Azitromicina Para Que Serve Para Dor De Dente?

Azitromicina Para Que Serve Para Dor De Dente

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3 respostas Tomei azitromicina para dor de dente mais não passou o que devo tomar? Azitromicina é um antibiótico, que tem uma função específica no tratamento de infecções, não atuando diretamente na dor. Procure um dentista para descobrir e tratar de fato a causa dessa dor. Por exemplo, se for uma cárie, ela precisa ser removida e o dente restaurado. Abraços do Rio de Janeiro para você!.

Pode usar azitromicina para dor de dente?

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3 respostas Tomei azitromicina para dor de dente mais não passou o que devo tomar? Azitromicina é um antibiótico, que tem uma função específica no tratamento de infecções, não atuando diretamente na dor. Procure um dentista para descobrir e tratar de fato a causa dessa dor. Por exemplo, se for uma cárie, ela precisa ser removida e o dente restaurado. Abraços do Rio de Janeiro para você!.

Qual melhor antibiótico para dor de dente?

Recursos do assunto Dor nos e ao redor dos dentes é um problema comum, especialmente em pacientes com má higiene bucal. A dor pode ser constante, sentida após a estimulação (p. ex. , calor, frio, bebidas ou alimentos doces, mastigação, escovação), ou ambos.

  • Cáries dentárias
  • Gengivite
  • Abscesso periapical
  • Trauma
  • Erupção do dente do siso (causando pericoronite)

A dor de dente é geralmente causada por cárie dentária e as suas consequências. Cárie dentária Cárie É a deterioração dos dentes, comumente chamada cavitação dental. Os sintomas — dentes sensíveis, doloridos — aparecem tardiamente. O diagnóstico baseia-se. leia mais causa dor quando a lesão se estende do esmalte à dentina (resultando em desmineralização da estrutura do dente suficiente para causar cavitação na superfície externa do esmalte dental). A dor geralmente ocorre após estimulação por causa de frio, calor, comida ou bebida doce ou escovação; esses estímulos fazem o líquido mover-se para dentro dos túbulos dentinários a fim de induzir uma resposta na polpa. Desde que o desconforto não persista após o estímulo ser removido, é provável que a polpa esteja suficientemente saudável para ser mantida.

  1. Isso é chamado sensibilidade dentinária normal, pulpalgia reversível ou gengivite reversível;
  2. Gengivite Gengivite É a inflamação da polpa do dente decorrente de cáries não tratadas, traumatismos ou múltiplas restaurações;

Seu principal sintoma é a dor. O diagnó. leia mais é a inflamação da polpa, normalmente por causa de cárie avançando, danos cumulativos menores na polpa resultantes de restaurações prévias extensas, restauração com defeito ou trauma. Ela pode ser reversível ou irreversível.

Necrose por pressão frequentemente resulta de gengivite. A dor pode ser espontânea ou em resposta à estimulação, particularmente ao calor ou frio. Nos dois casos, a dor persiste durante um minuto ou mais. Depois que a polpa torna-se necrótica, a dor termina por um breve período de tempo (horas ou semanas).

Subsequentemente, inflamação periapical (periodontite apical) ou abcesso periapical se desenvolve. Abscesso periapical pode resultar de cárie ou gengivite não tratada. O dente é extremamente sensível à percussão (p. ex. , toque com uma sonda dental de metal ou lâmina da língua) e mastigação.

O abscesso pode apontar de maneira intrabucal e, com o tempo, drenar ou tornar-se uma celulite. O trauma dentário pode danificar a polpa. O dano pode se manifestar logo após a lesão ou até décadas mais tarde.

Pericoronite é a inflamação e infecção do tecido entre o dente e sua aba sobreposta da gengiva (opérculo). Ela geralmente ocorre em um dente do siso em erupção (quase sempre um inferior). A história da doença atual deve identificar o local e duração da dor e se é constante ou está presente depois de estimulação. Fatores específicos causadores a revisar incluem calor, frio, alimentos ou bebidas doces, mastigação e escovação. Deve-se observar qualquer trauma prévio ou trabalho odontológico. A história clínica deve observar problemas odontológicos prévios e tratamento.

Os sinais vitais são inspecionados para febre. O exame focaliza a face e a boca. A face é inspecionada para edema com palpação em busca de enduração e sensibilidade. O exame da cavidade oral inclui inspeção em busca de inflamação da gengiva e cáries e qualquer edema localizado na base de um dente que pode representar um abcesso apical vísivel.

Se nenhum dente está claramente envolvido, os dentes na área da dor são percutidos procurando sensiblidade com uma espátula. Além disso, um cubo de gelo pode ser aplicado brevemente a cada dente, removendo-o imediatamente assim que a dor é sentida. Nos dentes saudáveis, a dor para quase imediatamente.

A dor que persiste por mais de alguns segundos indica danos na polpa (p. ex. , gengivite Gengivite É a inflamação da polpa do dente decorrente de cáries não tratadas, traumatismos ou múltiplas restaurações.

