Quem Tem Diabetes Pode Consumir Mel?

Quem Tem Diabetes Pode Consumir Mel
2. Diabetes – Pessoas com diabetes devem evitar o mel porque ele contém açúcares simples, que aumentam a glicemia do sangue. Apesar de o mel ter um índice glicêmico menor que o do açúcar, ainda assim ele pode levar a alterações na glicemia e prejudicar o controle da doença.
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Qual mel para diabético?

O único mel para diabéticos A diabete é uma doença crônica caracterizada pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue, podendo provocar danos em vários órgãos, caso não seja tratada. Existem geralmente quatro tipos de diabetes: tipo 1, tipo 2, gestacional e a pré-diabetes. A principal causa se dá a má alimentação, especialmente no consumo excessivo de alimentos com açúcar ou industrializados.

  • Além disso, a falta de exercício físico também auxilia no aparecimento desta doença.
  • É muito comum ouvirmos reportagens e notícias que pessoas com diabetes não podem consumir mel devido a presença de açúcares simples, que aumentam a glicemia do sangue.
  • Contudo, existem pesquisas realizadas recentemente que identificaram um dissacarídeo trealose em algumas espécies de abelhas sem ferrão, como é o caso da Tetragonisca angustula.

Conhecida popularmente como Abelha Jatai. O Mel de Abelhas possui uma longa história de uso tradicional indigena com uma série de propriedades terapêuticas, incluindo atividade antidiabética e antioxidante. A trealose é um isômero natural da sacarose, mas com uma taxa muito mais lenta de monossacarídeos na corrente sanguínea.

Considerado então, desta forma um produto altamente benéfico por possuir baixo índice insulinêmico e glicêmico. Dentre todas as análises e estudos, apenas o Mel de Abelhas Jatai resultou em um produto que pode ser consumido pelos diabéticos, claro que com moderação, afinal de contas tudo que é consumido em excesso faz mal.

Usado em diversas receitas, o mel pode ser combinado com várias opções de café da manhã, almoço ou jantar. : O único mel para diabéticos
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Quem tem diabetes pode usar o mel de abelha?

Desvantagens do mel para diabetes: – O mel é conhecido como açúcar adicionado. Ter uma dieta rica em açúcares adicionados pode levar ao aumento do peso corporal, o que acarreta riscos de pressão alta O consumo excessivo leva ao ganho de peso e ao aumento dos níveis de açúcar no sangue Nota: Os diabéticos devem considerar o mel somente quando o médico permitir.

Se você tem diabetes não controlada, você deve evitar mel e outros açúcares adicionados em sua dieta. Os diabéticos devem evitar todos os alimentos com adição de açúcar, de acordo com especialistas. Sacarose, dextrose, açúcar branco, xaropes, mel e açúcares de sucos concentrados de frutas ou vegetais são exemplos de açúcares adicionados.

Se você tiver algum problema de saúde relacionado ao diabético. Consulte os melhores médicos on-line. Clique aqui para consulta on-line ENTRE EM CONTATO CONOSCO : Benefícios do mel para a saúde – mel para diabetes
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O que pode substituir o mel para diabéticos?

Adoçante pode substituir o consumo de açúcar Uma alternativa ao mel e ao açúcar é o uso de adoçantes, sempre em moderação.
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O que acontece se comer mel todos os dias?

Mel: como consumir, escolher, conservar e saber se é puro Desenvolvido a partir do néctar das flores e processado por enzimas digestivas das abelhas, o mel é fonte de carboidrato, macronutriente importantíssimo para fornecer energia de forma rápida para as células do corpo.1 de 4 O mel é um adoçante natural com propriedades anti-inflamatórias — Foto: Istock Getty Images O mel é um adoçante natural com propriedades anti-inflamatórias — Foto: Istock Getty Images Propriedades funcionais do mel ao organismo humano:

  • Anti-inflamatório;
  • Antioxidante;
  • Antimicrobiano;
  • Bactericida;
  • Antibiótico;
  • Possui vitamina C;
  • Rico em minerais como cálcio, magnésio, fósforo, potássio e zinco;
  • Fortalecedor do sistema imunológico;
  • Melhora o funcionamento do intestino;
  • Promove uma pele mais bonita e saudável;
  • Estimula a produção de serotonina – neurotransmissor responsável pela sensação de prazer e bem-estar;
  • Está diretamente associado uma dieta equilibrada e a um estilo de vida saudável;
  • É uma boa fonte energética para antes do exercício;
  • Ajuda a evitar doenças como as cardiovasculares e também a hipertensão.

