O Que É Dor Em Baixo Da Barriga?

Causas comuns de dor no pé barriga – baixo ventre – Dores abdominais localizadas no pé da barriga, também chamado de baixo ventre ou região hipogástrica, originam-se habitualmente na bexiga ou no útero; este último, obviamente, só no caso das mulheres.

  1. Infecção urinária (cistite) e cólica menstrual são as causas mais comuns;
  2. Quadros diarreicos, como gastroenterite viral ou intoxicação alimentar, também podem provocar dores nessa região, mas geralmente estas são mais dispersas por todo o abdômen;

Gravidez não costuma causar dor, apenas uma sensação de peso. Porém, em caso de aborto em andamento, pode haver cólicas intensas.

O que pode ser dor na parte de baixo da barriga?

A dor no pé da barriga normalmente está relacionada com os órgãos presentes nessa região do abdômen, como o útero, a bexiga ou o intestino, por exemplo. As causas mais comuns tendem a ser pouco graves e incluem alterações do trânsito intestinal, como prisão de ventre, má digestão ou infecção urinária, por exemplo. O Que É Dor Em Baixo Da Barriga Algumas das causas mais comuns para a dor no pé da barriga são:.

Como saber se a dor e na bexiga ou no útero?

Onde fica a dor no baixo ventre?

O que é e onde fica o baixo ventre? – Talvez você já tenha ouvido falar de outras expressões para essa região: também são usados os termos “dor abdominal”, “dor no pé da barriga” ou “dor pélvica”. Refere-se portanto a região que fica abaixo do umbigo.

O que pode ser dor na barriga como se fosse cólica?

Tipos de dor abdominal – A forma como a dor se manifesta também pode ajudar a encontrar a sua causa, como por exemplo:

  • Dor em queimação : as dores que surgem no estômago devido a gastrite, úlcera e refluxo, geralmente, aparecem com a sensação de queimação ou ardor nesta região.
  • Dor tipo cólica : problemas no intestino, como diarreia ou prisão de ventre, e também da vesícula podem se manifestar como cólicas. Também aparecem nas dores causadas no útero, como as cólicas menstruais.
  • Pontada ou agulhada : dor causada por excesso de gases, ou por inflamações no abdômen, como apendicite ou inflamação intestinal. Veja outros sinais de apendicite.

Existem ainda outros tipos de dor abdominal, como sensação de estar cheio ou inchado, dores tipo aperto ou sensação inespecífica de dor, quando a pessoa não sabe identificar bem como surge a dor. Nestes casos, normalmente, a causa só é identificada após exames diagnósticos como ultrassom e exames de sangue ou através do histórico pessoal, feitos pelo clínico geral ou gastroenterologista.

Como saber se estou com dor no útero?

Quais os sintomas de uma inflamação no útero?

Como é a dor de bexiga?

Os principais sintomas são urgência miccional, com vontade de ir várias vezes ao banheiro (mas geralmente com pequeno volume de micção em cada ida), polaciúria, dor suprapúbica, noctúria, disúria, dor perineal, sensação de espasmos vesicais, dispareunia, depressão e hematúria macroscópica.

Quais são os sintomas do câncer no colo do útero?

Como e que e a dor de apendicite?

Como é a dor de apendicite? A dor da apendicite pode atingir toda a barriga, entretanto o mais frequente é uma dor localizada na fossa ilíaca direita, que é a parte inferior do abdome do lado direito. A dor faz com que a pessoa assuma uma posição antálgica com as pernas flexionadas em direção ao abdome.

Quais são os sintomas de gases?

Quais os órgãos que ficam no baixo ventre?

Como é a dor no baixo ventre (dor pélvica) – A dor pélvica pode se manifestar como um leve desconforto, ou como dores fortes e limitantes. Ela pode ser aguda, que aparece de forma mais repentina e isolada. Ou pode ser crônica, que tem duração de pelo menos 3 a 6 meses.

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Útero, ovários, tubas uterinas, intestino, bexiga e vagina são os órgãos encontrados na região da pelve, além de ossos, nervos, vasos sanguíneos e diversos músculos. Por esse motivo, a origem da dor no baixo ventre varia bastante.

Para um diagnóstico preciso, é importante realizar uma avaliação detalhada, identificar a localização exata do desconforto, sua intensidade, características e a presença de outros sintomas. A partir de então, exames complementares devem ser solicitados para confirmar as suspeitas e para descartar outras possibilidades.

Quando a dor de barriga e preocupante?

