O Que É Doença Renal Cronica?

O Que É Doença Renal Cronica
A Doença Renal Crônica é uma patologia progressiva que, na maioria das vezes, pode ser irreversível. Nos últimos anos, ela tem afetado cada vez mais pessoas, chegando a acometer cerca de 10% da população mundial. Em nosso país, este problema afeta mais de 2 milhões de brasileiros todos os anos.

Em seu estágio terminal, essa doença não permite manter o equilíbrio hidroeletrolítico do paciente, sendo necessário iniciar uma terapia dialítica, conhecida como hemodiálise. Por isso, é considerado um grave problema de saúde pública e um importante quadro clínico. Continue a leitura e tire suas dúvidas sobre esse problema grave e silencioso que atinge milhões de pessoas pelo mundo.

Boa leitura!

O que significa uma doença renal crônica?

J. Bras. Nefrol.2004;26(3 suppl.1):1-3. – Diretrizes Clínicas DEFINIÇAO A doença renal crônica consiste em lesao renal e perda progressiva e irreversível da funçao dos rins (glomerular, tubular e endócrina).Em sua fase mais avançada (chamada de fase terminal de insuficiência renal crônica-IRC), os rins nao conseguem mais manter a normalidade do meio interno do paciente. EPIDEMIOLOGIA A doença renal crônica constitui hoje em um importante problema médico e de saúde pública. No Brasil, a prevalência de pacientes mantidos em programa crônico de diálise mais que dobrou nos últimos oito anos. De 24.000 pacientes mantidos em programa dialítico em 1994, alcançamos 59.153 pacientes em 2004. A incidência de novos pacientes cresce cerca de 8% ao ano, tendo sido 18.000 pacientes em 2001. O gasto com o programa de diálise e transplante renal no Brasil situa-se ao redor de 1,4 bilhoes de reais ao ano. Levando-se em conta dados norte-americanos, para cada paciente mantido em programa de diálise crônica existiriam cerca de 20 a 25 pacientes com algum grau de disfunçao renal, ou seja, existiriam cerca de 1,2 a 1,5 milhao de brasileiros com doença renal crônica. Trabalho populacional recente em Bambui-MG mostrou que a prevalência de creatinina sérica elevada foi de 0,48% em adultos da cidade, chegando a 5,09% na populaçao mais idosa (>60 anos), o que projetaria a populaçao brasileira com disfunçao renal a cerca de 1,4 milhao de pessoas. A detecçao precoce da doença renal e condutas terapêuticas apropriadas para o retardamento de sua progressao pode reduzir o sofrimento dos pacientes e os custos financeiros associados à DRC. Como as duas principais causas de insuficiência renal crônica sao a hipertensao arterial e o diabetes mellitus, sao os médicos clínicos gerais que trabalham na área de atençao básica à saúde que cuidam destes pacientes. Ao mesmo tempo, os portadores de disfunçao renal leve apresentam quase sempre evoluçao progressiva, insidiosa e assintomática, dificultando o diagnóstico precoce da disfunçao renal. Assim, a capacitaçao, a conscientizaçao e vigilância do médico de cuidados primários à saúde sao essenciais para o diagnóstico e encaminhamento precoce ao nefrologista e a instituiçao de diretrizes apropriadas para retardar a progressao da DRC, prevenir suas complicaçoes, modificar comorbidades presentes e preparo adequado a uma terapia de substituiçao renal. ESTADIAMENTO DA DOENÇA RENAL CRONICA Nos pacientes com doença renal crônica o estágio da doença deve ser determinado com base no nível de funçao renal, independentemente do diagnóstico (C). Para efeitos clínicos, epidemiológicos, didáticos e conceituais, a DRC é dividida em seis estágios funcionais, de acordo com o grau de funçao renal do paciente. Estes estágios sao: Fase de funçao renal normal sem lesao renal – importante do ponto de vista epidemiológico, pois inclui pessoas integrantes dos chamados grupos de risco para o desenvolvimento da doença renal crônica (hipertensos, diabéticos, parentes de hipertensos, diabéticos e portadores de DRC, etc), que ainda nao desenvolveram lesao renal.

