Para Que Serve Dor Flex?

Para Que Serve Dor Flex
O Dorflex é um remédio indicado para o alívio da dor associada a contraturas musculares, incluindo dor de cabeça tensional. Este medicamento tem na sua composição dipirona, orfenadrina, que exercem uma ação analgésica e relaxante muscular. Além disso, também contém cafeína, que é um adjuvante na associação com analgésicos, aumentando a sua ação. Para Que Serve Dor Flex.

Qual o benefício do Dorflex?

Perguntas Frequentes – Para que serve Dorflex? Dorflex é um medicamento que possui ação analgésica e relaxante muscular. É indicado para aliviar dores relacionadas à contratura muscular excessiva, como a dor de cabeça tensional (cefaleia tensional), e também as dores musculares (incluindo dor nas costas e na lombar).

  1. Posso tomar Dorflex para qualquer tipo de dor? Dorflex é um remédio indicado para o alívio da dor associada às contraturas musculares, incluindo dor de cabeça do tipo tensional;
  2. Em outros casos de desconforto ou persistência da dor, recomendamos que você procure um médico da sua confiança para obter uma avaliação mais precisa;

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Quantos minutos o Dorflex faz efeito?

Laboratório: Sanofi Princípios ativos: cafeína, citrato de orfenadrina, dipirona sódica monoidratada Comprimidos 300 mg + 35 mg + 50 mg: embalagem com 24, 36 ou 300. Cada comprimido contém 300 mg de dipirona monoidratada, 35 mg de citrato de orfenadrina (equivalente a 20,4 mg de orfenadrina base) e 50 mg de cafeína anidra Excipientes: amido de milho, amidoglicolato de sódio, talco e estearato de magnésio. BULAS MAIS POPULARES

  • Nimesulida
  • Ibuprofeno
  • Prednisona
  • Tylenol Sinus

DORFLEX não deve ser utilizado nos seguintes casos:  – alergia ou intolerância a qualquer um dos componentes da fórmula;  – glaucoma (aumento da pressão intraocular), obstrução pilórica ou duodenal (problemas de obstrução no estômago e intestino), problemas motores no esôfago (megaesôfago), úlcera péptica estenosante (estreitamento anormal), aumento da próstata, obstrução do colo da bexiga e miastenia grave (doença neuromuscular que causa fraqueza);  – porfiria hepática aguda intermitente – doença metabólica que se manifesta através de problemas na pele e/ou com complicações neurológicas (risco de ataques de porfiria); – deficiência congênita da glicose-6-fosfato-desidrogenase (risco de hemólise – destruição dos glóbulos vermelhos, o que pode levar a anemia); – função da medula óssea insuficiente (ex. : após tratamento que bloqueia a divisão celular) ou doenças do sistema hematopoiético (responsável pela produção das células sanguíneas); – desenvolvido broncoespasmo (contração dos brônquios levando a chiado no peito) ou outras reações anafiláticas (ex.

  • Este medicamento é indicado no alívio da dor associada a contraturas musculares, incluindo dor de cabeça tensional;
  • DORFLEX possui ação analgésica e relaxante muscular;
  • O início da ação ocorre a partir de 30 minutos;

: urticária, rinite, angioedema) com medicamentos para dor, como: salicilatos, paracetamol, diclofenaco, ibuprofeno, indometacina, naproxeno; – gravidez e amamentação (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?” ). Em tratamentos prolongados, seu médico deve controlar o perfil das características do sangue, com hemogramas frequentes, e também a função do fígado e rins.

  1. DORFLEX não deve ser utilizado concomitantemente com álcool, propoxifeno ou fenotiazínicos;
  2. DORFLEX não deve ser utilizado para tratamento de rigidez muscular associada ao uso de antipsicóticos;
  3. Relacionados à dipirona Agranulocitose: induzida por dipirona é uma ocorrência durável por pelo menos 1 semana;

Interrompa o uso da medicação e consulte seu médico imediatamente se alguns dos seguintes sinais ou sintomas ocorrerem: febre, calafrios, dor de garganta, lesão na boca. Pancitopenia [diminuição global das células do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas)]: interrompa o tratamento e procure o seu médico se ocorrerem alguns dos seguintes sinais ou sintomas: mal estar geral, infecção, febre persistente, nódoas negras, sangramento, palidez.

