Qual A Melhor Injeção Para Dor Muscular?

Qual A Melhor Injeção Para Dor Muscular
O recurso à cortisona – A utilização de cortisona, ou de corticóides , é uma medida que só é tomada, no âmbito das lesões musculares, em situações muito graves, quando se verifiquem dores lancinantes e persistentes. Nesses casos, injecta-se o medicamento de cortisol na zona afectada e haverá um alívio de imediato.

  • Sublinhe-se que este tipo de medicamentos só podem ser tomados sob prescrição médica e são uma solução de última instância, sendo altamente desaconselhado tomá-los de forma recorrente, já que há muitos e perniciosos efeitos secundários que lhes estão associados;

Além de motivarem o aumento de peso, também provocam insónias, fadiga, dores de cabeça , aumentam os níveis de açúcar no sangue, entre outros sintomas indesejáveis. Independentemente da escolha que optar por tomar tenha sempre presente que os medicamentos nunca devem ser tomados de forma leviana , mesmo que pareçam absolutamente inofensivos.

Qual injeção tomar para dor muscular?

O Voltaren é indicado para o tratamento da dor e da inflamação devido a determinadas patologias.

Qual injeção mais forte para dor?

A dor da picada depende de três fatores principais: o calibre da agulha, a profundidade em que a injeção é aplicada e a substância contida na seringa. “Substâncias mais viscosas, por exemplo, são mais difíceis de dispersar pelo tecido, e, portanto, podem doer mais”, diz Marta Heloísa Lopes, médica da Faculdade de Medicina da USP.

Qual é o remédio mais forte para dor muscular?

Miosan, Dorflex ou Mioflex são alguns remédios que contêm relaxante muscular e que podem ser usados em situações de tensão e dor muscular e nos casos de contraturas musculares ou torcicolos. Estes remédios permitem a redução dos espasmos musculares causados pela dor aguda, o que acaba relaxando os músculos, facilitando os movimentos e reduzindo a dor. Assim, alguns dos remédios mais utilizados com efeito relaxante são:

  • Miosan: com Cloridrato de Ciclobenzaprina em sua composição, é indicado para lombalgias e torcicolos, por exemplo, podendo também ser usado nos casos de fibromialgia. Miosan pode ser tomada 2 a 4 vezes por dia, consoante a necessidade e de acordo com a indicação do médico. Saiba mais sobre este medicamento ;
  • Dorflex: tem em sua composição o relaxante muscular Citrato de Orfenadrina e o analgésico Dipirona Sódica, sendo indicado para contraturas musculares e dor de cabeça tensional. Este medicamento deve ser tomado 3 a 4 vezes por dia, consoante indicação médica;
  • Mioflex: tem em sua composição o analgésico Paracetamol, o relaxante muscular Carisoprodol e o anti-inflamatório Fenilbutazona, sendo indicado aliviar a dor e relaxar a musculatura em casos mais dolorosos como artrite reumatoide e osteoartrose por exemplo. Este remédio pode ser tomado 2 a 3 vezes por dia, sempre em dose mínima e com um intervalo de 6 a 8 horas entre doses.
  • Ana-Flex: tem em sua composição Dipirona e Citrato de orfenadrina e é indicado para tratar a contraturas musculares e dor de cabeça tensional. Ana-Flex deve ser tomado 3 a 4 vezes por dia, conforme os sintomas sentidos e a indicação do médico.

Qual A Melhor Injeção Para Dor Muscular Além destes medicamentos, se a rigidez nos músculos for muito dolorosa e persistente, o médico pode ainda receitar diazepam, também disponível com o nome comercial Valium, que além de relaxar o músculo, também é usado no tratamento da ansiedade e agitação e o médico pode, por isso, recomendá-lo para dormir melhor. Para dormir bem, também é importante saber planear uma boa noite de sono. Veja como o pode fazer.

Qual a melhor injeção para nervo inflamado?

Bloqueio epidural: é uma técnica especial de injeção para controle rápido da dor causada pela inflamação da raiz espinhal denominada de radiculopatia. A causa mais comum para este tipo de dor é a hérnia de disco que pode ser lombar, cervical ou mesmo dorsal.

Qual o melhor remédio para músculo inflamado?

Medicamentos analgésicos, como paracetamol, anti-inflamatórios, como ibuprofeno, e relaxantes musculares costumam ser usados para aliviar esse tipo de dor.

Para que e indicado a injeção de Diprospan?

Laboratório: Mantecorp Princípios ativos: dipropionato de betametasona, fosfato dissódico de betametasona Suspensão Injetável  5 mg/mL + 2 mg/mL  APRESENTAÇÕES DIPROSPAN® -Suspensão injetável 5mg/mL + 2 mg/mL em embalagem com uma ampola e seringa descartável esterilizada.

DIPROSPAN® -Suspensão injetável 5mg/mL + 2 mg/mL conjunto HYPAK® descartável em embalagem com blister contendo: seringa com produto DIPROSPAN® e êmbolo de borracha esterilizados, agulha esterilizada e haste plástica.

VIAS DE ADMINISTRAÇÃO: INTRAMUSCULAR, INTRA-ARTICULAR, PERIARTICULAR, INTRABÚRSICA, INTRADÉRMICA, INTRALESIONAL E EM TECIDOS MOLES. Cada mL da suspensão injetável contém:  dipropionato de betametasona (equivalente a 5mg de betametasona). 6,43mg  fosfato dissódico de betametasona (equivalente a 2mg de betametasona).

  • 2,63mg excipiente q;
  • 1mL  (fosfato de sódio dibásico, cloreto de sódio, edetato dissódico, polissorbato 80, álcool benzílico, metilparabeno, propilparabeno, carmelose sódica, macrogol, ácido clorídrico e água);

DIPROSPAN® está indicado para o tratamento de doenças agudas e crônicas que respondem aos corticoides. A terapia hormonal com corticosteroide é coadjuvante e não substitui a terapêutica convencional. DIPROSPAN® é indicado para os seguintes quadros clínicos: Alterações osteomusculares e de tecidos moles – fascite ).

Condições alérgicas – bronquite alérgica, rinite alérgica persistente, hipersensibilidade à drogas, doença do soro, picadas de insetos. Condições dermatológicas – psoríase , queloides, pênfigo, dermatite herpetiforme.

Doenças do colágeno – Lúpus eritematoso sistêmico, esclerodermia, dermatomiosite, poliarterite nodosa (tipos de doenças auto-imunes). Tumores Malignos – Para o tratamento paliativo de leucemias e linfomas em adultos, leucemia aguda da infância. Outras condições – Síndrome adrenogenital (alteração hormonal que pode masculinizar as mulheres), (doenças gastrintestinais como: colite ulcerativa , ileíte regional, doença celíaca; afecções dos pés (bursite, hallux rigidus , 5º dedo varo), afecções necessitando de injeções subconjuntivais, transtornos hematológicos que respondem aos corticosteroides, alterações dos rins como: síndrome nefrítica e síndrome nefrótica.

A insuficiência adrenocortical primária ou secundária poderá ser tratada com DISPROPAN®, mas deverá haver suplementação com mineralocorticoides. DISPROPAN® é recomendado para: 1) injeções intramusculares para doenças que respondem aos corticoides sistêmicos; 2) injeções diretamente nos tecidos moles afetados, quando indicado; 3) injeções intra-articulares e periarticulares em artrites; 4) injeção intralesional para várias condições dermatológicas e 5) injeção local para certos transtornos inflamatórios e císticos dos pés.

