Quais Os Peixes Que Causam A Doença Da Urina Preta?

Quais Os Peixes Que Causam A Doença Da Urina Preta
Resposta: A doença da urina preta ou Doença de Haff é causada por uma toxina que pode ser encontrada em determinados peixes como o tambaqui, o badejo e a arabaiana ou crustáceos (lagosta, lagostim, camarão).

Quais peixes estão contaminados com a urina preta?

A doença da urina preta ou Doença de Haff é causada por uma toxina que pode ser encontrada em determinados peixes como o tambaqui, o badejo e a arabaiana ou crustáceos (lagosta, lagostim, camarão). Quando o peixe não foi guardado e acondicionado de maneira adequada, ele cria uma toxina sem cheiro e sem sabor.

Como saber se o peixe tem a doença da urina preta?

A Fiocruz Bahia participou de um estudo do Centro de Informações Estratégicas e Vigilância em Saúde (Cievs) da Secretaria Municipal de Saúde de Salvador com o objetivo de investigar casos da doença de Haff detectados entre janeiro de 2016 e janeiro de 2021.

A pesquisa buscou descrever as características clínicas dos casos, identificar fatores associados, estimar a taxa de ataque associada ao consumo de um peixe relacionado ao surgimento de casos e investigar a presença de biotoxinas e metais em espécimes de peixes relacionados. A doença de Haff é uma causa rara de rabdomiólise, síndrome provocada por lesão muscular que resulta na elevação dos níveis séricos de creatina fosfoquinase (CPK) e, em alguns casos, provoca escurecimento da coloração urina, variando de avermelhada a marrom, característica que tornou a enfermidade popularmente conhecida como “doença da urina preta”.

A rabdomiólise na doença de Haff tem rápido início, após o consumo de certos peixes e crustáceos cozidos, sugerindo que toxinas estáveis ​​ao calor, ainda desconhecidas, são a causa da doença. Os resultados do trabalho, coordenado por Cristiane Cardoso, do Cievs Salvador, e pelo pesquisador da Fiocruz Bahia, Guilherme Ribeiro, foram publicados no periódico Lancet Regional Health – Americas,

No artigo, os pesquisadores relatam que a teoria mais aceita é que os peixes e crustáceos não produzem eles mesmos as toxinas, mas acumulam no seu corpo compostos produzidos por outros organismos, como microalgas, através da cadeia alimentar. Seis amostras de peixes passaram por análises laboratoriais: duas eram sobras de uma refeição relacionadas a dois casos da doença, ambos com evidências laboratoriais de rabdomiólise; outras duas foram obtidas de casos isolados com altos níveis de CPK; e as duas últimas eram amostras frescas obtidas em uma peixaria local, onde alguns pacientes haviam comprado peixes.

Com o apoio dos colaboradores da Universidade do Paraná e do Instituto Federal de Santa Catarina, a pesquisa detectou compostos do tipo palitoxina nas amostras de espécie de água salgada conhecida como “olho de boi”, que pode ser a provável fonte de contaminação.

Não foi detectada a presença de metais como arsênio, cádmio e chumbo nos peixes. Os pesquisadores também realizaram análise de sangue, fezes e urina dos participantes e coletaram informações, como dados demográficos, manifestações clínicas e exposições epidemiológicas; se tiveram contato com animais e água da chuva; se fizeram refeição em restaurantes; uso de drogas ilícitas e medicamentos; exercício físico; viagem na semana anterior ao início dos sintomas; e vacinação.

Ainda foram analisados indivíduos que comeram o mesmo peixe suspeito e não apresentaram sintomas. No período entre 2016 e 2017, foram investigados 65 casos. Destes, 66% tinham níveis elevados de CPK, 88% foram hospitalizados, 26% necessitaram de cuidados intensivos e 7% de diálise.

Qual é o peixe que está contaminado?

