O Que É Doença Ocupacional?

O Que É Doença Ocupacional
O que é doença ocupacional? – A doença ocupacional, também conhecida como doença profissional, está definida no artigo 20, da Lei n.8.213, como sendo aquela: ” produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social.

Ou seja, as doenças conhecidas como ocupacionais acontecem a partir do exercício de funções executadas pelo trabalhador em sua profissão. Pode ser adquirida ou desencadeada devido às condições de trabalho ou a forma como é realizado. Além disso, é válido ressaltar a diferença entre doença ocupacional e doença do trabalho, já que a primeira está diretamente ligada às funções do trabalhador, enquanto a segunda é relacionada ao local onde o empregado é obrigado a trabalhar.

Para ficar mais claro, um trabalhador acometido pela doença ocupacional pode ser um pedreiro que levanta peso constantemente e adquiriu problemas na coluna. Já os colaboradores que precisam ter contato com amianto ou materiais radioativos possuem chances de desenvolver câncer, sendo esta, quando acontece e pode ser comprovada, considerada uma doença do trabalho.

Que é uma doença ocupacional?

23/08/07 Doenças ocupacionais são as que estão diretamente relacionadas à atividade desempenhada pelo trabalhador ou às condições de trabalho às quais ele está submetido. As mais comuns são as Lesões por Esforços Repetitivos ou Distúrbios Osteomoleculares Relacionados ao Trabalho (LER/DORT), que englobam cerca de 30 doenças, entre elas a tendinite (inflamação de tendão) e a tenossinovite (inflamação da membrana que recobre os tendões).

  1. As LER/Dort são responsáveis pela alteração das estruturas osteomusculares, como tendões, articulações, músculos e nervos.
  2. No campo, doenças de LER/DORT acometem principalmente cortadores de cana após algumas safras, pelo excesso de movimentos repetidos.
  3. Na cidade, as categorias profissionais que encabeçam as estatísticas de LER/DORT são bancários, digitadores, operadores de linha de montagem e operadores de telemarketing.

Outro exemplo de doença ocupacional é o câncer de traquéia em trabalhadores de minas e refinações de níquel. Também há doenças pulmonares de origem ocupacional, como asma e asbestose, por exemplo, causadas pela inalação de partículas, névoas, vapores ou gases nocivos.

Se o trabalhador estiver com uma doença ocupacional grave, tem direito a pedir afastamento do INSS pelo auxílio-doença. Para isso, deve passar por uma perícia médica, que fará a avaliação do quadro da doença. Ele também precisa comprovar que a doença está relacionada ao seu emprego atual e, além disso, deve ter um mínimo de 12 meses de contribuição ao INSS.

Doenças ocupacionais são as que estão diretamente relacionadas à atividade desempenhada pelo trabalhador ou às condições de trabalho às quais ele está submetido. As mais comuns são as Lesões por Esforços Repetitivos ou Distúrbios Osteomoleculares Relacionados ao Trabalho (LER/DORT), que englobam cerca de 30 doenças, entre elas a tendinite (inflamação de tendão) e a tenossinovite (inflamação da membrana que recobre os tendões).

  1. As LER/Dort são responsáveis pela alteração das estruturas osteomusculares, como tendões, articulações, músculos e nervos.
  2. No campo, doenças de LER/DORT acometem principalmente cortadores de cana após algumas safras, pelo excesso de movimentos repetidos.
  3. Na cidade, as categorias profissionais que encabeçam as estatísticas de LER/DORT são bancários, digitadores, operadores de linha de montagem e operadores de telemarketing.

Outro exemplo de doença ocupacional é o câncer de traquéia em trabalhadores de minas e refinações de níquel. Também há doenças pulmonares de origem ocupacional, como asma e asbestose, por exemplo, causadas pela inalação de partículas, névoas, vapores ou gases nocivos.

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O que é uma doença ocupacional dê exemplos?