O que causa a doença renal crônica?

A doença renal crônica é uma diminuição lenta e progressiva (durante meses ou anos) da capacidade dos rins de filtrar os resíduos metabólicos do sangue.

As causas principais são diabetes e pressão arterial alta. O sangue se torna mais ácido, anemia se desenvolve, os nervos são prejudicados, o tecido ósseo se deteriora e o risco de aterosclerose aumenta. Os sintomas podem incluir micção à noite, fadiga, náusea, coceira, espasmo muscular e cãibras, perda do apetite, confusão, dificuldade para respirar e inchaço do corpo (mais comumente das pernas). O diagnóstico é realizado por exames de sangue e urina. O tratamento visa restringir fluidos, sódio e potássio na dieta, o uso de medicamentos para corrigir outros quadros clínicos (como diabetes, pressão arterial alta, anemia e desequilíbrio eletrolítico) e, quando necessário, o uso de diálise ou transplante renal.

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Esses dois quadros clínicos lesionam diretamente os pequenos vasos sanguíneos dos rins. Outras causas de doença renal crônica incluem bloqueio do trato urinário Obstrução do trato urinário A obstrução do trato urinário é um bloqueio que inibe o fluxo da urina através de seu trajeto normal (o trato urinário), incluindo os rins, ureteres, bexiga e uretra.

  1. O bloqueio pode ser completo.
  2. Leia mais (obstrução), certas anomalias renais (como a doença renal policística Doença renal policística (DRP) A doença renal policística é um distúrbio hereditário no qual muitas bolsas preenchidas com líquidos (cistos) se formam em ambos os rins.
  3. Os rins aumentam, mas apresentam menos tecido em funcionamento.

leia mais e glomerulonefrite Glomerulonefrite A glomerulonefrite é um distúrbio de glomérulos (aglomerações de vasos sanguíneos microscópicos nos rins com pequenos poros através dos quais o sangue é filtrado). É caracterizada pelo inchaço. leia mais ) e as doenças autoimunes (como lúpus eritematoso sistêmico Lúpus eritematoso sistêmico (LES) O lúpus eritematoso sistêmico é uma doença inflamatória autoimune crônica do tecido conjuntivo, que pode envolver as articulações, rins, pele, membranas mucosas e paredes dos vasos sanguíneos. ), em que os anticorpos danificam vasos sanguíneos minúsculos (glomérulos) e os pequenos canais dos rins (túbulos). A doença renal crônica causa muitos problemas no corpo:

    Quando a diminuição da função renal é leve ou moderadamente grave, os rins não conseguem absorver a água da urina para reduzir o volume de urina e a concentra. Altos níveis de resíduos metabólicos no sangue podem danificar as células nervosas no cérebro, tronco, braços e pernas. Os níveis de ácido úrico podem aumentar, algumas vezes causando gota. Os rins lesionados produzem hormônios que aumentam a pressão arterial. Além disso, esses rins não podem excretar o excesso de sal e água. A retenção de sal e água pode contribuir para a pressão arterial alta e a insuficiência cardíaca.

    Quais são os principais sintomas de doenças renais?

    Os primeiros sinais e sintomas de problemas nos rins costumam incluir diminuição da quantidade de urina e alteração do seu aspecto, coceira na pele, inchaço exagerado das pernas e cansaço constante. No entanto, é comum que muitas pessoas não apresentem qualquer tipo de sinal ou sintoma, sendo que a melhor forma de saber se realmente existe algum problema nos rins é fazer regularmente exames de urina e de sangue e, se necessário, fazer um ultrassom ou tomografia computadorizada.

    Qual exame detecta insuficiência renal crônica?

    Gianna M. Kirsztajn – Diretora do Departamento de Prevenção de Doença Renal da SBN 2019-2020 As doenças dos rins são, de um modo geral, pouco conhecidas pela população; mas, algumas delas são muito frequentes e graves, destacando-se a doença renal crônica.

