Tratamento Inovador Que Promete Curar Diabetes?

Tratamento Inovador Que Promete Curar Diabetes
O Prémio Príncipe da Beira 2017 foi entregue na sexta-feira, em Guimarães, à investigadora Sílvia Vieira por um “processo inovador” que permite o “rápido tratamento” da diabetes tipo 1, diminuindo os efeitos secundários para o doente. “A nossa ideia é pegar nas células que produzem a insulina, tentar protege-las para depois colocá-las no doente com uma fonte de insulina que está sempre presente no organismo”, simplificou a investigadora à margem da entrega do galardão, pelas mãos de Afonso de Bragança, Príncipe da Beira, título conferido em 1734 ao primogénito do herdeiro presuntivo da Coroa de Portugal.

O prémio Príncipe da Beira, instituído pela Fundação Dom Manuel II, pela Universidade do Minho e pelo Município de Guimarães e que tem um valor de 15 mil euros premeia anualmente a excelência da investigação e pretende contribuir para abrir novos caminhos na investigação aplicada e ética no domínio das ciências biomédicas.

Pretende também colaborar para o desenvolvimento de terapias avançadas e impulsionar o desenvolvimento de uma nova geração de investigadores com formação focada naquela área científica. “Além do estímulo de ver no nosso trabalho distinguido será uma grande ajuda, desde a aquisição de reagentes, formações para ter acesso a equipamentos, visitas a outros laboratórios.

  • Será, sem dúvida, uma ajuda enorme”, destacou a galardoada.
  • O trabalho de Sílvia Vieira, “está em andamento mas será aprofundados nos Estados Unidos da América de forma a passar para ensaios clínicos mais aprofundados”, segundo explicou a cientista.
  • O projeto premiado visa criar um dispositivo para tratamento da diabetes tipo 1.

O método consiste no encapsulamento das células produtoras de insulina num hidrogel de origem natural, que posteriormente são colocadas em invólucros que promovem a vascularização do dispositivo. Este é um processo bastante inovador, uma vez que permitirá o rápido tratamento da diabetes, diminuindo os efeitos secundários para o doente”, explicou a organização do evento.

  1. Além de Sílvia Araújo, num total de 16 candidaturas, foram distinguidos com a Menção Honrosa PPB 2017 o investigador Diogo M.P.
  2. Libânio Monteiro, com um trabalho sobre a população microbiana do cólon.
  3. Na terceira posição ficou Maria Elena Monzón Manzano, com um trabalho sobre problemas cardiovasculares em doentes com lupus eritematoso.

O júri do prémio incluiu personalidades e cientistas, como Manuel Braga da Cruz, Rui L. Reis, Miguel Oliveira, Adalberto Neiva de Oliveira, Adelina Paula Pinto e António Ferreira. As informações e conselhos disponibilizados no Atlas da Saúde não substituem o parecer/opinião do seu Médico, Enfermeiro, Farmacêutico e/ou Nutricionista.
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Qual o medicamento mais eficaz para diabetes tipo 2?

Tratamento Inovador Que Promete Curar Diabetes O Brasil é o quinto país em incidência de diabetes no mundo e contabiliza 16,8 milhões de pacientes de 20 a 79 anos iStock/Getty Images Publicidade Em um grande ensaio clínico que comparou quatro medicamentos usados ​​para tratar diabetes tipo 2, pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Minnesota descobriram que a insulina glargina e a liraglutida são as melhores escolhas.

Os resultados foram publicados em um par de artigos no periódico The New England Journal of Medicine, O Brasil é o quinto país em incidência de diabetes no mundo e contabiliza 16,8 milhões de pacientes na faixa etária de 20 a 79 anos, perdendo apenas para China, Índia, Estados Unidos e Paquistão. A estimativa da incidência da doença em 2030 chega a 21,5 milhões, de acordo com o Atlas do Diabetes da Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês),

“É o primeiro estudo a comparar a eficácia de quatro medicamentos comumente usados ​​para tratar diabetes tipo 2”, disse Elizabeth Seaquist, endocrinologista e chefe do Departamento de Medicina da faculdade. “Este estudo fornece evidências que os médicos podem usar no desenvolvimento de planos de tratamento com seus pacientes”.

  1. Os participantes que tomaram metformina combinada com liraglutida ou insulina glargina alcançaram e mantiveram seus níveis sanguíneos dentro dos níveis adequados por mais tempo em comparação com os medicamentos sitagliptina ou glimepirida.
  2. Isso se traduziu em aproximadamente seis meses a mais com os níveis de glicose no sangue na faixa-alvo em comparação com a sitagliptina, que foi a menos eficaz na manutenção dos níveis-alvo.