A ação antimicrobiana, antibiótica e bactericida do mel é capaz de inibir a proliferação e combater microrganismos responsáveis por inflamações na garganta. Dessa forma, além de todos os outros benefícios, o mel ainda ajuda no alívio de sintomas como a dor de garganta e problemas respiratórios, Contraindicações – O mel não deve ser utilizado por:

  • Crianças menores de um ano de idade;
  • Pessoas com diabetes;
  • Pessoas com alergia ao mel;
  • Em caso de intolerância à frutose.

– Por ser uma fonte de carboidrato de rápida absorção (frutose e glicose), o mel é uma boa opção de energia para quem treina, podendo ser usado antes e durante o treino. A quantidade vai depender da intensidade, tempo e tipo de treino de cada atleta. Suas propriedades funcionais ajudam na recuperação dos danos causados pela atividade física, como inflamação, baixa da imunidade e excesso de radicais livres gerados – relata a nutricionista Michelle Ferreira.

Opinião da nutri: mel, adoçante, ou açúcar? Qual é o melhor para a saúde? – Na minha prática clinica, sempre recomendo e incentivo os pacientes a tentar se acostumar com sabor natural do alimento, sem necessitar adoçar. Quando for necessário adoçar, use o mel ou açúcar mascavo com moderação! Em torno de 1 colher de chá ou sopa por dia, dependendo do perfil do paciente e em qual momento do dia usar.

O mel, com certeza, é a melhor opção para adoçar comparado principalmente com açúcar refinado, demerara e adoçantes, ao menos para pacientes não diabéticos e com intolerância a frutose. Além do sabor doce, o mel possui propriedades funcionais incríveis que ajudam na manutenção e equilíbrio da saúde – opina a especialista Michelle Ferreira.

Como escolher o mel ideal? 2 de 4 Jean-Philippe Marelli checando sua colmeia e a produção de seu mel — Foto: Arquivo pessoal/Alfa Dolfini Jean-Philippe Marelli checando sua colmeia e a produção de seu mel — Foto: Arquivo pessoal/Alfa Dolfini Jean-Philippe Marelli é apicultor e meliponicultor há 2 anos.

Segundo ele, o mel é um dos produtos mais adulterados que existem após sua extração. É muito fácil encontrá-lo misturado com xarope de açúcar ou melaço de cana e ainda assim, ter uma consistência muito parecida com a do mel totalmente puro. Uma das maneiras de saber se o mel é adulterado ou não, é através de um teste que Jean ensina:

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Coloque umas gotinhas de Iodo em uma pequena quantidade de mel, se ele ficar com uma coloração azulada, então o mel não é puro. Caso seja puro, não terá alteração de cor.

Ainda segundo o apicultor, o grande fator que torna a adulteração do mel prejudicial é que muda suas propriedades. O mel puro de abelha possui vitaminas e agentes antimicrobianos que são únicos, pois são desenvolvidos através das enzimas específicas das abelhas, portanto, quando o mel é adulterado, diminui suas propriedades nutricionais.

A melhor maneira de assegurar a qualidade do mel que está comprando, é consumir de preferência de produtores locais. – Se possível, escolha sempre comprar o mel diretamente de um apicultor local. Se não for uma opção, procure se atentar à origem do mel e procurar se tem algum selo de certificação como o da agricultura orgânica ou familiar.

Estes são fortes indicativos de mel de qualidade. Também sugiro evitar o mel importado, eles não têm a mesma qualidade que os nacionais – orienta o especialista.

  1. Quando for comprar o mel, compre mel puro e de preferência orgânico;
  2. O mel orgânico se diferencia por não conter produtos químicos como, por exemplo, antibióticos, pesticidas e agrotóxicos;
  3. Importante verificar se há na embalagem o selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF). Esse selo é a garantia de que o produto passou pela inspeção do Ministério da Agricultura e está dentro das normas para ser comercializado;
  4. Prefira um mel envasado em embalagem de vidro, ao invés de embalagem plástica. Isso evita a contaminação com substâncias tóxicas presentes no plástico;
  5. Se na lista de ingredientes existir algum tipo de conservante e acidulante, o mel não é puro, então não é recomendado.

Por que existem diferentes tipos de mel? 3 de 4 Uma colmeia pode ter entre 30 e 50 mil abelhas — Foto: Divulgação/Getty Images Uma colmeia pode ter entre 30 e 50 mil abelhas — Foto: Divulgação/Getty Images No Brasil existem muitas variedades do produto.