A dor na barriga é um problema muito comum que pode ser provocado por situações simples como má digestão, excesso de gases ou estresse excessivo, por exemplo, podendo desaparecer sem precisar de tratamento, sendo apenas aconselhado repousar, evitar comer alimentos gordurosos ou ricos em açúcar e beber muita água. O Que É Dor Em Baixo Da Barriga.

Quando a dor de barriga pode ser grave?

A dor na barriga é considerada um problema comum e geralmente está relacionada a dificuldades na digestão, acúmulo de gases e cólicas intestinais. Porém, quando persistente e com quadros recorrentes do incômodo, o sintoma pode indicar doenças mais graves, como pancreatite, pedra na vesícula, apendicite, infecção intestinal, hepatite aguda e infecção urinária.

O que pode ser dor no pé da barriga sem estar menstruada?

A cólica fora do período menstrual pode ser bastante incômoda e ter diversas causas, sendo normal durante a ovulação ou no início da gravidez, no entanto pode também ser indicativo de doenças como endometriose, mioma ou doença inflamatória pélvica, principalmente se acontecer com frequência ou todos os meses.

Estou com dor no pé da barriga posso estar grávida?

Sim, dores no pé da barriga podem ser sinal de gravidez. Porém, as famosas dores no “pé” da barriga ou baixo ventre , podem ter outros motivos além de ser um dos indícios de uma gestação inicial. As dores ou mesmo as cólicas podem aparecer após a ovulação e também em outras situações como a  TPM por exemplo.

Onde se localiza a dor pélvica?

A dor pélvica é um desconforto que ocorre na parte inferior do tronco, região abaixo do abdômen e entre os ossos dos quadris. Não inclui dor que ocorre no exterior da região genital (vulva). Muitas mulheres sofrem de dor pélvica. Considera-se uma dor crônica caso persista por mais de quatro a seis meses.

A dor pélvica pode ser um sintoma ginecológico. Ou seja, ela pode ser provocada por um distúrbio que afeta o sistema reprodutor feminino. A dor pode ser aguda ou do tipo cólica (como as cólicas menstruais) e pode ficar indo e voltando.

Ela pode ser repentina e intensa, surda e constante, ou alguma combinação. Às vezes, a dor piora gradativamente ou pode ocorrer de maneira intermitente. Frequentemente, a dor pélvica ocorre em ciclos coordenados com o ciclo menstrual. Ou seja, a dor pode ocorrer todos os meses logo antes ou durante a menstruação ou no meio do ciclo menstrual, quando ocorre a liberação do óvulo (durante a ovulação).

Geralmente, a dor pélvica não é causada por um distúrbio grave. Com frequência, ela está relacionada ao ciclo menstrual Ciclo menstrual A menstruação é a descamação da mucosa do útero (endométrio) acompanhada por sangramento.

Ela ocorre, aproximadamente, em ciclos mensais ao longo da vida reprodutiva da mulher, exceto durante. leia mais. Entretanto, vários distúrbios que causam dor pélvica podem dar origem à peritonite Peritonite A dor abdominal é comum e, geralmente, pouco importante. Os distúrbios que podem causar dor pélvica incluem

  • Distúrbios ginecológicos – aqueles que afetam os órgãos reprodutores (vagina, colo do útero, útero, trompas de Falópio e ovários)
  • Distúrbios que afetam outros órgãos na pelve, como a bexiga, o reto ou apêndice
  • Distúrbios que afetam órgãos próximos, mas na região exterior da pelve, como a parede abdominal, o intestino, os rins, os ureteres ou a parte inferior da aorta

Muitas vezes, o médico não consegue identificar o que está causando dor pélvica. Os distúrbios ginecológicos podem ou não estar relacionados ao ciclo menstrual. As causas ginecológicas mais comuns da dor pélvica incluem

  • Dor no meio do ciclo menstrual (mittelschmerz) que ocorre durante a ovulação

Outras causas frequentes da dor pélvica incluem Muitas mulheres com dor pélvica crônica sofreram abusos físicos, psicológicos ou sexuais. A menina que sofreu abuso sexual às vezes apresenta dor pélvica. Nessas mulheres ou meninas, os fatores psicológicos podem contribuir para a dor. Quando a mulher sente uma dor desconhecida, repentina e muito intensa na região inferior do abdômen ou pelve, o médico deve decidir com rapidez se é necessária uma cirurgia de emergência. Distúrbios que geralmente exigem cirurgia de emergência incluem

  • Ruptura de um abscesso na pelve
  • Laceração no intestino
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O médico faz um exame de gravidez em todas as mulheres e meninas em idade fértil. Certos sintomas são preocupantes em mulheres com dor pélvica:

  • Sangramento vaginal após a menopausa
  • Febre ou calafrios
  • Dor súbita e intensa, principalmente quando acompanhada por náusea, vômito, suor excessivo ou agitação

A mulher com a maioria dos sinais de alerta deve consultar um médico imediatamente. Entretanto, se o único sinal de alerta é o sangramento vaginal após a menopausa, a mulher pode consultar um médico em mais ou menos uma semana. Caso a mulher sem sinais de alerta sinta dor desconhecida constante e com piora gradativa, deve-se consultar um médico no mesmo dia.

