O Que É Diabetes Sacarino?

O Que É Diabetes Sacarino
Diabetes Mellitus ou Sacarino : doença crônico-degenerativa incurável, porém controlável, caracterizada por um distúrbio endócrino-metabólico relacionado ao metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas, manifestando-se através da hiperglicemia.
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O que é diabete sacarino?

di·a·be·tes |bé| di·a·be·tes |bé| – ( grego diabêtes, -ou, compasso, sifão, de diabaíno, estar de pé com as pernas afastadas ) nome de dois géneros e de dois números 1. Designação dada a um grupo de doenças metabólicas caracterizadas por abundantes secreções de urina e por possíveis complicações crónicas variadas.2.

  1. O mesmo que diabetes melita,
  2. Diabetes açucarada • • O mesmo que diabetes melita,
  3. Diabetes insípida • • Doença metabólica ( diabetes insipidus ) caracterizada por abundantes secreções de urina muito diluída e sede intensa.
  4. Diabetes insípido • • O mesmo que diabetes insípida,
  5. Diabetes melita • • Doença metabólica ( diabetes mellitus ) caracterizada por níveis cronicamente elevados de glicose no sangue e distúrbios no metabolismo que resultam de defeito na produção de insulina ou na acção da insulina produzida.

diabetes melito • • O mesmo que diabetes melita, diabetes sacarina • • O mesmo que diabetes melita, Sinónimo Sinônimo Geral: DIABETE
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O que leva uma pessoa a ter diabetes mellitus?

O que é? – Diabetes Mellitus (DM) é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade e/ou falta de insulina exercer adequadamente seus efeitos, caracterizando altas taxa de açúcar no sangue ( hiperglicemia) de forma permanente.
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O que quer dizer diabetes mellitus?

O Diabetes Mellitus é uma doença metabólica caracterizada pela redução da secreção, pelo pâncreas, do hormônio insulina, acarretando aumento anormal de glicose (açúcar), circulante na corrente sanguínea, associado a complicações, disfunções e insuficiência de vários órgãos. Existem 3 tipos mais conhecidos:

Tipo I – caracterizado por ser insulinodependente; mais comum em crianças e adultos jovens e acomete cerca de 5 a 10% dos indivíduos diabéticos. Tipo II – decorrente de uma produção insuficiente de insulina ou resistência do organismo à sua ação. É o mais comum e o único que pode ser evitado, acometendo qualquer idade, mas é geralmente diagnosticado após os 40 anos. Está presente em 90 a 95% dos casos. Gestacional – observado durante a gravidez predispondo o recém nascido a um aumento de peso corporal elevado. O Diabetes Gestacional normalmente é diagnosticado durante a o exame de rotina do tratamento pré-natal. Numa gravidez normal, os níveis de glicose estão aproximadamente 20% abaixo do que é visto em mulheres que não estão grávidas porque o feto em desenvolvimento absorve uma parte da glicose do sangue da mãe. O Diabetes é evidente se os níveis de açúcar no sangue forem mais altos que o esperado para a gravidez. Para a mulher que está acima do peso, que tem uma história familiar de diabetes ou tem sintomas que sugerem o diabetes, é recomendável fazer o teste de tolerância à glicose já na primeira visita pré-natal. A maioria das mulheres que não se enquadram nesta categoria devem fazer o teste entre a 24ª e a 28ª semana de gravidez.

Modo de transmissão Não existe modo de transmissão da doença, mas sim fatores como presdisponibilidade genética e comportamentais de risco, tais como: tabagismo, sedentarismo, alimentação inadequada, consumo de álcool e outras drogas, ambiente insalubre, estresse, hipertensão e obesidade abdominal.

A nível microvascular – Retinopatia, glaucoma, catarata, nefropatias, neuropatias; A nível macrovascular – doenças cerebrovasculares, doença arterial coronariana, doença vascular periférica.

Aparecimento dos sintomas O Diabetes pode aparecer na infância, na fase adulta produtiva ou na gravidez. Duração dos sintomas Os sintomas aparecem devido ao desconhecimento e/ou descontrole da doença. O que fazer em caso de sintomas Procurar o Posto de Saúde mais próximo de sua residência para avaliações periódicas de sua saúde e medidas de intervenção.