    Chama-se de doença renal crônica toda lesão que afeta os rins e persiste por três meses ou mais. Seu estágio “final” é mais conhecido como “insuficiência renal crônica”. Nesse último estágio, para manutenção da vida, é preciso fazer diálise ou transplante renal. Alertamos que a doença renal crônica geralmente é silenciosa, não dando sinais ou sintomas, sobretudo no início.

    Assim, a melhor forma de prevenir tal doença é detectá-la cedo. Para fazer o diagnóstico, é importante conversar com seu médico e fazer exames, que são simples e acessíveis. Esses exames são: a dosagem de creatinina no sangue e o exame de urina “de rotina”.

    Esse é conhecido como sumário de urina, urina I, análise de urina, entre outras denominações. No exame de urina, a presença de proteína ou albumina, assim como de sangue, são alertas particularmente importantes para possível doença dos rins. A dosagem de creatinina sérica e o exame de urina “de rotina” podem ser incluídos no check up ou consulta médica rotineira de qualquer pessoa.

    Mas, são ainda mais importantes para pessoas que têm familiares com doença renal crônica, para diabéticos e hipertensos. Na verdade, atualmente, diabetes e hipertensão arterial são frequentes e são as causas mais comuns de doença renal crônica. Existem tratamentos para a doença renal crônica e para as suas causas, assim como para as suas complicações.

    • Os diversos recursos de tratamento podem evitar ou pelo menos retardar a progressão da doença para os estágios mais avançados.
    • Por fim, é preciso estar ciente de que a melhor forma de lidar com a doença renal é prevenir, fazendo-se o diagnóstico precoce.
    • Para tanto, é importante conhecer a doença renal crônica, é necessário fazer exames de rastreamento (creatinina sérica e exame de urina), mesmo na ausência de sintomas, para detectá-la e iniciar o tratamento o mais cedo possível.

    PARA MAIS INFORMAÇÕES, veja o “podcast” (gravado no ano de 2019). e o vídeo, (gravação do dia 12/02). INFORMAÇÕES também podem ser obtidas nos sites da SBN (prevenção) e do World Kidney Day (https://www.worldkidneyday.org). Podcast de 2020: https://player.fm/series/scicast-1279242/dia-mundial-do-rim-2020-sbn-22 Podcast de 2019: https://player.fm/series/scicast-1279242/sbn-12-dia-mundial-do-rim-2019 Vídeo: https://www.sbn.org.br/noticias/single/news/dra-gianna-mastroianni-fala-um-pouco-sobre-a-doenca-renal-cronica-drc/

    Quanto tempo de vida tem uma pessoa com insuficiência renal crônica?

    A sobrevida média, segundo a literatura, é de 10 anos, mas sabemos que isso depende de muitos fatores, como serviço, atendimento, horas de diálise, etc.

    É possível recuperar a função renal?

    A Injúria ou Insuficiência Renal Aguda (IRA) ocorre quando há uma agressão súbita aos rins, causando uma redução transitória do seu funcionamento. Após afastar o fator agressor, pode haver recuperação completa ou parcial da função renal ou até mesmo não recuperar. Quando ocorre uma lesão grave aos rins, a filtração do sangue pode ficar tão comprometida a ponto de ser necessária hemodiálise de urgência. Felizmente isso não acontece em todos os pacientes com IRA. Pacientes idosos ou que já apresentam alguma doença renal prévia estão mais predispostos a desenvolver IRA.

    1. Os rins também “envelhecem” com o passar dos anos, portanto, pessoas idosas já apresentam uma função renal reduzida mesmo que não tenham nenhuma doença renal.
    2. A IRA é uma complicação muito frequente em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), contribuindo significativamente para o aumento da mortalidade nesse grupo de pacientes.

    Idealmente, todos os pacientes com IRA devem ser acompanhados por um nefrologista, que poderá identificar e afastar os fatores agressores para que seja interrompido o processo de lesão renal. Quanto maior for a demora para se interromper a agressão, maiores são as chances dos rins ficarem com sequelas e o paciente evoluir para uma Doença Renal Crônica.