Os efeitos do tratamento não diferiram com base na idade, sexo, raça ou etnia. No entanto, nenhuma das combinações superou esmagadoramente as outras. Embora haja um consenso geral entre os profissionais de saúde de que a metformina combinada com dieta e exercícios é a melhor abordagem precoce no tratamento do diabetes, não há consenso sobre o que fazer a seguir para manter a glicose alta no sangue sob controle.

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Tem como deixar de ser diabético?

O diabetes é uma doença que afeta mais de 16,8 milhões de Brasileiros, segundo a International Diabetes Federation. E, além de ser muito comum, suas complicações são bastante temidas: amputações, hemodiálise ou perda da visão, além de infartos ou derrames.

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Diante da gravidade do problema, é natural que busquemos incessantemente a cura do diabetes. Mas será que realmente o diabetes tem cura? Quando analisamos pela óptica da medicina, na realidade, o diabetes não tem cura. O que pode acontecer é que a pessoa passe a apresentar, durante ou depois de um tratamento, níveis controlados de açúcar no seu sangue, que podem até serem níveis normais.

Mas, uma vez que a pessoa já foi diagnosticada com diabetes, ela será sempre diabética, podendo ser bem controlada, mas terá que ter os cuidados e monitoramento regulares. Muitas vezes, fala-se em cura do diabetes quando, no caso do diabetes tipo 2, a pessoa desenvolve a doença devido ao aumento de peso e ao emagrecer seus níveis de açúcar se normalizam.

No entanto, é importante entendermos que o que acontece na verdade é um bom controle da doença e, caso a pessoa volte a ganhar peso, muito provavelmente a doença voltará a dar sinais nos exames de sangue. Além disso, o corpo sente em longo prazo os efeitos do açúcar elevado na corrente sanguínea, mesmo que este aumento seja por um período curto de tempo.

Se uma pessoa teve o diagnóstico de diabetes e mudou seus hábitos, normalizando as taxas de açúcar em cerca de 3 meses, por exemplo, mesmo assim o seu corpo sentirá os efeitos desta descompensação no futuro, é a chamada memória metabólica do organismo.

Dessa forma, mesmo que a pessoa com diabetes esteja com suas taxas de açúcar normais e não esteja tomando nenhum medicamento, os exames de rotina anuais como fundo de olho para avaliar a retina, microalbuminúria para avaliar o rim, controle da pressão e colesterol devem ser feitos. Atualmente novas técnicas de transplante de pâncreas ou das ilhotas pancreáticas – que são as estruturas que produzem insulina – podem ser usadas para o tratamento da pessoa com diabetes tipo 1 e menos comumente no tipo 2.

Mesmo assim, neste caso, com a total normalização dos níveis de glicose no sangue, o acompanhamento nos anos seguintes com os exames importantes para o diabetes deverá continuar a ser feito. Muito também tem se falado sobre a cirurgia bariátrica promover a cura do diabetes.

E aqui o raciocínio é o mesmo da perda de peso. Mesmo que uma pessoa com diabetes tipo 2 se submeta à cirurgia e pare de usar medicamentos, se seus níveis de açúcar ficarem normais, mesmo assim ela ainda, a rigor, continuará sendo diabética – bem controlada, mas diabética. Nestes casos os especialistas chamam de remissão da doença e não de cura.

Então, devemos desanimar? Claro que não! Na prática, para a qualidade de vida do paciente, a remissão do diabetes é tudo que um médico deseja para seu paciente. Quanto mais os níveis de glicose forem normais no sangue, menos complicações e melhor qualidade de vida.
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Como fazer o pâncreas produzir insulina naturalmente?

Carboidratos integrais ajudam a regular a glicose Ricos em nutrientes e fibras que ajudam a controlar o nível de glicemia no sangue, os carboidratos integrais – como arroz, pão e cereais – estão entre os alimentos indispensáveis para aumentar o nível de insulina.
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Porque não devo tomar metformina?

Quem não deve usar –

  1. A metformina não deve ser usada por pessoas com alergia ao cloridrato de metformina ou aos outros componentes da fórmula, com problema de funcionamento do fígado ou dos rins, diabetes não controlada, com hiperglicemia ou cetoacidose graves.
  2. Além disso, a metformina também não deve ser usada por pessoas com desidratação, infecções graves, que estejam fazendo tratamento de problemas cardíacos, tenham sofrido recentemente um ataque cardíaco, problemas circulatórios graves ou dificuldades respiratórias, consumam bebidas alcoólicas em excesso, tenham sido submetidas a cirurgia eletiva de grande porte ou a exame utilizando meio de contraste contendo iodo.
  3. A metformina também não deve ser utilizada por mulheres grávidas, lactantes ou crianças com menos de 10 anos sem orientação médica.

