Qual A Segunda Dor Mais Forte Do Mundo?

Qual A Segunda Dor Mais Forte Do Mundo
Dor biliar – A segunda seria a dor biliar, que algumas pessoas podem até mesmo sentir não entender do que se trata. A dor seria causada por cálculos que podem se formar, onde a dor causada por este problema geralmente fica localizada na região do abdômen, e é considerada como uma das dores mais potentes que podem sentir também. 3°.

Qual é a segunda maior dor do mundo?

Qual é a dor mais forte do mundo?

Quais são as três piores dores do mundo?

Qual é a primeira pior dor do mundo?

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“O nervo trigêmeo passa pelos dois lados do rosto e se divide em três ramos: o oftálmico, maxilar e mandibular, de acordo com a região onde está”, explica. “A dor aparece quando um ou mais desses ramos sofre com uma lesão, inflamação ou mesmo quando é comprimido por qualquer motivo”.

Essa dor costuma ser bastante intensa e pode se manifestar como pequenas fisgadas, um choque ou queimação, muitas vezes incapacitante. Existem diversas causas para que o nervo apresente esse distúrbio, conforme explica o neurologista. “A causa mais comum são os conflitos neurovasculares, ou seja, quando uma veia ou artéria encosta no nervo desencadeando a crise.

  • Mas existem outras como a esclerose múltipla e tumores no trajeto do nervo”, descreve;
  • O diagnóstico é feito pelas características da dor e a causa do problema, normalmente é descartadas por meio de um exame de imagem, como a ressonância magnética de crânio;

O mais importante é que a Neuralgia do Trigêmeo pode ser tratada e desta forma o diagnóstico deve ser o mais precoce possível. O tratamento acontece primeiramente tratando a dor no instante em que ela surge por meio de medicamentos analgésico; mas também prevenindo prevenir futuras crises e, por fim, tratar as causas.

  1. “Esse tratamento vai depender de cada caso, mas além dos medicamentos via oral existem outras opções, como a intervenção cirúrgica e a aplicação de toxina botulínica”, explica o neurologista;
  2. O especialista alerta para a importância de fazer o acompanhamento médico após o diagnóstico mesmo sem sentir dor;

“É muito comum, na neuralgia do trigêmeo, que o paciente tenha longos períodos sem sentir dor, mesmo sem fazer nenhum tratamento. Mas isso não significa que ele esteja curado e a dor pode retornar a qualquer instante. Por isso, o acompanhamento constante é fundamental”, finaliza.

O que equivale a dor do parto?

‘O corpo humano só pode suportar 45 unidades de dor, mas no momento do parto uma mulher suporta até 57 unidades de dor, isto equivale a 20 ossos quebrados todos de uma só vez Tome consciência, ame e respeite as mulheres do amor.

O que dói mais dor de dente ou parto?

16/09/2014 | 16h17 – Publicado por: Willian Vinicius Dor de Dente Existe pior dor que essa? Basta uma pequena busca no Twitter, por exemplo, para ver que está cheio de gente com dor de dente. Existe pior dor que essa? Basta uma pequena busca no Twitter, por exemplo, para ver que está cheio de gente com dor de dente. Por que será que ela é tão comum? Qual A Segunda Dor Mais Forte Do Mundo Existem inúmeras escalas de intensidade de dor. Uma questão meio difícil de medir, pois depende muito do limiar de dor de cada pessoa. O que costuma aparecer em primeiro lugar nessas escalas é a dor sentida no infarto do miocárdio. Em segundo lugar vemos a dor do parto em algumas escalas ou a dor da cólica renal em outras. E por que dói tanto?  Qual A Segunda Dor Mais Forte Do Mundo A pior dor de dente é a dor advinda da  pulpite,  a inflamação da polpa do dente. Sabe quando você bate a cabeça e sai o famoso “galo” no local batido? Aquilo é uma reação do corpo ao trauma na região. À grosso modo, há vazamento de plasma e líquidos no local da batida. Como nossa cabeça é dura, porque temos o osso do crânio logo abaixo da pele, o galo se forma e tem espaço para crescer, porque a pele no local pode ser esticada.