Prevenção Reduzindo os riscos como: interromper o hábito do tabagismo, álcool e outras drogas; exames periódicos dos pés; vigilância da pressão arterial e glicemia; uso de aspirina; exame odontológico; avaliação renal; avaliação oftalmológica; atividade física regular e moderada; alimentação saudável e balanceada; adotar um estilo de vida ou comportamento menos estressante; proporcionar um meio ambiente mais salubre.

Observações extras O cuidado com os pés é imprescindível. Devido a neuropatias, as extremidades ficam mais propensas a perda de sensibilidade e, portanto sujeitas a ferimentos de difícil cicatrização e, em casos mais graves, amputações. Leia mais: Nefropatia Diabética – complicações crônicas do Diabetes Mellitus que afeta os rins e acomete de 20% a 40% dos indivíduos com diabetes Neuropatia Diabética – Deformidades por ulcerações e amputações em pessoas com diabetes
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Quem foi a primeira pessoa a ter diabetes?

A história do diabetes – CartaCapital Por Drauzio Varella Em 1500 antes de Cristo, médicos egípcios descreveram casos de pessoas que urinavam muito e emagreciam até a morte. Aretaeus, médico que viveu na Grécia entre os anos 80 e 138 d.C., criou o termo diabetes mellitus para fazer referência ao gosto adocicado da urina desses pacientes.

Foi apenas em 1776 que Matthew Dobson desenvolveu um método para determinar a concentração de glicose na urina, livrando os médicos do dissabor de prová-la. A doença, entretanto, só foi reconhecida como entidade clínica em 1812, ano da publicação do primeiro número de The New England Journal of Medicine, a revista mais lida pelos médicos de hoje.

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Nesse tempo, a fisiopatologia e a prevalência do diabetes na população eram desconhecidos. Como não existia tratamento específico, em semanas ou poucos meses depois do diagnóstico todos morriam. No ano da Proclamação da República no Brasil, 1889, os alemães Oskar Minkowski e Joseph von Mering verificaram que a retirada do pâncreas de cachorros levava-os ao óbito por diabetes.

  • Ficava demonstrado que a origem da doe­nça estava ligada ao pâncreas.
  • Em 1910, Edward Sharpey-Schafer levantou a hipótese de que o diabetes seria causado pela deficiência de uma única substância química, produzida no pâncreas pelas células das ilhotas de Langerhans.
  • Por essa razão, ele a batizou com o nome de insulina, derivado da palavra latina insula (ilha).

Finalmente, em 1921, logo depois da Primeira Guerra Mundial e da epidemia de gripe espanhola, Frederick Banting e Charles Best publicaram a prova definitiva. Injetaram em cachorros diabéticos extratos de células das ilhotas de Langerhans retiradas do pâncreas de cachorros saudáveis, revertendo o quadro de diabetes.

  • Trabalhando com pâncreas bovino, em conjunto com John McLeod, eles em seguida purificaram a insulina, e foram os primeiros a tratar com sucesso um portador da doença.
  • A partir desse caso, o uso de insulina disseminou-se pelos cinco continentes.
  • Crianças com diabetes do tipo 1 (no qual o pâncreas para de produzir insulina), que iam a óbito logo depois do diagnóstico, puderam voltar à vida normal.

Essa talvez tenha sido a primeira demonstração de que a pesquisa básica poderia ser aplicada rapidamente em benefício da humanidade. O interesse despertado por ela provocou uma avalanche de estudos com a molécula de insulina, que proporcionaram a seus autores dez Prêmios Nobel e revolucionaram o estudo das proteínas e hormônios.

Em 1977, Ullrich e colaboradores descreveram na revista Science um método para inserir o gene da insulina humana em bactérias escravas, com o objetivo de obrigá-las a produzir essa substância em escala industrial. Essa técnica, que recebeu o nome de DNA recombinante, criou as bases da biotecnologia industrial.

A síntese de diversos medicamentos usados por via oral tornou o tratamento mais cômodo para muitos portadores de diabetes que não necessitam de aplicações de insulina. Seringas descartáveis e agulhas mais delicadas diminuíram o desconforto e as dores no local das injeções.

