Tumor Cerebral Benigno Quanto Tempo De Vida?

Tumor Cerebral Benigno Quanto Tempo De Vida
Um paciente que possue um tumor cerebral benigno se tratado corretamente, pode sobreviver por muitos e muitos anos com a doença mesmo que o tumor só desenvolva e não desapareça com tratamentos. No entanto se não tratado corretamente pode vir a morrer.

Quanto tempo vive uma pessoa com tumor benigno na cabeça?

Taxa de Sobrevida dos Tumores Cerebrais/SNC

Tipo de Tumor Taxa de Sobrevida em 5 anos
20 a 44 anos 55 a 64 anos
Astrocitoma de baixo grau 73% 23%
Astrocitoma anaplásico 58% 15%
Glioblastoma 22% 6%

Como tratar um tumor benigno na cabeça?

O tumor cerebral é caracterizado pela presença e crescimento de células anormais no cérebro ou nas meninges, que são membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal. Este tipo de tumor pode ser benigno ou maligno e as causas não são bem definidas, mas pode acontecer devido a mutações genéticas ou devido à metástase de câncer de outras partes do corpo, como a partir do câncer de mama, por exemplo.

  1. Os sintomas do tumor cerebral dependem da localização, tamanho e tipo do tumor, porém normalmente causam dor de cabeça intensa, visão embaçada, falta de equilíbrio e até convulsões.
  2. Conheça outros sintomas de tumor cerebral,
  3. O tumor cerebral raramente ocasiona uma metástase, ou seja, se espalha para outras partes do corpo, pois normalmente as células malignas deste tumor se desenvolvem e se proliferam no próprio cérebro.

A maioria dos tumores cerebrais são benignos e possuem limites bem definidos, ou seja, têm cura, podendo ser tratados com cirurgia. No entanto, nos casos de tumor maligno o tratamento pode ser baseado na realização de quimioterapia, radioterapia ou terapia alvo. Tumor Cerebral Benigno Quanto Tempo De Vida

O que é um tumor benigno na cabeça?

A presença de um nódulo na região da cabeça e pescoço pode trazer preocupações e incertezas para quem nota essa alteração no corpo. O tipo de nódulo mais comum é encontrado na tireoide entre as mulheres. Em cerca de 95% dos casos, esse nódulo é um bócio ou tireoidite, ou seja é benigno. Mas afinal, o que significa uma lesão ou um tumor ser benigno? Tumor Cerebral Benigno Quanto Tempo De Vida O tumor benigno é um conjunto de células anormais que se multiplicam mais do que deveriam, mas esse tumor é classificado como benigno porque terá um crescimento mais lento e não tem a predisposição para invadir áreas próximas ou se espalhar para outras regiões.

Para saber se um tumor de cabeça e pescoço é benigno é necessário passar pela avaliação médica e realizar alguns exames. Entenda como um tumor benigno se forma, quais os seus tipos, a diferença para um câncer e os pontos de atenção que deve se ter nesses casos. Como um tumor benigno se forma? O tumor, também chamado de neoplasia, surge do crescimento acelerado de células cujo DNA sofreu mutação.

Para entender como isso ocorre, é preciso relembrar as aulas de biologia na escola. O corpo humano é composto por trilhões de células, cujas funções são essenciais para a vida. As células estão envolvidas em diversos processos, como alimentação e respiração, com importância no metabolismo e na estrutura do corpo.

  1. Todas essas células tem uma função e um tempo de vida.
  2. Para que elas continuem a existir e manter o corpo vivo, essas estruturas realizam processos de divisão celular, chamados de mitose, que ajudam na renovação do corpo, na regeneração celular (para quando você se machuca, por exemplo), entre outras funções vitais.

No entanto, pode ocorrer das células de algum órgão ou tecido se multiplicarem de forma desordenada, por causa de uma alteração da estrutura genética (DNA) – conhecida como “mutação”. Na maioria dos casos, o sistema imunológico defende o corpo dessas mutações celulares ao ativar mecanismos de defesa que interrompem o processo, eliminando-as.