Eu já ouvi relatos de pacientes que chegaram a bater a cabeça na parede no auge da dor de dente. Em terceiro lugar algumas escalas mostram que vem a dor de dente. Agora imaginem uma inflamação nas células que ficam dentro do dente.

O dente é extremamente duro e a polpa não tem para onde “crescer” ou “inchar”. Por isso a sensação de ter “um coraçãozinho batendo dentro do dente” em casos de dor forte. A polpa quer inchar, mas não consegue por causa do ambiente constrito. A dor é quase insuportável e às vezes nem remédios conseguem resolver. Qual A Segunda Dor Mais Forte Do Mundo Como se resolve uma dor de dente?  SEMPRE   com dentista. Nunca se auto medique. Não faça bochechos com substâncias caseiras. Não pingue remédio no buraco do dente. Corra para o dentista. O  diagnóstico  correto do dentista vai permitir o tratamento correto da origem da dor com segurança para que ela não volte e não incomode mais.

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Por que tanta gente tem dor de dente? Acredito que seja porque não nos preocupamos muito com a prevenção. Esperamos doer o dente para procurar um dentista. Quando isso acontece, pode ser que seja tarde. Tem gente que tenta de tudo antes de procurar o dentista.

Um Abraço, Equipe Dicas Odonto.

Qual é a dor de levar uma facada?

Uma dor que se assemelha a golpes profundos com uma lâmina.

O que dói mais um chute no saco ou a dor do parto?

28/04/2013 09h30 – Atualizado em 28/04/2013 09h30 Fonte: Mega Curioso Se você é homem, nunca vai saber como é a dor do parto e, se é mulher, jamais terá noção de como dói um chute no saco. Mas, afinal, qual das duas dores é maior? Como é possível compará-las? O novo vídeo publicado pela galera do ASAP Science faz um comparativo muito bom a respeito dos dois tipos de dores.

Primeiro, é preciso entender o que é, de fato, a dor. Trata-se de uma resposta nervosa a um estímulo físico. Essa resposta se dá por meio de ligações cerebrais que ocorrem através de neurônios. Existe uma unidade de medida, conhecida como “del”, que calcula os níveis de dor.

Segundo pesquisas, o corpo humano consegue aguentar aproximadamente 47 dels. Partindo disso, para se ter um meio de comparação, estabeleceu-se que o parto causa 57 dels de dor, o equivalente a sentir 20 ossos sendo quebrados de uma só vez. Comparação Por outro lado, o tão temido chute no saco poderia causar 9 mil dels.

  • Se você acha que esses números já mostram o que dói mais, está enganado;
  • Primeiro que essa unidade de medida ainda não é reconhecida pela Ciência, e segundo que é preciso de outros tipos de comparações para se estabelecer níveis de dor;

Se você é homem e leva um belo chute em sua área de lazer, deve sentir essa dor imensa e incalculável durante alguns segundos, minutos no máximo. Porém, se você é mulher e está dando a luz a um bebê, prepare-se para suportar a dor por 8 horas, que é o tempo médio de duração de um parto.

A região dos testículos está cercada por nervos supersensíveis que respondem à dor com muita facilidade. Essas células nervosas fazem conexão com o estômago e, uma vez ativado, esse órgão aperta o botãozinho “central de vômito” e a dor é tanta que chega a causar náusea, sem falar, é claro, no aumento dos batimentos cardíacos, da pressão sanguínea e da produção de suor.

Até casar, sara Por outro lado, o útero está cercado por células que agem da mesma forma que as citadas no parágrafo anterior. É comum, portanto, que mulheres em trabalho de parto sofram com os mesmos sintomas de homens atingidos por golpes baixos. A verdade é que a dor é relativa e depende, sempre, de como está a sua condição física, seu humor e, claro, suas experiências anteriores relacionadas ao sofrimento. .

Qual é a primeira maior dor?

Qual é o limite da dor?

Numa escala analógica de dor, de ‘0’ a ’10’, o ‘0’ toma-se como ausência de dor e o ’10’ seria a dor máxima. Tomemos como exemplo a dor máxima ’10’, dor insuportável, permanente e que necessita de medicação contínua. A dor máxima para uns pode ser apenas ‘9’, mas para outros pode ser ‘8’.