SAIBA MAIS Saiba tudo sobre Corticoide DIPROSPAN® é uma associação de ésteres de betametasona que produzem efeito anti-inflamatório, antialérgico a antirreumático. A ação imediata é fornecida pelo fosfato dissódico de betametasona, que é rapidamente absorvido após a administração.

A ação prolongada é promovida pelo dipropionato de betametasona que, por ser de absorção lenta, controla os sintomas durante longo período de tempo. O tamanho reduzido do cristal de dipropionato de betametasona permite o uso de agulha de fino calibre (até calibre 25) para administração intradérmica e intralesional.

DIPROSPAN® é uma suspensão aquosa injetável estéril de dipropionato de betametasona e fosfato dissódico de betametasona. Cada mL de DIPROSPAN® contém 5mg de betametasona como dipropionato e 2mg de betametasona como fosfato dissódico, em veículo estéril tamponado e conservado. BULAS POPULARES

  • Ibuprofeno
  • Nimesulida
  • Fluoxetina
  • Dorflex

Este medicamento é contraindicado para pacientes que já tiveram qualquer alergia ou alguma reação incomum como hipersensibilidade ao dipropionato de betametasona, fosfato dissódico de betametasona, a outros corticoides ou a qualquer um dos componentes da fórmula. Também é contraindicado em pacientes com infecções sistêmicas por fungos. DIPROSPAN® não deverá ser administrado por via intramuscular em pacientes com púrpura trombocitopência idiopática. Este medicamento é contraindicado para menores de 15 anos. DIPROSPAN® NÃO deverá ser usado por via intravenosa ou subcutânea.

  • Os glicocorticoides, como a betametasona, causam profundos e variados efeitos metabólicos e modificam a resposta imunológica do organismo à diversos estímulos;
  • Técnica estritamente asséptica é mandatória com uso de DIPROSPAN®;

Agite antes de usar. Por se tratar de uma suspensão injetável o DIPROSPAN® deve ser aplicado por um profissional de saúde. DIPROSPAN® contém dois ésteres de betametasona, um dos quais, o fosfato dissódico de betametasona, desaparece rapidamente do local da injeção.

  • O potencial para efeitos sistêmicos produzidos por esta porção solúvel de DIPROSPAN® deverá ser considerada pelo médico ao usar este preparado;
  • Após a administração intra-articular deverão ser tomadas precauções pelo paciente para evitar o uso excessivo da articulação na qual foi obtido benefício sintomático;

A administração intramuscular de corticoides deverá ser feita profundamente em grandes massas musculares para evitar atrofia tissular local. As injeções em tecidos moles, intralesionais e intra-articulares podem produzir efeitos sistêmicos e locais. É necessário o exame do líquido sinovial para excluir um processo infeccioso.

  • Deve-se evitar a injeção local em uma articulação previamente infectada;
  • O aumento da dor e do edema local, restrição maior dos movimentos articulares, febre e mal-estar são sugestivos da artrite séptica;

Se a infecção for confirmada, deverá ser instituída terapia antimicrobiana apropriada. Corticosteroides não deverão ser injetados em articulações não estáveis, áreas infectadas ou espaços intervertebrais. Injeções repetidas em articulações com osteoartrite podem aumentar a destruição articular.

Evitar injetar corticosteroides diretamente nos tendões devido à relatos de ruptura tardia do tendão. Devido à ocorrência de raros casos de reações anafiláticas com o uso parenteral de corticoides, deverão ser tomadas medidas apropriadas de precaução antes da administração, especialmente se o paciente apresentar histórico de alergia medicamentosa.

Com o tratamento prolongado, deverá ser considerada a transferência da administração parenteral para a oral, depois da avaliação dos potenciais benefícios e riscos. Reajustes posológicos poderão ser necessários para remissões ou exacerbações do processo posológico, conforme a resposta individual de cada paciente sob tratamento e quando ocorrer exposição do paciente à situações de estresse, isto é, infecção grave, cirurgia ou traumatismo.

  • Após o término de um tratamento prolongado com corticoides em altas doses, poderá ser necessária monitorização por até um ano;
  • Os corticoides podem mascarar sinais de infecção e novas infecções podem surgir durante o seu uso;

Quando os corticoides são usados, pode ocorrer diminuição da resistência e dificuldade de localizar o sítio de uma nova infecção. O uso prolongado de corticoides pode produzir catarata subcapsular posterior, especialmente em crianças, glaucoma com possível dano ao nervo óptico, podendo ocorrer aumento da incidência de infecções oculares secundárias devidas à fungos ou vírus.

Altas doses de corticoides podem causar elevação da pressão arterial e retenção hidrossalina, assim como aumento da excreção de potássio. Esses efeitos ocorrem com menos frequência com os derivados sintéticos, exceto quando usados em altas doses.

Deve ser considerada uma dieta com restrição de sal e suplementação de potássio. Todos os corticoides aumentam a excreção de cálcio. Enquanto em tratamento com corticosteroide, os pacientes não deverão ser vacinados contra varíola. Alguns procedimentos de imunização não deverão ser realizados em pacientes recebendo corticosteroides, principalmente em altas doses, devido ao provável risco de complicações neurológicas e falta de resposta por anticorpos.

Quando o corticosteroide estiver sendo utilizado como terapia de reposição (por exemplo, Doença de Addison), os procedimentos de imunização poderão ser realizados normalmente. Pacientes em uso de doses imunossupressoras de corticosteroides deverão ser alertados a evitar a exposição à pessoas portadoras de varicela ou sarampo, e, se forem expostas, deverão procurar orientação médica, principalmente no caso de crianças.

O tratamento com corticosteroides em pacientes com tuberculose ativa deverá ser restrito aos casos de tuberculose fulminante ou disseminada, nos quais o corticosteroide é usado em associação com um esquema antituberculoso apropriado. Se os corticoides forem indicados em pacientes com tuberculose latente ou com reatividade tuberculina, será necessária uma observação cuidadosa, uma vez que poderá ocorrer reativação da doença.

Durante tratamento prolongado, estes pacientes deverão receber quimioprofilaxia. O uso da rifampicina no programa de quimioprofilaxia, devido ao seu efeito de estimulação da depuração dos glicocorticoides, poderá impor um reajuste na dose empregada.

A menor dose possível de corticoide deverá ser usada para controlar a condição sob tratamento. Quando a redução da dose for possível, deverá ser gradual. Insuficiência adrenocortical secundária, induzida pelo medicamento, poderá resultar da retirada muito rápida do corticoide, podendo ser minimizada pela redução gradual da dose.

Essa insuficiência poderá persistir por meses após a descontinuação do tratamento, portanto, se ocorrer estresse durante este período, a corticoterapia deverá ser reinstituída. Se o paciente já estiver recebendo corticosteroides, a dose deverá ser aumentada.

Uma vez que a secreção mineralocorticoide pode estar prejudicada, devem ser administrados sal e/ou mineralocorticosteroides concomitantemente. Os efeitos dos corticoides são aumentados em pacientes com hipotireoidismo e em pacientes com cirrose hepática.

