Quem Tem Diabetes É Mais Difícil Para Engravidar?

Quem Tem Diabetes É Mais Difícil Para Engravidar
Quem tem diabetes e mais dificil para engravidar? – AlgumaPergunta “Geralmente, com a doença controlada, os diabéticos têm as mesmas chances de engravidar que uma pessoa que não tenha a doença. Vale lembrar que nem sempre é o diabetes a causa de infertilidade.
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Quem tem diabetes dificulta engravidar?

A diabetes pode atrapalhar a fertilidade da mulher? – A diabetes se caracteriza pelo aumento de glicose no sangue, Portadores de diabetes tipo 1 possuem deficiência na produção de insulina, e portadores de diabetes tipo 2 possuem resistência à atuação da insulina no organismo.
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Sou diabética e quero engravidar?

O que deve ser feito para preparar uma mulher diabética para engravidar? – Dra. Sílvia Souza – Endocrinologia e Metabologia A mulher diabética deve sempre fazer uma avaliação médica antes de engravidar. Deve-se fazer uma avaliação com o Obstetra (médico que acompanha a gestação) e com o Endocrinologista ou o médico que fizer o acompanhamento do diabetes.

O Endocrinologista deve estar ciente do desejo de engravidar, para que ele possa dar todas as orientações necessárias para uma gestação saudável. Antes de engravidar, os níveis de glicemia devem tentar chegar o mais próximo possível de valores normais. Isso pode significar usar mais insulina, se já estiver em uso, ou mudar para a insulina, para mulheres que ainda não usam.

Além disso, deve-se melhorar a dieta e a rotina de atividades físicas.

A manutenção de níveis normais de glicemia ajuda a prevenir abortamentos e mal formações no feto.Os médicos que estiverem acompanhando a gestação devem estar cientes de todas as medicações em uso. Quais remédios devem ser interrompidos antes da gravidez?

Alguns remédios usados para tratar a pressão alta; em especial devem ser interrompidos os inibidores da ECA e os bloqueadores do receptor da angiotensina. Esses medicamentos podem levar a mal formações. Mas deve-se sempre conversar com o médico antes de suspender ou mudar um medicamento. Remédios para tratar o colesterol elevado, chamados estatinas. Esses medicamentos não foram estudados adequadamente na gravidez.

Há necessidade de fazer exames antes da gravidez?

Exame oftalmológico (se não foi feito nos últimos 12 meses): deve-se avaliar a presença de retinopatia diabética. A gravidez aumenta o risco de desenvolvimento de retinopatia diabética ou de piora do quadro nas mulheres que já apresentam um comprometimento da retina. Pode ser necessário o tratamento da retinopatia antes da gravidez, nas mulheres que já tiverem um quadro avançado. Exames de urina: para avaliar a existência de alguma alteração renal do diabetes. A gravidez também pode piorar uma lesão renal já existente. Avaliação da pressão arterial: se a pressão estiver muito elevada, podem ser necessários medicamentos para seu controle, e que não interfiram na gravidez nem no desenvolvimento do feto. Exames de sangue para avaliar os hormônios tireoidianos: eles são muito importantes para o feto e para a gravidez. Exames de urina para avaliar a presença de infecção: se houver infecção, ela deve ser tratada antes da gravidez.

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Quem tem diabetes e toma insulina pode engravidar?

O diabetes, mesmo em uso de insulina, não é contraindicação para engravidar.
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Qual é o melhor parto para quem tem diabetes?

Diabetes Gestacional – Indução do parto. | Gestar

Olá Ana, boa tarde! Primeiro, um abraço enorme em vc! Vamos lá!