: Metformina: para que serve, como tomar e efeitos colaterais
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O que é melhor metformina ou glifage?

Homepage Pergunte Ao Especialista Qual A Diferença Entre Metformina 850 Para Gliflage?

1 respostas Qual a diferença entre Metformina 850 para Gliflage? Metformina é o nome genérico do Glifage. Ambos são o mesmo medicamento (que no caso se chama Metformina). O glifage XR, por ter uma tecnologia diferente, permite uma absorção mais lenta e gradativa, o que minimiza os efeitos colaterais.
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Qual a diferença entre glifage E o Nesina?

Homepage Pergunte Ao Especialista Qual A Diferença Entre Nesina Met E Glifage Xr. Obrigado

1 respostas Qual a diferença entre Nesina Met e Glifage XR. Obrigado ola, sao 2 medicamentos diferentes. Nesina met é a associacao de nesina (alogliptina) e metformina. Glifage XR é apenas a metformina. espero ter ajudado. Vale lembrar a importancia de evitar a automedicacao e seguir o tratamento medico proposto.
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Qual o remédio mais eficaz no tratamento da diabetes?

Medicamentos orais – São inúmeros os tipos de remédios para diabetes tipo 2 disponíveis, e alguns deles podem ser usados em combinação de 2 ou mais medicamentos. Todos eles visam a redução dos níveis de glicose no sangue através de diversos mecanismos.

  • Destacaremos aqui os principais medicamentos usados para tratar a doença e como eles funcionam.
  • Há diversas classes de medicamentos que funcionam de maneiras diferentes para alcançar o mesmo objetivo: diminuir os níveis de glicose no sangue.1.
  • Sulfonilureias As sulfonilureias são uma classe de remédio para diabetes que atuam estimulando as células beta do pâncreas a liberar mais insulina.
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Este medicamento vem sendo usado para este fim desde a década de 1950. Esse tipo de medicamento é usado de uma a duas vezes por dia antes das refeições. Todos os tipos disponíveis no mercado atuam da mesma forma, porém os efeitos colaterais podem ser diferentes de acordo com a dosagem e as possíveis interações com outros medicamentos.

Existem as drogas de primeira geração como a Cloropropamina ou Diabinese e as de segunda geração que exigem uma menor dose no tratamento como a Glipizida (Glucotrol), a Gliburida (Micronase, Glinase e Diabeta) e a Glimepirida (Amaryl). Efeitos colaterais: algumas sulfonilureais como a cloropropamina podem interagir com o álcool e causar vômitos.

Assim, a ingestão de álcool deve ser evitada ao tomar qualquer remédio para diabetes. Podem ocorrer também episódios de hipoglicemia e alergia em pessoas alérgicas a enxofre.2. Biguanidas A metformina (Glucofage) é a biguanida mais comum adotada nos tratamentos contra diabetes tipo 2.

As biguanidas atuam diminuindo os níveis de glicose no sangue através da inibição da quantidade de glicose produzida pelo fígado. Além de ajudar a reduzir os níveis de glicose sanguínea, a metformina também torna o tecido muscular mais sensível à insulina, facilitando a absorção da glicose pelas células.

Este medicamento geralmente é administrado duas vezes por dia. Efeitos colaterais: um efeito colateral da metformina pode ser a diarréia, mas isso pode ser evitado ao usar o medicamento em conjunto com a ingestão de alimentos.3. Meglitinidas As meglitinas são drogas que, assim como as sulfonilureias estimulam as células beta do pâncreas a liberar insulina.

Medicamentos como Repaglinida (Prandin) e Nateglinida (Starlix) são meglitinas que normalmente são tomadas 3 vezes ao dia antes de cada refeição principal. Esse é um remédio para diabetes que pode ser usado em ação conjunta com outros medicamentos como a metformina, por exemplo, quando apenas um deles não é eficaz no controle da glicose no sangue.

Efeitos colaterais: a meglitinida não causa efeitos colaterais graves, mas podem eventualmente ser observados casos de ganho de peso, dores de cabeça, dores musculares e articulares, rinite, sinusite e faringite. Além disso, como as sulfonilureias e as meglitinas estimulam a liberação de insulina, é possível ter episódios de hipoglicemia (níveis baixos de glicose no sangue), que podem gerar transpiração, tremores, confusão mental e convulsões.4.