  • Aconselha-se cautela ao se usar corticoides em pacientes com herpes simples ocular devido à possibilidade de perfuração da córnea;
  • Podem ocorrer transtornos psíquicos com a terapia corticosteroide;
  • Os corticoides podem agravar instabilidade emocional ou tendências psicóticas pré-existentes;

Corticoides deverão ser usados com cautela em colite ulcerativa não especificada, quando houver probabilidade de perfuração iminente, abscesso ou outra infecção piogênica, em diverticulite, anastomose intestinal recente, úlcera péptica ativa ou latente, insuficiência renal, hipertensão arterial, osteoporose e miastenia gravis.

  1. Como as complicações do tratamento com corticosteroides são dependentes da dose e duração do tratamento, uma decisão baseada na relação risco/benefício deverá ser tomada para cada caso individual;
  2. O crescimento e desenvolvimento de crianças e lactentes fazendo uso prolongado de corticoides deverão ser acompanhados cuidadosamente, pois pode haver distúrbio no crescimento e inibição da produção endógena de cortisol;
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O tratamento com corticosteroides pode alterar a motilidade e o número de espermatozoides. A administração intra-articular e/ou intralesional pode produzir efeitos sistêmicos e locais, o que deverá ser levado em consideração em pacientes tratados concomitantemente com corticosteroides oral e/ou parenteral.

Este medicamento pode causar doping. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você estiver fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

Interações medicamento – medicamento: O uso concomitante de fenobarbital, rifampicina, fenitoína ou efedrina pode aumentar o metabolismo do corticosteroide, reduzindo, assim, seus efeitos terapêuticos. Pacientes que estejam recebendo corticosteroides e estrogênios concomitantemente deverão ser observados devido à possível ocorrência de exacerbação dos efeitos dos corticosteroides.

  1. O uso concomitante de corticosteroides com diuréticos depletores de potássio pode aumentar a hipocalemia (diminuição de potássio no sangue);
  2. O uso concomitante de corticoides com glicosídeos cardíacos pode aumentar a possibilidade de arritmias ou intoxicação digitálica associada à hipocalemia;

Os corticoides podem aumentar a depleção de potássio causada pela anfotericina B. Em todos os pacientes em uso de digitálicos, diuréticos depletores de potássio e anfotericina B, as concentrações dos eletrólitos séricos, principalmente os níveis de potássio, deverão ser monitorizadas cuidadosamente.

O uso concomitante de corticosteroides com anticoagulantes cumarínicos pode aumentar ou diminuir os efeitos anticoagulantes, havendo necessidade de ajustes posológicos. Os corticosteroides podem diminuir as concentrações sanguíneas dos salicilatos.

O ácido acetilsalicílico deve ser utilizado com cuidado em associação aos corticosteroides em pacientes com hipoprotrombinemia (alteração sanguínea que altera a coagulação do sangue). Quando os corticosteroides forem administrados à diabéticos, poderão ser necessários reajustes posológicos dos hipoglicemiantes orais e da insulina.

Terapia concomitante com glicocorticoides pode inibir a resposta à somatotropina. Interações medicamento-álcool: Os efeitos combinados de anti-inflamatórios não esteroides ou álcool com corticoides podem resultar em aumento da ocorrência ou da gravidade de ulcerações gastrintestinais.

Interações medicamento-exames laboratoriais: Os corticoides podem afetar o teste de “nitroblue tetrazolium” para infecção bacteriana e produzir resultados falso-negativos. Uso durante a gravidez e lactação Como não foram feitos estudos controlados de reprodução humana com corticosteroides, o uso de DIPROSPAN® durante a gravidez ou em mulheres em idade fértil exige que os possíveis benefícios do fármaco sejam pesados contra os potenciais riscos para a mãe, o feto e o lactente.

  1. Crianças nascidas de mães que receberam doses substanciais de corticoides durante a gestação deverão ser observadas cuidadosamente para a detecção de sinais de hipoadrenalismo;
  2. Devido à possibilidade de surgirem efeitos adversos indesejáveis com o uso do DIPROSPAN® em lactentes, deverá ser tomada a decisão de descontinuar a amamentação ou o tratamento, levando-se em consideração a importância do medicamento para a mãe;

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se você estiver amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC).

  1. Proteger da luz;
  2. Mantenha a ampola ou o conjunto HYPAK® no interior da caixa até o momento do uso;
  3. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem;
  4. Não use medicamento com o prazo de validade vencido;

Guarde-o em sua embalagem original. DIPROSPAN® Suspensão Injetável é um líquido levemente viscoso, contendo partículas brancas de fácil ressuspensão, límpido, incolor e livre de partículas estranhas. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. PARA ADMINISTRAÇÃO INTRAMUSCULAR, INTRA-ARTICULAR, PERIARTICULAR, INTRABÚRSICA, INTRADÉRMICA, INTRALESIONAL E EM TECIDOS MOLES. Não está indicado para uso intravenoso ou subcutâneo.

Este produto só poderá ser injetado por via intramuscular profunda na região glútea usando exclusivamente agulha calibre 30/7. Por se tratar de uma suspensão injetável o DIPROSPAN® deve ser aplicado por um profissional de saúde. Agite antes de usar. Técnica estritamente asséptica é mandatória para o uso do produto.

  • As necessidades posológicas são variáveis e deverão ser individualizadas com base na doença específica, na gravidade do quadro e na resposta do paciente ao tratamento;
  • A dose inicial deverá ser mantida ou ajustada até que uma resposta satisfatória seja obtida;

Se uma resposta clínica satisfatória não ocorrer após um período de tempo razoável, o tratamento com DIPROSPAN® deverá ser descontinuado e deverá ser iniciada outra terapia apropriada. Administração sistêmica – para o tratamento sistêmico, DIPROSPAN® deverá ser iniciado com 1 a 2mL na maioria das condições, repetindo-se a terapia, quando necessário.

A administração é através de injeção intramuscular (IM) profunda na região glútea. A dosagem e a frequência das administrações irão depender da gravidade da condição do paciente e da resposta terapêutica.

Em doenças graves, como lúpus eritematoso sistêmico ou estado de mal asmático já controlados por medidas de emergência, 2mL poderão ser necessários inicialmente. Grande variedade de condições dermatológicas respondem à administração IM de corticoides. Uma injeção de 1mL, repetida de acordo com a resposta terapêutica, foi considerada como eficaz.

Em doenças do trato respiratório, o início da melhora dos sintomas ocorre dentro de poucas horas após a injeção intramuscular de DIPROSPAN®. O controle efetivo dos sintomas com 1 a 2mL é obtido na asma brônquica, febre do feno, bronquite alérgica e rinite alérgica.

No tratamento da bursite aguda ou crônica, resultados excelentes foram obtidos com 1 a 2mL de DIPROSPAN® administrados por via intramuscular, repetidos se necessário. Administração local – o uso de anestésicos locais raramente é necessário. Se isto for desejável, DIPROSPAN® poderá ser misturado (na seringa e não no frasco) com lidocaína ou procaína 1% a 2% ou anestésicos locais similares.

Devem ser evitadas formulações que contenham metilparabeno, propilparabeno e fenol. A dose necessária de DIPROSPAN® é transferida para a seringa e, em seguida, o anestésico. A mistura na seringa deve ser agitada levemente.

Em bursites agudas subdeltoides, subcromiais, olecraniais e pré-patelares, uma injeção intrabúrsica de 1 a 2mL de DIPROSPAN® poderá aliviar a dor e restaurar a completa movimentação dentro de poucas horas. A bursite crônica poderá ser tratada com doses reduzidas, assim que os sintomas agudos estejam controlados.