Quais Os Peixes Que Causam A Doença Da Urina Preta O Centro de Informações Estratégicas e Vigilância em Saúde (CIEVS) da Secretaria Municipal de Saúde de Salvador, em parceria com a Fiocruz Bahia e outros colaboradores, realizou um estudo com o objetivo de investigar casos da doença de Haff detectados entre janeiro de 2016 e janeiro de 2021.

A pesquisa buscou descrever as características clínicas dos casos, identificar fatores associados, estimar a taxa de ataque associada ao consumo de um peixe relacionado ao surgimento de casos e investigar a presença de biotoxinas e metais em espécimes de peixes. A doença de Haff é uma causa rara de rabdomiólise, síndrome provocada por lesão muscular que resulta na elevação dos níveis séricos de creatina fosfoquinase (CPK) e, em alguns casos, provoca escurecimento da coloração urina, variando de avermelhada a marrom, característica que tornou a enfermidade popularmente conhecida como “doença da urina preta”.

A rabdomiólise na doença de Haff tem rápido início, após o consumo de certos peixes e crustáceos cozidos, sugerindo que toxinas estáveis ​​ao calor, ainda desconhecidas, são a causa da doença. Os resultados do trabalho, coordenado por Cristiane Cardoso, do CIEVS Salvador, e pelo pesquisador da Fiocruz Bahia, Guilherme Ribeiro, foram publicados no periódico Lancet Regional Health – Americas,

No artigo, os pesquisadores relatam que a teoria mais aceita é que os peixes e crustáceos não produzem eles mesmos as toxinas, mas acumulam no seu corpo compostos produzidos por outros organismos, como microalgas, através da cadeia alimentar. Seis amostras de peixes passaram por análises laboratoriais: duas eram sobras de uma refeição relacionadas a dois casos da doença, ambos com evidências laboratoriais de rabdomiólise; outras duas foram obtidas de casos isolados com altos níveis de CPK; e as duas últimas eram amostras frescas obtidas em uma peixaria local, onde alguns pacientes haviam comprado peixes.

Com o apoio dos colaboradores da Universidade do Paraná e do Instituto Federal de Santa Catarina, a pesquisa detectou compostos do tipo palitoxina nas amostras de espécie de água salgada conhecida como “olho de boi”, que pode ser a provável fonte de contaminação.

Como saber se o peixe está contaminado?

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Publicado: Sexta, 10 de Setembro de 2021, 15h22 Última atualização em Sexta, 10 de Setembro de 2021, 15h22

Com dezenas de casos já registrados no estado do Amazonas e a suspeita recente de um óbito no município de Santarém, no Pará, alguns municípios estão proibindo a venda de peixe no estado e emitindo alertas sobre a comercialização do pescado. A medida visa controlar possíveis casos da doença de Haff, ou “doença da urina preta”, sintoma físico mais característico da doença adquirida a partir do consumo de peixe contaminado.

O assunto vem preocupando autoridades, produtores e consumidores na região. Para a pesquisadora Rosália Furtado Souza, coordenadora do curso de Engenharia de Pesca da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), só a proibição não é o ideal e pode causar sérios prejuízos ao sistema produtivo do estado.

“Nem todos os peixes são oriundos do extrativismo, e nem todos os peixes podem ser contaminados com a toxina causadora da doença. Proibir a venda total de pescado envolve desde o sustento de muitas famílias até mudanças no hábito alimentar de toda uma população”, diz.

  • Segundo a pesquisadora, o foco dos órgãos de fiscalização precisa ser urgentemente em organizar o rastreio desse pescado, para não prejudicar a piscicultura.
  • Nossa cadeia produtiva ainda é muito desorganizada, mesmo o Pará sendo o grande produtor nacional de pescado.
  • É necessário saber a procedência desse peixe, a guia de trânsito dele, como ele pode ser rastreado, e assim criar um selo, dando mais segurança ao consumidor e ao produtor.
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A legislação existe, é preciso implementá-la sem prejudicar o cultivo”, afirma. A professora explica que há várias suposições que precisam ser pesquisadas para que se descubra o que está causando o problema. “Pode ser contaminação do rio, por exemplo, por dejetos humanos, dejetos da indústria, que propicia a proliferação da algas que serve de alimentação para os peixes.

