – seu filho provavelmente não vai saber explicar.

  • “Mas pergunte a ele se a dor é parecida à que ele tem quando passa mal por comer muito ou como o que sente quando brinca demais e fica cansado;
  • É o segundo caso”, diz Mário Vieira;
  • O que fazer – esperar passar é o melhor, mas, se incomodar muito, um analgésico ajuda;
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Fale com o pediatra. + Dor nas costas em crianças: causas e como resolver 7) ANSIEDADE OU MEDO O nervoso antes de ir para uma escola nova ou na véspera da festa de aniversário às vezes aparece de maneira física. “Em um quadro de ansiedade , é natural que se tenha sintomas relacionados ao corpo – e é justamente na região do abdômen, mais especificamente no intestino, que estão localizadas as emoções”, diz a psicoterapeuta Mônica Pessanha, mestre em psicologia clínica pela PUC/SP e professora de psicanálise infantil no Instituto Cinco – Desenvolvimento Humano (SP).

Como é – o que causa a dor, na maioria das vezes, é um mecanismo do organismo que prende o intestino. O que fazer – avalie se o seu filho está passando por uma situação estressante e entenda o que pode ter causado o problema.

Procure confortá-lo. Dependendo do caso, terapia pode ajudar. 8)  APENDICITE Rara em menores de 5 anos, a inflamação do apêndice não tem como ser prevenida. Constante, a dor piora em poucas horas. Como é – ao contrário de todas as outras dores, essa ocorre de repente e sem causa aparente. Baixe agora! .

Quais alimentos causam dor de barriga no bebê?

O que fazer para eliminar gases de Recém-nascido?

Pode se dar Luftal para recém nascido?

Luftal gotas (25 gotas/mL): Crianças – lactentes: 3 a 5 gotas, 3 vezes ao dia. Até 12 anos: 5 a 10 gotas, 3 vezes ao dia. Acima de 12 anos e Adultos: 13 gotas, 3 vezes ao dia. Você pode administrar as gotas diretamente na boca, ou diluir em um pouco de água ou outro alimento.

Faz mal dar colic Calm?

Os ingredientes do Colic Calm são seguros para os bebês? Sim. Os ingredientes em Colic Calm têm um longo histórico de uso seguro para bebês e estão listados na Farmacopeia Homeopática dos Estados Unidos. Todos os ingredientes são cuidadosamente selecionados e devem atender aos nossos rigorosos padrões de garantia de qualidade antes de serem utilizados.

Eles são livres de alérgenos e de efeitos colaterais. Amostras de lote passam por testes de pureza antes da liberação. Usamos frascos de vidro de cor âmbar para máxima estabilidade, qualidade e pureza. Quais são os ingredientes do Colic Calm? Os nove ingredientes homeopáticos na nossa fórmula são: aloe, camomila, cominho, funcho e erva doce, gengibre, hortelã pimenta, erva cidreira, abrunheiro e carvão vegetal.

Com qual idade o meu bebê pode começar a tomar Colic Calm? Cólica, gases e refluxo geralmente se tornam evidentes em bebês com apenas duas semanas de idade. A maioria dos pais de bebês de duas semanas acredita ser melhor começar com apenas algumas gotas, gradualmente dando mais se necessário (não exceder a dose recomendada).

  • Para esses bebês novos, normalmente só são necessárias algumas gotas para fornecer alívio;
  • Colic Calm pode ser adicionado à fórmula ou leite materno? Idealmente, Colic Calm é melhor administrado “puro”;
  • Parece ser mais eficaz assim;

A maioria dos bebês realmente gostam do sabor do Colic Calm. Nós incentivamos os pais a experimentá-lo! Entretanto, os pais de bebês muito agitados costumam preferir misturar Colic Calm em uma pequena quantidade da fórmula suplementar ou do leite materno.