Choque anafilático (reação alérgica grave): pode ocorrer principalmente em pacientes sensíveis. Reações cutâneas graves: foram relatadas reações cutâneas com risco de vida, como Síndrome de StevensJohnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas do corpo) e Necrólise Epidérmica Tóxica (quadro grave, onde uma grande extensão de pele começa a apresentar bolhas e evolui com áreas avermelhadas, semelhante a uma grande queimadura) com o uso de dipirona.

Se você desenvolver sinais ou sintomas tais como: erupções cutâneas muitas vezes com bolhas ou lesões da mucosa, o tratamento deve ser descontinuado imediatamente e não deve ser retomado. Deverá ser acompanhado cuidadosamente quanto às reações da pele, principalmente nas primeiras semanas do tratamento.

Reações anafiláticas / anafilactoides (reação alérgica grave que pode ocorrer principalmente em pacientes sensíveis): em particular, há um risco especial em desenvolver reações anafilactoides severas se você tem: asma analgésica (crise provocada pelo uso de analgésicos) ou intolerância analgésica do tipo urticária-angioedema (quadro de erupção na pele com inchaço em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica) (vide “Quando não devo usar este medicamento?” ); asma brônquica, particularmente naqueles com rinossinusite poliposa (inflamação crônica da mucosa nasossinusal com pólipos) concomitante; urticária crônica (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira); intolerância ao álcool; intolerância a corantes (ex.

: tartrazina) ou a conservantes (ex. : benzoatos). Informe ao seu médico se você tem alguma alergia. A administração de dipirona pode causar reações isoladas de queda da pressão sanguínea (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?” ). Caso você tenha redução das funções dos rins ou do fígado, é recomendado que seja evitado o uso de altas doses de DORFLEX, visto que a taxa de eliminação de dipirona é reduzida nestes casos.

Em pacientes sob condições gerais de saúde comprometidas, possível insuficiência na função renal e hepática deve ser levada em consideração. Populações especiais Pacientes idosos: pacientes idosos podem sentir certo grau de confusão mental com a administração do produto.

Em pacientes idosos, possível insuficiência na função dos rins e fígado deve ser levada em consideração. Outros grupos de risco: DORFLEX deve ser utilizado com cautela em pacientes com os seguintes distúrbios do coração: taquicardia, arritmias cardíacas, insuficiência coronária ou descompensação cardíaca.

Caso você apresente deficiência de protrombina (elemento da coagulação do sangue), a dipirona pode agravar a tendência à hemorragia. Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas  A orfenadrina pode prejudicar a capacidade do paciente para o desempenho de atividades como operar máquinas ou conduzir veículos.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Propoxifeno: o uso concomitante de orfenadrina com propoxifeno pode causar confusão, ansiedade e tremores. Fenotiazínicos: os fenotiazínicos, como a clorpromazina, podem interferir no controle da temperatura corporal, causando tanto diminuição quanto aumento da temperatura corporal.

A dipirona pode potencializar eventual diminuição da temperatura corporal causada por fenotiazínicos. Antipsicóticos: agentes anticolinérgicos, como a orfenadrina, não controlam a discinesia tardia (movimentos involuntários) associada ao uso prolongado de antipsicóticos.

Seu uso pode mesmo exacerbar os sintomas neurológicos envolvidos na coordenação dos movimentos (de liberação extrapiramidal) associados a estas drogas. Ciclosporina: a dipirona pode causar redução dos níveis de ciclosporina no sangue. Deve-se, portanto, realizar monitorização das concentrações de ciclosporina quando utilizada com dipirona.

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Metotrexato: o uso de dipirona com metotrexato pode aumentar a toxicidade sanguínea do metotrexato particularmente em pacientes idosos. Portanto, esta combinação deve ser evitada. Ácido acetilsalicílico: a dipirona pode reduzir o efeito do ácido acetilsalicílico na agregação plaquetária (união das plaquetas que atuam na coagulação), quando administrados concomitantemente.