Sou doula e falarei sobre a DG sobre a minha ótica! É importante tbm vc procurar outras opiniões principais de profissionais técnicos sobre o assunto. Gestantes com diabetes gestacional e usuárias de insulina devem sim induzir os parto antes de 40s por conta dos riscos. Porém minha sugestão é que vc comece bem antes os estímulos naturais, lá com 36s, como por exemplo: óleo de primula, acupuntura, descolamento de membrana. Sugiro tbm vc pesquisar sobre as induçoes farmacológica (misoprostol, propess, balão), p diabetes gestacional não é indicação de cesarea.tem mta coisa que pode ser feito antes dessa indicação. Procurar profissionais que trabalhem realmente na assistência ao parto normal é primordial. Segue material sobre DG. Por Luciana Fernandes 1. O que é Diabetes Gestacional (DG) Na gestação ocorre um estado fisiológico de resistência à insulina. Essa condição está aliada à intensa mudança nos mecanismos de controle da glicemia que são necessárias em função do consumo de glicose pelo bebê ao longo do seu desenvolvimento. Essas mudanças, entretanto, podem contribuir para ocorrência de alterações glicêmicas na gestante. Alguns hormônios produzidos pela placenta e outros aumentados pela gestação, tais como lactogênio placentário, cortisol e prolactina ajudam a manter estáveis a produção de insulina e os níveis de glicose nas gestantes saudáveis. Esse mecanismo de regulação, entretanto, pode não ser suficiente em gestantes que já estejam com sua capacidade de produção de insulina no limite desde antes da gestação. Essas mulheres têm insuficiente aumento de produção de insulina na gravidez e, assim, surge o quadro de DG.2. Diagnóstico A diabetes gestacional é na maioria das vezes assintomática para a mulher, por isso todas devem realizar a glicemia de jejum até 20 semanas de idade gestacional. Nos casos em que a glicemia de jejum for MAIOR OU IGUAL a 92, já fecha diagnóstico de DG. Todas as gestantes com glicemia de jejum MENOR QUE 92 mg/dL devem realizar o Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG) com 75g de glicose no período entre 24 a 28 semanas. Neste teste, os valores normais são: Jejum: Menor que 92 Após 1 hora: Menor que 180 Após 2 horas: Menor que 153 Um único valor acima da referência fecha diagnóstico. Mulheres que apresentam glicemia de jejum alterada no primeiro trimestre NÃO DEVEM FAZER O TOTG. É importante saber que na gestação não existe “resistência à insulina” ou “pré-diabetes”. Ou seja, ou tem DG ou não tem.3. Tratamento A terapia nutricional é a primeira opção de tratamento para a diabetes gestacional (DG). Essa terapia evita o ganho excessivo de peso pela gestante, reduz o risco de ter um bebê muito grande e de complicações perinatais. O tratamento da DG requer um plano de autocuidado com dieta individualizada para a redução de açucares e carboidratos, além da prática de atividade física. Somente quando essas estratégias não são suficientes para controlar o quadro é indicado o uso de medicação (insulina). A resposta fetal esperada com o controle da glicose materna é manter as medidas da circunferência abdominal abaixo do percentil 75. O controle da glicemia deve ser diário, em jejum, após o café da manhã, almoço e jantar utilizando um glicosímetro. Todas as medições devem ser anotadas e mostradas (utilize uma tabela ou caderninho) e mostradas durante as consultas pré-natais. Consultar uma nutricionista é importante para auxiliar no ajuste da dieta. O objetivo principal da dieta é manter sempre os seguintes valores glicêmicos: Jejum (toda manhã ao acordar) < 92 1 hora após se alimentar (café, almoço, lanche ou jantar) < 140 2 horas após se alimentar (café, almoço, lanche ou jantar) < 120 Procure fazer testes na sua dieta, comendo todos os alimentos em pequena quantidade e observando como ficam os valores de glicemia. Assim você conseguirá perceber quais os alimentos que são seguros para você, que seu corpo consegue metabolizar bem, sem elevar os níveis de açúcar no sangue.4. Parto O diagnóstico de DG torna a gestação de alto risco, mas NÃO indica cesárea. Para mulheres com diabetes bem controlada só com dieta e exercícios o parto pode ser induzido com 41 semanas; para as que usam insulina ou estão com glicemias desregulada a recomendação é indução com no máximo 38 semanas. Só existe indicação de cesárea para mulheres diabéticas quando o peso fetal estimado pelo ultrassom é igual ou superior a 4.500kg. O acompanhamento médico é indispensável para que o quadro possa ser controlado e a indução indicada antes de chegar a esse limite de peso.5. Pós Parto Ainda que a tolerância à glicose se normalize rapidamente após o parto na maioria das mulheres que desenvolveram DG, existe um risco de desenvolver diabetes do tipo 2 ou intolerância à glicose após o nascimento do bebê. Alguns fatores de risco para o desenvolvimento de diabetes do tipo 2 em quem teve previamente diagnóstico de DG são: • Glicemia em jejum na gestação acima de 100 mg/dL. • História familiar de diabetes tipo 2, principalmente materna. • Ganho excessivo de peso durante ou após a gestação. • Obesidade. • Uso de insulina na gestação. Por isso é ideal que seis semanas após o parto para todas as mulheres que tiveram diagnóstico de DG sejam reavaliadas realizando o TOTG com 75g de glicose. Fora da gestação, o diagnóstico de diabetes é feito se a glicemia em jejum for ≥ 126 mg/dL ou 2 horas após sobrecarga de 75 g de glicose ≥ 200 mg/dL. Se a glicemia de jejum for de 100 a 125, diagnostica-se a glicemia de jejum alterada. Caso o jejum seja inferior a 126 mg/dL mas a glicemia na 2ª hora após a sobrecarga com 75 g tenha valores de 140 a 199 o diagnóstico é de intolerância à glicose.6. Riscos da DG quando não tratada Se não for diagnosticada e acompanhada adequadamente a DG traz muitos riscos para o bebê. As complicações mais comuns são polidramnia (aumento da quantidade de líquido amniótico), macrossomia fetal (bebê muito grande), óbito fetal intraútero, taquipnéia transitória do recém-nascido (dificuldade respiratória do bebê ao nascer) e hipoglicemia neonatal (diminuição de glicose no sangue).7. Referências (Para maiores informações) WEINERT, Letícia Schwerz et al. Diabetes gestacional: um algoritmo de tratamento multidisciplinar. Arq Bras Endocrinol Metab, v.55, n.7, p.435-45, 2011. FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS ASSOCIAÇÕES DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA et al. Rastreamento e diagnóstico de diabetes mellitus gestacional no Brasil.2016. MAGANHA, Carlos Alberto et al. Tratamento do diabetes melito gestacional. Revista da associação médica brasileira, v.49, n.3, p.330-4, 2003. : Diabetes Gestacional - Indução do parto. | Gestar