Se o sistema imunológico não desempenhar devidamente sua função, esse crescimento desordenado de células nesta estrutura do corpo pode gerar um tumor – que pode ser benigno ou maligno Quais as diferenças entre um tumor benigno e maligno? A principal diferença entre os tumores benignos e malignos é a capacidade deste tumor de se espalhar para outras regiões/órgãos do corpo.

Se ficar presente somente no tecido ou órgão que teve origem, geralmente é um tumor benigno; caso possa afetar estruturas próximas e se alastrar em um processo chamado metástase, é maligno.

Quais os sintomas de um tumor benigno na cabeça?

Publicado em: 17/01/2018 – 22:01:00 Os sinais e sintomas que podem levar pacientes à hipótese diagnóstica de um tumor cerebral podem ser comuns a várias doenças diferentes, como AVCs, quadros psiquiátricos, meningite ou alterações metabólicas em intoxicações.

Dor de cabeça intensa, como uma pressão no crânio, acompanhada de náuseas, vômitos (especialmente ao acordar) e visão embaçada, sonolência Convulsões Perda da audição ou visão ou dormência de alguma parte do corpo Dificuldades motoras, ou para caminhar, ou executar tarefas simples Alterações de personalidade ou de raciocínio Dificuldade para falar

“É importante não se apavorar ao perceber algum desses sinais. Se um tumor cerebral for de fato diagnosticado, vale saber que muitos são benignos e outros tantos tratáveis com cirurgia, radioterapia, ou outras condutas terapêuticas”, comenta Dr. Sérgio Hideki Suzuki, da nossa equipe de Neurocirurgia.

Quais as chances de um tumor benigno voltar?

Depois da retirado um tumor maligno ou benigno ele tende a se manifestar novamente? Quando o paciente é submetido à remoção de um tumor, seja ele benigno ou maligno, é preciso observar que tipo de ressecção (remoção) foi possível realizar, ou seja, se total ou parcial.

  • Os tumores benignos quando removidos totalmente, em geral, não se manifestam novamente (não recidivam).
  • Entretanto, quando a ressecção é parcial, a recidiva tumoral é certa.
  • Em que situação não se pode remover totalmente o tumor? O que determina a remoção parcial de um tumor é o o grau de extensão em que ele envolve o órgão (dimensões aumentadas e comprometimento de estruturas vizinhas nobres) ou limitações técnicas de um cirurgião pouco experiente, que desconheça os princípios das operações oncológicas.
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Nos tumores malignos pode acontecer o mesmo, tanto uma remoção total como parcial. Muitas vezes, a ressecção parcial tem objetivo paliativo, ou seja, diminuir os sintomas ou complicações decorrentes do crescimento tumoral, sem objetivar a cura. É muito importante que se faça o acompanhamento do paciente após a cirurgia, para que se possa detectar precocemente as recidivas tumorais e, consequentemente, antecipar um tratamento de resgate.

Que tipo de lesões podem ocorrer em um órgão, em uma operação para retirada de tumor? Às vezes, para se retirar um tumor maligno, é necessário a retirada de uma parte do órgão em que ele está localizado. Em caso de câncer no cérebro, o paciente poderá ficar com lesões neurológicas. Se for no pulmão, poderá ficar com falta de ar, dependendo da extensão do pulmão a ser retirado.

Muitas vezes, há necessidade de se amputar um membro (nos casos de câncer ósseo) para salvar o paciente. A cirurgia da próstata (prostatectomia radical) pode acarretar sequelas permanentes como impotência e incontinência urinária – clique no link azul e leia o artigo completo sobre câncer de próstata,

Pode-se dizer também que um paciente pode viver satisfatoriamente com apenas um dos órgãos duplos, como os rins, por exemplo, ou até mesmo sem o estômago, parte do intestino grosso ou o baço. Qual o tratamento mais eficaz para a cura do câncer? Cirurgia ou quimioterapia? Quando se estabelece o diagnóstico de um tumor maligno, torna-se necessário se fazer também o estadiamento da doença.