Portanto, essa combinação deve ser usada com precaução em pacientes que tomam baixa dose de ácido acetilsalicílico para cardioproteção. Bupropiona: a dipirona pode causar a redução na concentração sanguínea de bupropiona. Portanto, recomendase cautela do uso de dipirona com bupropiona.

Medicamento-alimento  Não há dados disponíveis até o momento sobre a administração concomitante de alimentos e DORFLEX. Medicamento-exame laboratoriais Foram reportadas interferências em testes laboratoriais que utilizam reações de Trinder (por exemplo: testes para medir níveis séricos de creatinina, triglicérides, colesterol HDL e ácido úrico) em pacientes utilizando dipirona.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgiãodentista. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Recomenda-se não utilizar DORFLEX durante os primeiros 3 meses da gravidez. O uso de DORFLEX durante o segundo trimestre da gravidez só deve ocorrer após cuidadosa avaliação do potencial risco/benefício pelo médico.

DORFLEX, entretanto, não deve ser utilizado durante os 3 últimos meses da gravidez. Embora a dipirona seja um fraco inibidor da síntese de prostaglandina, a possibilidade de fechamento prematuro do canal arterial e complicações perinatais, devido à diminuição da agregação plaquetária tanto da mãe quanto do recém-nascido, não pode ser descartada.

A segurança de DORFLEX durante a amamentação não está estabelecida. A amamentação deve ser evitada até 48 horas após o uso de DORFLEX, devido à eliminação dos metabólitos da dipirona no leite materno. DORFLEX deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC).

Características do medicamento  Comprimidos brancos a levemente amarelados, redondos, biconvexos. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido.

Guarde-o em sua embalagem original Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto do medicamento, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Você deve tomar os comprimidos com líquido (aproximadamente ½ a 1 copo), por via oral. POSOLOGIA 1 a 2 comprimidos, 3 a 4 vezes ao dia, via oral. Não ultrapassar estes limites. Não há estudos dos efeitos de DORFLEX administrado por vias não recomendadas.

Portanto, por segurança e para eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente pela via oral. Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

  • Este medicamento não deve ser mastigado;
  • Baseando-se nos sintomas, reintroduzir a medicação respeitando sempre os horários e intervalos recomendados;
  • Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo tempo;

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico, de seu médico ou do cirurgião-dentista. As frequências das reações adversas estão listadas a seguir de acordo com a seguinte convenção:

  • Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
  • Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
  • Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
  • Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
  • Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento). Distúrbios cardíacos: síndrome de Kounis (aparecimento simultâneo de eventos coronarianos agudos e reações alérgicas ou anafilactoides. Engloba conceitos como infarto alérgico e angina alérgica), redução ou aumento do ritmo cardíaco, arritmias cardíacas, palpitações.

    Distúrbios do sistema imunológico: choque anafilático e reações anafiláticas/anafilactoides, que podem se tornar graves e com risco de vida, às vezes fatal. Estas reações podem ocorrer mesmo após DORFLEX ter sido utilizado previamente em muitas ocasiões sem complicações.

    Podem se manifestar com sintomas na pele ou nas mucosas (como: coceira e/ou ardência, ardor, vermelhidão, urticária, inchaço), falta de ar e, menos frequentemente, sintomas gastrintestinais, podendo progredir para formas mais severas de urticária generalizada, angioedema grave (até mesmo envolvendo a laringe), broncoespasmo grave (contração dos brônquios levando a chiado no peito), arritmias cardíacas, queda da pressão sanguínea (algumas vezes precedida por aumento da pressão sanguínea) e choque circulatório (colapso circulatório em que existe um fluxo sanguíneo inadequado para os tecidos e células do corpo). Estas reações medicamentosas podem desenvolver-se imediatamente após o uso de dipirona ou horas mais tarde