Em tenossinovite aguda, tendinite e peritendinite, uma injeção de DIPROSPAN® poderá trazer alívio. Em formas crônicas destas doenças, poderão ser necessárias injeções repetidas, de acordo com as necessidades do paciente.

Após administração intra-articular de 0,5mL a 2mL de DIPROSPAN® ocorre alívio da dor, da sensibilidade e rigidez associadas à osteoartrite e à artrite reumatoide dentro de 2 a 4 horas. A duração do alívio, que varia amplamente nas duas condições, é de 4 semanas ou mais, na maioria dos casos.

  1. Uma injeção intra-articular de DIPROSPAN® é bem tolerada pela articulação e pelos tecidos periarticulares;
  2. As doses recomendadas para injeção intra-articular são: – Grandes articulações (joelho, bacia, ombro): 1 – 2mL – Médias articulações (cotovelo, punho, tornozelo): 0,5 – 1mL – Pequenas articulações (pé, mão, tórax) 0,25 – 0,5mL Afecções dermatológicas poderão responder à administração intralesional de DIPROSPAN®;

A resposta de algumas lesões não tratadas diretamente poderá ser devida à um leve efeito sistêmico do fármaco. No tratamento intralesional, é recomendada uma dose intradérmica de 0,2mL/cm² de DIPROSPAN® distribuída igualmente com uma seringa do tipo tuberculina e agulha de calibre 26.

  1. A quantidade total de DIPROSPAN® aplicada em todas as áreas não deverá exceder 1mL por semana;
  2. DIPROSPAN® poderá ser usado eficazmente em afecções do pé que sejam suscetíveis aos corticoides;
  3. Bursite sob heloma (espessamento de uma das camadas da pele) duro ou mole poderá ser controlada com duas injeções sucessivas de 0,25mL cada;

Em algumas condições, como hallux rigidus , 5º dedo varo e artrite gotosa aguda, a melhora dos sintomas poderá ser rápida. Uma seringa do tipo tuberculina e uma agulha de calibre 25 são adequadas para a maioria das injeções. As doses recomendadas, em intervalos de aproximadamente uma semana, são: bursite sob heloma duro ou mole, 0,25mL – 0,5mL; bursite sob esporão de calcâneo, 0,5mL; bursite sobre hallux rigidus , 0,5mL; bursite sobre o 5º dedo varo, 0,5mL; cisto sinovial, 0,25mL – 0,5mL; neuralgia de Morton (metatarsalgia), 0,25mL – 0,5mL; tenossinovite, 0,5mL; periostite do cuboide, 0,5mL; artrite gotosa aguda, 0,5mL – 1mL.

Depois de obtida uma resposta favorável, a dosagem de manutenção deverá ser determinada através da diminuição da dose inicial em decréscimos graduais, a intervalos apropriados, até que seja encontrada a dose mínima capaz de manter uma resposta clínica adequada.

A exposição do paciente à situações de estresse não relacionadas à doença em curso poderá necessitar de aumento da dose de DIPROSPAN®. Se for necessária a descontinuação do fármaco após tratamento prolongado, a dose deverá ser reduzida gradualmente. Instruções de uso (conjunto HYPAK®): vide figuras explicativas abaixo.

Atenção: O produto depois de aberto não pode ser reutilizado. O conteúdo restante não deve ser utilizado em outras aplicações. Caso houver sobra, seu conteúdo deve ser descartado. A seringa após a aplicação não deve ser reutilizada.

Deve ser descartada em recipiente apropriado. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como alterações osteomusculares, gastrintestinais, dermatológicas, neurológicas, psiquiátricas, hiper ou hipopigmentação, atrofia cutânea e subcutânea, abscessos estéreis, rubor local pós-injeção (em seguida ao uso intra-articular).

  1. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento;
  2. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico;
  3. Por se tratar de um corticosteroide de administração parenteral, que deve ser administrado por um profissional habilitado de saúde, a possibilidade de esquecimento de dose é remota;

Em caso de esquecimento, programe-se para administrar o medicamento assim que possível. Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista. Reações adversas a DIPROSPAN®, como aos demais corticosteroides, estão relacionadas com a posologia e a duração do tratamento.

Geralmente estas reações podem reverter-se ao mínimo com a redução da posologia, o que é geralmente preferível à suspensão do tratamento farmacológico. Embora a incidência de reações adversas a DIPROSPAN® seja baixa, a possível ocorrência de efeitos colaterais conhecidos dos corticoides deverá ser considerada.

As reações adversas relacionadas ao uso de DIPROSPAN®, de acordo com a frequência de ocorrência e o sistema acometido são: Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Sistema nervoso central: insônia. Sistema gastrintestinal: dispepsia; aumento de apetite.

  • Organismo como um todo: aumento da incidência de infecções Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Pele: dificuldade de cicatrização; pequenos vasos superficiais visíveis; infecções subcutâneas; pele fina e frágil; inflamação do folículo piloso; coceira;

Sistema endócrino: diabetes mellitus ; síndrome de Cushing (estado decorrente do excesso de corticoide). Sistema musculoesquelético: osteoporose Sistema gastrintestinal: sangramento digestivo. Sistema geniturinário: redução de potássio no sangue; retenção de sódio e água; irregularidade menstrual.

Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizaram este medicamento):  Pele: estrias; hematomas; reação de hipersensibilidade; espinhas; urticária; sudorese excessiva; rash cutâneo; vermelhidão da face e pescoço após aplicação; sintomas e sinais no local de aplicação; aumento de pelos; diminuição da pigmentação cutânea.

Sistema nervoso central: depressão; convulsões; tontura; cefaleia; confusão mental; euforia; distúrbio de personalidade; alteração de humor. Sistema gastrintestinal: úlcera péptica com possível perfuração e hemorragia; aumento do tamanho do fígado; distensão abdominal; alteração em exames do fígado.

Sistema geniturinário: diminuição da contagem de espermatozoides. Sistema musculoesquelético: lesão muscular induzida por corticoide; fraqueza muscular; dor muscular. Olhos: aumento de pressão intraocular; catarata.

Sistema cardiovascular: pressão alta; arritmias cardíacas; insuficiência cardíaca congestiva; edema agudo do pulmão; trombose venosa profunda; vasculite. Organismo como um todo: ganho de peso; infecção por fungos. Reações cuja incidência não está determinada: soluços, alcalose hipocalêmica (aumento do pH do sangue por falta de potássio), perda de massa muscular, fraturas, necrose asséptica da cabeça do fêmur e do úmero, fratura patológica dos ossos longos, ruptura de tendão, instabilidade articular decorrente de repetidas injeções intra-articulares, pancreatite, esofagite ulcerativa, adelgaçamento cutâneo, petéquias e equimose, eritema (vermelhidão) facial, diminuição ou supressão da reação aos testes cutâneos, edema angioneurótico, aumento da pressão intracraniana com edema de papila (pseudotumor cerebral), diminuição do crescimento na infância e no período intrauterino, falta de resposta adrenocortical e pituitária, diminuição da tolerância aos carboidratos, manifestações clínicas de diabetes mellitus latente, aumento das necessidades diárias de insulina ou agentes hipoglicemiantes orais em diabéticos, glaucoma, balanço nitrogenado negativo devido ao catabolismo proteico, manifestações psicóticas, reações anafiláticas, hipotensão, choque, dermatite alérgica, exoftalmia, agravamento dos sintomas na miastenia gravis.