Seu principal sintoma é a dor. O diagnó. leia mais irreversível). O assoalho da boca deve ser palpado para avaliar a enduração ou sensibilidade, sugerindo infecção espacial profunda. O exame neurológico, concentrando-se nos pares cranianos, deve ser feito nos pacientes com febre, cefaleia ou edema de face. Achados de particular interesse são

  • Cefaleia
  • Febre
  • Edema ou sensibildade do assoalho da boca
  • Anormalidades dos pares cranianos

A febre é incomum com infecção dentária de rotina a menos que haja extensão local significativa. Doença dental isolada: pacientes sem sinais de alerta ou edema de face provavelmente tem algum problema dental isolado, que, embora desconfortável, não é grave. Resultados clínicos, especialmente a natureza da dor, ajudam a sugerir uma causa (ver tabela Algumas causas da dor de dente Algumas causas da dor de dente e Características da dor de dente Características da dor de dente ). Por causa da sua inervação, a polpa pode perceber estímulos (p. ex. , calor, frio, doces) apenas como dor. Uma distinção importante é se há dor contínua ou dor apenas com estimulação e, se a dor é apenas na estimulação, se a dor persiste após o estímulo ser removido. Radiografias do dentes são a base dos testes, mas pode ser submetidas a um dentista.

  • Analgésicos tópicos ou orais
  • Algumas vezes, enxaguantes ou antibióticos sistêmicos

Antibióticos direcionados para a flora bucal são administrados para a maioria dos distúrbios, exceto gengivite irreversível (p. ex. , polpa necrótica, abscesso, celulite). Pacientes com pericoronite também devem receber antibioticoterapia. Mas os antibióticos podem ser postergados se os pacientes podem ser atendidos no mesmo dia por um dentista, que pode ser capaz de tratar a infecção removendo a fonte (p.

Edema na base de um dente, na região malar, ou ambos, indica infecção, celulite ou abcesso. Uma área sensível flutuante na base de um dente sugere um abcesso apontador. ex. , por meio de extração, pulpectomia ou curetagem).

Ao usar antibióticos, a escolha é penicilina ou amoxicilina, com clindamicina como alternativa para pacientes alérgicos à penicilina. Pericoronite ou erupção dos terceiros molares são tratados por meio de enxagues com 0,12% de clorexidina ou imersões de água salgada hipertônica (1 colher de sopa de sal misturado em um copo de água quente — na mesma temperatura do café ou chá que um paciente normalmente bebe).

A água salgada é mantida na boca no lado afetado até esfriar e, então é expectorada e imediatamente substituída por outra imersão. Três ou 4 copos de água salgada por dia podem controlar a inflamação e a dor até a avaliação odontológica.

Dor de dentição em crianças pequenas pode ser tratada com doses de paracetamol ou ibuprofeno baseadas no peso. Os tratamentos tópicos podem incluir mastigar biscoitos duros (p. ex. , biscotti) e mastigar qualquer coisa fria (p. ex. , anéis de dentição contendo gel).

Benzocaína tópica pode resultar em metemoglobinemia se utilizada repetidamente ou em grandes quantidades e, portanto, geralmente não é recomendada. Os idosos são mais propensos a cáries nas superfícies das raízes, geralmente por causa da recessão gengival e xerostomia induzida por fármacos.

A periodontite geralmente começa na idade adulta jovem; se não tratada, dor de dente e perda dentária são comuns na velhice.

  • A maior parte da dor de dente envolve cáries dentária ou suas complicações (p. ex. , gengivite, abcesso).
  • O tratamento sintomático e encaminhamento odontológico são geralmente adequados.
  • Administram-se antibióticos se há sinais de abscesso, necrose pulpar ou condições mais graves e se não há atendimento odontológico no mesmo dia.
  • Complicações muito raras, mas graves, incluem a extensão da infecção dental ao assoalho da boca ou ao seio cavernoso.
  • Infecções dentárias raramente causam sinusite, mas a sinusite pode causar dor percebida como se originando nos dentes.

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O que é melhor para dor de dente amoxicilina ou azitromicina?

Em relação ao tratamento de infecções de origem odontológica a primeira escolha é a amoxicilina. A azitromicina apresenta ação bacteriostática tanto sobre bactérias aeróbias quanto anaeróbias, mas não tem ação sobre bactérias produtoras de penicilinase.

Quantos dias tomar azitromicina para dor de dente?

Uso da Azitromicina – Azitromicina Para Que Serve Para Dor De Dente O uso desse medicamento é intraoral. Sua vantagem é através da posologia. Ou seja, a indicação da dose indicada. Ela é ingerida uma vez ao dia, sendo administrada normalmente por cinco dias. É importante ressaltar que a utilização desse e de qualquer outro remédio só pode ser feita sob prescrição e orientação médica.

Automedicar-se nunca é a melhor saída. Além disso, ela só pode ser vendida mediante apresentação de receita médica. O princípio ativo do antibiótico é a azitromicina diidratada. Ela bloqueia a produção de proteínas pelas bactérias, que servem para sua proliferação e fortificação.

Seu tempo de ação ocorre duas ou três horas após a ingestão. Em caso de reação alérgica, o uso deve ser interrompido e seu médico ou cirurgião-dentista deve ser comunicado. Dessa forma, ele indicará um tratamento alternativo.