  1. Dores abdominais graves que surgem rapidamente, porém, quase sempre indicam um problema significativo;
  2. A dor pode ser o único sinal da;
  3. leia mais (inflamação e, normalmente, infecção da cavidade abdominal), que é um distúrbio grave;

Caso a mulher sinta dor desconhecida que não é constante nem piora, deve-se fazer uma consulta quando possível; contudo, demorar vários dias geralmente não é prejudicial. A dor pélvica recorrente ou crônica deve ser examinada por um médico em algum momento.

Ter cólicas menstruais leves é algo normal. As cólicas menstruais não precisam de avaliação a menos que elas estejam causando muita dor. Após certificar-se de que a mulher não precisa de cirurgia de emergência, o médico faz-lhe perguntas sobre seus sintomas e seu histórico clínico.

Em seguida, o médico faz um exame físico. O que ele identifica durante a anamnese e o exame físico geralmente sugere uma causa e os exames que talvez sejam necessários (consulte a tabela Algumas causas ginecológicas de dor pélvica Algumas causas de dor pélvica em mulheres* ). O médico faz perguntas sobre a dor:

  • Se ela começa de maneira súbita ou gradativa
  • Se ela é aguda ou surda
  • Quão intensa é
  • Quando ocorre em relação a: ciclo menstrual, alimentação, sono, relações sexuais, atividade física, micção e evacuação
  • Se outros fatores pioram ou aliviam a dor

Questiona-se a mulher sobre outros sintomas, tais como sangramento vaginal, secreção e tonturas. Pede-se para que ela descreva as menstruações e a gestações anteriores. O médico também pergunta se ela já sofreu de algum distúrbio que possa causar dor pélvica e se já passou por alguma cirurgia abdominal ou pélvica. O médico pode perguntar sobre estresse, depressão e outros fatores psicológicos para determinar se podem estar contribuindo para a dor, principalmente se esta é crônica. Por exemplo,

  • Febre e calafrios sugerem uma infecção.
  • Perda de apetite, náusea, vômito ou alívio ou piora de dor durante a evacuação sugerem um distúrbio do trato digestivo.

Cólicas menstruais são diagnosticadas somente depois de descartar outras causas mais graves. Os seguintes exames são feitos rotineiramente:

  • Exames de urina (análise de urina)
  • Exame de gravidez na urina no caso de mulheres em idade fértil

A mesma amostra de urina pode ser utilizada para realizar um exame de gravidez. Caso haja a possibilidade de gravidez muito recente e o exame de urina seja negativo, realiza-se exame de sangue para confirmar a gravidez. O exame de sangue é mais exato do que o exame de urina quando a gravidez tem menos de cinco semanas. Caso o exame de gravidez confirme que a mulher está grávida, uma ultrassonografia é realizada para descartar a possibilidade de gravidez ectópica.

Certos grupos de sintomas sugerem algum tipo de distúrbio. No caso da ultrassonografia, o médico utiliza um aparelho de ultrassom portátil que é colocado no abdômen ou inserido na vagina. A ultrassonografia da pelve é realizada por muitos motivos.

Sempre que o médico suspeitar que algum distúrbio ginecológico talvez seja a causa dos sintomas e os sintomas tiveram início de maneira repentina ou sejam recorrentes ou graves. Caso o resultado da ultrassonografia seja indeterminado, outros exames, como uma série de exames de sangue ou uma laparoscopia, serão realizados para descartar uma gravidez ectópica.

  • No caso de exames de sangue, o médico mede a concentração de um hormônio produzido pela placenta, a gonadotrofina coriônica humana (hCG);
  • Se a concentração de hCG for baixa, talvez a gravidez seja muito recente conseguir ser detectada pela ultrassonografia;

Se a concentração for elevada e a ultrassonografia não detectar gravidez, é possível que ela seja ectópica. Na laparoscopia, o médico faz uma pequena incisão logo abaixo do umbigo e insere um tubo de visualização (laparoscópio) para tentar encontrar diretamente uma gravidez ectópica ou outras causas de dor pélvica. Os exames podem incluir

  • Exame e coleta de amostras de urina ou secreção em busca de infecções que podem causar dor pélvica
  • Laparoscopia, se outros exames não identificarem a causa
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Caso o distúrbio que causa a dor pélvica seja identificado, realiza-se o tratamento, se possível. É possível que também seja necessário tomar analgésicos. Inicialmente, trata-se a dor com medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como ibuprofeno. A mulher que não apresentar boa resposta a um AINE talvez responda bem a outro. Outros analgésicos ou hipnose podem ser tentados caso os AINEs sejam ineficazes.