  1. Os casos registrados no estado têm se concentrado na região do baixo Amazonas, que encontra-se no período de estiagem, quando há redução do volume na renovação da água nos ambientes naturais permitindo a proliferação de algas.
  2. Porém, são apenas suposições, haja visto que há casos de contaminação de peixes marinhos.

A contaminação pode ser também no manuseio do pescado, que é mal acondicionado sem as condições adequadas de conservação, que também precisa ser investigado. Há várias suposições que necessitam de pesquisa e análise para que se descubra o que está ocasionando essa contaminação”, diz.

Quais são os peixes que contêm mercúrio?

Animação explica a origem do mercúrio, seus riscos à saúde e traz uma lista de peixes da Amazônia que são mais indicados ao consumo Texto: Thaís Herrero | 1 de março de 2021 Muitos estudos têm apontado que os peixes da Amazônia estão contaminados por mercúrio, trazendo riscos à saúde da população.

Mas afinal de onde vem esse mercúrio? E qual a saída para se alimentar de forma segura? São essas dúvidas que o vídeo “Nossos peixes têm mercúrio?” vem explicar. A história mostra José, um menino de uma comunidade de pescadores que está preocupado querendo saber se comer peixe faz mal. Então, um médico explica para ele que não faz mal, mas é preciso fazer as escolhas certas e evitar peixes que possam estar contaminados.

O mercúrio é um metal líquido que chega no fundo do rio principalmente pelo seu uso no garimpo. Peixes mais velhos e carnívoros são os que mais acumulam mercúrio no corpo ao longo de sua vida e, por isso, devem ser evitados. Entre os peixes mais contaminados por mercúrio estão o pirarucu, a piranha, o tucunaré, o trairão e o mandubé.

  • Uma pesquisa publicada em agosto de 2020 revelou que as espécies mais consumidas no estado do Amapá são também as mais contaminadas por mercúrio.
  • As análises apresentaram peixes com mercúrio em níveis de contaminação maior do que o limite aconselhado pela Organização Mundial da Saúde para consumo humano.

Uma vez que os pescados são a base da alimentação de famílias que vivem na Amazônia, como a de José, o vídeo traz a mensagem de que é possível comer de forma segura desde que controlemos a quantidade e escolhamos peixes menores e herbívoros. Alguns dos peixes mais seguros de serem consumidos são: arraia, aracu, pacu, acari, sarda, branquinha, tainha e pirapitinga.

Riscos para a saúde A contaminação por mercúrio é mais grave para mulheres grávidas, que podem ter dificuldades na gestação, sendo que o bebê também pode nascer com problemas. Em crianças os riscos também são grandes. Elas podem apresentar dificuldade para falar, aprender e de se lembrar de coisas. Adultos em geral, quando estão com altos níveis de mercúrio no corpo, sofrem de dores de cabeça, tremores, visão reduzida, podem desenvolver problemas de coração e se sentem mais cansados.

Eles também não conseguem dormir bem e têm a memória prejudicada. A animação foi produzida pela Frankfurt Zoological Society do Peru e traduzida e adaptada pelo Instituto Iepé e pela Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP-Fiocruz).

Tem cura a doença da urina preta?

A doença não possui tratamento específico. Observar a cor da urina (escura) como sinal de alerta e o desenvolvimento de rabdomiólise, pois neste caso, o paciente deve ser rapidamente hidratado durante 48 ou 72 horas.

Qual o peixe que causa a doença de Haff?

A síndrome de Haff é causada por uma toxina que pode ser encontrada em peixes como o tambaqui, o badejo, a arabaiana ou em crustáceos, como a lagosta, o lagostim e o camarão.