Estadiar um câncer é determinar qual a extensão em que a doença se encontra. Em outras palavras, verificar quais os órgãos do corpo foram acometidos pelo tumor, determinando se o câncer é com crescimento exclusivamente local, ou se há disseminação para outros órgãos – clique no link azul e leia sobre metástase,

  1. Na primeira situação (câncer exclusivamente local), a melhor opção de tratamento é a cirurgia.
  2. Entretanto, a cirurgia poderá ser ou não realizada dependendo do órgão e do grau de extensão do acometimento, assim como, as condições clínicas do paciente.
  3. Quando é possível a extração total do tumor, a possibilidade de cura existe.

Caso contrário, poderá persistir a doença microscópica residual local ou a distância e ocorrer a recidiva da doença (ressurgimento).

Quanto tempo leva para crescer um tumor benigno?

O tempo varia conforme as características da célula cancerosa. Por isso, é importante realizar exames de rotina – O desenvolvimento do câncer acontece quando, durante a multiplicação das células, ocorre uma mutação genética e ela faz com que as células passem a se reproduzir descontroladamente.

Entretanto, para que uma neoplasia se forme, é preciso que o DNA sofra mais de uma alteração e que alguns mecanismos de controle celular falhem. Todo esse processo pode levar semanas, meses ou até mesmo anos. No ciclo de vida de uma célula saudável, ela “nasce”, desempenha sua função e depois de ficar “velha”, sofre a morte celular programada, chamada de apoptose,

Se, em algum momento desse processo, a célula passar por eventos genéticos e moleculares que afetem a sua proliferação e diferenciação, ela pode vir a se transformar em uma célula cancerosa, “Apenas uma mutação não é suficiente para gerar um tumor. Isto é, é preciso uma sucessão de eventos e de alterações cronologicamente sequenciadas que, com o tempo, se acumulam e vão passando de uma etapa para outra na carcinogênese (formação do câncer)”, explica o Dr. Tumor Cerebral Benigno Quanto Tempo De Vida

O que fazer quando o tumor é benigno?

Tumores benignos crescem devagar e de forma limitada; já os tumores malignos, em geral, crescem rápido e tendem a ser invasivos – Apesar dos tumores algumas vezes serem cancerígenos, tumor e câncer não são sinônimos. Tumor se refere a um crescimento celular anormal em qualquer parte do corpo. Já os tumores malignos (ou cancerígenos) acontecem quando uma célula do organismo passa a se replicar de maneira desordenada e descontrolada. Esses tumores, em geral, crescem rapidamente e podem se espalhar pelo corpo, invadindo tecidos vizinhos. Nesses casos, o tumor é chamado de câncer 2,

O tratamento dos tumores benignos é realizado, na maioria das vezes, por meio de cirurgia. O médico retira todo o tumor e, em geral, isso resolve o problema, curando o paciente. No caso dos tumores malignos, o tratamento pode seguir a linha tradicional, com radioterapia, quimioterapia e, eventualmente, cirurgia.

Em muitos casos pode-se adotar, também, a imunoterapia, que usa o próprio sistema imunológico do paciente no combate ao tumor. Quanto mais cedo se descobre o tumor maligno, e quanto mais adequado é o tipo de tratamento, maiores são as chances de cura 2, 3,

Como se comporta os tumores benignos?

3 minutos para ler Basicamente, a diferença entre benigno e maligno é definida pela aparência e estrutura das células atacadas. Saiba mais. Por Dra. Lucíola de Barros Pontes, oncologista do Hospital Israelita Albert Einstein / CRM SP 126 540 Sem tempo para ler? Clique no play abaixo para ouvir esse conteúdo! Os tumores benignos são constituídos por células bem semelhantes às que os originaram e não possuem a capacidade de provocar metástases.