Qual a pior dor que um ser humano pode suportar?

O que se compara a cólica menstrual?

É semelhante à dor do enfarte porque são dores viscerais, mas para algumas mulheres é pior do que a de um ataque cardíaco. É mais comparável a dores de parto.

Qual é a pior dor de cabeça?

É uma das piores dores de cabeça que possa existir. A primeira descrição conhecida dessa cefaleia ocorreu há 300 anos atrás. Acomete cerca de 1 a 4 a cada 1. 000 pessoas (prevalência de 0,4%). A idade de início é, em geral, entre os 20 e 40 anos. A prevalência é três a quatro vezes maior em homens do que em mulheres (3-4:1).

Esse predomínio nos homens já foi bem maior e a redução dessa diferença nas últimas décadas tem sido grande. Provavelmente pela mudança no estilo de vida das mulheres (sua inserção no mercado de trabalho e o seu papel social).

Cerca de 4% dos pacientes apresentam história familiar. É comum durante o quadro de dor o paciente querer se matar/morrer. Muitos pacientes que atendi disseram que batem a cabeça na parede durante as crises com a esperança de encontrar alívio para tanto sofrimento.

Publicação recente que revisou estudos em diversas partes do mundo evidenciou o quão tardio costuma se dar o diagnóstico correto desses pacientes chegando a levar muitos anos. Até que recebam o diagnóstico, muitos pacientes são submetidos a exames e procedimentos desnecessários e tratamentos inadequados[ 1 ].

A cefaleia em salvas caracteriza-se por uma dor severa, que dura de 15 a 180 minutos, unilateral , em volta do olho (periorbitária) ou na região ao lado do olho (temporal). Além da dor, aparecem sintomas locais como lacrimejamento, secreção nasal (coriza), inchaço das pálpebras, “queda”‘ da pálpebra superior, redução da pupila (miose), além de sintomas gerais como sensação de inquietação, ansiedade, agitação, muita agitação.

  1. Durante a dor o paciente pode apresentar comportamento violento;
  2. Uma publicação recente, apontou que 83,3% dos pacientes referiram apresentar sintomas premonitórios cerca de 10 a 20 minutos antes de uma crise;

Os quatro sintomas mais relatados foram: sensação de dor/peso (48,8%) e sensação de pontada/facada (27,5%) ambas na área onde ocorreu posteriormente a crise, dificuldade de concentração (27,5%) e congestão nasal (23,8%)[ 2 ]. Algo curioso nesse tipo de dor de cabeça é que as crises aparecem quase sempre na mesma época do ano e nos mesmos horários, sendo na maioria das vezes no meio da madrugada.

Alguns pacientes ficam com receio de dormir com medo da dor, pois ela aparece, na maioria das vezes, depois de um período de sono. Deprivação do sono com períodos curtos da fase REM do sono pode desencadear as crises.

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Essa privação do sono pelo medo da dor ou pela própria dor gera um ciclo vicioso com complicação do quadro. Os períodos de salvas duram de 6 a 12 semanas e o de remissão costuma durar 12 meses. O ciclo doloroso conduz o paciente a um quadro de depressão com ideações suicidas.

  • Quando as crises de cefaleia em salvas ocorrem por mais de um ano sem remissão ou com remissões durando menos de um mês, dizemos que o/a paciente apresenta uma cefaleia em salvas crônica;
  • Há uma forte associação entre o alto consumo de tabaco e a cronificação de cefaleias em salvas que eram episódicas;

Nas cefaleias em salvas que já se iniciam de forma crônica está fortemente relacionada a grande consumidores de bebidas alcoólicas e de café [ 3 ]. Nas fases de crises é fundamental que os pacientes evitem esses fatores desencadeadores. É muito comum verificar nesses pacientes o consumo de tabaco e grande consumo de álcool.

Trauma prévio é aceito como um dos fatores desencadeantes da cefaleia em salvas. Durante uma salva e no subtipo crônico, as crises ocorrem de maneira regular e podem ser provocados também pela histamina ou nitroglicerina.