Qual a diferença entre doença do trabalho e doença ocupacional? – Basicamente a diferença entre os dois termos está no ambiente laboral e na atividade profissional exercida. Ou seja, a doença ocupacional se refere a todas as enfermidades causadas pelo tipo de serviço que o trabalhador executa,

Por exemplo, um soldador que está exposto diretamente à luz excessiva da solda ou faíscas, corre o risco de ter problemas na visão. Já a doença de trabalho é aquela decorrente das condições do ambiente de trabalho. Um auxiliar de escritório, mesmo dentro de salas mais tranquilas, pode compartilhar ambientes com ruídos altos como a fábrica.

Com o passar do tempo poderá apresentar alguma deficiência auditiva. Nos dois casos, um dos meios preventivos mais eficientes ainda é o uso de EPIs. A empresa tem a responsabilidade de promover ambientes mais seguros e saudáveis

Qual a principal doença ocupacional?

LER e Dort – Começamos a lista falando de duas das doenças ocupacionais mais frequentes entre os trabalhadores brasileiros. Trata-se da Lesão por Esforços Repetitivos (LER) e dos Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (Dort). Ambas são causadas tanto pela postura inadequada no ambiente de trabalho quando pela repetição de movimentos.

Como caracterizar doença ocupacional?

O que é doença ocupacional – Toda doença que o trabalhador adquire em razão da sua atividade profissional enquadra-se como doença ocupacional. A enfermidade pode ter relação direta ou indireta com sua atividade – os advogados chamam isso de nexo de causalidade ou nexo de concausalidade.

Quem tem doença ocupacional pode ser demitido?

É possível a Demissão de Empregado Doente quando sofre Acidente de Trabalho? – O Art.118 da Lei nº 8.213/91 estabelece que “O segurado que sofreu acidente do trabalho tem garantida, pelo prazo mínimo de doze meses, a manutenção do seu contrato de trabalho na empresa, após a cessação do auxílio-doença acidentário, independentemente de percepção de auxílio-acidente”.

Qual a diferença entre doença do trabalho e doença ocupacional?

A diferença entre doença ocupacional e doença do trabalho – De acordo com a lei 8.213/1991, doença ocupacional, também conhecida como doença profissional, é produzida ou desencadeada pelo exercício da função do trabalhador. Ou seja, a causa da doença é a atividade que o trabalhador executa em sua rotina de trabalho.

  • É aquela diretamente relacionada com atividade exercida pelo profissional.
  • Por exemplo, um trabalhador de escritório, que usa continuamente o teclado, pode desenvolver LER (Lesão por Esforço Repetitivo) devido ao movimento repetitivo.
  • Essa mesma lei também fala sobre a doença do trabalho.
  • Diferente da ocupacional, esta não está ligada à função exercida pelo trabalhador, mas sim ao seu ambiente de trabalho.

O artigo 20 da lei define doença do trabalho como: “desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente”. Um exemplo são os trabalhadores que possuem a audição danificada pela exposição constante a ruídos no ambiente de trabalho.

Quais as principais causas de doenças ocupacionais?

Se por um lado a sociedade convive com altos níveis de estresse laboral, por outro, inadequadas condições físicas para a realização de determinadas atividades ou a falta de equipamentos de proteção individual, muitas vezes, causam distúrbios orgânicos, denominados doenças ocupacionais.

Como abrir CAT para doença do trabalho?

CAT A Comunicação de Acidente de Trabalho – CAT – deve ser obrigatóriamente emitida pelo empregador na constatação, suspeita ou agravamento da LER/DORT, com o afastamento do trabalhador da atividade e encaminhamento ao INSS. A CAT deve ser emitida no primeiro dia útil após o diagnóstico médico, ou seja, após a conclusão de que o trabalhador é ou pode ser o portador de doença profissional ou do trabalho.

A não notificação da doença do trabalho constitui crime (art.269 do Código Penal combinado com art.169 da CLT ). Na recusa da emissão da CAT pela empresa podem fazê-lo o médico que assistiu o trabalhador, qualquer autoridade pública. O Sindicato ou o próprio trabalhador. A CAT assim que emitida e, preenchido o campo do atestado médico, deve ser cadastrada no sítio eletrônico da Previdência Social.