  1. Já os malignos são agressivos e possuem a capacidade de infiltrar outros órgãos.
  2. Por definição tumores malignos são câncer.
  3. A multiplicação celular é “controlada” pelos chamados oncógenes ativadores, que regulam o crescimento e a morte da célula.
  4. No tumor benigno há uma mutação na estrutura genética dos oncógenes, mas nada capaz de “descontrolá-la”.

O mesmo não ocorre com os tumores malignos, que crescem sem controle por conta da alteração genética.

O que causa um tumor benigno?

Tumor Cerebral Benigno Quanto Tempo De Vida Mioma, Fibroadenoma, Lipoma, Hemangioma. Você provavelmente já deve ter ouvido alguns desses nomes. Estes são tumores benignos, mas você sabe o que eles são, de fato? Tumores benignos são lesões causadas pelo crescimento anormal de nossas células. Porém, diferentemente dos tumores malignos, eles não possuem capacidade de se espalhar pelo nosso organismo.

Tem como característica o crescimento local e lento. Suas células, quando observadas sob o microscópio, são bem parecidas com as células normais que as originaram. Existem inúmeros tumores benignos e qualquer órgão do corpo pode desenvolvê-los. A maioria é assintomático e geralmente descobertos através de exames realizados por outros motivos.

Os sintomas, quando presentes, dependerão do seu tipo e localização, pois estão relacionados à célula de origem e ao chamado “efeito de massa” do crescimento local do tumor. Incluem: Dor, diminuição do fluxo sanguíneo, diminuição da acuidade visual, sangramento e anemia.

  1. Quando originados de células produtoras de hormônio, podem levar à Doença de Cushing, hipoglicemia, hipertireoidismo, acromegalia e outras.
  2. Seu manejo pode ser expectante ou, quando indicado tratamento, pode ser cirúrgico, medicamentoso ou outras modalidades.
  3. É importante saber que a maioria dos tumores benignos não possuem risco de desenvolvimento e/ou evolução para o câncer.
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Converse com seu médico, ele é o profissional indicado para lhe orientar, indicar tratamento e acompanhamento de seu caso.

Quais os riscos de uma cirurgia de tumor cerebral?

Acúmulo de líquido cefalorraquidiano – Alguns pacientes têm ou desenvolverão um problema com a circulação ou absorção do líquido da coluna vertebral. O líquido cefalorraquidiano (CSF) é produzido dentro do cérebro, viaja pelos ventrículos do cérebro e pela coluna vertebral, e é absorvido na superfície do cérebro.

Se o fluxo estiver bloqueado, ou se a absorção do fluido estiver prejudicada, o fluido pode se acumular e causar pressão sobre o cérebro. O acúmulo de fluido pode ser tratado pela drenagem externa ou interna do fluido para outra parte do corpo em um procedimento chamado de derivação. O fluido geralmente é drenado dos ventrículos do cérebro para o abdômen (shunt ventriculo-peritoneal ou mais conhecida como Derivação Ventrículo Peritoneal).

A escolha do tratamento e a decisão sobre quando realizar uma operação devem ser determinadas por um neurocirurgião. É importante ter em mente que a cirurgia tem suas limitações. Embora todas as precauções sejam tomadas para evitar complicações, os riscos potenciais podem incluir infecção, sangramento excessivo durante e após a cirurgia, dificuldade de deglutição, acidente vascular cerebral, convulsões, fraqueza ou paralisia e outros problemas.

Qual o tumor cerebral mais perigoso?

1. Gliomas – Consiste em um grupo de tumores que se originam nas células gliais, um tipo específico de neurônio, Há vários tipos de gliomas, como os astrocitomas, ependimomas e oligodendrogliomas, com características, comportamento e agressividade distintas.

Os gliomas representam cerca de 30% de todos os tumores cerebrais, Existem aqueles de crescimento mais lento como o oligodendroglioma e o ependimoma, e gliomas de crescimento mais rápido como o glioblastoma multiforme (GBM), um tipo de astrocitoma (tumor proveniente dos astrócitos), que requer tratamento mais agressivo.