– Nitroglicerina: fonte de óxido nítrico que leva a vasoconstricção – Histamina: presente em vinhos, cervejas, queijos e outros alimentos fermentados Patogenia : Há um envolvimento do hipotálamo (atividade anormal), do sistema nervoso autônomo (simpático e parassimpático) e do sistema trigêmino-vascular.

  1. A localização ao redor do olho e do mesmo lado da cabeça sugere o envolvimento da porção cavernosa da artéria carótida, pois nela há convergência das fibras nervosas desses três sistemas acima referidos;

Porém, o hipotálamo parece ter um papel fundamental na geração inicial do episódio, enquanto as crises requerem um envolvimento do sistema nervoso periférico[ 4 ]. Pessoas com cefaleia em salvas devem estar atentas as seguintes orientações, visto que publicações científicas já evidenciaram relação delas com o desencadeando das crises:  

  • Evitar ingestão de bebidas alcoólicas no período de salvas;
  • Evitar cochilos/sesta no período de salvas;
  • Nitroglicerina/nitratos e vários anti-hipertensivos podem desencadear crises;
  • Evitar exposição a solventes orgânicos e compostos voláteis de pinturas;
  • Seria melhor cessar consumo de tabaco e do café;
  • Evitar viagens aéreas e áreas em altas altitudes (>5. 000 pés) em período de salvas;
  • Evitar crises de raiva, ansiedade, atividade física excessiva, pois após essa fase, justamente na fase de relaxamento podem aparecer as crises de cefaleia em salvas
  • Os períodos de salvas costumam aparecer após períodos prolongados de alteração do sono , tais como: férias, ocupações novas que funcionam em turnos, períodos pós-operatórios ou fase final de cursos universitários.

Tratamento: Durante as crises esses pacientes respondem bem ao uso de oxigênio. Outro medicamento usado nas crises é o sumatriptano. Esse é o medicamento mais efetivo contra as crises. Para prevenção das crises usamos outros medicamentos de uso contínuo como o verapamil, prednisona, lítio, topiramato e valproato de sódio. Resultados muito bons têm sido alcançados com técnicas de neuromodulação com estímulos elétricos.

  1. Pesquisas e relatos de casos publicados em revistas científicas conceituadas na área médica referem remissão das crises com essas técnicas de estimulação de nervos periféricos com estímulos elétricos, sobretudo dos nervos occipitais e do nervo vago[ 5 ];

A estimulação do hipotálamo através das fibras autonômicas e do nervo vago também poderia mostrar resultados. Observou-se que no uso dessas técnicas é necessária a repetição dos estímulos por semanas a meses, sugerindo que o mecanismo de ação é através da promoção de neuroplasticidade cerebral, portanto esses são tratamentos profiláticos[ 6-11 ].

  • Somente a estimulação elétrica do nervo esfenopalatino demonstrou efeito agudo[ 8 ];
  • Sabemos que há um intervalo de mais ou menos 15 a 17 anos entre o que se evidencia em pesquisa e as mudanças na prática clínica diária;

Por isso, muitos tratamentos inovadores tardam em chegar aos pacientes. Em um artigo publicado agora em 2019, os autores concluem o seguinte: “embora tratamentos de neuroestimulação tenham demonstrado boa eficácia em muitos estudos, eles ainda não estão bem estabelecidos com um tratamento standard em pacientes com cefaleias refratárias”[ 7 ]. Referências:

  1. Buture A, Ahmed F, Dikomitis L, Boland JW: Systematic literature review on the delays in the diagnosis and misdiagnosis of cluster headache. Neurol Sci 2019, 40 (1):25-39.
  2. Snoer A, Lund N, Beske R, Jensen R, Barloese M: Pre-attack signs and symptoms in cluster headache: Characteristics and time profile. Cephalalgia 2018, 38 (6):1128-1137.
  3. Torelli P, Cologno D, Cademartiri C, Manzoni G: Primary and Secondary Chronic Cluster Headache: Two Separate Entities? Cephalalgia 2000, 20 (9):826-829.
  4. Hoffmann J, May A: Diagnosis, pathophysiology, and management of cluster headache. Lancet Neurol 2018, 17 (1):75-83.
  5. Goadsby PJ, de Coo IF, Silver N, Tyagi A, Ahmed F, Gaul C, Jensen RH, Diener HC, Solbach K, Straube A et al : Non-invasive vagus nerve stimulation for the acute treatment of episodic and chronic cluster headache: A randomized, double-blind, sham-controlled ACT2 study. Cephalalgia 2018, 38 (5):959-969.
  6. Lainez MJ, Guillamon E: Cluster headache and other TACs: Pathophysiology and neurostimulation options. Headache 2017, 57 (2):327-335.
  7. Vukovic Cvetkovic V, Jensen RH: Neurostimulation for the treatment of chronic migraine and cluster headache. Acta Neurol Scand 2019, 139 (1):4-17.
  8. Pedersen JL, Barloese M, Jensen RH: Neurostimulation in cluster headache: a review of current progress. Cephalalgia 2013, 33 (14):1179-1193.
  9. Leone M, Proietti Cecchini A, Messina G, Franzini A: Long-term occipital nerve stimulation for drug-resistant chronic cluster headache. Cephalalgia 2017, 37 (8):756-763.
  10. Miller S, Watkins L, Matharu M: Treatment of intractable chronic cluster headache by occipital nerve stimulation: a cohort of 51 patients. Eur J Neurol 2017, 24 (2):381-390.
  11. Miller S, Watkins L, Matharu M: Long-term follow up of intractable chronic short lasting unilateral neuralgiform headache disorders treated with occipital nerve stimulation. Cephalalgia 2018, 38 (5):933-942.

Quais são as dez piores dores do mundo?

Qual a pior dor que um ser humano pode suportar?

O que dói mais um chute no saco ou a dor do parto?

28/04/2013 09h30 – Atualizado em 28/04/2013 09h30 Fonte: Mega Curioso Se você é homem, nunca vai saber como é a dor do parto e, se é mulher, jamais terá noção de como dói um chute no saco. Mas, afinal, qual das duas dores é maior? Como é possível compará-las? O novo vídeo publicado pela galera do ASAP Science faz um comparativo muito bom a respeito dos dois tipos de dores.

Primeiro, é preciso entender o que é, de fato, a dor. Trata-se de uma resposta nervosa a um estímulo físico. Essa resposta se dá por meio de ligações cerebrais que ocorrem através de neurônios. Existe uma unidade de medida, conhecida como “del”, que calcula os níveis de dor.

Segundo pesquisas, o corpo humano consegue aguentar aproximadamente 47 dels. Partindo disso, para se ter um meio de comparação, estabeleceu-se que o parto causa 57 dels de dor, o equivalente a sentir 20 ossos sendo quebrados de uma só vez. Comparação Por outro lado, o tão temido chute no saco poderia causar 9 mil dels.

  1. Se você acha que esses números já mostram o que dói mais, está enganado;
  2. Primeiro que essa unidade de medida ainda não é reconhecida pela Ciência, e segundo que é preciso de outros tipos de comparações para se estabelecer níveis de dor;
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Se você é homem e leva um belo chute em sua área de lazer, deve sentir essa dor imensa e incalculável durante alguns segundos, minutos no máximo. Porém, se você é mulher e está dando a luz a um bebê, prepare-se para suportar a dor por 8 horas, que é o tempo médio de duração de um parto.

A região dos testículos está cercada por nervos supersensíveis que respondem à dor com muita facilidade. Essas células nervosas fazem conexão com o estômago e, uma vez ativado, esse órgão aperta o botãozinho “central de vômito” e a dor é tanta que chega a causar náusea, sem falar, é claro, no aumento dos batimentos cardíacos, da pressão sanguínea e da produção de suor.

Até casar, sara Por outro lado, o útero está cercado por células que agem da mesma forma que as citadas no parágrafo anterior. É comum, portanto, que mulheres em trabalho de parto sofram com os mesmos sintomas de homens atingidos por golpes baixos. A verdade é que a dor é relativa e depende, sempre, de como está a sua condição física, seu humor e, claro, suas experiências anteriores relacionadas ao sofrimento. .

Qual é a pior dor emocional?