  • O gosto pode ser mais familiar e reconfortante;
  • Qual é o sabor do Colic Calm? Nossa fórmula tem um sabor muito agradável, que quase todos os bebês adoram;
  • Devido ao fato de que usamos homeopáticos e não óleos essenciais ou extratos, não há sabor de ervas;

Frequentemente nos é dito que os bebês sorriem ou se acalmam quando vêem o frasco de Colic Calm. Nós o incentivamos os pais a experimentar. Como Colic Calm ajuda com a dentição? A saliva durante a dentição dos bebês produz uma enzima que perturba seus estômagos.

Além disso, os bebês choram muito quando os dentes começam a crescer e tendem a engolir mais ar, consequentemente ficando com mais gases e irritados. Isso pode causar ainda mais choro, e assim o ciclo continua… até o Colic Calm auxíliar no alivío da dor do seu bebê.

Colic Calm tem efeitos colaterais? Não há nenhuma contraindicação conhecida para nenhum dos ingredientes ativos em Colic Calm. Todos os remédios homeopáticos têm um longo histórico de uso seguro, estão listados na Farmacopeia Homeopática dos Estados Unidos (HPUS) e cumprem as leis e padrões da FDA.

No entanto, aconselhamos sempre verificar com o pediatra de seu filho antes de administrar qualquer produto. Como Colic Calm contém carvão ativado, sua cor naturalmente escura pode escurecer as fezes de seu filho.

É seguro utilizar o Colic Calm com outros medicamentos? Como com qualquer medicamento, é importante garantir que o pediatra de seu filho esteja ciente do uso deste produto. Sempre consulte o médico de seu filho caso o seu bebê esteja usando outros medicamentos ou sendo/foi tratado por problemas graves de saúde.

Como posso armazenar Colic Calm? Este produto deve ser armazenado em temperatura ambiente e fora da luz solar direta. Visto que não há necessidade de refrigeração, nossa fórmula é ideal para passeios e viagens.

Sua eficácia é garantida por até 2 meses a partir do momento em que o frasco foi aberto. A validade do produto, enquanto lacrado, é de 24 meses (2 anos) após a data de fabricação que consta na embalagem.

Quais são os alimentos que causam gases no bebê?

ALIMENTOS QUE CAUSAM GASES: Consuma com moderação – Feijão, brócolis, couve-flor, repolho e batata doce, entre outros, são alimentos que provocam gases intestinais e, por isso, não devem ser consumidos todos de uma única vez. “Se eles provocam gases nas mães, é bem possível que o bebê também os tenha após mamar”, alerta Marcelo.

O que fazer para aliviar a cólica do bebê?

O que pode dar gases no bebê?

GASES X CÓLICA: Como identificar a DIFERENÇA entre as duas dores? | Dra. Renata Scatena

Alimentação da Mãe Provoca Gases no Bebê? – A mamãe que amamenta deve ter alguns cuidados com a alimentação, pois tudo que se come é transmitido para o bebê através do leite materno. Através dessa transmissão é possível desencadear os gases no bebê e até mesmo algumas reações alérgicas.

Tem alimentos que possuem uma grande quantidade de fibras e carboidratos, que acabam fermentando e ocorrendo o bebê com gases e todo este processo acaba interferindo na saúde do bebê. Alguns chás como funcho, camomila e erva doce podem auxiliar na redução de gases na mamãe e no bebê.

Geralmente os alimentos que tendem a produzir gases no bebê e gerar cólicas são: cebola e alho, as leguminosas (ervilha, feijão, lentilha e grão de bico), o ovo, alimentos com lactose, (leite e derivados), nas brássicas (brócolis, repolho, couve e bruxelas), alimentos ricos em amido (milho, macarrão, e batatas).