Qual o melhor antiinflamatório para dente?

Ibuprofeno O ibuprofeno é um anti-inflamatório indicado para o alívio da dor de dente que age reduzindo a produção de substâncias que causam a inflamação e também atua como analgésico, reduzindo a dor de dente.

Qual o melhor remédio para infecção de dente?

Como tomar azitromicina para dente inflamado?

Azitromicina – A azitromicina atua contra uma ampla variedade de bactérias detendo seu crescimento. Pode ser eficaz no tratamento de algumas infecções dentárias. Normalmente a  azitromicina é recomendada apenas a pacientes alérgicos aos medicamentos da classe da penicilina.

Como saber se o dente está inflamado ou infeccionado?

Como curar dor de dente em 5 segundos?

Estou com uma dor de dente insuportável?

Tire todas as dúvidas durante a consulta online – Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa. Mostrar especialistas Como funciona? Bom dia. Sim, este medicamento é um anti inflamatório, que ajuda em alguns casos. Como a sua dor está insuportável (normalmente, dente latejando), sugiro que vá ao dentista, pois provavelmente (não estou dando certeza) você está com uma condição de pulpite (dor no canal), e deverá passar por procedimento odontológico.

  • Fiz um canal na quarta-feira e ontem de noite começou a formigar minha boca e hoje está dormente, é normal ? Estou super preocupada
  • Um dente mexendo depois de um acidente com alimento duro tem solucão?
  • Estou com uma dor como de hipersensibilidade no dente, suportável, após quebrar um pedaço ,minha dentista restaurou e disse que não havia necessidade de canal no momento, o que posso tomar para diminuir ou sanar esse incômodo?
  • Fiz implante dentário coloquei 3 dentes de porcelana na frente , e por trás ficou muito grossa e a língua está pegando esta prejudicando minha fala, tem como desgastar um pouco?
  • Fiz um canal a cinco dias atrás, é normal esta doendo muito, mesmo tomando analgésico?
  • Minha filha tá nascendo o segundo molar, chora a noite toda, O que fazer?
  • Boa noite. Tive alveolite pós extração de um dente na parte de baixo, fui ao dentista novamente e ele me deu várias anestesias local pois não tinha me sentido bem com a outra enestesia mais forte senti o coração acelerado enfim raspou a infecção e deu ponto de novo, porém ainda sinto dor, é normal ou…
  • Estou com alveolite, a dentista colocou um medicamento que cessou a dor, porém não estou sentindo melhora na cicatrização,. O que posso fazer para melhorar?
  • Bom dia! Fiz um canal no dente em março,está doendo até hj,e depois de uma tomografia descobri que está trincado, qual seria o tratamento certo para esse problema. ?
  • A massa do meu canal caiu á muito tempo , com isso o dente foi quebrando e ficou um buraco aberto , tem como só tampar o buraco ou terei de extrair a raiz do dente ??? Agradeço a atenção!!!!

O que é mais forte amoxicilina ou azitromicina?

ARTIGO ORIGINAL Comparação entre a azitromicina e a amoxicilina no tratamento da exacerbação infecciosa da doença pulmonar obstrutiva crônica * * Estudo multicêntrico Mara Rúbia Andre-Alves I ; José Roberto Jardim II ; Rodney Frare e Silva III ; Elie Fiss IV ; Denison Noronha Freire V ; Paulo José Zimermann Teixeira VI I Professora Adjunta da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS – Porto Alegre (RS) Brasil II Professor Associado de Pneumologia da Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP – São Paulo (SP) Brasil III Professor Adjunto de Pneumologia do Departmento de Clínica Médica da Universidade Federal do Paraná – UFPR – Curitiba (PR) Brasil IV Professor Titular de Pneumologia da Faculdade de Medicina do ABC – FMABC – Santo André (SP) Brasil V Professor Adjunto de Pneumologia do Departmento de Clínica Médica do Centro de Ciências da Saúde da Universidade Estadual de Londrina – UEL – Londrina (PR) Brasil VI Pneumologista do Pavilhão Pereira Filho da Santa Casa de Porto Alegre – Porto Alegre (RS) Brasil Endereço para correspondência RESUMO OBJETIVO: Comparar a eficácia, segurança e tolerabilidade da azitromicina e da amoxicilina no tratamento de pacientes com quadro clínico de exacerbação infecciosa da doença pulmonar obstrutiva crônica.

MÉTODOS: Seis centros brasileiros incluíram 109 pacientes com idades entre 33 e 82 anos. Desses pacientes, 102 foram randomizados para receber azitromicina (500 mg por dia por três dias, n = 49) ou amoxicilina (500 mg a cada oito horas por dez dias, n = 53).

Os pacientes foram avaliados no início do estudo, após dez dias e depois de um mês. A avaliação clínica, de acordo com os sinais e sintomas presentes após dez dias e após um mês, consistiu na classificação dos casos nas categorias cura, melhora ou falha terapêutica.

A avaliação microbiológica foi feita pela cultura de amostras de escarro consideradas adequadas após contagem de leucócitos e coloração de Gram. Avaliações secundárias de eficácia foram feitas com relação aos sintomas (tosse, dispnéia e expectoração) e à função pulmonar.