  • contudo, a tendência normal é que estes eventos ocorram na primeira hora após a administração. Foram relatados casos muito raros de anemia aplástica (produção de quantidade insuficiente de glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas pela medula óssea) associada ao uso de orfenadrina. Distúrbios da pele e tecido subcutâneo: erupção fixada medicamentosa
  • raramente, exantema [rash (erupções cutâneas)]
  • e, em casos isolados, síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas do corpo) ou síndrome de Lyell (doença inflamatória aguda que afeta principalmente pele e mucosas) (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”). Distúrbios do sangue e sistema linfático: anemia aplástica, agranulocitose e pancitopenia, incluindo casos fatais, leucopenia (redução dos glóbulos brancos no sangue) e trombocitopenia (redução do número de plaquetas). Estas reações podem ocorrer mesmo após DORFLEX ter sido utilizado previamente em muitas ocasiões, sem complicações.

    Em pacientes com síndrome da asma analgésica, reações de intolerância aparecem tipicamente na forma de ataques asmáticos. Sinais típicos de agranulocitose incluem lesões inflamatórias na mucosa (ex. : orofaríngea, anorretal, genital), inflamação na garganta, febre (mesmo inesperadamente persistente ou recorrente).

    Entretanto, em pacientes recebendo tratamento com antibióticos, os sinais típicos de agranulocitose podem ser mínimos. Sinais típicos de redução do número de plaquetas incluem maior tendência para sangramento e aparecimento de manchas vermelhas ou purpúreas na pele e membranas mucosas. Podem ocorrer, ocasionalmente após a administração, reações de queda na pressão sanguínea transitórias isoladas

  • em casos raros, estas reações apresentam-se sob a forma de queda crítica da pressão sanguínea. Distúrbios renais e urinários: em casos muito raros, especialmente em pacientes com histórico de doença dos rins, pode ocorrer agravamento da função dos rins (insuficiência renal aguda), em alguns casos com diminuição ou ausência da produção de urina (oligúria ou anúria), ou perda de proteína através da urina.

    Distúrbios vasculares: reações de queda na pressão sanguínea isoladas. Em casos isolados, pode ocorrer inflamação nos rins (nefrite intersticial). Coloração avermelhada pode ser observada algumas vezes na urina.

    Distúrbios gastrointestinais: Foram reportados casos de sangramento gastrointestinal. Outros sintomas: boca seca, sede, diminuição da sudorese, retenção ou hesitação urinária (atraso na passagem da urina), visão borrada, dilatação da pupila, aumento da pressão intraocular, fraqueza, enjoos, vômitos, dor de cabeça, tonturas, prisão de ventre, sonolência, reações alérgicas, coceira, alucinações, agitação, tremor, irritação gástrica.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento. A orfenadrina é uma droga potencialmente tóxica e há relatos de mortes associadas à superdose (ingestão de 2 a 3 g de uma só vez). Efeitos tóxicos podem ocorrer, rapidamente em 2 horas, em intoxicação aguda, com convulsões, arritmias cardíacas e morte.

  1. Não frequentemente, pacientes idosos podem sentir certo grau de confusão mental;
  2. Em doses tóxicas podem ocorrer, além dos sintomas mencionados, ataxia (falta de coordenação dos movimentos), distúrbio da fala, dificuldade para ingerir alimentos líquidos ou sólidos, pele seca e quente, dor ao urinar, diminuição dos movimentos peristálticos intestinais, delírio e coma;

Após superdose aguda com dipirona, foram registradas reações como: náuseas, vômito, dor abdominal, deficiência da função dos rins/insuficiência dos rins aguda (ex. : devido à nefrite intersticial) e, mais raramente, sintomas do sistema nervoso central (vertigem, sonolência, coma, convulsões) e queda da pressão sanguínea (algumas vezes progredindo para choque) bem como arritmias cardíacas (taquicardia).

  1. Após a administração de doses muito elevadas, a excreção de um metabólito inofensivo (ácido rubazônico) pode provocar coloração avermelhada na urina;
  2. A cafeína tem ação estimulante central, podendo acentuar os sintomas excitatórios das duas drogas anteriores;

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas, procure orientação médica.