  1. Além dos alimentos com grãos integrais (farinha de aveia, trigo integral e arroz integral);
  2. Estes são alguns dos alimentos que pode provocar ocorrências do bebê com gases, mas pode variar de organismo para organismo;

Portanto é recomendado avaliar quais destes alimentos quando consumidos causam gases no bebê. Dessa forma, reduzindo-os e mantendo uma alimentação balanceada visando reduzir os desconfortos do bebê amamentado. Cuidando da Alimentação do Bebê Quando o bebê não é amamentado e toma mamadeira com formula (leite em pó) ou até mesmo foi iniciado a alimentação com alimentos sólidos é importante que a mamãe comece a incentivar a criança a tomar água.

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A ingestão constante da água, além de hidratar ajuda o bebê eliminar os gases e evacuar com maior facilidade. Também é importante oferecer alimentos que sejam ricos em fibras e também com várias substâncias nutrientes, que contribuam para o bom funcionamento do aparelho digestivo da criança.

Quando for alimentar o bebê , este deve ser posicionado corretamente para mamar, evitando o acúmulo de gases, seja no peito ou na mamadeira, o ideal é que o bebê esteja sempre na posição vertical. A posição correta ajudará a balancear a quantidade de ar ingerido pelo bebê durante a mamada. .

Quando acaba As cólicas é gases do bebê?

O seu bebê (menor do que 100 dias) tem períodos de agitação regulares, todos os dias e parece que você não pode fazer nada para confortá-lo? Isso é muito comum, especialmente entre a tarde e a meia-noite, justamente quando você também está se sentindo cansada dos trabalhos do dia.

Esse período de mau humor pode ser como uma tortura, especialmente se você tiver outras crianças ou trabalho a fazer, mas, felizmente, não dura muito tempo. A permanência dessa agitação dura cerca de três horas por dia por seis semanas e, então, declina para uma ou duas horas por dia até o 3º ou 4º mês, quando desaparece.

Acalmando o bebê após poucas horas, o resto do dia é relativamente tranquilo, não há razão para alarme. O que fazer Se o choro do nenê não para, mas se intensifica e persiste ao longo da tarde ou da noite, pode ser causado por cólicas do recém-nascido. Cerca de 1/5 de todos os bebês desenvolve cólica, geralmente entre a segunda e a quarta semanas.

  1. Ele chora inconsolavelmente, muitas vezes gritando, agitando as pernas e os braços;
  2. Seu estômago pode estar distendido com gases;
  3. O choro pode ocorrer a qualquer hora, embora, frequentemente, piore no início da noite;

Infelizmente, não há explicação definitiva sobre por que isso acontece. Na maioria das vezes, a cólica significa simplesmente que a criança é extraordinariamente sensível à estimulação ou também por ter um sistema nervoso imaturo. Conforme ela amadurece, essa incapacidade de consolar-se, marcada pelo choro constante, vai melhorar.

Geralmente, para por volta dos 3 ou 4 meses, mas pode durar até os 6 meses de idade. Às vezes, nos bebês em aleitamento materno, a cólica pode ser um sinal de sensibilidade a um alimento da dieta da mãe, especialmente à cafeína.

O desconforto pode ser causado mais raramente pela sensibilidade à proteína do leite de vaca. Cólica também pode sinalizar um problema médico, como uma hérnia ou algum tipo de doença. Por isso, converse com seu pediatra tentando caracterizar o melhor possível os sintomas.

Embora não se tenha muito que fazer a não ser esperar pela melhora, existem várias coisas que talvez valha a pena tentar. Primeiro, é claro, consultar seu pediatra para se certificar de que o choro não está relacionado a qualquer condição médica séria que necessite de tratamento.