RESULTADOS: Não houve diferenças entre as proporções de casos classificados como cura ou melhora entre os grupos tratados com a azitromicina ou a amoxicilina. Essas proporções foram, respectivamente, de 85% vs. 78% (p = 0,368) após dez dias, e de 83% vs. 78% (p = 0,571) após um mês.

Também não foram encontradas diferenças significativas entre os dois grupos quando comparadas as variáveis secundárias de eficácia e a incidência de eventos adversos. CONCLUSÃO: A azitromicina tem eficácia e tolerabilidade semelhantes às da amoxicilina para o tratamento da exacerbação aguda da Doença pulmonar obstrutiva crônica.

Descritores: Amoxicilina/uso terapeutico; Azitromicina/uso terapêutico; Bronquite crônica/quimioterapia; Doença pulmonar obstrutiva crônica/qumioterapia; Estudo comparativo. Introdução A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é uma condição causada por limitação progressiva ao fluxo aéreo que não é totalmente reversível.

  1. (1) A grande maioria dos casos ocorre em pacientes que foram ou são fumantes, sendo a DPOC caracterizada por um declínio acelerado do volume expiratório forçado no primeiro segundo;
  2. (2) A DPOC apresenta um espectro de alterações patológicas e manifestações clínicas;

Dentro desse espectro, define-se a bronquite crônica como a presença de tosse produtiva por pelo menos três meses, em dois anos consecutivos. (3) A bronquite crônica caracteriza-se por obstrução de vias aéreas de pequeno calibre e produção aumentada de muco.

Muitos pacientes com bronquite crônica também apresentam graus variados de enfisema, caracterizado pela destruição de espaços aéreos e perda da elasticidade pulmonar. (3) Assim, é por vezes difícil discernir a contribuição desses dois processos patológicos, bronquite crônica e enfisema, para as manifestações clínicas num paciente individualmente.

Embora ainda não seja bem conhecida a epidemiologia da DPOC no Brasil, um estudo de base populacional conduzido na área metropolitana da Cidade de São Paulo demonstrou que cerca de 15,8% dos indivíduos com mais de 40 anos de idade preenchem critérios para DPOC.

(5) Além disso, a DPOC foi a quarta maior causa de internação hospitalar no Brasil em 2002. (6) Pacientes com DPOC apresentam episódios freqüentes de exacerbação infecciosa. Durante esses episódios, ocorre piora rápida da função pulmonar, piora da obstrução das vias aéreas e produção ainda maior de muco.

Estima-se que os pacientes com DPOC tenham, em média, até três episódios anuais de exacerbação infecciosa. (4) Embora a exacerbação tenha causa multifatorial a infecção é a principal, sendo responsável por 50 a 80% dos casos. (4,6,7) Entre essas infecções, as mais freqüentes são as bacterianas, sendo os patógenos mais comumente encontrados Haemophilus influenzae, Moraxella catarrhalis e Streptococcus pneumoniae.

(6) Em comparação com placebo, o tratamento com antibióticos é considerado eficaz, encurtando o período de duração da exacerbação infecciosa. (8,9) Assim, pacientes com exacerbação infecciosa da DPOC freqüentemente necessitam de tratamento com antibióticos de amplo espectro, que sejam ativos por via oral e que possam ser administrados de forma racional com segurança e expectativa de eficácia na maior parte dos casos.

Diversas classes de antibióticos atualmente disponíveis se prestam a essa finalidade. O presente estudo teve por objetivo comparar a eficácia, segurança e tolerabilidade de dois antibióticos orais, a azitromicina e a amoxicilina, no tratamento ambulatorial de pacientes com exacerbação infecciosa da DPOC.

Métodos Os pacientes candidatos ao estudo tinham idade entre 30 e 70 anos e diagnóstico clínico de exacerbação infecciosa da DPOC. O diagnóstico foi feito diante da presença de dois dos seguintes critérios: tosse aumentada, expectoração aumentada ou piora da dispnéia.

Os pacientes deveriam estar em tratamento ambulatorial e apresentar radiografia simples de tórax, realizada nas 48 h precedentes à inclusão no estudo, que excluísse a presença de pneumonia. Pacientes do sexo feminino não poderiam estar amamentando, grávidas ou planejando engravidar durante o estudo ou até um mês após seu término.

  1. Além disso, mulheres em idade fértil deveriam praticar método contraceptivo eficaz;
  2. Foram definidos como critérios de exclusão: a hipersensibilidade conhecida à azitromicina ou à amoxicilina; o tratamento com antibióticos sistêmicos num período de catorze dias antes da inclusão no estudo; a previsão de uso de antibiótico para outra condição clínica ou de uso de alopurinol, probenecida, digoxina, varfarina ou ergotamina durante o estudo; história conhecida de infecção pelo vírus da imunodeficiência humana, bronquite aguda ou bronquiectasia, suspeita de abscesso pulmonar ou empiema, ou a história ou suspeita de tuberculose ativa, fibrose cística ou câncer primário ou metastático para o pulmão; a presença de qualquer condição clínica ou psicológica que, a critério do investigador, devesse impedir o paciente de participar do estudo; o histórico de abuso de álcool ou drogas; o tratamento com medicamentos imunossupressores, incluindo doses de corticosteróides superiores ao equivalente a 10 mg/dia de prednisona; a presença de qualquer uma das alterações laboratoriais contagem de leucócitos inferior a 2;
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500/mm 3 , contagem de neutrófilos inferior a 1. 000/mm 3 ou elevação de transaminases acima de duas vezes o limite superior do normal, ou de fosfatase alcalina ou bilirrubinas acima de 1,5 vezes o limite superior do normal; a doação de sangue durante ou por até um mês após a conclusão do estudo; e a participação em estudos clínicos, inclusive neste, no período de um mês antes da inclusão no presente estudo.