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Quem tem diabete não consegue ter relação?

O diabetes pode provocar impotência sexual nos homens. A doença causa no corpo uma série de alterações vasculares e sensitivas que interferem na circulação sanguínea nos vasos da região genital. Com isso, a ereção é prejudicada e, consequentemente, o contato íntimo também.
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Quem tem diabetes pode ser mãe?

O que é o diabetes gestacional, quais são suas causas e sintomas? – O diabetes gestacional ocorre quando a mulher apresenta uma elevação de glicose apenas no período gestacional, sem histórico prévio antes da gravidez. De acordo com a Dra. Roberta, essa é uma doença, normalmente, assintomática, por isso se faz necessário realizar exames de rastreamento durante a gestação.

“O diagnóstico pode ser feito em dois momentos: pela glicemia de jejum, já no primeiro trimestre, ou pela curva glicêmica entre 24 e 26 semanas”, diz. No entanto, existem alguns sinais que podem servir de alerta, como por exemplo, aumento da sede, aumento da diurese, visão turva, entre outros. Quanto às causas da doença, a endocrinologista explica: “Ela é causada por alterações hormonais próprias da gestação, associadas a uma predisposição genética e a determinadas características do estilo de vida, como sedentarismo e hábitos alimentares não saudáveis.

Além disso, pacientes que já têm diabetes precisam estar com um bom controle antes de engravidar, uma vez que a hiperglicemia no primeiro trimestre aumenta risco de malformação fetal. Além disso, pode ser necessário trocar o tratamento para medicamentos que sejam seguros na gestação”.
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Quem tem diabetes pode tomar ácido fólico?