  • Tiazolidinedionas Dentre as tiazolidinedionas mais conhecidas estão a rosiglitazona (Avandia) e a pioglitazona (ACTOS).
  • Essa classe de remédios para diabetes ajuda a insulina a trabalhar melhor nos músculos e nas gorduras, além de reduzir a produção de glicose pelo fígado.
  • Efeitos colaterais: uma tiazolidinediona chamada troglitazona (Rezulin) já foi retirada do mercado por causar sérios problemas no fígado de alguns usuários do medicamento.

Porém, a rosiglitazona e a pioglitazona não apresentaram os mesmos problemas e são frequentemente monitoradas quanto aos seus efeitos colaterais. Além disso, ambas parecem aumentar o risco de insuficiência cardíaca em algumas pessoas e há ainda uma discussão no meio científico sobre o risco de ataque cardíaco aumentado pelo uso de rosiglitazona.

Apesar de todos esses rumores, não há efeitos colaterais preocupantes relatados até o momento. O ideal é conversar com seu médico sobre a veracidade desses fatos e sobre a dosagem adequada do medicamento.5. Inibidores de DPP-4 Os inibidores de DPP-4 são uma classe de medicamentos como as meglitinidas e as sulfonilureias, porém com a vantagem de não causar episódios de hipoglicemia.

Esses remédios atuam impedindo a quebra de uma molécula presente naturalmente no nosso organismo, a GLP-1. A GLP-1 é responsável por reduzir os níveis de glicose no sangue, porém ela é rapidamente quebrada para que não funcione bem quando injetada como uma droga.

  • Ao interferir nessa quebra, os inibidores de DPP-4 permitem que a GLP-1 continue ativa no corpo por mais tempo, ou seja, diminuindo os níveis de glicose no sangue apenas quando os mesmos estiverem elevados, e não o tempo inteiro, como ocorre com as drogas que causam hipoglicemia.
  • O tratamento com inibidores de DPP-4 não promove ganho de peso e nem interferem nos níveis de colesterol.

Drogas como Sitagliptina (Januvia), Saxgliptina (Onglyza), Linagliptina (Tradjenta) e a Alogliptina (Nesina) são alguns inibidores de DPP-4 disponíveis atualmente. Efeitos colaterais: não há efeitos colaterais relevantes relatados.6. Inibidores de SGLT2 A glicose na corrente sanguínea passa através dos rins, onde pode ser excretada ou reabsorvida.

O transportador de glicose de sódio 2 (SGLT2) trabalha no rim para reabsorver a glicose. A classe de medicamentos de inibidores de SGLT2 bloqueia esta ação, fazendo com que todo o excesso de glicose seja eliminado na urina e não reabsorvido. Remédios como Canagliflozin (Invokana) e Dapagliflozina (Farxiga) são inibidores de SGLT2 recentemente aprovados para tratar a diabetes tipo 2.

Efeitos colaterais: por aumentar os níveis de glicose eliminados pela urina, um dos efeitos colaterais desse tipo de remédio para diabetes pode incluir infecções do trato urinário.7. Inibidores de alfa-glucosidase Acarbose (Precose) e Miglitol (Glyset) são os mais populares inibidores de alfa-glucosidade.

  1. Esses medicamentos auxiliam o organismo a diminuir os níveis de glicose no sangue através da quebra de amido presente nos pães, batatas, macarrão e no intestino.
  2. Eles também reduzem a degradação de alguns tipos de açúcares.
  3. Assim, a ação destes inibidores retarda o aumento dos níveis de glicose no sangue logo após uma refeição e, portanto, devem ser administrados antes das refeições.

Efeitos colaterais: alguns dos efeitos colaterais deste medicamento podem ser diarréia e gases.8. Sequestrantes de ácidos biliares Os sequestrantes de ácido biliar, como o Colesevelam (Welchol), são medicamentos que reduzem o colesterol e que também reduzem os níveis de glicose no sangue.

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Esses remédios diminuem o colesterol LDL, que muitas vezes é alto em pacientes com diabetes, através da ligação com ácidos biliares presentes no sistema digestivo. Desta forma, o organismo utiliza o colesterol em excesso para substituir a falta de ácidos biliares, o que diminui o colesterol. Já o mecanismo pelo qual a glicose sanguínea também é diminuída ainda não é conhecido.

São medicamentos interessantes para pacientes com restrição de uso de outras classes de remédios para diabetes devido a problemas no fígado. Efeitos colaterais: podem ser observados eventos de flatulências e constipação. Além de usados isoladamente, alguns destes medicamentos podem ser usados em terapia de combinação oral.