      Desidratação: provocada geralmente por diarréia e vômitos intensos ou por abuso de diuréticos. Choque circulatório: queda da pressão arterial gerando uma baixa irrigação de sangue nos tecidos do corpo, inclusive os rins. É provocado geralmente por uma infecção muito grave e generalizada (sepse) ou por uma perda importante de líquidos, como nas hemorragias. Sepse: uma das principais causas de IRA em UTI ocorre quando o paciente apresenta uma infecção grave em alguma parte do corpo e as bactérias atingem a corrente sanguínea, podendo causar ou não um choque circulatório. Obstrução do canal urinário: provocada por cálculos, tumores ou pelo crescimento da próstata. Caso não seja realizada uma desobstrução rápida, a função renal pode piorar rapidamente, muitas vezes necessitando até de hemodiálise. Glomerulonefrite Aguda: muitas nefrites são diagnosticadas após o paciente ter apresentado um quadro de IRA.

      Qual é o tratamento para insuficiência renal crônica?

      Estágios da doença renal crônica – Os estágios da doença renal crônica podem ser definidos de acordo com o tipo de lesão no rim e sinais e sintomas que surgem em:

      Doença renal crônica de estágio 1: Função renal normal, mas resultados do exame de urina ou de ultrassom indicam lesão nos rins; Doença renal crônica de estágio 2: Perda reduzida da função renal e resultados de exames que indicam lesão renal; Doença renal crônica de estágio 3: Função renal moderadamente reduzida; Doença renal crônica de estágio 4: Função renal muito afetada; Doença renal crônica de estágio 5: Redução severa da função renal ou insuficiência renal em fase terminal.

      De acordo com o estágio da doença, é possível que seja indicada a melhor forma de tratamento para aliviar, controlar os sintomas e prevenir a progressão da doença, já que a DRC não tem cura. Assim, pode ser indicado o uso de remédios, alteração dos hábitos alimentares e, nos casos de DRC estágio 4 ou 5, realização de hemodiálise ou transplante renal.

      Qual o remédio que é bom para os rins?

      Os remédios para dor nos rins que geralmente são indicados pelo nefrologista são analgésicos, anti-inflamatórios ou antiespasmódicos, como paracetamol, ibuprofeno ou escopolamina, pois permitem reduzir a inflamação e/ou a contração das vias urinárias.

      No entanto, e uma vez que a dor nos rins pode ter várias causas, como alterações nas funções do próprio rim, pedras, cistos ou infecções, é muito importante que os remédios sejam indicados por um médico após uma avaliação detalhada, para identificar a causa da dor e iniciar o tratamento mais adequado.

      Conheça as principais causas de dor nos rins e como identificar, Além disso, alguns remédios naturais podem ajudar a aliviar os sintomas e complementar o tratamento médico, como chá de quebra pedra ou chá de boldo com camomila e alecrim, pois têm ação diurética e anti-inflamatória, ajudando a aliviar a dor nos rins. O Que É Doença Renal Cronica

      Qual o exame de sangue que detecta problema nos rins?

      A maneira mais eficaz para identificar precocemente as doenças renais é por meio de exames de sangue e urina. A dosagem da creatinina sanguínea permite calcular a taxa de filtração sanguínea dos rins. Já o exame simples de urina (urina 1) pode identificar a presença de sangue, proteínas, glicose ou outras substâncias que apontam para uma possível doença renal. O Que É Doença Renal Cronica

      Qual nível de creatinina é preocupante?

      Por que investigar a creatinina – Uma das principais tarefas dos rins é filtrar o sangue, eliminando as substâncias tóxicas de nosso organismo. Sem a filtração renal, a manutenção da vida seria inviável em pouco tempo. À medida que os rins começam a perder função, os níveis de creatinina no sangue vão se elevando.

      Isso ocorre porque essa molécula é constantemente produzida pelas células musculares e, ao mesmo tempo, eliminada exclusivamente pelos rins. Em condições normais, portanto, os níveis de creatinina no sangue permanecem sempre baixos. Mas, no caso de doença renal, a substância continuará circulando pelo corpo.