Eles possuem características distintas e mudam de acordo com a planta de onde é extraído o néctar, a localização geográfica dessas vegetações e das espécies de abelha produtoras. Sendo assim, o mel pode apresentar consistências, sabores e cores diferentes. As floradas mais comuns são: mel de flor de laranjeira e de flores silvestre, de eucalipto, de assa-peixe e de cipó-uva.

Conheça a característica de cada florada e escolha o melhor mel para seu paladar. De acordo com o apicultor, cada espécie de planta tem uma composição específica no néctar de suas flores, a substância açucarada produzida pelas flores para atrair as abelhas.

  1. Ao mesmo tempo que as abelhas visitam as flores para colher o néctar, elas ficam cheias de pólen e levam esses resquícios em seus corpos de flor em flor, realizando assim, o processo de polinização ou fecundação das flores.
  2. Desta forma, como cada flor tem um néctar específico com gosto e fragrância particulares, elas também geram um mel de sabor e aroma específico, dependendo das flores e das abelhas que são utilizadas para a extração deste mel.

Além desses dois processos, vale lembrar que as abelhas também coletam um pouco desse pólen e o estocam como reserva de proteína. Por que o mel cristaliza? Como conservar? 4 de 4 Mel cristalizado não significa que está estragado, muito pelo contrário — Foto: Istock Getty Images Mel cristalizado não significa que está estragado, muito pelo contrário — Foto: Istock Getty Images É comum que algumas pessoas percebam que após um tempo guardado, o mel pode acabar cristalizando na própria embalagem.

  • Isso gera uma certa dúvida sobre a origem e a qualidade do mel, mas o apicultor afirma que o fato do mel cristalizar não é nem um pouco ruim, pelo contrário; na verdade representa um sinal de pureza do produto.
  • O produto pode acabar cristalizando porque os açúcares do mel podem tomar uma forma sólida com baixas temperaturas ou dependendo do tipo de flor que gerou o mel.
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Isso não é ruim, na verdade mostra que o mel é puro. Para reverter a cristalização basta colocar o mel em banho maria por alguns minutos para que a cristalização se desfaça e o mel volte ao seu aspecto normal – ensina Jean-Philippe Marelli. A melhor maneira de armazenar o mel para aumentar sua durabilidade é conservando em um lugar fresco.

  1. O recomendado é guardá-lo em um local fresco, longe da luz solar.
  2. O ideal é usar a própria embalagem na qual é vendido.
  3. Evitar recipientes metálicos que possam oxidar e afetar a composição do mel.
  4. Também não é recomendado guardar o mel na geladeira, pois ele ficará mais sólido. Desta maneira, nem sempre estará pronto para o consumo na forma líquida.
  5. Prefira recipientes que sejam bem vedados, evitando a entrada de ar.
  6. Normalmente, o prazo de validade do mel vendido nos mercados é de dois anos, pois após esse período pode haver, por exemplo, alterações em sua consistência, coloração, aroma e sabor. No entanto, o produto pode durar muito mais do que dois anos se bem conservado.

O mel é um dos produtos mais estáveis que existe por seu alto conteúdo de açúcares e baixo teor de água, o que aumenta muito a sua durabilidade. Os açúcares são higroscópicos, ou seja, significa que eles têm pouca água, mas podem absorver a umidade caso fiquem expostos.

  • No entanto, raros são os microrganismos que sobrevivem à essas condições, o que torna o produto menos passível de ser corrompido ou “estragado” por bactérias, ao mesmo tempo, o mel é extremamente ácido.
  • Seu pH fica entre 3 e 4,5 – sendo 7 um pH neutro – e essa acidez é capaz de matar diversos microrganismos.

Fontes: Jean-Philippe Marelli é diretor científico, apicultor e meliponicultor há 2 anos. Michelle Ferreira é nutricionista da equipe Nutrindo Ideais, com foco em nutrição funcional esportiva, especializada em saúde da mulher e fertilidade. CRN 06100215.
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Pode adoçar o café com mel?

Adoçar café com mel é uma forma saudável de deixar a bebida mais saborosa, eliminando o uso de açúcar industrializado. É uma alternativa recomendada pelos nutricionistas, principalmente por não ter a adição de aditivos.
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Qual o índice glicêmico do mel de abelha?

O índice glicêmico (IG) do mel varia entre 32 a 85, dependendo da fonte botânica e quanto maior o teor de frutose menor será o IG.
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Qual a carga glicêmica do mel de abelha?

Outra questão importante é o índice glicêmico. Um alimento de baixo índice glicêmico é aquele que tem menos de 50. A glicose tem 100 de índice glicêmico, a sacarose tem 65 e o mel tem 50. Ou seja, o índice glicêmico do mel é menor que o do açúcar comum.
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