Todos os pacientes incluídos no estudo assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido. O protocolo foi aprovado pelo comitê de ética em pesquisa de cada um dos seis centros participantes do estudo, que foi conduzido segundo os princípios éticos da Declaração de Helsinque, as normas de Boas Práticas de Pesquisa Clínica e as resoluções federais referentes à pesquisa clínica no Brasil.

Os pacientes candidatos ao estudo foram avaliados numa consulta inicial, durante a qual foram interrogados a cerca da história clínica e submetidos ao exame físico completos, e na qual foram solicitados exames laboratoriais, radiografia simples de tórax, espirometria e exame microbiológico de escarro purulento expectorado recentemente.

A avaliação do escarro foi feita por coloração de Gram e cultura de amostras consideradas adequadas, definidas como aquelas em que havia mais que 25 leucócitos e menos de dez células epiteliais escamosas por campo observado através de lente ótica de pequeno aumento (100 x).

(10) Os pacientes foram então aleatoriamente designados para tratamento com azitromicina, 500 mg por via oral por dia, por três dias consecutivos, ou amoxicilina, 500 mg por via oral a cada oito horas, por dez dias consecutivos. Depois de dez dias, os pacientes compareceram à segunda consulta e foram reavaliados por meio de história, exame de sinais vitais, espirometria e exame microbiológico de escarro.

A terceira e última consulta foi realizada cerca de um mês após o início do tratamento e incluiu os mesmos procedimentos da segunda consulta. Todo medicamento usado durante o estudo deveria ser informado pelos pacientes, e as quantidades de azitromicina e amoxicilina utilizadas pelos pacientes foram contabilizadas para avaliar a adesão ao tratamento.

Para efeito das avaliações de eficácia e segurança, foram consideradas duas amostras de pacientes. A avaliação de segurança foi feita na amostra de pacientes com intenção de tratamento (ITT, do inglês intention to treat ), formada por todos os pacientes que tomaram pelo menos uma dose de um dos medicamentos do estudo.

  1. A amostra de pacientes avaliáveis por protocolo (amostra PP) foi constituída pelos pacientes que tomaram quantidade adequada dos medicamentos, definida como entre 80 e 100% do total de comprimidos que haviam sido prescritos, e que não violaram o protocolo por quaisquer motivos;

A resposta clínica dos pacientes foi classificada, na segunda e na terceira consulta, como cura, melhora ou falha. A cura foi definida como a resolução dos sinais e sintomas de exacerbação aguda, com volta dos mesmos ao padrão habitual de cada paciente.

A melhora foi definida pelo desaparecimento da febre, quando presente, e da resolução incompleta dos outros sinais ou sintomas, sem a necessidade adicional de outros antibióticos. A falha foi definida como a ausência de resolução dos sinais ou sintomas ou a necessidade de uso adicional de antibióticos.

A avaliação primária da eficácia terapêutica foi dada pela proporção de pacientes que apresentou cura ou melhora. Os parâmetros secundários de eficácia foram as avaliações de sinais e sintomas e os resultados das análises microbiológicas. Foram registrados todos os eventos adversos relatados pelos pacientes ou observados pelos investigadores ao longo do estudo.

  • Também foi analisada a incidência de eventos adversos sérios, definidos como quaisquer ocorrências que resultassem em morte, hospitalização ou prolongamento de hospitalização, incapacidade persistente, ou significativa, ou eventos que colocassem a vida do paciente em risco;

Foram avaliados os casos de interrupção do tratamento devida à sua ineficácia ou a eventos adversos a ele relacionados. As variáveis demográficas e características basais dos pacientes foram comparadas por meio do cálculo de medidas descritivas e teste de análise de variância (ANOVA), no caso de variáveis quantitativas, e pelos testes do qui-quadrado ou exato de Fisher, conforme o caso, para as variáveis qualitativas.

  1. As diferenças entre as proporções de pacientes com cura ou melhora em cada grupo foram comparadas por testes de proporção e seus respectivos intervalos de confiança de 95%;
  2. Na avaliação microbiológica, foi aplicada a mesma técnica estatística;

Os resultados dos testes de função pulmonar foram analisados pela técnica de ANOVA para medidas repetidas. As análises estatísticas foram feitas com auxílio do sistema SAS ( Statistical Analysis System , Cary, North Carolina). Todos os testes de hipóteses foram bicaudais, e o nível de significância considerado foi de 5%.