      Por isso, a sua dosagem é extremamente útil no diagnóstico de um problema no órgão. Continua após a publicidade Vale ressaltar, no entanto, que não há um limite fixo de valor considerado normal. Isso porque os níveis da creatinina no sangue não dependem apenas de sua filtração pelos rins, mas também da quantidade produzida pelas células musculares.

      • Pessoas com mais massa muscular apresentam valores mais altos de creatinina do que indivíduos menos musculosos – ainda que tenham a mesma função renal.
      • De um modo geral, homens e pessoas mais jovens apresentam creatinina mais elevada do que as mulheres e os idosos, que perdem massa muscular à medida que envelhecem.

      Dá para dizer que homens com creatinina acima de 1,6 mg/dl e mulheres com valores acima de 1,3 mg/dl geralmente têm função renal reduzida, independentemente da idade — logo, são níveis que indicam a presença da doença. Porém, nas pessoas mais idosas, o limite da normalidade da creatinina pode ser ainda mais baixo do que esses.

      Resultados anormais devem ser confirmados por nova dosagem. O diagnóstico definitivo de doença renal crônica é dado quando a alteração persiste por mais de três meses, A dosagem da creatinina de rotina é recomendada principalmente para as pessoas com maior risco de doença renal crônica, como diabéticos, hipertensos, idosos e indivíduos com histórico familiar do problema.

      O diagnóstico precoce da doença renal crônica é fundamental para que medidas clínicas possam ser tomadas a tempo de prevenir ou retardar a sua progressão. Quanto mais avançado o quadro, mais complicado de tratar. *Jorge Strogoff é médico nefrologista, professor da Universidade Federal Fluminense e consultor científico da Fresenius Medical Care Continua após a publicidade

      doença renal Exames

      Qual é o tratamento para insuficiência renal crônica?

      Estágios da doença renal crônica – Os estágios da doença renal crônica podem ser definidos de acordo com o tipo de lesão no rim e sinais e sintomas que surgem em:

      Doença renal crônica de estágio 1: Função renal normal, mas resultados do exame de urina ou de ultrassom indicam lesão nos rins; Doença renal crônica de estágio 2: Perda reduzida da função renal e resultados de exames que indicam lesão renal; Doença renal crônica de estágio 3: Função renal moderadamente reduzida; Doença renal crônica de estágio 4: Função renal muito afetada; Doença renal crônica de estágio 5: Redução severa da função renal ou insuficiência renal em fase terminal.

      De acordo com o estágio da doença, é possível que seja indicada a melhor forma de tratamento para aliviar, controlar os sintomas e prevenir a progressão da doença, já que a DRC não tem cura. Assim, pode ser indicado o uso de remédios, alteração dos hábitos alimentares e, nos casos de DRC estágio 4 ou 5, realização de hemodiálise ou transplante renal.

      Como reverter a insuficiência renal crônica?

      Existe dois tipos de insuficiência renal: a aguda e a crônica. – Na insuficiência renal aguda a incapacidade de filtrar instala-se de forma abrupta e pode ser decorrente de uma infecção grave, uma nefrite ou mesmo por conta do uso de um medicamento. Nessa situação, a disfunção pode ser temporária e o quadro é potencialmente reversível.

      • Apesar isso muitas das vezes está associada a quadros muito graves e pode inclusive contribuir para a morte.
      • Já na insuficiência renal crônica a lesão vem ocorrendo ao longo de anos.
      • Nessa situação não há cura e a pessoa com essa doença na forma terminal deve fazer um tratamento que substitua os rins e possibilite a manutenção da vida.

      Esse deve ser feito, na maioria dos casos, pelo resto da vida. As opções são: transplante renal, diálise peritoneal, hemodiálise e hemodiafiltração. A escolha é baseada na individualidade de cada pessoa.

      O que pode ser feito para o tratamento de uma pessoa com deficiência renal crônica?

      Os pacientes com quadro mais avançado de perda das funções renais podem precisar da realização de diálise peritoneal ou hemodiálise, a fim de suprir as funções renais quando os órgãos não conseguem mais filtrar o sangue e eliminar líquidos adequadamente.

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