O GBM é o tipo mais comum e agressivo de tumor maligno do cérebro, correspondendo a 15% de todos os tumores cerebrais. Mais comum em pessoas acima de 60 anos e apresentam prognóstico desfavorável, com sobrevida média após o diagnóstico de 12-18 meses com tratamento, e 3 meses sem tratamento.

Quanto tempo para se recuperar de uma cirurgia na cabeça?

Como a cirurgia no cérebro é uma grande operação, geralmente leva de 4 a 8 semanas para se recuperar da cirurgia no cérebro. De alguma forma, as incisões podem ficar doloridas por cerca de cinco dias após a cirurgia.

Qual tumor cresce mais rápido?

O câncer costuma aparecer sem “aviso prévio”? Uma das características peculiares nas doenças oncológicas é o seu surgimento e crescimento silenciosos. Os sintomas e sinais decorrentes do crescimento de um tumor são decorrentes da invasão ou compressão do órgão acometido.

  1. Dependendo do órgão, da localização e da velocidade do crescimento do tumor, os sintomas podem aparecer dias ou meses após o surgimento do câncer.
  2. O tempo é crucial no tratamento do câncer, e quanto mais cedo a doença for diagnosticada, mais chances de cura terá o paciente.
  3. Nesse fato reside a importância do diagnóstico e detecção precoce do câncer por meio de exames de check-up, direcionados de acordo com a idade e o sexo de cada indivíduo.

Atualmente, os avanços na medicina propiciaram a diminuição do tempo entre o diagnóstico e o começo do tratamento. Qual a velocidade do crescimento de um tumor? Em que estágio ele pode ser palpável? Os tumores benigno s crescem, em geral, de uma forma muito lenta.

  1. Leia: Diferença entre tumor maligno e benigno A velocidade do crescimento de um tumor maligno é muito variável.
  2. Há tumores que, normalmente, crescem de uma maneira rápida, como nos casos de leucemia, câncer de testículo e linfoma agressivo.
  3. Leia: leucemia e linfomas,
  4. Há tumores malignos com crescimento mais lento, como, por exemplo, os de intestino,

A velocidade também depende do tamanho que o tumor já atingiu. Em um tumor que pesa 2 g (dois gramas), a fração de células que estão em duplicação é de 100%, enquanto que em um tumor de 5 kg (cinco quilos), apenas 7% das células estão em duplicação. Ou seja, quanto maior o tamanho já atingido por um tumor, menor se torna a sua velocidade de crescimento.

  1. Entretanto, quanto mais rápido cresce um tumor, em geral, melhor eles respondem à quimioterapia,
  2. Porém, o mais importante é o diagnóstico precoce.
  3. Navegue pelo nosso site e leia mais artigos na categoria ONCOLOGIA Conteúdo do livro MEDICINA – MITOS & VERDADES (Carla Leonel ) Capítulo de oncologia.
  4. Médico responsável Dr.

Rene Gansl (Médico oncologista do Hospital Israelita Albert, Leia também matérias relacionadas: • Tipos de câncer e sintomas • Tumor benigno pode se tornar maligno? • O que é o câncer? • O que é metástase • O câncer é hereditário? • Por que eu tenho câncer? • Quando sedar um paciente • Câncer em crianças Todos os direitos reservados.

Qual a gravidade de um tumor na cabeça?

‘Em quase todas as áreas do cérebro, os tumores podem causar convulsões, embora isso seja mais comum nos lobos frontais e temporais. Quando são grandes, podem causar dores de cabeça. Além disto, alguns tumores podem sangrar e levar a pioras neurológicas repentinas’, completa.

Qual o tumor cerebral mais comum?

Tratamentos específicos por tipo de tumor – Astrocitomas não infiltrativos: esses tumores incluem os astrocitomas juvenis pilocíticos, que geralmente atingem o cerebelo de indivíduos jovens, e os astrocitomas subependimais de células gigantes, quase sempre associados à esclerose tuberosa.