Resultados Dos 109 pacientes incluídos no estudo, 102 tomaram pelo menos uma dose de um dos antibióticos e constituíram a amostra com intenção de tratamento. Destes 102 pacientes, 19 tiveram seu tratamento interrompido pelos seguintes motivos: eventos adversos (n = 11), falta de eficácia terapêutica (n = 4), retirada de consentimento informado (n = 2), e violação de protocolo (n = 2).

Assim, 83 pacientes completaram o estudo, tendo 41 deles sido tratados com azitromicina, e 42 com amoxicilina. A mediana da idade dos 102 participantes do estudo foi de 60 anos (intervalo de 33 a 82), e 59 pacientes eram do sexo masculino (58%). Estas e outras características demográficas e clínicas são mostradas na Tabela 1.

Não houve diferenças significativas entre essas características, quando foram comparados os pacientes randomizados para os dois grupos. Após dez dias de tratamento, 97 pacientes eram avaliáveis quanto à resposta clínica.

Dos 5 pacientes na amostra com intenção de tratamento que não foram avaliáveis, 2 haviam sido tratados com azitromicina, e 3 com amoxicilina. Não houve diferenças estatisticamente significativas entre os dois grupos quando foram comparadas as proporções de pacientes com cura ou melhora.

  • Conforme mostra a Tabela 2 , essas proporções foram de 85% no grupo tratado com azitromicina, e de 78% no grupo tratado com amoxicilina (p = 0,368);
  • Um mês após o término do tratamento, foi possível avaliar a resposta clínica em 96 casos;

Dos 6 pacientes não avaliáveis, 3 haviam recebido azitromicina, e 3 haviam recebido amoxicilina. Mais uma vez, não houve diferenças estatisticamente significativas entre os dois grupos quando foram comparadas as proporções de pacientes com cura ou melhora.

  1. Estas proporções foram de 83% e 78% nos grupos tratados com azitromicina e amoxicilina, respectivamente (p = 0,571);
  2. Resultados semelhantes foram encontrados quando a análise de eficácia foi realizada na população de pacientes avaliáveis por protocolo (dados não mostrados);

A resposta microbiológica pôde ser avaliada após dez dias em 97 pacientes, e após um mês em 86 pacientes. Os patógenos mais freqüentemente isolados em culturas, independentemente da fase do tratamento, foram bactérias dos gêneros Moraxella catharralis, Streptococcus alfa hemolítico, Haemophilus influenzae, Pseudomonas aeruginosa e Klebsiella pneumoniae ( Tabela 3 ).

  • Não houve diferenças entre os dois grupos, quando foram comparadas as diversas categorias de respostas microbiológicas (dados não mostrados);
  • Da mesma forma, também não houve diferenças quando foram avaliados os sintomas tosse, expectoração e dispnéia ( Tabela 4 ) ou a função pulmonar dos pacientes nos dois grupos depois de dez dias ou depois de um mês após o início do tratamento ( Tabela 5 );

No grupo tratado com azitromicina, 96% dos pacientes tomaram as três doses do medicamento prescrito. No grupo tratado com amoxicilina, 92% dos pacientes tomaram pelo menos 90% dos comprimidos prescritos. Trinta e três pacientes tratados com azitromicina tiveram pelo menos um evento adverso, e 27 pacientes tratados com amoxicilina tiveram pelo menos um evento adverso.

Os principais eventos adversos atribuídos ao tratamento foram de natureza gastrintestinal (náusea, dor epigástrica e diarréia). Esses eventos ocorreram em 5 pacientes tratados com azitromicina e em 9 tratados com amoxicilina.

Cinco pacientes tratados com azitromicina e 2 tratados com amoxicilina apresentaram eventos adversos considerados sérios segundo o protocolo. Esses eventos foram piora do quadro respiratório e do broncoespasmo em 4 pacientes, 1 caso de crise convulsiva e 1 de fratura vertebral.

Nenhum desses eventos foi considerado como secundário ao uso dos antibióticos do estudo. Discussão O presente estudo demonstrou que a azitromicina e a amoxicilina produzem resultados comparáveis, em termos de eficácia e tolerabilidade, em pacientes com exacerbação infecciosa da DPOC.

A taxa de resposta clínica, definida como a proporção de pacientes que atingiu cura ou melhora dos sinais e sintomas do quadro de exacerbação infecciosa, foi semelhante nos dois grupos e comparável aos resultados obtidos em outros estudos com delineamento semelhante.

  • Da mesma forma, não houve diferenças significativas em outros parâmetros de eficácia ou na toxicidade atribuída ao tratamento;
  • Diversos fatores devem ser considerados na escolha de um antibiótico para tratar pacientes com exacerbação infecciosa da DPOC;
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(11) Entre esses fatores, destacam-se o espectro de ação, a taxa esperada de resistência bacteriana, a conveniência posológica e a penetração adequada em secreções respiratórias. Diversos antibióticos usados no tratamento da exacerbação infecciosa da DPOC reúnem várias destas características.