Qual o peixe mais sujo do mundo?

Peixe Panga – do rio mais poludo do Vietnam para a mesa dos campistas Esdras Quais Os Peixes Que Causam A Doença Da Urina Preta A cada dia que passa, todos os pesadelos previstos nos livros de fico cientfica parecem se materializar. Entre eles a manipulao da alimentao oferecida populao pelas megacadeias de supermercados, sempre priorizando o lucro acima de todas as outras coisas.

Atualmente, isso pode ser facilmente percebido pela populao de Campos e regio nas prateleiras dos mega supermercados que se estabeleceram por aqui. So centenas de produtos com a validade perto do fim, sobras de produtos que no foram bem vendidos nas capitais e at produtos de qualidade duvidosa e que podem oferecer perigo sade, como o Peixe Panga, uma novidade que tomou conta das prateleiras de pescados dos maiores supermercados do municpio.

Perigoso invasor estrangeiro Importado do Vietnam, o Panga tambm chamado de peixe-gato e conhecido em inmeros pases do mundo por ter, segundo pesquisas internacionais, elevados nveis de produtos txicos e bactrias. Ainda assim, o Brasil comercializa o alimento em formato de filetes ultracongelados, atravs de vrias empresas, entre elas o poderoso frigorfico Leardini Pescados, a primeira empresa a importar o famigerado peixe-gato.

Panga em Campos Em Campos, este peixe vem sendo amplamente comercializado, apesar de estudos internacionais demonstrarem a toxicidade do alimento e, diante de uma fiscalizao nitidamente fraca por parte de rgos brasileiros, quais so, de fato, os riscos aos quais o consumidor est exposto? Os riscos do Panga Cientificamente, o peixe Panga conhecido como Pangasius hypophthalmus.

Ele um peixe de gua doce, geralmente produzido em aquacultura, principalmente no Vietn e na China. Os sistemas de produo do Panga so em regime intensivo, sendo utilizados, para tanto, lagoas e diques no delta do rio Mekong, tido como um dos rios mais poludos do mundo.

  1. Pesquisas realizadas fora do Brasil detectaram grandes nveis de bactrias e venenos no Panga, como arsnio, emitido por indstrias, txicos e perigosos subprodutos do setor industrial, nos locais onde se produz a maior parte do Panga consumido em todo o mundo.
  2. Tambm foram encontrados no peixe-gato metais contaminantes, bifenilos policlorados (que ocasionam, segundo pesquisas, queda no quociente intelectual e menor capacidade de memorizao); foi detectado, tambm, o DDT (primeiro pesticida moderno, que causa cncer em humanos e morte de animais), clorato, compostos relacionados, o pesticida hexaclorociclohexano e hexaclorobenzeno.
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Alimentao duvidosa Quais Os Peixes Que Causam A Doença Da Urina Preta O Panga cultivado h mais de um milnio no rio Mekong. Parece que o risco oferecido pelo Panga para a sade humana seja gerado porque o peixe possui hbitos necrfagos, ou seja, costuma comer qualquer coisa que lhe aparece, como restos orgnicos, cadveres de animais etc.

Qual é o nome do peixe que matou a veterinária?

A Síndrome de Haff, que levou a veterinária Cynthia Priscyla Andrade de Souza, de 31 anos, à morte na quarta-feira (3) é considerada uma infecção rara. Ele não resistiu após 14 dias internada no Real Hospital Português, em Recife, depois de ter comido peixe contaminado.

  • A sndrome de Haff causa falta de ar, dormência, perda de força muscular e urina da cor de café, de onde vem o nome popular da síndrome.
  • Ela é provocada por uma toxina que se forma na carne do peixe malconservado.
  • A toxina aparece quando não se acondiciona bem o peixe, que é vendido em feiras e peixarias.