  1. MS 1;
  2. 1300;
  3. 0183  Farm;
  4. Resp;
  5. : Silvia Regina Brollo  CRF-SP n° 9;
  6. 815  Registrado por:  Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda;
  7. Av;
  8. Mj;
  9. Sylvio de M;
  10. Padilha, 5200 – São Paulo – SP  CNPJ 02;
  11. 685;
  12. 377/0001-57  Fabricado por:  Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda;

Rua Conde Domingos Papaiz, 413 – Suzano – SP  CNPJ 02. 685. 377/0008-23  Indústria Brasileira  ® Marca registrada  Ou Registrado por: Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda. Av. Mj. Sylvio de M. Padilha, 5200 – São Paulo – SP CNPJ 02. 685. 377/0001-57 Fabricado por: Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.

Rua Conde Domingos Papaiz, 413 – Suzano – SP CNPJ 02. 685. 377/0008-23 Embalado por: Medley Farmacêutica Ltda. Rua Macedo Costa, 55 – Campinas – SP Indústria Brasileira ® Marca registrada Ou Registrado por: Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.

Av. Mj. Sylvio de M. Padilha, 5200 – São Paulo – SP CNPJ 02. 685. 377/0001-57 Fabricado por: Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda. Rua Conde Domingos Papaiz, 413 – Suzano – SP CNPJ 02. 685. 377/0008-23 Embalado por: Blisfarma Indústria Farmacêutica Ltda. Av. Itaboraí, 1425 – São Paulo – SP Indústria Brasileira ® Marca Registrada Esta bula foi aprovada pela Anvisa em 23/06/2017.

Quais os efeitos colaterais do Dorflex?

Possíveis efeitos colaterais – O efeito colateral mais comum, que pode ocorrer durante o tratamento com o Dorflex são a secura da boca e sede. Além disso, também pode ocorrer diminuição ou aumento do ritmo cardíaco, arritmias cardíacas, diminuição do suor, dilatação da pupila, visão borrada e reações anafiláticas.

O que tem no Dorflex?

Cada mL de DORFLEX corresponde a 30 gotas e 1 gota equivale a 10 mg de dipirona monoidratada, 1,17 mg de citrato de orfenadrina e 1,67 mg de cafeína. DORFLEX é indicado no alívio da dor associada a contraturas musculares, incluindo cefaleia tensional.

Por que Dorflex dá sono?

Sono é um dos efeitos colaterais de alguns analgésicos Alguns princípios ativos atuam no sistema nervoso central e diminuem os reflexos, causando sonolência’, afirma o neurologista Shigueo Yonekura.

Qual é mais forte dipirona ou Dorflex?

Ele é o melhor amigo, o companheiro nas horas difíceis e está sempre por perto. Os mais de 1,3 milhão de fãs no Facebook confirmam que ele é o remédio mais popular do Brasil. No começo dos anos 2000, já figurava no noticiário como um dos medicamentos mais vendidos no País.

Com a popularidade em ascensão, deixou para trás remédios centenários, como a Aspirina, ganhou força entre os brasileiros e criou uma nova onda de consumo: a “febre” Dorflex. Nos últimos cinco anos, ele esteve entre os dez medicamentos mais vendidos e, entre 2013 e 2016, pulou da nona para a quinta posição no ranking da QuintilesIMS.

O sucesso do Dorflex está nos princípios ativos de ação rápida e, em parte, na publicidade bem direcionada. Como todo remédio, porém, o uso abusivo é perigoso. Quando utilizado para um problema que não é indicado, ele anula os efeitos e cria um ciclo vicioso de dor intensa e consumo excessivo. Mariana Machado/Estadão Composto por três substâncias, o Dorflex é um analgésico combinado e pode ser mais perigoso do que um remédio simples A neurologista Thais Villa, chefe do Setor de Investigação e Tratamento das Cefaleias da Unifesp, diz que o tipo de analgésico consumido varia conforme a classe social, mas confirma: a “febre” Dorflex existe. “Remédios combinados tendem a ser os preferidos porque são mais eficazes do que a dipirona pura”, diz. Além da dipirona, cada comprimido contém relaxante, que reduz a tensão muscular, e cafeína, que diminui a pulsação da artéria e da dor latejante. A combinação produz um efeito rápido e alivia a dor.

Qual o melhor antiinflamatório para dores musculares?