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Devidamente cadastrada terão direito a uma cópia do documento: O Trabalhador, o CEREST (Centro de Referência em Saúde do Trabalhador), ou Unidade de Saúde do trabalhador, a Empresa, o Sindicato da categoria e a Delegacia Regional de Trabalho.1. O que é a CAT? A CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) é o documento que informa ao INSS que o trabalhador sofreu acidente de trabalho ou suspeita-se que tenha adquirido uma doença de trabalho.

  1. A CAT está prevista no artigo 169 da CLT (Consolidação das Leis de Trabalho), na lei 8213 /1991 (Lei que dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social) e na Lei Estadual nº 9505/1997, que disciplina os serviços de saúde do trabalhador do SUS.2.
  2. Quem emite a CAT? A empresa tem obrigação de emitir a CAT em caso de ocorrência de acidente de trabalho ou suspeita médica de doença do trabalho.

Assim, deverá ser preenchida pelo setor de Recursos Humanos da empresa. Caso ela não o faça, o próprio acidentado, seus dependentes, a entidade sindical competente, o médico que o assistiu, ou ainda, qualquer autoridade pública podem comunicar o acidente à Previdência Social, conforme artigo 22 da Lei 8213 /1991.3.

Qual o prazo para o trabalhador exigir a CAT? A lei não fala em prazos para o trabalhador, mas para a empresa, que tem prazo de um dia útil após o dia do acidente para emitir a CAT, podendo ser multada, caso não o faça. Chama-se dia do acidente, o dia em que ocorreu o acidente ou, no caso de doença do trabalho, em suma, o dia em que foi feito o diagnóstico médico ou a data em que se iniciou a incapacidade laborativa, sendo correto considerar o que ocorreu primeiro.

Já o caso da comunicação de acidente ser feita pelo próprio trabalhador, pelos dependentes, pela entidade sindical, pelo médico que o assistiu ou ainda por qualquer autoridade pública, não vigora o prazo acima.4. Se a empresa se nega a preencher a CAT o que o Trabalhador deve fazer? O próprio trabalhador, seus dependentes, o sindicato, uma autoridade pública ou o próprio médico que o assistiu podem preencher a CAT.

Como prevenir as doenças ocupacionais nas mulheres?

Gastrite – A gastrite também pode ser ocupacional! Muito comum em profissionais que trabalham com metas e prazos ou quem trabalha à noite, já que não dorme e nem come nos horários adequados. A gastrite é definida como uma inflamação no estômago e, se não for tratada, pode levar a problemas mais graves.

  1. Os sintomas de todas as gastrites são: mal-estar, queimação, indigestão, gases, inchaço no abdome, arrotos e até vômito.
  2. No ambiente de trabalho, o desconforto abdominal pode vir acompanhado de dores de cabeça, o que prejudica ainda mais concentração mental e a disposição física.
  3. Prevenção: adotar hábitos alimentares saudáveis, evitando alimentos como refrigerante, café, chocolate, fritura e comidas muito gordurosas.

E claro, buscar medidas para diminuir o estresse do dia a dia no trabalho e em casa. Todas essas doenças ocupacionais são oriundas de uma má qualidade de vida por conta da escassez de tempo e acúmulo de obrigações somadas, muitas vezes, ao ambiente corporativo inadequado, à insatisfação com o emprego, aos baixos salários e/ou às horas extras trabalhadas.

  • Portanto, é necessário se cuidar! Vá ao médico se suspeitar de qualquer uma dessas doenças.
  • Tenha como uma de suas prioridades os momentos de lazer entre a família e amigos.
  • Não deixe que sua vida se resuma a trabalho! E claro, invista em hábitos saudáveis, mantenha suas consultas e exames de rotina sempre em dia! Para ajudá-la ainda mais nesse cuidado, confira abaixo o material que preparamos com os exames que toda mulher deve fazer por faixa etária: Exames que toda mulher deve fazer por faixa etária Veja também: Saúde da mulher: exames além da mamografia Por: Dr.

Renato Barra / Categoria: IMEB Mulher 15 de abril de 2020

Qual a diferença entre doença do trabalho e doença ocupacional?