Reações adversas relacionadas ao tratamento corticoide parenteral incluem: casos raros de cegueira associados ao tratamento intralesional da face e da cabeça; hiper ou hipopigmentação, atrofia cutânea e subcutânea; abscessos estéreis; área de rubor pós-injeção (em seguida ao uso intra-articular); artropatia do tipo Charcot.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento. Sintomas – A superdose aguda de corticosteroides não leva à situações de risco de vida.

Exceto nos casos de doses muito elevadas, alguns dias de dosagem excessiva não parecem produzir resultados prejudiciais na ausência de contraindicações específicas, como em pacientes com diabetes mellitus , glaucoma, úlcera péptica ativa ou em pacientes que estejam fazendo uso de medicamentos como digitálicos, anticoagulantes cumarínicos ou diuréticos depletores de potássio.

Tratamento – Complicações resultantes dos efeitos metabólicos dos corticosteroides ou dos efeitos deletérios da doença de base, ou concomitante, ou resultante de interações medicamentosas deverão ser tratadas apropriadamente. Manter ingestão adequada de líquidos e monitorizar os eletrólitos séricos e urinários, com especial atenção ao balanço de sódio e potássio.

  • Tratar o desequilíbrio eletrolítico, se necessário;
  • Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível;
  • Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações;
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Registro M. nº 1. 7287. 0480 Farm. Responsável: Alexandre de Abreu Villar -CRF-RJ nº 7. 472 VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA Registrado por: Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos S. Avenida Ceci, nº 282, Módulo I – Tamboré – Barueri – SP – CEP 06460-120 C. : 61.

Qual a melhor injeção para dor nas costas?

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O que poucos médicos ou pacientes sabem é que a Pfizer, diante de centenas de queixas de lesões e complicações relacionadas às injeções, pediu há cinco anos que a Administração de Alimentos e Drogas (FDA) proibisse esse tipo de tratamento. Na solicitação, que não se tornou pública por nenhuma das partes, a empresa citou os riscos de cegueira, derrame, paralisia e morte. A FDA decidiu não proibir o medicamento, mas enfatizou o aviso no produto. Outros países –entre eles Austrália, Brasil, Canadá, França, Itália, Nova Zelândia e Suíça– atenderam ao pedido da Pfizer.

  • Depois que as preocupações em torno do uso da droga se elevaram, seu uso declinou;
  • Mas a epidemia de opiáceos parece estimular sua popularidade, apesar dos riscos conhecidos pelos trabalhadores do setor de saúde pública e pelos médicos;

De acordo com a FDA, problemas nas costas são a causa mais comum do desencadeamento de dor crônica. O número de cursos nos fins de semana para treinar os médicos no uso deste tratamento tem aumentado. Críticos, como Terri A. Lewis, especialista em reabilitação e professor da Universidade do Sul de Illinois, dizem que o medicamento é responsável por transformar clínicas em “moinhos de perfuração”. Qual A Melhor Injeção Para Dor Muscular Sherry Brandt em sua casa, em Kodak, no Tennessee Imagem: Shawn Poynter/The New York Times Em junho, como parte da legislação para enfrentar a crise dos opiáceos, a Câmara aprovou um aumento no reembolso do Medicare para tal procedimento. O número de provedores do Medicare dando injeções de esteroides na espinha dorsal, incluindo o Depo-Medrol e outras drogas, aumentou em 13% em 2016, em comparação a 2012. O número de beneficiários do Medicare recebendo essas injeções subiu 7,5%. O Departamento de Assuntos de Veteranos relatou um aumento de 17% nas injeções entre 2015 e 2017.

As vendas totais do Depo-Medrol e de genéricos equivalentes cresceram 35%: de US$133 milhões para US$185 milhões entre 2015 e 2017, de acordo com o Instituto IQVIA de Ciências de Dados Humanos, organização de pesquisa em saúde.

É uma tendência preocupante para os cruzados antiopiáceos como Andrew Kolodny, codiretor de pesquisa em políticas de opiáceos na Universidade Brandeis. “As vítimas da era da prescrição de opiáceos agressivos estão agora sendo exploradas por médicos intervencionistas, que continuarão com o uso de opiáceos para que consigam executar procedimentos caros que, na realidade, os pacientes não precisam.

Estes não são procedimentos benignos. Pacientes podem ser, e são, prejudicados”, disse Kolodny. A Pfizer, em 2013, pediu discretamente à FDA e outros órgãos reguladores de outros países para que banissem o uso epidural do Depo-Medrol.

“Não deve ser usado por meio intratecal, epidural, por via intravenosa ou por qualquer outro meio não especificado”, escreveu a empresa. Não é comum que uma empresa farmacêutica solicite uma contraindicação para seu próprio produto. Neste caso, alguns médicos dizem que a Pfizer estava preocupada com a responsabilidade diante do uso fora do que era indicado, que não garante ao fabricante a segurança em relação aos usos aprovados.

Quando a FDA autorizou um aviso mais enfático, em 2014, observou que administrar injeções de esteroides perto da espinha raramente causava lesões, mas em caso de tal ocorrência, poderiam ser catastróficas, chegando até a levar à morte.

A advertência foi estendida a todo tipo de aplicações de esteroides epidurais, número estimado em aproximadamente 9 milhões por ano –importante não confundir com os bloqueadores de dor, muitas vezes chamados de epidurais, administrado em mulheres durante o trabalho de parto.

Agora, entrevistas com dezenas de especialistas em dor mostram que a pressão para que os pacientes parem com opiáceos tem levado muitos médicos a indicar especialistas intervencionistas que dão as injeções.

O custo por injeção varia muito, entre US$100 e US$800, com uma taxa adicional que também depende do hospital ou clínica onde é feita. “A verdade subjacente é que dar uma injeção é mais rápido e resulta em reembolsos maiores, em comparação a outras formas de tratar a mesma dor,” disse James P.

Rathmell, presidente de Medicina de Anestesiologia e Dor no Brigham and Women’s Hospital. Foi Rathmell que levantou a questão para a FDA e supervisionou um painel responsável por recomendar diretrizes de segurança.

“O uso de injeções aumentou drasticamente, mas a taxa de casos de dor nas costas tem permanecido relativamente inalterada”, disse Rathmell. Médicos podem escolher entre vários tipos de injeções de esteroides epidural. O Depo-Medrol lidera grande parte do mercado.

As injeções de esteroide epidural na área cervical (pescoço) e meio das costas são consideradas as mais perigosas. As injeções funcionam assim: o esteroide é injetado no espaço epidural no canal da coluna vertebral.

A maioria das lesões ocorre quando a agulha se desvia e acaba por atingir diretamente os nervos, conduzindo a droga para os fluidos da espinha dorsal ou para as artérias, o que evita que o sangue chegue à medula. Entre 2004 e março de 2018, nos registros da FDA, há 2.

  • 442 problemas graves decorrentes do uso de injeções de Depo-Medrol, incluindo 154 casos de morte;
  • A Pfizer recusou-se a comentar sobre as mortes, enfatizando as advertências na bula do produto: “Problemas neurológicos graves, alguns resultando em morte, foram relatados a partir do uso de injeções epidurais de corticosteroides;

Eventos específicos relatados incluem (mas não se limitam a) infartos da medula espinhal, paraplegia, tetraplegia, cegueira cortical e derrame”. Na Virgínia Ocidental, no centro da epidemia de opiáceos, o anestesista Dr. Brian Yee declarou que um número maior de médicos gerais tem indicado pacientes à sua clínica para injeções de esteroides epidurais e outros procedimentos, como a estimulação da medula espinhal, se comparado aos últimos anos.