TAYANE SCOTT Segundo estudo da Universidade de Purdue (EUA), lembranças de experiências emocionais dolorosas machucam mais do que a recordação de dores físicas e demoram muito mais tempo para cicatrizar. A pesquisa, realizada com voluntários que sofreram grandes perdas emocionais nos últimos cinco anos, apontou que a dor emocional permanece por mais tempo e com mais força na memória.

De acordo com o estudo, isso acontece porque a dor emocional tem uma capacidade única de voltar à mente e ferir de novo nossos sentimentos. A psicóloga das relações humanas da USP (Universidade de São Paulo) Sueli Damergian explica que o processo para esquecer um trauma emocional é muito mais difícil porque não tem um remédio que o cure.

“A dor física você pode tomar um remédio e passa. Já a dor emocional não vai passar nunca. O sofrimento psíquico é muito mais intenso que o próprio sofrimento físico, porque você tem a memória que fica cobrando o tempo inteiro”, diz. Tanto a dor física quanto a emocional acontecem no córtex, responsável por funções como julgamento e percepção no cérebro.

Porém, ainda não se sabe o que leva memórias ligadas à emoção a serem mais presentes. A única coisa que se tem certeza é que sentimentos negativos provocados pelo sofrimento podem mudar completamente a vida de alguém, além de resultar em repostas no corpo.

Celso Afonso, de 62 anos, sabe exatamente como funciona esse processo. O aposentado sofreu dois grandes traumas, um deles emocional e outro físico. Há 23 anos, o filho do morador de Santo André se matou enforcado em uma árvore. Mesmo tanto tempo depois do acontecido, Celso não consegue esquecer as lembranças.

  1. “A minha mulher e minha filha tiveram mais força que eu e superaram mais rápido;
  2. Eu até hoje não aceitei a morte dele;
  3. Várias vezes, o coração aperta e eu lembro do meu filho e preciso ir chorar sozinho, em silêncio;

Não tem como esquecer essa dor”, conta. Como se não bastasse, há alguns meses Celso sofreu um grave acidente que o deixou em coma por 22 dias. Ao lembrar das duas dores, o aposentado é categórico. “Mesmo ainda me recuperando do acidente a dor física já passou.

Jamais posso compará-la com a dor da perda do meu filho. O que aconteceu com meu filho não vai passar nunca”, afirma. A lembrança também é a maior inimiga de Maria Dolores Montejano. A morada de São Bernardo sofreu um seqüestro que a deixou muito abalada.

O trauma foi tanto que a dona de casa optou até por se mudar para o interior com o marido e não gosta quando precisa voltar ao local do crime. “Como meus filhos moram no Rudge vou ai algumas vezes para vê-los, mas eu não vejo a hora de ir embora. Sinto muito medo por mim e por eles.

  1. Não gosto de ficar mais aí, não me sinto bem”, explica;
  2. Superação – A perde de um filho é a maior dor emocional que o ser humano pode enfrentar;
  3. Além dela, traição, difamação, queda financeira ou ser vítima de violência estão entre as piores dores a serem esquecidas;

Todas elas têm tratamento, mas este varia de acordo com a gravidade do trauma e a personalidade da pessoa. A psicóloga Sueli Damergian explica que não há uma receita que funcione com todas as dores emocionais. “Os tratamentos psicológicos vão depender do tipo de problema e muito mais da pessoa que o sofreu.

  1. Cada tratamento é muito individual;
  2. Podemos percorrer desde a psicanálise que vai atrás das causas do trauma até terapias cognitivas e comportamentais que trabalham as conseqüências do mesmo”, esclarece;

Nem Celso Afonso, nem Maria de Dolores buscaram terapias para tentar amenizar as lembranças. O primeiro escolheu como saída a ocupação da mente no trabalho e em atividades de lazer enquanto a dona de casa optou por uma mudança repentina de vida, indo morar no interior.

O fato é que, não importa o caminho escolhido, é preciso ter muita força de vontade para aceitar e superar os traumas. “A dor emocional pode expor as pessoas a doenças, acidentes, comprometer a integridade física deixando-a muito mais fragilizada.

Mas pode sim ser superada desde que a pessoa entenda que há algo maior por trás disso, algo que não está em nosso alcance controlar”, finaliza a psicóloga.

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