Em alguns casos, ele poderá receitar algum medicamento. Pergunte a ele qual das seguintes medidas seriam mais úteis:

  1. Se você está amamentando, pode tentar eliminar os produtos lácteos e a cafeína de sua própria dieta.
  2. Se você está alimentando com fórmula para bebês, fale com seu pediatra sobre uma fórmula de hidrolisado de proteína.
  3. Se a sensibilidade aos alimentos está causando o desconforto, as cólicas devem diminuir dentro de alguns dias após essas mudanças.
  4. Não alimente seu bebê a todo o momento, o que pode ser desconfortável. Em geral, tente esperar pelo menos 2h ou 2h30 entre o início de uma alimentação e o início da seguinte.
  5. Uma caminhada com seu bebê no carrinho pode acalmá-lo.
  6. O contato corporal e o movimento irão tranquilizá-lo, mesmo se o desconforto persistir. Balance um pouco ou cante suavemente, pois movimentos rítmicos constante e um som calmante podem ajudar o bebê a adormecer.
  7. Introduzir uma chupeta. Enquanto alguns bebês amamentados podem recusá-la, poderá fornecer alívio imediato para outros.
  8. Deite o bebê de barriga para baixo em seus joelhos e esfregue suas costas ou faça massagem em seu abdome. A pressão contra a barriga pode ajudar a confortá-lo.
  9. Enrole-o em um fino cobertor grande, para que se sinta seguro e aquecido.
  10. Quando você se sente tensa e ansiosa, procure se afastar do bebê, mesmo por uma ou duas horas. Isso vai lhe ajudar a manter uma atitude positiva e menos irritada.

Autor: Dr. José Luiz Setúbal Fonte: Cuidando do seu Bebê e da Criança Pequena: Birth to Age 5 (Copyright © 2009 Academia Americana de Pediatria).

Quanto tempo dura uma crise de cólica no bebê?

Quanto tempo dura uma crise de cólica no bebê? – A crise de cólica do bebê dura em média 3 horas em pelo menos 3 dias por semana, por 3 semanas ou mais. O surgimento da cólica costuma ser em torno de duas a três semanas após o parto. Já no caso dos bebês prematuros, contamos como duas a três semanas depois do dia previsto para o nascimento.

O que pode dar gases no bebê?

Alimentação da Mãe Provoca Gases no Bebê? – A mamãe que amamenta deve ter alguns cuidados com a alimentação, pois tudo que se come é transmitido para o bebê através do leite materno. Através dessa transmissão é possível desencadear os gases no bebê e até mesmo algumas reações alérgicas.

  1. Tem alimentos que possuem uma grande quantidade de fibras e carboidratos, que acabam fermentando e ocorrendo o bebê com gases e todo este processo acaba interferindo na saúde do bebê;
  2. Alguns chás como funcho, camomila e erva doce podem auxiliar na redução de gases na mamãe e no bebê;

Geralmente os alimentos que tendem a produzir gases no bebê e gerar cólicas são: cebola e alho, as leguminosas (ervilha, feijão, lentilha e grão de bico), o ovo, alimentos com lactose, (leite e derivados), nas brássicas (brócolis, repolho, couve e bruxelas), alimentos ricos em amido (milho, macarrão, e batatas).

Além dos alimentos com grãos integrais (farinha de aveia, trigo integral e arroz integral). Estes são alguns dos alimentos que pode provocar ocorrências do bebê com gases, mas pode variar de organismo para organismo.

Portanto é recomendado avaliar quais destes alimentos quando consumidos causam gases no bebê. Dessa forma, reduzindo-os e mantendo uma alimentação balanceada visando reduzir os desconfortos do bebê amamentado. Cuidando da Alimentação do Bebê Quando o bebê não é amamentado e toma mamadeira com formula (leite em pó) ou até mesmo foi iniciado a alimentação com alimentos sólidos é importante que a mamãe comece a incentivar a criança a tomar água.

  • A ingestão constante da água, além de hidratar ajuda o bebê eliminar os gases e evacuar com maior facilidade;
  • Também é importante oferecer alimentos que sejam ricos em fibras e também com várias substâncias nutrientes, que contribuam para o bom funcionamento do aparelho digestivo da criança;

Quando for alimentar o bebê , este deve ser posicionado corretamente para mamar, evitando o acúmulo de gases, seja no peito ou na mamadeira, o ideal é que o bebê esteja sempre na posição vertical. A posição correta ajudará a balancear a quantidade de ar ingerido pelo bebê durante a mamada. .

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