Quando a carne perde a qualidade e se deteriora, é comum que se formem bactérias e toxinas. A bactéria é perceptível pelo cheiro e pelo gosto ruim, mas a toxina é imperceptível”, explica o médico infectologista Filipe Prohaska, da Universidade de Pernambuco (UPE).

A substância ataca a musculatura e causa intensa dor muscular. “O músculo morre e o rim absorve a parte deteriorada, deixando a urina preta nos casos mais graves. Essa absorção contínua pode lesionar o rim e exigir tratamento com hemodiálise”, explica Prohaska. Familiares e amigos de Priscyla prestaram homenagens nas redes sociais: “o céu hoje estará te recebendo com muita luz”, escreveu a mãe.

Priscyla teve morte encefálica declarada após passar por exames clínicos de dois médicos diferentes, que avaliaram pressão, batimentos cardíacos e outros sinais vitais. A paciente foi diagnosticada com a Síndrome de Haff, conhecida popularmente como a “doença da urina preta”.

  1. Ela chegou ao hospital no dia 18 de fevereiro, algumas horas depois de almoçar com a mãe, a empresária Betânia Andrade, a irmã, Flávia Andrade, 36, o sobrinho e duas secretárias.
  2. Após comer um peixe da espécie arabaiana, conhecido como “olho-de-boi”, Priscyla ficou com o corpo enrijecido e sem conseguir se movimentar, o que a fez cair.

Na unidade de saúde, Priscyla, que tinha asma, logo teve os sintomas agravados e foi transferida para a UTI, onde faleceu. A irmã, Flávia, passou por exames e também foi diagnosticada com a síndrome. Ela foi internada no mesmo hospital, mas recebeu alta em 24 de fevereiro e se recupera em casa.

O filho de Flávia e as duas secretárias também apresentaram sintomas leves da intoxicação. A mãe foi a única a não ingerir o peixe. De acordo com a Secretaria de Saúde de Pernambuco (SES-PE), 15 casos da “doença da urina preta” foram registrados no Estado e confirmados por critério clínico epidemiológico (4 em 2017, 6 em 2020 e 5 em 2021).

Os casos mais recentes estão sendo investigados pela secretaria de saúde de Recife. A Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) informou que, até o momento, não há nenhuma restrição voltada para o consumo de peixes e crustáceos no território pernambucano.

Como saber se o peixe está bom para o consumo?

Peixe fresco tem que ser assim: – Não pode ter sinais de areia ou poeira no peixe – Os peixes expostos não podem apresentar sinais de contaminantes físicos, como pó ou areia, pedaços de metais ou plásticos; contaminantes químicos, como sabão e detergentes; ou biológicos, como bactérias, vírus (que não são vistas a olho nu, mas podem ser deduzidas pela presença de moscas no pescado).

Não pode ter manchas, furos ou cortes na superfície – A aparência do peixe fresco deve demonstrar que o pescado não foi cortado, a não ser que seja vendido em postas. A pele deve estar úmida, tensa e bem aderida. Não pode ter escamas soltas – As escamas dos peixes frescos estão sempre bem firmes e resistentes, o que indicam que a pesca foi recente.

Devem também estar translúcidas, ou parcialmente transparentes, e brilhantes. Não pode ter olhos opacos – Os olhos do peixe fresco ocupam toda a cavidade, são brilhantes e salientes. Procure por pontos brancos no centro do olho e, se tiver qualquer sinal do tipo, evite comprar este animal.

  • Os pontos brancos não aparecem nos peixes frescos.
  • Opérculos e brânquias brilhantes e úmidas – Verifique a membrana que reveste a guelra, chamada de opérculo: deve estar rígida e oferecer resistência quando tentar abrir.
  • A face interna da membrana também deve estar brilhante, e os vasos sanguíneos cheios e fixos.

Já as brânquias precisam apresentar uma cor rosa a vermelho intenso, úmidas e brilhantes. Também não devem ter muco, líquido pastoso – a não ser que seja em uma presença bem discreta. Odor e cor característico – O cheiro de um peixe passado do ponto é fácil de identificar.