  1. Isso porque alguns deles atuam de modos diferentes para diminuir a glicose no sangue e podem ser usados em combinação para potencializar o resultado final.
  2. Um exemplo de combinação possível é o uso de uma biguanida e uma sulfonilureia, já que uma atua no fígado e a outra no pâncreas, e em conjunto os efeitos contra a diabetes tipo 2 podem ser potencializados.

Muitas outras combinações podem ser usadas, mas é preciso tomar algumas precauções. Além de ser mais caro ter que tomar dois tipos de medicamentos, o aumento dos efeitos colaterais é um risco. Porém, combinar medicamentos orais pode melhorar o controle da glicose no sangue em pessoas que não respondem bem ao tratamento usando apenas um remédio para diabetes.
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Qual o medicamento mais eficaz para diabetes tipo 2?

Tratamento Inovador Que Promete Curar Diabetes O Brasil é o quinto país em incidência de diabetes no mundo e contabiliza 16,8 milhões de pacientes de 20 a 79 anos iStock/Getty Images Publicidade Em um grande ensaio clínico que comparou quatro medicamentos usados ​​para tratar diabetes tipo 2, pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Minnesota descobriram que a insulina glargina e a liraglutida são as melhores escolhas.

  • Os resultados foram publicados em um par de artigos no periódico The New England Journal of Medicine,
  • O Brasil é o quinto país em incidência de diabetes no mundo e contabiliza 16,8 milhões de pacientes na faixa etária de 20 a 79 anos, perdendo apenas para China, Índia, Estados Unidos e Paquistão.
  • A estimativa da incidência da doença em 2030 chega a 21,5 milhões, de acordo com o Atlas do Diabetes da Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês),

“É o primeiro estudo a comparar a eficácia de quatro medicamentos comumente usados ​​para tratar diabetes tipo 2”, disse Elizabeth Seaquist, endocrinologista e chefe do Departamento de Medicina da faculdade. “Este estudo fornece evidências que os médicos podem usar no desenvolvimento de planos de tratamento com seus pacientes”.

Os participantes que tomaram metformina combinada com liraglutida ou insulina glargina alcançaram e mantiveram seus níveis sanguíneos dentro dos níveis adequados por mais tempo em comparação com os medicamentos sitagliptina ou glimepirida. Isso se traduziu em aproximadamente seis meses a mais com os níveis de glicose no sangue na faixa-alvo em comparação com a sitagliptina, que foi a menos eficaz na manutenção dos níveis-alvo.

Os efeitos do tratamento não diferiram com base na idade, sexo, raça ou etnia. No entanto, nenhuma das combinações superou esmagadoramente as outras. Embora haja um consenso geral entre os profissionais de saúde de que a metformina combinada com dieta e exercícios é a melhor abordagem precoce no tratamento do diabetes, não há consenso sobre o que fazer a seguir para manter a glicose alta no sangue sob controle.

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Qual o medicamento mais vendido para diabetes?

De acordo com o Iqvia, o Glifage, produzido pela Merck, está no topo da lista dos medicamentos mais vendidos no Brasil em unidades O Glifage, um medicamento antidiabético de uso oral, utilizado para o tratamento do diabetes tipo dois em adultos, está em primeiro lugar na lista dos medicamentos mais vendidos no Brasil em unidades.

  • O medicamento, produzido pela Merck, também é indicado para a prevenção de diabetes mellitus tipo dois em pacientes com sobrepeso e para pessoas com Síndrome dos Ovários Policísticos.
  • Contudo, seu uso só deve ser feito mediante prescrição e orientação médica,
  • Confira o ranking da Iqvia com os 10 medicamentos mais vendidos em unidades no Brasil no canal farma, no MAT Agosto 20 (acumulado de Setembro 19 a Agosto 20).

Demanda em unidades

Ranking Produto Fabricante
1 Glifage xr Merck
2 Neosoro ad Neo Quimica
3 Losartan potas.mg Neo Quimica
4 Maxalgina Natulab
5 Cimegripe Cimed
6 Ivermectina mg Vitamedic
7 Losartan potas.mg Teuto Brasileiro
8 Puran t-4 Sanofi
9 Ciclo 21 Uniao Quimica f n
10 Torsilax Neo Quimica

Fonte: IQVIA, PMB Mix, base de Ago’20. Weleda implementa programa de descarte de medicamentos em farmácias e drogarias Consumo de medicamento genérico foi maior neste ano Consumo de analgésicos e vitaminas cresce durante a pandemia Iqvia prevê oportunidades em biossimilares para reduzir custos Fonte: Guia da Farmácia Foto: Shutterstock
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