Qual é o melhor relaxante muscular?

Miosan, Dorflex ou Mioflex são alguns remédios que contêm relaxante muscular e que podem ser usados em situações de tensão e dor muscular e nos casos de contraturas musculares ou torcicolos. Estes remédios permitem a redução dos espasmos musculares causados pela dor aguda, o que acaba relaxando os músculos, facilitando os movimentos e reduzindo a dor. Assim, alguns dos remédios mais utilizados com efeito relaxante são:

  • Miosan: com Cloridrato de Ciclobenzaprina em sua composição, é indicado para lombalgias e torcicolos, por exemplo, podendo também ser usado nos casos de fibromialgia. Miosan pode ser tomada 2 a 4 vezes por dia, consoante a necessidade e de acordo com a indicação do médico. Saiba mais sobre este medicamento ;
  • Dorflex: tem em sua composição o relaxante muscular Citrato de Orfenadrina e o analgésico Dipirona Sódica, sendo indicado para contraturas musculares e dor de cabeça tensional. Este medicamento deve ser tomado 3 a 4 vezes por dia, consoante indicação médica;
  • Mioflex: tem em sua composição o analgésico Paracetamol, o relaxante muscular Carisoprodol e o anti-inflamatório Fenilbutazona, sendo indicado aliviar a dor e relaxar a musculatura em casos mais dolorosos como artrite reumatoide e osteoartrose por exemplo. Este remédio pode ser tomado 2 a 3 vezes por dia, sempre em dose mínima e com um intervalo de 6 a 8 horas entre doses.
  • Ana-Flex: tem em sua composição Dipirona e Citrato de orfenadrina e é indicado para tratar a contraturas musculares e dor de cabeça tensional. Ana-Flex deve ser tomado 3 a 4 vezes por dia, conforme os sintomas sentidos e a indicação do médico.

Para Que Serve Dor Flex Além destes medicamentos, se a rigidez nos músculos for muito dolorosa e persistente, o médico pode ainda receitar diazepam, também disponível com o nome comercial Valium, que além de relaxar o músculo, também é usado no tratamento da ansiedade e agitação e o médico pode, por isso, recomendá-lo para dormir melhor. Para dormir bem, também é importante saber planear uma boa noite de sono. Veja como o pode fazer.

Qual a diferença do Dorflex para o Torsilax?

O Brasil está entre os países que mais consomem remédios no mundo, em especial, analgésicos. Nos últimos anos – de 2013 a 2016 –, conforme levantamento da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) a pedido de O TEMPO, os analgésicos estão no topo do ranking de medicamentos com maior faturamento no país neste período.

Ou seja, dos cinco medicamentos que mais venderam no país em 2016, três são usados para reduzir ou aliviar a dor. Modismo, automedicação e facilidade de compra contribuem para que a maioria dos brasileiros queira sempre ter analgésicos à mão, conforme analisa o diretor da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), Ricardo Alexandre de Souza.

“Sabe-se que os números são causados muito por causa da questão do acesso aos medicamentos de maneira sem prescrição, no próprio balcão, pois, quando as pessoas chegam na farmácia, eles estão ali ao lado do chocolate e as pessoas compram porque vende três caixas por R$ 30 e todo mundo quer ter um Dorflex na bolsa”, comenta.

Nas primeiras posições, além do analgésicos, aparecem também medicações especificas, como por exemplo anticoagulante (Xarelto), disfunção erétil (Cialis), hipertensão arterial (Selozok), além de suplementos vitamínicos.

Nos quatro anos analisados, Dorflex e Neosaldina aparecem sempre nas primeiras cinco posições, sendo o primeiro líder em todos os anos. Em 2016, o Torsilax, que também é um analgésico, surge em quinto lugar, com R$ 215,3 mi em vendas. “Todos os três são considerados compostos múltiplos.

Isso significa, por exemplo, que o Dorflex é um anti-inflamatório com analgesia e relaxante muscular, o Torsilax também, e a Neosaldina ainda tem cafeína. Todos eles têm efeitos colaterais severos”, diz Souza.