Como identificar quando o peixe está em mau estado inapropriado para o consumo?

Mesmo quando o peixe ainda está no prazo de validade, ele pode apresentar algumas características que o tornam impróprio ao consumo – Quais Os Peixes Que Causam A Doença Da Urina Preta Luciene Corrêa, uma das professoras do Curso CPT Processamento Artesanal de Pescado, destaca que a tendência atual da procura por alimentos saudáveis, de baixas calorias, e o aumento crescente do consumo de carne branca colocam o peixe em destaque como detentor da carne ideal.

Comercializado fresco, em filé, em postas, congelado ou em várias outras formas, o peixe consegue ter sua vida útil aumentada em alguns casos. Entretanto, ele é um produto perecível e, mesmo que não apresente odor desagradável, ele pode estar estragado – o que torna impróprio o seu consumo. Em boa parte das situações, é possível observar e obedecer a data de validade do produto, mesmo que o produto esteja armazenado no congelador.

Em outras, quando não há essa determinação, é crucial que o consumidor saiba como identificar quando essa carne está estragada. E, então, como saber que o peixe está estragado? – Prazo de validade Assim como foi dito, o prazo de validade (ou data de vencimento) serve para indicar até qual momento o peixe ainda pode ser consumido com segurança.

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Quando o produto está cru, geralmente não dura muito tempo na geladeira e outros sinais devem ser observados – refrigerado, ele deve ser descartado dois dias após a compra. – Peixe cozido Quando o peixe for adquirido cozido ou quando você mesmo o preparar dessa forma, ele precisa ser armazenado em um recipiente lacrado, na geladeira.

A sua vida útil aumenta e ele passa a durar aproximadamente cinco ou seis dias. – Congelado Ao optar por congelar um peixe, seja ele cru ou cozido, o normal é que ele dure de seis a nove meses após a data em que foi comprado. Contudo, o salmão defumado, mesmo congelado, não dura esse tempo todo, tendo sua vida útil reduzida a, no máximo, seis meses.

– Observação À medida em que o peixe vai envelhecendo, é normal que sua camada externa fique mais úmida, desenvolvendo uma camada mais fina, com textura de gosma. Essa camada é um indicativo de que o peixe está estragando e, caso ela esteja mais grossa, o produto está totalmente estragado. Essa regra serve apenas para peixes crus.

– Cheiro Um cheiro desagradável não é a única forma de perceber que o peixe não está apropriado para consumo, mas também deixa claro que ele deve ser descartado. O ideal é que o peixe tenha cheiro de peixe, que ficará mais forte e destacado de acordo com a deterioração da carne.

Como saber se a tilápia está fresca?

Verifique a cor dos filés. A tilápia fresca ficará em condições de consumo por um ou dois dias na geladeira, e aproximadamente de seis a oito meses no congelador. O peixe deve possuir uma cor branca com tons de rosa; se o peixe possuir uma coloração acinzentada ou com manchas, ele possivelmente está estragado.

Pode comer o peixe olho de boi?

OLHO DE BOI e PITANGOLA Peixe que goza de muito boa reputação na culinária Japonesa, especialmente quando se encontra gorda. No Brasil esta presente no Norte e Nordeste em especial durante o Outono/Inverno. Fica perfeita quando preparada crua, semi-crua ou passada na chapa por pouco tempo.

Quais os sintomas da doença do peixe?

Sintomas da síndrome de Haff – Quais Os Peixes Que Causam A Doença Da Urina Preta Rigidez e dor muscular de início abrupto após a ingestão de pescado podem indicar síndrome de Haff. A síndrome de Haff apresenta sintomas menos de 24 horas após a ingestão de pescado. Sintomas como dor muscular difusa, rigidez muscular, dormência, perda da força em todo corpo, urina de coloração escura e falta de ar após a ingestão de pescado podem indicar um caso da síndrome.