A diferença entre doença ocupacional e doença do trabalho – De acordo com a lei 8.213/1991, doença ocupacional, também conhecida como doença profissional, é produzida ou desencadeada pelo exercício da função do trabalhador. Ou seja, a causa da doença é a atividade que o trabalhador executa em sua rotina de trabalho.

  1. É aquela diretamente relacionada com atividade exercida pelo profissional.
  2. Por exemplo, um trabalhador de escritório, que usa continuamente o teclado, pode desenvolver LER (Lesão por Esforço Repetitivo) devido ao movimento repetitivo.
  3. Essa mesma lei também fala sobre a doença do trabalho.
  4. Diferente da ocupacional, esta não está ligada à função exercida pelo trabalhador, mas sim ao seu ambiente de trabalho.
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O artigo 20 da lei define doença do trabalho como: “desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente”. Um exemplo são os trabalhadores que possuem a audição danificada pela exposição constante a ruídos no ambiente de trabalho.

O que é doença ocupacional OMS?

Desde o dia 1º de janeiro, a síndrome de Burnout, que muitos conhecem como a síndrome do esgotamento profissional, foi incorporada à lista das doenças ocupacionais reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Assim, os indivíduos diagnosticados (inclusive no Brasil) passam a ter as mesmas garantias trabalhistas e previdenciárias previstas para as demais doenças do trabalho.

A OMS define como doença ocupacional os problemas de saúde contraídos pelo trabalhador após ficar exposto a fatores de risco decorrentes da sua atividade laboral, que afetam sua saúde física e mental. No Brasil, a síndrome passará a ter o código QD85, dentro da CID-11 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde).

O trabalhador diagnosticado terá direito a 15 dias de afastamento remunerado. Acima desse período, receberá o benefício previdenciário pago pelo INSS – o auxílio-doença acidentário, que garante a estabilidade provisória, ou seja, este indivíduo não poderá ser dispensado sem justa causa nos 12 meses após o seu retorno.

De acordo com Nicoli Abrão Fasanella, médica psiquiatra, docente da Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde (FCMS) da PUC-SP e mestranda do programa de pós-graduação Educação nas Profissões da Saúde, a síndrome de Burnout é resultante do estresse intenso e crônico mal gerenciado no local de trabalho.

Ela é caracterizada pelo esgotamento mental e físico, sentimentos de negativismo relacionados ao trabalho e redução da eficácia profissional. “Trata-se de uma condição que se desencadeia após um estado de tensão constante, seja no contexto físico e/ou mental.

Quem sofre dessa doença sente que não possui mais recursos para enfrentar a situação estressante; sente frieza ou falta de empatia nas relações com os colegas de trabalho e, também, nota um sentimento de baixa produtividade, que pode vir acompanhado de culpa. Ou seja: é um grande sofrimento que impacta a vida dessas pessoas”, explica.

O termo “burn out”, em inglês, significa “queimar por completo”. Trata-se de uma referência ao que ocorre com o a saúde psicológica do paciente conforme a doença se agrava: ele é tomado cada vez mais pelo estresse, até se esgotar completamente. A síndrome costuma prevalecer entre aqueles que atuam em áreas com alto nível de estresse ou enfrentam jornada dupla de trabalho, como os profissionais da saúde, policiais e professores, por exemplo.

Ela foi descrita pela primeira vez em 1974, pelo médico Herbert Freudenberger. Desde então, a doença tem associação próxima com o contexto de trabalho. O próprio especialista a descreveu como “um estado de esgotamento mental e físico causado pela vida profissional”. Os sintomas mais comuns costumam ser cansaço excessivo, sensação de que não descansou mesmo após dormir, dores de cabeça frequentes, queda no rendimento profissional, distúrbios alimentares, entre outros.

Eles servem como alerta de que o estilo de vida profissional do paciente precisa mudar de alguma forma, senão, sua saúde ficará cada vez mais comprometida.

Quais são os principais fatores causadores das doenças ocupacionais?

Exposições a agentes químicos, más condições no ambiente de trabalho e estresse excessivo são alguns dos principais fatores que propiciam essas doenças. Há uma grande variedade de doenças ocupacionais que podem ser desenvolvidas.

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