  1. A realização de exames depende de quais distúrbios se suspeita;
  2. Caso a dor evolua, fisioterapia, termoterapia, terapia muscular ou repouso talvez ajudem;
  3. Em casos raros, uma histerectomia (uma cirurgia para remover o útero) pode ser realizada quando a mulher sofre de dor intensa que persiste apesar do tratamento, mas ela pode não ser eficaz;

Em mulheres mais velhas, as causas comuns de dor pélvica podem ser diferentes, pois alguns distúrbios causadores podem tornar-se mais comuns com a idade, principalmente após a menopausa. Obviamente, não existe mais a possibilidade de distúrbios relacionados à menstruação.

Doenças que ocorrem com frequência em mulheres mais velhas incluem A concentração de estrogênio diminui após a menopausa, enfraquecendo muitos tecidos, incluindo tecidos ósseos, musculares (como os da bexiga) e tecidos ao redor da vagina e da uretra.

Consequentemente, fraturas e infecções na bexiga tornam-se mais comuns. Além disso, esse enfraquecimento pode contribuir para o prolapso de órgãos pélvicos, que pode causar sintomas conforme a mulher envelhece. Nesses distúrbios, os tecidos enfraquecidos ou lesionados não são mais capazes de manter no lugar o útero, a vagina ou outros órgãos na pelve.

Consequentemente, um ou mais desses órgãos podem descer (prolapso). As mulheres mais velhas são mais propensas a tomar medicamentos (especialmente opioides) que podem causar constipação dolorosa. Em mulheres mais velhas, o revestimento interno da vagina fica mais fino e ressecado após a menopausa.

Esse quadro clínico (denominado vaginite atrófica) pode causar dor durante a relação sexual e é possível que a mulher descreva ou apresente essa dor na forma de dor pélvica. A avaliação é similar àquela para mulheres mais jovens, com exceção de o médico atentar-se a sintomas de distúrbios do trato digestivo e urinário. A mulher mais velha deve consultar um médico imediatamente em caso de

  • Perda repentina de peso ou apetite
  • Ocorrência repentina de indigestão
  • Ocorrência de alteração súbita na evacuação

Então, o médico realiza exames para assegurar-se que a causa não seja câncer de endométrio nem de ovário. Para tentar detectar a presença de adelgaçamento e ressecamento do revestimento vaginal, o médico faz perguntas à mulher para determinar se ela é sexualmente ativa. Em caso positivo, é possível que o médico recomende suspender a prática de relações sexuais até que os sintomas desapareçam ou receite um creme à base de estrogênio Apresentações da terapia hormonal .

  • Muitas mulheres sofrem de dor pélvica.
  • Muitos distúrbios, relacionados aos órgãos reprodutores ou outros órgãos próximos, podem causar dor pélvica.
  • O médico pode determinar as causas com base na descrição da dor, sua relação com o ciclo menstrual e nos resultados de exame físico.
  • Se a mulher estiver em idade fértil, um exame de gravidez é sempre realizado.
  • Exames de urina são realizados e, geralmente, outros exames, como exames de sangue e ultrassonografia da pelve, para confirmar a suspeita do diagnóstico.
  • Cólicas menstruais são causas comuns de dor pélvica, mas são diagnosticadas apenas depois que outras causas tenham sido descartadas.

O que pode ser dor na barriga abaixo do umbigo?

A dor abaixo do umbigo pode surgir devido a diversas situações, sendo comum nas mulheres durante o período menstrual devido às cólicas. No entanto pode ser sinal também de infecção do sistema urinário, doença inflamatória pélvica ou prisão de ventre. Além disso, a dor abaixo do umbigo pode também acontecer devido à síndrome do intestino irritável ou apendicite, principalmente quando é aguda, constante e acontece no lado direito, sendo nesse caso muito importante que a pessoa vá imediatamente ao hospital para que seja iniciado o tratamento mais indicado e sejam prevenidas complicações. O Que É Dor Em Baixo Da Barriga.

Onde se localiza a dor de apendicite?

A dor da apendicite pode atingir toda a barriga, entretanto o mais frequente é uma dor localizada na fossa ilíaca direita, que é a parte inferior do abdome do lado direito.

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