  1. Na maioria desses casos, os astrocitomas são curados com cirurgia apenas.
  2. Pacientes com mais idade, porém, têm menos chances de cura.
  3. Radioterapia pode ser usada se o tumor não for completamente removido por cirurgia.
  4. Astrocitomas de baixo grau (astrocitomas infiltrativos ou difusos): como esses tumores infiltram o tecido cerebral normal, não podem ser curados por meio de cirurgia.

Depois que a maior parte possível do tumor é retirada, o paciente costuma ser submetido à radioterapia, que pode ser adiada nos pacientes mais jovens para verificar se o tumor progride. Astrocitomas de alto grau (astrocitomas anaplásicos e glioblastomas multiformes): depois que a maior parte possível do tumor é removida, o paciente é tratado com radioterapia, associada ou seguida por quimioterapia.

Oligodendrogliomas: esses tumores infiltrativos não costumam ser curados por meio de cirurgia, embora ela possa aliviar sintomas e prolongar a sobrevida. Um bom número de pacientes, porém, beneficia-se com o tratamento quimioterápico. Ependimomas: em alguns casos, esses tumores podem ser curados apenas com cirurgia, mas, na maioria das vezes, não podem ser completamente removidos na operação.

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A radioterapia tem se mostrado útil para retardar novo crescimento do tumor e a quimioterapia também pode ajudar alguns pacientes. Meningeomas: podem ser curados se completamente removidos na cirurgia. Alguns, particularmente os situados na base do crânio, não podem ser retirados na operação.

  1. Nesses casos, ou quando o tumor volta depois de totalmente retirado, a radioterapia pode controlar o novo crescimento do tumor.
  2. Como seu crescimento é lento, meningeomas pequenos ou assintomáticos, especialmente em idosos, podem ser apenas monitorados, e não tratados.
  3. Schwannomas: São geralmente benignos e podem ser curados com remoção cirúrgica.

No caso dos schwannomas malignos, a radioterapia costuma ser usada após a cirurgia.

Quanto tempo leva para um tumor benigno virar maligno?

“Uma vez detectado um tumor, deve-se partir para o seu diagnóstico, ou seja, qual tipo de células ele apresenta e de onde ele surgiu. Isso é possível de se determinar quando se consegue colher material desse tumor, através de um exame de biópsia. Por meio de várias técnicas, o patologista chega à conclusão de que um tumor é benigno ou maligno, pelo estudo do material colhido na biópsia” explica o médico Rene Gansl, autor do capítulo de oncologia do livro Medicina Mitos e Verdades (Carla Leonel).

Os tumores benignos apresentam algumas características peculiares: habitualmente são massas compactas, bem delimitadas, não invadindo os órgãos vizinhos; geralmente têm crescimento lento e progressivo, podendo, algumas vezes, chegar a uma pausa e até mesmo regredir, além de não apresentarem a capacidade de ocasionar metástases.

Metástase é o nome que se dá quando células cancerosas se espalham para órgãos vizinhos ou para os órgãos distantes, neste caso, através dos vasos sanguíneos ou linfáticos. Clique no link azul e saiba mais sobre metástase, O tratamento dos tumores benignos consiste sempre em sua remoção cirúrgica.

  1. Algumas vezes, quando diagnosticados tardiamente, alguns deles não conseguem ser removidos cirurgicamente, devido a dimensões aumentadas e/ou pela localização em lugar nobre como, por exemplo, um tumor benigno cerebral – meningioma,
  2. É raro um tumor benigno causar a morte do paciente.
  3. Entretanto alguns tumores benignos, como pólipos intestinais, podem se transformar em tumores malignos ao longo dos anos e, por esse motivo, devem prontamente ser retirados durante a colonoscopia” orienta o oncologista Rene Gansl.

Artigo relacionado: • Diferença entre tumor maligno e benigno Clique no link e leia mais matérias sobre oncologia Informações do livro Medicina Mitos e Verdades (Carla Leonel) – Editora CIP. Capítulo de oncologia. Médico responsável Dr. René Gansl Todos os direitos reservados.

Como é o tratamento de um tumor benigno?