Yee acredita que as injeções na espinha são válidas se forem adequadamente administradas. Mas ele acredita que os cursos de fim de semana não sejam suficientes. “Agora que as pessoas estão parando com o uso de opiáceos, estamos abrindo caminho para as pessoas utilizarem outras opções em excesso; opções que podem ser úteis com os médicos certos e os pacientes certos”, disse ele.

Carrie Flaten acha que ela foi uma das pacientes erradas. Ela contundiu as costas e o ombro em um acidente de carro quando tinha 28 anos, em 2007. Meses depois, ainda sofria com dores terríveis e começou um tratamento de fisioterapia, juntamente com uma série de injeções de esteroides epidural.

No início as injeções a fizeram se sentir melhor. Mas a dor sempre voltava, o que a levou a tomar tantas injeções de Depo-Medrol, entre outras, que uma enfermeira começou a chamá-la de “nossa almofada de agulhas”.

A última injeção que tomou, no final de 2015, deixou-a com uma dor permanente e excruciante, que acarretou a dificuldade para andar, pouco controle sobre a bexiga e perda da libido. Flaten declarou que não conseguiu mais voltar ao seu antigo emprego como mecânica e que ainda tem dificuldade de cuidar dos filhos.

Ela ainda disse que a clínica que frequenta se recusou a receitar qualquer tipo de analgésico, a não ser que ela voltasse a usar as injeções, mas ela preferiu parar. Se alguém tivesse contado a ela que a Pfizer tentou banir esse tipo de uso, “teria tido ainda mais certeza na hora de dizer não”, disse Flaten.

Sherry Brandt realmente disse não, o que, segundo ela, levou-a a ser dispensada do tratamento pela clínica. Brandt, 56 anos, sofreu de dor nas costas por anos e recebeu várias injeções de esteroides epidurais que não pareciam prejudicá-la. Mas também relatou que não ajudavam. Ao mesmo tempo em que os médicos pararam que receitar opiáceos para dor nas costas, mais pacientes se arriscam em tratamentos perigosos Imagem: Shawn Poynter/The New York Times A fisioterapia e os analgésicos à base de opiáceos estabilizavam seu quadro, mas ela ainda tinha dificuldades de ficar em pé ou caminhar –o que piorou após uma cirurgia nas costas, vários anos atrás. Ela contou que ficou mais dependente dos analgésicos até que seu médico, diante do clima de pressão contra os opiáceos, ficou receoso de continuar a prescrevê-los, encaminhando-a para um especialista em dor. O pessoal da clínica sugeriu mais injeções, mas a esta altura Brandt já havia descoberto os riscos e recusou o tratamento.

Então, ela foi atropelada por um caminhão. Brandt foi para outra clínica, onde os médicos também lhe disseram que só prescreveriam analgésicos caso concordasse em tomar as injeções de esteroide epidural, contou.

Ela se recusou novamente, por medo de piorar sua condição. “Isso é chantagem”, disse. As clínicas em que Flaten e Brandt foram atendidas se recusaram a comentar. Dennis J. Capolongo lida frequentemente com chamadas de pacientes como elas. O ex-fotojornalista se tornou um defensor de pacientes depois que foi submetido a um tratamento com injeções epidurais de Depo-Medrol para a dor no quadril, em 2001, o que lhe ocasionou inflamação dos nervos, deixando-o de cama por quase três anos.

  • Capolongo, que vive em Potomac, Maryland, disse que ainda sofre com distúrbios do sistema nervoso central;
  • Há anos, ele faz campanha para que a FDA proíba o uso do Depo-Medrol na coluna vertebral;
  • A Pfizer disse que não tem como controlar o quanto do Depo-Medrol é usado em injeções não indicadas;

O porta-voz da empresa Thomas Biegi declarou que sem uma proibição da FDA não há nada que a empresa possa fazer para evitar esse tipo de uso. “Acreditamos que seja uma questão de prática médica e cabe aos médicos e especialistas em dor decidirem pela utilização ou não desses medicamentos”, disse Biegi.

  • Laxmaiah Manchikanti pensa que tudo está como deveria ser;
  • Executivo-chefe da Sociedade Americana de Médicos para Intervenção na Dor, Manchikanti não faz uso do Depo-Medrol, mas acredita que seja seguro para a área vertebral inferior;

Em maio, depois que um grupo de médicos se reuniu com legisladores em Capitol Hill, o representante John Shimkus, de Illinois, propôs aumentar as taxas de reembolso do Medicare para o uso de injeções de esteroides epidural e outros procedimentos de intervenção.

  1. O comitê médico de ações políticas doou US$20 mil para as campanhas de 2016 e 2018 de Shimkus, de acordo com o Centro de Políticas Responsáveis, que observa as contribuições de campanhas políticas;
  2. O representante Raja Leila, também de Illinois, recebeu uma doação de US$10 mil durante este ciclo eleitoral e US$5 mil durante as eleições de 2016;

A Câmara aprovou o plano em junho, que reverteria os cortes anteriores de 16 a 25%. O Senado pode considerar a possibilidade de incluir um plano semelhante na versão legislativa dos opiáceos. James Patrick Murphy, especialista em anestesia e vícios do Kentucky, acredita que estudos recentes mostram que as injeções não são mais eficazes que a fisioterapia, demonstrando razões suficientes para não usá-las em muitos pacientes.

Ele também considera o custo alto demais. “A taxa médica varia entre US$100 e US$300, mas a taxa do hospital para realização do procedimento pode chegar a US$ 5 mil. É despesa demais para que a cura não seja garantida”, disse ele.

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Para que serve a injeção de Decadron?

Decadron Injetável 4mg Aché 2,5ml é indicado para tratar sintomas sensíveis aos efeitos dos corticosteróides, em especial em tratamentos mais curtos, como afecções alérgicas, inflamatórias e outras doenças que respondem aos glicocorticoides. Uso adulto e pediátrico, sob orientação médica.

O que ajuda a relaxar os músculos?

Qual o melhor Torsilax ou Mioflex?

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  • Boa Tarde! Miorrelax É A Mesma Coisa Que Dorflex E Torsilax?

2 respostas Boa tarde! Miorrelax é a mesma coisa que Dorflex e Torsilax? Miorrelax é a mesma coisa que Dorflex. Mas o Torsilax é outro medicamento, ele tem outros componentes, sendo anti-inflamatório, analgésico e relaxante muscular. Torsilax seria o mesmo que Tandrilax, Mioflex.

Qual a melhor injeção para o nervo ciático?

Uso de medicamentos para alívio da Dor no nervo Ciático. – Qual A Melhor Injeção Para Dor Muscular Para obter alívio imediato no caso de dor ciática aguda, o médico pode recomendar os seguintes medicamentos: anti-inflamatórios não esteroides, cortisona e relaxantes musculares. Muitas vezes o médico prescreve uma injeção de anti-inflamatórios e relaxantes musculares juntos, por exemplo: Muscoril e Voltaren. Se estes princípios ativos não reduzem a dor, o médico pode fazer as infiltrações de cortisona. Esses tratamentos proporcionam alívio temporário, mas não eliminam a causa do problema.