Hipoglicemiantes orais parecem não trazer melhora no quadro clínico do paciente diabético O diabetes tipo 2 (DM2) é uma doença metabólica caracterizada por uma resistência à insulina ou uma redução nos níveis desse hormônio circulante no sangue, o que eleva a glicemia do paciente diabético. Ela está associada, também, a um pior perfil lipídico e um acúmulo de gordura visceral. Quem Tem Diabetes É Mais Difícil Para Engravidar Fonte: Shutterstock Por isso, para o tratamento dessa condição as orientações são fazer escolhas alimentares focadas em alimentos menos processados e mais in natura, além de praticar atividade física. Essas mudanças auxiliam no controle glicêmico e na redução à resistência insulínica, prorrogando o uso de medicamentos hipoglicemiantes ou mesmo da insulina.
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Quem tem diabetes ovula?

O diabetes pode comprometer a fertilidade feminina na medida em que aumenta a intolerância à insulina. Isso eleva a produção de hormônio masculino, que já ocorre normalmente, o que inibe a ovulação. No início da doença, a frequência com que a mulher ovula é reduzida.
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Quais os riscos para o bebê quando a mãe tem diabetes?

Para a mãe, os riscos incluem chance aumentada para pré-eclâmpsia, parto prematuro, diabetes no futuro e risco de aborto. Já para o bebê, devido à exposição dos níveis elevados de glicemia e insulina, pode ocorrer de ganhar peso excessivamente e também leva ao crescimento desproporcional de alguns órgãos.
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Pode tomar metformina durante a gravidez?

O uso da metformina é seguro na gestação, inclusive no primeiro trimestre e pode ser mantido em pacientes diabéticas que engravidam. A forma de uso é semelhante ao período fora da gestação, assim como a dose. Deve ser considerada como primeira opção em casos de hiperglicemia leve não totalmente controladas com a dieta.

  • Em pacientes com hiperglicemia sustentada e fetos com crescimento acima do percentil 75 (especialmente em relação ao tamanho da circunferência abdominal e peso fetal estimado), recomenda-se iniciar o tratamento com insulina.
  • Deve-se buscar o alvo da glicemia capilar abaixo de 95 mg/dl em jejum e antes das refeições e abaixo de 120 mg/dl após duas horas das refeições.

A hemoglobina glicada não tem a mesma validade para controle da doença como em casos de diabetes fora da gestação, visto que fatores associados à gestação, como anemia e hemodiluição, podem causar resultados equívocos.
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É perigoso tomar insulina na gravidez?

É perigoso tomar insulina na gravidez? Seguindo as orientações da Sociedade Brasileira de Diabetes, é seguro usar insulina durante a gestação.
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Quantas vezes um homem de 40 anos ejacula?

Segundo o médico, com a idade a diminuição do volume de esperma pode acontecer e também pode estar ligada à ejaculação mais de uma vez ao dia.
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Qual tipo de diabetes causa cegueira?

O edema macular diabético é causado por acúmulo de líquido na zona mais ‘nobre’ da retina, a mácula, e é a principal causa de cegueira nas pessoas com diabetes e idade economicamente ativa.
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Como a diabetes é transmitida?

» Desvendando o Diabetes: 5 mitos sobre a doença MITO 1: PESSOAS COM DIABETES N Ã O PODEM COMER ALIMENTOS AÇUCARADOS Pessoas com diabetes devem evitar a ingestão de açúcar a fim de controlar a glicemia e o peso, para reduzir o risco de doenças cardiovasculares e outras complicações.

Nesse sentido, uma dieta pobre em teores de açúcares faz parte do tratamento da doença, mas isso não significa que a pessoa com diabetes não possa comer alimentos adocicados com açúcar. O ponto-chave é que pessoas com diabetes devem ter uma dieta balanceada, podendo incluir o açúcar, desde que com moderação.

Vale ressaltar que não há uma dieta alimentar única para os indivíduos com diabetes, e sim que o planejamento da dieta deve ser individualizado. MITO 2: O DIABETES TIPO 2 AFETA APENAS PESSOAS QUE ESTÃO ACIMA DO PESO Pessoas com sobrepeso e obesidade têm maiores chances de desenvolverem diabetes, pois o aumento da massa gorda e, consequentemente, dos níveis glicêmicos, favorece o desenvolvimento de resistência à insulina e a piora na resposta das células beta pancreáticas à glicose.