A azitromicina é um antibiótico macrolídeo com amplo espectro de ação, incluindo os patógenos mais comumente encontrados em infecções respiratórias comunitárias. (12) Num estudo internacional, em que foram comparadas taxas de resistência in vitro de patógenos respiratórios a diversos antibióticos, os resultados de amostras oriundas do Brasil revelaram que S.

pneumoniae e H. influenzae apresentam, respectivamente, 95% e 100% de sensibilidade à azitromicina. (13) A administração da azitromicina por três dias garante níveis adequados do antibiótico por até dez dias. Esta propriedade farmacocinética torna a azitromicina um antibiótico com posologia bastante satisfatória.

Além disso, a azitromicina apresenta excelente penetração em secreções respiratórias. (14) Outros estudos randomizados compararam a azitromicina e a amoxicilina no tratamento de pacientes com exacerbação aguda de bronquite crônica.

Em alguns estudos a amoxicilina foi administrada em associação com o ácido clavulânico, um inibidor de algumas das beta-lactamases produzidas por patógenos respiratórios. Uma metanálise de catorze estudos randomizados que compararam azitromicina e amoxicilina mostrou que a azitromicina apresenta eficácia comparável à da amoxicilina, esta última com ou sem o ácido clavulânico, mas com menor incidência de eventos adversos.

(15) Quando comparada a antibióticos de outras classes, a eficácia da azitromicina foi considerada equivalente à da moxifloxacina, (16) da levofloxacina (17) e da pivampicilina. (18) Em comparação com outros macrolídeos, a azitromicina também foi considerada equivalente à roxitromicina, (19) à claritromicina (20) e à diritromicina.

(21, 22) Diante da eficácia comparável entre os diversos antibióticos empregados no tratamento da exacerbação aguda da bronquite crônica, é de interesse avaliar qual das drogas empregadas estaria associada a um perfil farmacoeconômico mais satisfatório.

  1. Num estudo latino-americano, estimou-se que os antibióticos respondem por apenas 19,7% do custo direto do tratamento da exacerbação infecciosa;
  2. (23) Apesar deste percentual relativamente baixo, em comparação com o custo global do tratamento, é possível que existam antibióticos com relações de custo-efetividade mais favoráveis;

Em outras palavras, é possível que uma eventual diferença de custos entre diferentes antibióticos seja minimizada, ou mesmo invertida, quando são levados em conta outros custos associados ao tratamento, como sua eficácia e sua toxicidade. Nesse sentido, existem poucos estudos com resultados aplicáveis em grande escala.

(24) Num estudo retrospectivo, o uso de antibióticos de terceira geração (azitromicina, ciprofloxacina e amoxicilina/ácido clavulânico) esteve associado a menores taxas de falha terapêutica e internação, maior intervalo entre episódios de exacerbação e tendência a menor custo global do tratamento, em comparação com drogas de primeira geração (amoxicilina, sulfametoxazol/trimetoprima, eritromicina e tetraciclina).

(25) Os resultados do presente estudo confirmam a eficácia e a tolerabilidade da azitromicina para o tratamento ambulatorial de episódios de exacerbação infecciosa da DPOC. Nessa situação, pode-se esperar que o tratamento com azitromicina promova cura ou melhora clínica na grande maioria dos pacientes, com perfil de toxicidade e custo aceitáveis.

  • Endereço para correspondência: Dra. Mara Rúbia André-Alves Rua Ramiro Barcelos, 1. 056, Conj. 704 CEP 90035-002, Porto Alegre, RS, Brasil Tel 55 51 3222-8088 E-mail:
  • Recebido para publicação em: 28/6/2005. Aprovado, após revisão, em 12/4/2006.

  • * Estudo multicêntrico
  • Endereço para correspondência: Dra. Mara Rúbia André-Alves Rua Ramiro Barcelos, 1. 056, Conj. 704 CEP 90035-002, Porto Alegre, RS, Brasil Tel 55 51 3222-8088 E-mail: mara@orion. ufrs. br * Estudo multicêntrico.

    O que fazer quando o dente está latejando?

    Dente latejando o que fazer? – O ideal é que ao sentir que seu dente está latejando você procure um atendimento odontológico o mais rápido possível para que o dentista possa avaliar o seu caso. Porém, caso não seja possível visitar um dentista de imediato, o paciente pode tomar certas ações para reduzir a dor de dente até poder visitar o dentista. Portanto, para aliviar o dente latejando o paciente pode:

    • Atentar-se aos hábitos de higiene bucal , para garantir que está higienizando os dentes da maneira correta;
    • Bochechar água com sal para ajudar no combate contra os microrganismos;
    • Aplicar até 2 gotas de óleo de cravo-da-índia sobre o dente doendo;
    • Bochechar chá de gengibre e própolis, que possuem propriedades anti-inflamatórias e antibacterianas;
    • Aplicar uma compressa fria sobre a região;
    • Tomar analgésicos de venda livre.

    É importante lembrar que nenhum desses cuidados substitui a visita ao dentista, portanto, é extremamente importante consultar-se com um profissional.

    Como tratar uma infecção no dente?

    Cárie – A cárie é causada pela ação da placa bacteriana. Quando não realizamos a higiene bucal correta e consistente, as bactérias vão corroendo o esmalte do dente, atingindo as partes mais profundas. Quando a deterioração atinge a polpa do dente, é necessário fazer o que chamamos de “tratamento de canal”.