  1. Se a dor ciática é causada por uma hérnia de disco, protrusão ou estenose do canal lombar , as recaídas podem ocorrer;
  2. Na verdade, cada paciente reage de um modo bastante específico, por isso a administração de medicamentos vai depender das condições de cada pessoa;
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A fisioterapia reduz a dor do nervo. Os especialistas acreditam que a fisioterapia é a melhor opção para o tratamento dessa doença. A atividade física regular e os exercícios ajudam a fortalecer os músculos da coluna ( veja também : Exercícios Para o Nervo Ciático ), abdômen e corrigir a postura de um indivíduo.

Qual a diferença da DEXA Citoneurin é a Citoneurin para que serve?

O Citoneurin é um analgésico e anti-inflamatório indicado para o tratamento da dor ou inflamação nos nervos em doenças como síndrome do túnel do carpo, fibromialgia ou dor no final da coluna, por exemplo, pois contém na sua composição vitaminas do complexo B como tiamina (vitamina B1), cianocobalamina (vitamina B12) e piridoxina (vitamina B6), que ajudam a reduzir a dor e a inflamação.

Esse remédio é vendido somente com prescrição médica e pode ser comprado em farmácias ou drogarias na forma de comprimidos ou ampola injetável para ser aplicada no músculo, por um profissional de saúde como enfermeiro ou farmacêutico.

O Citoneurin também pode conter dexametasona na sua composição, um tipo de corticóide com forte ação anti-inflamatória, sendo vendido com receita médica, na forma de ampola injetável com o nome comercial Dexa Citoneurin. Qual A Melhor Injeção Para Dor Muscular.

Como chama a injeção para dor na coluna?

Injeção para dor na coluna – Nos casos em que as dores na coluna atingem níveis extremos e a medicação, fisioterapia e exercícios não ofereceram alívio, medidas mais extremas como as injeções para alívio e bloqueio da dor devem ser tomadas sempre seguindo a recomendação médica. Entre elas, destaque para:

  • Injeção Epidural: de efeito rápido, essa infiltração adormece as raízes de alguns nervos específicos da coluna vertebral. A infiltração epidural de corticóides é usada para muitos tipos de dor lombar e dor na perna causadas pela inflamação do nervo ciático ou hérnia de disco. O objetivo da injeção epidural é aliviar a dor e, ás vezes, algumas infiltrações são suficientes.
  • Injeção de Faceta: este procedimento consiste em puncionar a articulação facetaria (ou pontos muito próximos da articulação) com uma agulha e aplicar medicações anestésicas e anti-inflamatórias no local. Se a dor cessar, o problema é realmente na faceta, mas se persistir, é o problema é no disco vertebral. O objetivo da infiltração facetaria é aliviar temporariamente os sintomas, mas em alguns casos, o alívio pode ser bastante duradouro.
  • Rizotomia facetária: indicada para as dores lombares e cervicais, esse procedimento minimamente invasivo é realizado sob anestesia local com uma cânula que atinge cuidadosamente os pontos responsáveis pela dor. Em seguida, é realizado uma lesão por radiofrequência desses ramos para que sua comunicação com o cérebro seja interrompida, evitando os sinais das dores e os estímulos dolorosos.
  • Bloqueio da raiz nervosa escolhida, da articulação facetária ou da articulação sacroilíaca: trata-se de um tipo especial de infiltração na coluna realizado pelo médico especialista em coluna para amenizar a dor neuropática causada por uma inflamação ou compressão nos nervos da coluna. O bloqueio do nervo é realizado mediante uma internação de um dia e dura apenas 20 minutos. Entre seus resultados, está a melhora completa da dor ou a melhora contínua (aos poucos). Em caso de ressurgimento da inflamação após poucos dias, a solução pode ser cirurgia na coluna.

Qual a injeção que dói mais que Benzetacil?

Com certeza Profenid IM dói mais que Benzetacil IM, já fiz as 2 e a dor do Profenid é bem pior.

Qual o nome da injeção vermelha para coluna?

Laboratório: Eurofarma Princípios ativos: dipirona sódica, fosfato dissódico de dexametasona, hidroxocobalamina Embalagens com 2 ampolas de 1 mL (1 dose) ou 6 ampolas de 1 mL (3 doses) Cada ampola I contém: cloridrato de hidroxocobalamina (vit. B12). 5,135 mg * Veículo q.

  1. 1 mL Veículos: cloreto de sódio, metilparabeno, propilparabeno, ácido acético, acetato de sódio anidro e água para injetáveis;
  2. * Cada 5,135 mg de cloridrato de hidroxocobalamina equivalem a 5 mg de hidroxocobalamina;

Cada ampola II contém:  21 – fosfato dissódico de dexametasona. 1,974 mg** dipirona sódica. 500 mg Veículo q. 1 mL Veículos: metabissulfito de sódio e água para injetáveis. ** Cada 1,974 mg de 21-fosfato dissódico de dexametasona equivalem a 1,5 mg de dexametasona.

O Dexalgen® injetável é um medicamento analgésico e anti-inflamatório, composto de uma vitamina do complexo B (hidroxocobalamina), um analgésico e anti-inflamatório (dipirona sódica) e um corticosteroide com potente ação anti-inflamatória (o fosfato dissódico de dexametasona).

Este medicamento está indicado em processos inflamatórios articulares agudos, tais como: artrites, periartrites, bursites, gota, dores articulares, artrite reumatoide, espondiliteanquilosante; em processos degenerativos que cursam com dor, tais como artroses e transtornos dos discos intervertebrais; em nevralgias e em dores lombares e do pescoço.

  1. Dexalgen® atua diminuindo a dor e a inflamação;
  2. A dexametasona é um glicocorticosteroide de elevada potência anti-inflamatória que modifica a resposta imune a diversos estímulos;
  3. A dipirona é dotada de intensa atividade analgésica e anti-inflamatória, e a hidroxocobalamina (vitamina B12) é uma vitamina que apresenta um efeito antidoloroso;

Você não deve fazer uso de Dexalgen® se apresentar hipersensibilidade (alergia) conhecida à dipirona, a qualquer um dos componentes da formulação, a outras pirazolonas (ex. : fenazona, propifenazona) ou a pirazolidinas (ex. : fenilbutazona, oxifembutazona).

  1. Dexalgen® também é contraindicado em pacientes portadores de úlcera gástrica, úlcera duodenal, tuberculose pulmonar, infecções não tratadas por fungos ou bactérias, infecções virais sistêmicas ou localizadas, embolia e trombose arterial ou venosa, transtornos mentais, diabete mellitus, osteoporose, insuficiência cardíaca congestiva, pressão alta, glaucoma, distúrbios do metabolismo das porfirinas, alterações na medula óssea e anemia devida à deficiência da enzima glicose-6-fosfato-desidrogenase;

Categoria de Risco de Gravidez C: Não foram realizados estudos em animais e nem em mulheres grávidas. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista. O uso de doses excessivas ou o tratamento prolongado com glicocorticosteroides (como a dexametasona presente no Dexalgen®) pode levar ao aparecimento de sinais e sintomas de excesso de glicocorticosteroides.

  1. Por essa razão, o tratamento com Dexalgen® deve ser realizado pelo menor tempo possível necessário para controlar os sintomas;
  2. Após terapia prolongada, a retirada dos glicocorticosteroides pode resultar em sintomas de falta desses hormônios, tais como febre, dores musculares e articulares e fraqueza;

Devido à presença da dipirona, o produto pode produzir reações caracterizadas por diminuição importante na contagem de glóbulos brancos no sangue. Por essa razão, aconselha-se que sejam realizados exames para controle hematológico caso faça uso desse medicamento cronicamente.