Segundo o médico, o Dorflex pode apresentar efeitos colaterais severos em 10% da população, podendo gerar desde secura da boca, até lesão de pele e aumento na alteração dos glóbulos brancos no sangue. Além disso, entre os riscos, Souza alerta que essas ‘medicações de bolsa’ banalizam a dor e podem mascarar um problema mais sério.

“São remédios que causam um ciclo de analgesia. O paciente tem que tomar cada vez mais, e quando usa mais, gera uma certa tolerância que depois de certo tempo para de funcionar e esse sujeito acaba tendo que tomar doses cada vez maiores e toxicidade maior”, diz o diretor da AMMG.

Em nota, a Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição (Abimip) informou que, pela ausência da necessidade de receita médica, a utilização dos medicamentos isentos de prescrição (MIPs) é considerada “uma prática de autocuidado, que está alinhada com a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS)” e que “esses medicamentos também exercem um papel social e econômico importante”.

Consumo. O Brasil é um dos campeões mundiais em consumo de analgésico. Especialistas alertam que pessoas que os consomem mais de três vezes ao dia e diariamente, precisam procurar ajuda. Medicamentos são eficazes e seguros, alegam fabricantes A Sanofi, fabricante do analgésico Dorflex, informou que o remédio indicado para o alívio da dor associada às contraturas musculares, incluindo dor de cabeça tensional, “é comprovadamente reconhecido por sua eficácia e segurança de acordo com as regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)” e que “deve sempre ser usado conforme as recomendações da bula”.

Já a Takeda, fabricante da Neosaldina, esclareceu também por nota, que a medicação, presente no mercado há 46 anos, “é seguro e com eficácia comprovada cientificamente, desde que consumido conforme indicação em bula, e recomenda sempre que o paciente procure um médico caso os sintomas persistam’.

Pesquisa conduzida pelo laboratório junto ao Ibope Inteligência, feita com mais de mil brasileiros entre 18 e 55 anos e revelou que 95% acreditam que a dor de cabeça afeta seu dia-a-dia. Por isso, a fabricante vem investindo em iniciativas que colaborem na percepção dos sintomas da dor de cabeça.

Fonte: Portal O Tempo Data: 30/04/2018.

Quem não pode tomar Dorflex?

DORFLEX ® é contra-indicado nos seguintes casos: – hipersensibilidade a qualquer um dos componentes da fórmula; – não deve ser utilizado em pacientes com glaucoma, obstrução pilórica ou duodenal, acalasia do esôfago (megaesôfago), úlcera péptica estenosante, hipertrofia prostática, obstrução do colo da bexiga e.

Qual o melhor relaxante muscular para dormir?

Dentre eles, podemos citar: Ciclobenzaprina (Miosan®, Musculare®, etc. ); Carisoprodol (Mionevrix®, Mioflex®); Orfenadrina (Dorflex®).

O que acontece se eu tomar Dorflex todos os dias?

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  • Eu Tomo Dorflex A Mais De 20 Anos E Ja Cheguei A Tomsr 6 Por Dia. Quais Os Efeitos?

1 respostas Eu tomo Dorflex a mais de 20 anos e ja cheguei a tomsr 6 por dia. Quais os efeitos? Olá, boa tarde, O uso de medicamentos analgésicos de forma contínua pode ser extremamente prejudicial. Podem afetar a função do rim, do fígado e ainda levar a transtornos como dores de cabeça crônicas ( que ocorrem diariamente), associadas ao abuso desses medicamentos.

Como tomar Dorflex para dor muscular?

Dorflex® Age na dor, relaxa a tensão muscular 1 e dura por horas 2 Dorflex® combina dipirona, orfenadrina e cafeína para aliviar dores e tensões musculares. O uso recomendado é de 1 a 2 comprimidos até 4 vezes ao dia ou de 30 a 60 gotas até 4 vezes ao dia. .

Quem está com pressão alta pode tomar Dorflex?

Quem tem pressão alta pode tomar Dorflex ®? Não há contraindicação em bula para o uso de qualquer apresentação de Dorflex ® por pessoas com diagnóstico de hipertensão arterial.

Quem tem pressão baixa pode tomar Dorflex?