Porém, apesar desses indivíduos terem maior tendência a desenvolver o diabetes, não significa que todas as pessoas com sobrepeso e obesidade têm ou terão diabetes, assim como também não significa que todo o indivíduo com peso adequado ou baixo peso não possa ter ou desenvolver a doença, inclusive, cerca de 20% das pessoas com diabetes tipo 2 têm peso normal ou baixo peso.

MITO 3: PESSOAS COM DIABETES N Ã O DEVEM PRATICAR ESPORTES A prática de exercícios físicos, além de auxiliar na perda de peso, aumenta a captação de glicose pelo tecido muscular por mecanismos independentes dos mediados pela insulina, o que contribui para resultados positivos no tratamento do diabetes.

Vale ressaltar que pacientes que fazem uso de insulina ou de hipoglicemiantes orais devem tomar cuidados extras a fim de evitar a hipoglicemia causada pelo exercício. A verdade é que pessoas com diabetes não só podem como devem praticar esportes. Há, inclusive, diversos relatos de atletas que possuem a doença.

É o caso, por exemplo, do corredor Ayden Byle, que foi o primeiro indivíduo com diabetes insulino-dependente a percorrer uma grande distância. MITO 4: O DIABETES É CONTAGIOSO Por existir uma influência genética para o desenvolvimento do diabetes, muitas pessoas entendem que se seus parentes têm diabetes elas também terão, ou que o diabetes é contagioso.

  • No entanto, ter um histórico familiar de diabetes não significa que todos os indivíduos dessa família desenvolverão a doença e nem que o diabetes seja contagioso.
  • O diabetes é classificado como uma doença não transmissível (portanto, não contagiosa), ou seja, não pode ser transmitida por meio de espirros, sangue ou outras secreções.

MITO 5: DIABETES TIPO 2 NÃO É UMA DOENÇA SÉRIA É verdade que um bom controle do diabetes tipo 2 reduz significativamente as chances de complicações da doença, mas isso não significa que ela não seja séria. O DM2 mal controlado pode levar a complicações sérias como: doença renal crônica (nefropatia diabética), úlceras de extremidades e amputações (neuropatias), infarto agudo do miocárdio, entre outras.

Bruna Leiria Meréje LealDébora Wilke FrancoGabriela Heiden TelóREFERÊNCIAS:

https://www.diabetes.org.br/publico/vivendo-com-diabetes/mitos-e-verdades Diretrizes da Associação Americana de Diabetes (ADA) para 2019 Cnop, Miriam et al. The concurrent accumulation of intra-abdominal and subcutaneous fat explains the association between insulin resistance and plasma leptin concentrations.
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Quem tem diabetes têm direito auxílio?

O diabetes e os benefícios pagos pelo INSS – A diabetes é uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo. Este hormônio tem a função de quebrar as moléculas do açúcar, transformando em energia para manutenção das células do nosso organismo.

  • A doença pode causar o aumento da glicemia e as altas taxas podem levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos.
  • Em casos mais graves, o diabetes pode levar até mesmo à morte.
  • No Brasil existem mais de 13 milhões de pessoas vivendo com a doença, o que representa 6,9% da população nacional.

A melhor forma de prevenir é praticando atividades físicas regularmente, mantendo uma alimentação saudável e evitando consumo de álcool, tabaco e outras drogas. A causa do tipo de diabetes ainda é desconhecida e a melhor forma de preveni-la é com práticas de vida saudáveis, alimentando se bem e praticando atividades físicas.
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Quem tem diabetes tipo 2 pode ter parto normal?

Tira as principais dúvidas sobre como controlar a doença na gestação.
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Quem é pré diabético pode engravidar?

Homepage Doenças Diabetes Tipo 1 Tenho 35 Anos E Sou Diabetica, Posso Engravidar?

3 respostas Tenho 35 anos e sou diabetica, posso engravidar? Pode sim. Porém devido a patologia, deve-se ter um acompanhamento multidisciplinar (obstetra, nutricionista e endocrinologista) no intuito de controlar as taxas glicêmicas e proporcionar uma gestação mais segura para a mãe e o feto.
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