Tumores benignos crescem devagar e de forma limitada; já os tumores malignos, em geral, crescem rápido e tendem a ser invasivos – Apesar dos tumores algumas vezes serem cancerígenos, tumor e câncer não são sinônimos. Tumor se refere a um crescimento celular anormal em qualquer parte do corpo. Já os tumores malignos (ou cancerígenos) acontecem quando uma célula do organismo passa a se replicar de maneira desordenada e descontrolada. Esses tumores, em geral, crescem rapidamente e podem se espalhar pelo corpo, invadindo tecidos vizinhos. Nesses casos, o tumor é chamado de câncer 2,

  1. O tratamento dos tumores benignos é realizado, na maioria das vezes, por meio de cirurgia.
  2. O médico retira todo o tumor e, em geral, isso resolve o problema, curando o paciente.
  3. No caso dos tumores malignos, o tratamento pode seguir a linha tradicional, com radioterapia, quimioterapia e, eventualmente, cirurgia.

Em muitos casos pode-se adotar, também, a imunoterapia, que usa o próprio sistema imunológico do paciente no combate ao tumor. Quanto mais cedo se descobre o tumor maligno, e quanto mais adequado é o tipo de tratamento, maiores são as chances de cura 2, 3,

Quanto tempo uma pessoa com tumor vive?

Quase metade dos sobreviventes morre de outras causas. Doença cardíaca é a principal causa de morte entre eles. – Um estudo da Universidade Virginia Commonwealth, nos Estados Unidos, realizado com pacientes com câncer indica que quase metade dos sobreviventes morre por outras condições de saúde que não a doença, mesmo diante da possibilidade de remissão.

  • Os resultados foram apresentados na reunião anual da Associação Americana para a Pesquisa do Câncer (AACR, na sigla em inglês) de 2012, que acontece até essa quarta-feira (4).
  • Cientistas do departamento de Epidemiologia e Saúde Comunitária da Virginia Commonwealth University avaliaram 1.807 pessoas que sobreviveram ao câncer de pulmão, mama, próstata, cólo de útero e colo retal, participantes de pesquisas nacionais sobre saúde e nutrição.

“Percebemos que as taxas de mortalidade para alguns tipos de câncer, como o de mama, havia diminuído”, disse Yi Ning, um dos autores do estudo. “Sobreviventes do câncer vivem muito mais tempo do que viviam há várias décadas. Assim, com este grande grupo de sobreviventes do câncer, precisamos prestar mais atenção a saúde geral deles”.

  • Estes resultados indicam que os sobreviventes do câncer poderiam se beneficiar de uma abordagem de saúde mais abrangente e menos focada no câncer.
  • Os pesquisadores acompanharam os pacientes por mais de 18 anos.
  • Durante o período, 776 pacientes considerados “sobreviventes do câncer” morreram.
  • Destes, 51% foi em decorrência de câncer e 49% por outras problemas de saúde.

A doença cardiovascular foi a principal causa de mortes não oncológicas. Os pesquisadores descobriram ainda que os pacientes que sobreviveram por mais tempo após o diagnóstico inicial do câncer, tenderam a morrer em decorrência de outra doença. Ao todo, 32,8 % morreram de outra condição dentro de cinco anos de diagnóstico comparado com 62,7% depois de 20 anos.

  • Com quase metade dos sobreviventes de câncer que morreram por outras causas, Ning, disse que os médicos e os pacientes devem melhorar os esforços para gerenciar esses riscos.
  • Após a detecção do câncer, os médicos e sobreviventes da doença dão menos atenção à prevenção e ao tratamento de outras doenças e complicações.

Mas nós não devemos negligenciar outros aspectos da saúde, porque estamos focados em câncer e ignorar outras condições crônicas.”

Qual a gravidade de um tumor na cabeça?

‘Em quase todas as áreas do cérebro, os tumores podem causar convulsões, embora isso seja mais comum nos lobos frontais e temporais. Quando são grandes, podem causar dores de cabeça. Além disto, alguns tumores podem sangrar e levar a pioras neurológicas repentinas’, completa.

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