DORFLEX (dipirona + orfenadrina + cafeína): Para que serve, como usar e riscos

Pacientes com problemas no esôfago e úlcera ou mães que estejam amamentando também não devem fazer uso desse remédio. Além disso, pessoas com pressão normalmente baixa precisam manter a atenção, uma vez que, por conta dos relaxantes musculares, o medicamento pode afetar nesse ponto.

Como tomar Dorflex para dor muscular?

Dorflex® Age na dor, relaxa a tensão muscular 1 e dura por horas 2 Dorflex® combina dipirona, orfenadrina e cafeína para aliviar dores e tensões musculares. O uso recomendado é de 1 a 2 comprimidos até 4 vezes ao dia ou de 30 a 60 gotas até 4 vezes ao dia. .

O que acontece se eu tomar Dorflex todos os dias?

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  • Eu Tomo Dorflex A Mais De 20 Anos E Ja Cheguei A Tomsr 6 Por Dia. Quais Os Efeitos?

1 respostas Eu tomo Dorflex a mais de 20 anos e ja cheguei a tomsr 6 por dia. Quais os efeitos? Olá, boa tarde, O uso de medicamentos analgésicos de forma contínua pode ser extremamente prejudicial. Podem afetar a função do rim, do fígado e ainda levar a transtornos como dores de cabeça crônicas ( que ocorrem diariamente), associadas ao abuso desses medicamentos.

Quem está com pressão alta pode tomar Dorflex?

Quem tem pressão alta pode tomar Dorflex ®? Não há contraindicação em bula para o uso de qualquer apresentação de Dorflex ® por pessoas com diagnóstico de hipertensão arterial.

Pode tomar Dorflex todos os dias?

Utilização diária desse tipo de remédio pode provocar problemas renais e até acidentes vasculares cerebrais (AVCs) e disfarçar sintomas de doenças mais graves. – O analgésico parece indispensável pra muita gente, como a professora Fátima do Nascimento.

  • “Tenho um problema de enxaqueca terrível;
  • Fico tomando um, não passa, aí tomo outro, até passar”, explica;
  • Há mais de dez anos, o empresário Weyma Alves de Souza toma comprimidos, sem receita médica, e assume que sente alguns incômodos;

“Sinto efeito no estômago, na cabeça, até mesmo no psíquico, psicológico, fico com mal estar, a cabeça meio zonza”, diz. O problema é o excesso. Quem toma analgésico por mais de 15 dias no mês pode ter efeitos colaterais. “Pode gerar desde efeitos transitórios e simples, como um quadro de azia ou de mal-estar abdominal, até quadros graves, como insuficiência renal, levando o indivíduo a fazer hemodiálises”, explica o neurologista João José Carvalho.

O remédio pode até ter sido um dia prescrito pelo médico, mas isso não significa que a mesma fórmula deve ser repetida a cada nova dor. Muita gente, além de tomar analgésico por conta própria, não obedece a quantidade recomendada nem o intervalo entre as doses.

Os mais vendidos são aqueles a base de paracetamol, dipirona e ácido acetilsalicílico. O neurologista diz que, no caso de dor de cabeça, abusar de analgésicos pode agravar o problema. “O indivíduo pode evoluir de dores de cabeça que lhe acomete de duas a três vezes por mês para o que nós chamamos de dor de cabeça crônica diária, que são aqueles indíviduos que têm dores todos os dias, e habitualmente tomam quatro, cinco ou seis comprimidos de analgésico diariamente”, avisa Carvalho.

  • O remédio pode ser mais eficiente se for tomados logo nos primeiros 15 minutos de dor;
  • Na Universidade Federal do Ceará, esse grupo de professores e alunos orienta sobre o uso correto dos medicamentos e alerta: tomar muito analgésico pode mascarar doenças mais sérias;

“É preciso buscar a causa do problema para resolver. O analgésico é um paliativo, vai resolver momentaneamente, mas não vai tratar a causa do problema”, diz Miram Patente, professora da instituição. Só no ano passado, o brasileiro gastou mais R$ 1,5 bilhão na compra de analgésicos.

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