  1. A redução grave dos glóbulos brancos induzida pela dipirona pode ocorrer em qualquer momento durante o tratamento e, embora rara, ela pode ser fatal;
  2. Interrompa o uso da medicação e consulte seu médico imediatamente se notar os seguintes sinais ou sintomas, possivelmente relacionados à redução da contagem de glóbulos brancos: febre com calafrios e dor de garganta;

Deve-se administrar Dexalgen® com cautela a pacientes alérgicos ou que tenham apresentado broncoespasmo ou outras reações anafiláticas (por exemplo, urticária ou inchaço) com analgésicos, tais como salicilatos, paracetamol, diclofenaco, ibuprofeno, indometacina e naproxeno.

  1. A dipirona presente na formulação de Dexalgen® pode causar pressão baixa;
  2. Deve-se administrar Dexalgen® com cautela a pacientes que apresentam pressão baixa ou desidratação prévia ao uso do medicamento;
  3. Deve-se evitar o tratamento prolongado com Dexalgen® em pacientes com problemas renais e hepáticos, pois a taxa de eliminação da dipirona pode estar reduzida nesses pacientes;

Em pacientes idosos, deve-se ter cautela na administração de Dexalgen® pela possibilidade de insuficiência hepática ou renal. O surgimento ocasional de uma coloração avermelhada na urina deve ser atribuído à presença de metabólito inativo da hidroxocobalamina e não tem significado clínico.

  1. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico;
  2. Pode ser perigoso para a sua saúde;
  3. Este medicamento pode causar doping;
  4. Doping esportivo: os glicocorticosteroides (como a dexametasona presente no Dexalgen®) requerem uma Isenção de Uso Terapêutico (IUT);

Interação com outras substâncias Os pacientes devem ser orientados a evitar o consumo de bebidas alcoólicas durante o tratamento com Dexalgen®. A dipirona sódica pode causar redução das concentrações plasmáticas de ciclosporina. Deve-se, portanto, realizar monitorização das concentrações de ciclosporina, quando da administração concomitante com dipirona.

Anti-inflamatórios não esteróides, como a dipirona, podem aumentar o risco de hemorragias gastrintestinais determinado pelos glicocorticosteroides. O uso concomitante de barbitúricos, fenitoína (medicamento usado no tratamento da epilepsia), efedrina (um medicamento usado como descongestionante) ou rifampicina (utilizada no tratamento da tuberculose) pode reduzir os efeitos da dexametasona.

Quando os corticosteroides são administrados simultaneamente com diuréticos que causam perda de potássio, os pacientes devem ser observados para o desenvolvimento de concentrações diminuídas de potássio no sangue. Glicocorticosteroides, como a dexametasona, podem reduzir o efeito dos anticoagulantes cumarínicos.

  • Informe a seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término;
  • Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista;

Informar ao médico se está amamentando. Os glicocorticosteroides aparecem no leite materno e podem inibir o crescimento, interferir na produção endógena de corticosteroides ou causar outros efeitos indesejáveis no lactente. Mães que utilizam doses farmacológicas de corticosteroides devem ser advertidas no sentido de não amamentarem.

Informe a seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Conservar o produto em lugar temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da luz. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Características organolépticas: Ampola I: contém uma solução límpida, vermelhae isenta de partículas. Ampola II: contém uma solução límpida, levemente amareladae isenta de partículas.

  1. Antes de usar, observe o aspecto do medicamento;
  2. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo;
  3. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças;

A dose recomendada de Dexalgen® solução injetável é de uma ampola aplicada a cada 24 (vinte e quatro) horas. Em casos mais graves, pode-se administrar uma ampola de Dexalgen® de 12 (doze) em 12 (doze) horas. A duração do tratamento é de cinco a sete dias.

Imediatamente antes da aplicação, o conteúdo da ampola I (que contém hidroxocobalamina) deve ser misturado ao conteúdo da ampola II (que contém dexametasona e dipirona sódica) numa mesma seringa. A injeção deve ser aplicada por via intramuscular profunda, lentamente.

Para obter o máximo de eficácia, utilize a medicação no horário e dose exata estipulada por seu médico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Use a medicação assim que se lembrar de que esqueceu uma dose. Se o horário estiver próximo ao que seria a dose seguinte, pule a dose perdida e siga o horário das outras doses normalmente. Não dobre a dose para compensar a dose omitida.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista. A incidência e gravidade dos eventos adversos da dexametasona estão relacionadas diretamente com a dose e a duração do tratamento. Os eventos adversos da dexametasona são apresentados em ordem de frequência decrescente a seguir: Comuns, > 1/100 e 1% e < 10%): reações alérgicas (urticária, vermelhidão na pele), úlcera gástrica (em doses elevadas), diarreia, aumento da glicemia (açúcar no sangue), comer em excesso, ganho de peso, diminuição da produção de corticosteroides pela glândula adrenal (em tratamentos prolongados), excesso de hormônio glicocorticosteroide (em doses elevadas), infecção por Candida albicans na boca, agitação, náuseas (enjoo), vômitos, tremores, osteoporose, excesso de pelos e hiperpigmentação (em doses elevadas); Incomuns, > 1/1. 000 e 0,1% e < 1%): inchaço, pressão alta, insuficiência cardíaca, redução nas concentrações de potássio no sangue, choque anafilático, pressão alta intracraniana, pancreatite aguda, fraqueza muscular, ausência de menstruação, trombose. Os eventos adversos da dipirona são apresentados em ordem de frequência decrescente a seguir: Incomuns, > 1/1. 000 e 0,1% e < 1%): pressão baixa; Raros, > 1/10. 000 e 0,01% e < 0,1%): redução importante da contagem de glóbulos brancos, choque anafilático, broncoespasmo; Muito raros, < 1/10. 000 (< 0,01%): vermelhidão e aparecimento de bolhas no corpo inteiro, insuficiência renal aguda. Os eventos adversos da hidroxicobalamina são apresentados em ordem de frequência decrescentes a seguir: Comuns, > 1/100 e 1% e < 10%): vermelhidão na pele, erupções na pele, pressão alta, náusea, dor de cabeça e reações no local da injeção. Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento. Os sintomas relatados após superdose aguda com dipirona são: náuseas, vômito, dor abdominal, insuficiência renal aguda e mais raramente, tontura, convulsões, pressão baixa, palpitações, sonolência e coma.

Após a administração de doses muito elevadas, a excreção de um metabólito inerte (ácido rubazônico) pode provocar coloração avermelhada na urina. Não existe um antídoto específico para a dipirona sódica.

Deve-se monitorar os sinais vitais e realizar terapia sintomática e de suporte. O principal metabólito da dipirona (MAA) pode ser eliminado por hemodiálise. Relatos de toxicidade aguda com glicocorticosteroides são raros. Em caso de superdose não existe um antídoto específico disponível e o tratamento baseia-se na terapia sintomática e de suporte.

Não há relatos de superdose com a hidroxocobalamina. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

: 1. 0043. 0550 Farm. Resp. : Dra. Sônia Albano Badaró – CRF-SP 19. 258 Venda sob prescrição médica EUROFARMA LABORATÓRIOS S. A Av. Vereador José Diniz, 3. 465 – São Paulo – SP CNPJ: 61. 190. 096/0001-92 Indústria Brasileira LOGO CENTRAL DE ATENDIMENTO EUROFARMA COM TEL 0800 704 3876.

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