    Caso o paciente não realize o tratamento, o próximo passo é a infecção dentária. A infecção dentária é o quadro mais grave que o paciente pode atingir. Nela, ocorre uma inflamação do núcleo do dente, afetando os ossos da boca.

    Em alguns casos, o paciente apresenta o chamado “abcesso dentário”, que é a formação de pus na parte interior do dente. Nesses casos, é preciso drenar, fazer a remoção de todo o pus, limpar o canal e restaurar o dente. Em alguns casos, é preciso remover o dente e realizar um implante.

    Como tomar amoxicilina de 500 para dor de dente?

    Como usar? – A amoxicilina deve ser sempre tomada com orientação do médico. Cabe a este profissional decidir a dosagem e o período do tratamento. A toma do medicamento deve-se cumprir à risca (no tempo estipulado). Ou seja, ninguém deve deixar de tomar os comprimidos mais cedo só porque já se sente melhor.

    1. Em geral, em adultos, a dose que se recomenda é de 250 mg, 3 vezes por dia, num período de 8 em 8 horas;
    2. Já no caso das crianças – até aos 10 anos – , esse valor desce para os 125 mg, também 3 vezes ao dia, de 8 em 8 horas;

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    Pode tomar amoxicilina para dente inflamado?

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    • Estou Com O Dente Inflamado, Minha Boca Ficou Inchada, A Dentista Me Receitou Amoxilina 500Mg Por 7

    1 respostas Estou com o dente inflamado, minha boca ficou inchada, a dentista me receitou amoxilina 500mg por 7 dias,minha bochecha desinchou mas na parte de baixo no maxilar continuou inchado,, a dentista me receitou mais 7 dias de amoxilina+clavulanato de potássio 500+ 125mg, terminei de tomar, mas estou com a parte esquerda do labio inferior dolorido e dormente. estava com um dente inferior com cárie entre os dentes. a dentista tirou a cárie fez um curativo e disse q tenho q fazer canal, posso tomar amoxilina com inflamatório? Sim, você pode tomar antibiótico e anti-inflamatório juntos. Mas não fique na dependência das medicações, e corra atrás do tratamento de canal o quanto antes =D.

    Quantos dias tomar amoxicilina para desinflamar o dente?

    Tire todas as dúvidas durante a consulta online – Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa. Mostrar especialistas Como funciona? Para a maioria dos antibióticos o nível cérico ideal se dá com 48h. Dependendo do grau da infecção de 48 /72horas. O antibiótico começa a fazer efeito entre 48/72h.

    • Fiz um canal na quarta-feira e ontem de noite começou a formigar minha boca e hoje está dormente, é normal ? Estou super preocupada
    • Um dente mexendo depois de um acidente com alimento duro tem solucão?
    • Estou com uma dor como de hipersensibilidade no dente, suportável, após quebrar um pedaço ,minha dentista restaurou e disse que não havia necessidade de canal no momento, o que posso tomar para diminuir ou sanar esse incômodo?
    • Fiz implante dentário coloquei 3 dentes de porcelana na frente , e por trás ficou muito grossa e a língua está pegando esta prejudicando minha fala, tem como desgastar um pouco?
    • Fiz um canal a cinco dias atrás, é normal esta doendo muito, mesmo tomando analgésico?
    • Minha filha tá nascendo o segundo molar, chora a noite toda, O que fazer?
    • Boa noite. Tive alveolite pós extração de um dente na parte de baixo, fui ao dentista novamente e ele me deu várias anestesias local pois não tinha me sentido bem com a outra enestesia mais forte senti o coração acelerado enfim raspou a infecção e deu ponto de novo, porém ainda sinto dor, é normal ou…
    • Estou com alveolite, a dentista colocou um medicamento que cessou a dor, porém não estou sentindo melhora na cicatrização,. O que posso fazer para melhorar?
    • Bom dia! Fiz um canal no dente em março,está doendo até hj,e depois de uma tomografia descobri que está trincado, qual seria o tratamento certo para esse problema. ?
    • A massa do meu canal caiu á muito tempo , com isso o dente foi quebrando e ficou um buraco aberto , tem como só tampar o buraco ou terei de extrair a raiz do dente ??? Agradeço a atenção!!!!

    Qual o melhor remédio para dor de dente nimesulida ou ibuprofeno?

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    • Olha Estou Com Muita Dor De Dente, Tomei Ibuprofeno Há Mais Ou Menos 14 Horas, Porém Não Tenho Mais

    9 respostas Olha estou com muita dor de dente, tomei ibuprofeno há mais ou menos 14 horas, porém não tenho mais ibuprofeno,posso tomar Nimesulida? Bom dia! tudo bem? O ideal é sempre procurar um profissional para avaliar seu caso e te passar seu plano de tratamento. Cada profissional possui uma conduta diferente, na minha conduta após uma avaliação rigorosa, se o problema for dor de dente (que envolve a polpa do dente), sempre prescrevo Ibuprofeno 400mg. A nimesulida também é um anti inflamatório, porém é mais indicado em casos de cirurgias do que em casos de dores pulpares (nervo do dente).

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