Qual é o peixe arabaiana?

Arabaiana e badejo são pescados em alto mar. A doença que acometeu as duas mulheres é causada por uma toxina que pode ser encontrada em determinados peixes e crustáceos. A substância gera danos no sistema muscular e em órgãos como rins.

Qual é o peixe que é conhecido como Olho de Boi?

Descrição – O peixe olho-de-boi é uma espécie de peixe teleósteo, perciforme, da família dos carangídeos. Tais peixes chegam a medir até 2 m de comprimento. Peixe olho de boi, também conhecido como buri, possui escamas; corpo alongado, robusto e um pouco comprimido; pedúnculo caudal com quilha dérmica.

A principal característica é uma faixa escura que se estende da maxila superior, passando pelo olho e alcançando a base da nadadeira dorsal. O olho-de-boi alcança 1,7m de comprimento total e 80kg. Ecologia Peixe pelágico; vive em cardumes pequenos e freqüenta principalmente as águas agitadas dos costões rochosos e recifes.

Os adultos são solitários ou formam pares. Alimenta-se de peixes, lulas e crustáceos. É um peixe de passagem e um grande nadador. Na família, é a espécie preferida pelos pescadores esportivos, porque luta bravamente quando capturada. Também tem grande valor comercial.

  • Biologia Adultos encontrados em recifes marinhos profundos; ocasionalmente entrando em baías costeiras.
  • Alimentam-se principalmente de peixes e também invertebrados.
  • Pequenos juvenis se associam a plantas flutuantes em águas oceânicas.
  • Os ovos são pelágicos.
  • Meio Ambiente Marinho; associado ao recife; oceanódromo; intervalo de profundidade 1 – 360 m, geralmente 18 – 72 m.

Subtropical; 45 ° N – 28 ° S, 180 ° W – 180 ° E Tamanho, idade e peso Maturidade: Lm 99,5, intervalo 80 – 127 cm Comprimento máximo: 190 cm TL masculino / assexuado; comprimento comum: 100,0 cm TL masculino / assexuado; Peso máximo publicado: 80,6 kg; máx.

Idade relatada: 15 anos. Nota gastronômica: O peixe olho de boi possui coloração branca de sabor suave que é um cruzamento entre o sabor de um dourado e do atum. A sua textura é magra, com grandes flocos e consistência de bife à da Meca, embora mais suculenta. Em comparação com uma garoupa, a textura do peixe olho de boi é um pouco mais resistente.

Consumido fresco e/ou congelado; ideal para preparo em frigideira, grelhado e assado. Nota nutricional: Cem gramas de peixe olho de boi possuem 120 Calorias; 20 calorias da gordura; 2 gramas de gordura total; 0 gramas de gordura saturada; 50mg de colesterol; 40mg de sódio; 0 gramas de carboidratos; 24 gramas de proteína.

Nome científico: Seriola dumerili (Risso, 1810) Processamento disponível: Eviscerar; Filetar com pele; Filetar sem pele. Aproveitamento: 50% Pedido mínimo: 1 peça inteira Tamanho/calibre: 5 quilogramas acima. Porção sugerida p/ pessoa: 200 gramas Embalagem: Plástica Temporada: Disponível o ano inteiro.

Percentual de gelo: Peixe fresco não possui perda com gelo. Origem: Selvagem Local de origem: Regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul (do Amapá a Santa Catarina). Vídeos de receitas sugeridas

Olho de boi: Peixe ao forno Preparando peixe olho de boi

Informações adcionais sobre os pedidos: O peixe olho de boi é um produto fresco que deve ser armazenado na geladeira na temperatura de até 5 graus célsius. Após filetado pode ser congelado na temperatura -18 graus celsius. Informações adcionais sobre as entrega: Programe-se para estar presente no momento de sua entrega afim de inspecionar seu pedido e assinar o canhoto de recebimento.

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