  • Neste ano, dois grupos publicaram estudos mostrando que a cirurgia bariátrica, para reduzir a massa corpórea em pacientes com excesso de peso, é mais eficaz no controle da glicemia do que o uso de medicamentos.
  • Em muitos casos as remissões são tão prolongadas que, provavelmente, representam a cura da doença, conclusão surpreendente para uma enfermidade tradicionalmente considerada incurável.

Infelizmente, esses avanços no tratamento não refletem a realidade da saúde pública. Vivemos uma epidemia mundial de diabetes que se propaga de forma avassaladora, seguindo os passos da obesidade e da vida sedentária. Somente no Brasil há 12 milhões de pacientes.

Se esse número é assustador, mais ainda são as previsões: se continuarmos preguiçosos e engordando como os americanos, em 2050, cerca de 30% dos adultos sofrerão de diabetes. Acima dos 65 anos, a proporção chegará a 50%. Por Drauzio Varella Em 1500 antes de Cristo, médicos egípcios descreveram casos de pessoas que urinavam muito e emagreciam até a morte.

Aretaeus, médico que viveu na Grécia entre os anos 80 e 138 d.C., criou o termo diabetes mellitus para fazer referência ao gosto adocicado da urina desses pacientes. Foi apenas em 1776 que Matthew Dobson desenvolveu um método para determinar a concentração de glicose na urina, livrando os médicos do dissabor de prová-la.

  • A doença, entretanto, só foi reconhecida como entidade clínica em 1812, ano da publicação do primeiro número de The New England Journal of Medicine, a revista mais lida pelos médicos de hoje.
  • Nesse tempo, a fisiopatologia e a prevalência do diabetes na população eram desconhecidos.
  • Como não existia tratamento específico, em semanas ou poucos meses depois do diagnóstico todos morriam.

No ano da Proclamação da República no Brasil, 1889, os alemães Oskar Minkowski e Joseph von Mering verificaram que a retirada do pâncreas de cachorros levava-os ao óbito por diabetes. Ficava demonstrado que a origem da doe­nça estava ligada ao pâncreas.

  • Em 1910, Edward Sharpey-Schafer levantou a hipótese de que o diabetes seria causado pela deficiência de uma única substância química, produzida no pâncreas pelas células das ilhotas de Langerhans.
  • Por essa razão, ele a batizou com o nome de insulina, derivado da palavra latina insula (ilha).
  • Finalmente, em 1921, logo depois da Primeira Guerra Mundial e da epidemia de gripe espanhola, Frederick Banting e Charles Best publicaram a prova definitiva.

Injetaram em cachorros diabéticos extratos de células das ilhotas de Langerhans retiradas do pâncreas de cachorros saudáveis, revertendo o quadro de diabetes. Trabalhando com pâncreas bovino, em conjunto com John McLeod, eles em seguida purificaram a insulina, e foram os primeiros a tratar com sucesso um portador da doença.

A partir desse caso, o uso de insulina disseminou-se pelos cinco continentes. Crianças com diabetes do tipo 1 (no qual o pâncreas para de produzir insulina), que iam a óbito logo depois do diagnóstico, puderam voltar à vida normal. Essa talvez tenha sido a primeira demonstração de que a pesquisa básica poderia ser aplicada rapidamente em benefício da humanidade.

O interesse despertado por ela provocou uma avalanche de estudos com a molécula de insulina, que proporcionaram a seus autores dez Prêmios Nobel e revolucionaram o estudo das proteínas e hormônios. Em 1977, Ullrich e colaboradores descreveram na revista Science um método para inserir o gene da insulina humana em bactérias escravas, com o objetivo de obrigá-las a produzir essa substância em escala industrial.

  1. Essa técnica, que recebeu o nome de DNA recombinante, criou as bases da biotecnologia industrial.
  2. A síntese de diversos medicamentos usados por via oral tornou o tratamento mais cômodo para muitos portadores de diabetes que não necessitam de aplicações de insulina.
  3. Seringas descartáveis e agulhas mais delicadas diminuíram o desconforto e as dores no local das injeções.
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Neste ano, dois grupos publicaram estudos mostrando que a cirurgia bariátrica, para reduzir a massa corpórea em pacientes com excesso de peso, é mais eficaz no controle da glicemia do que o uso de medicamentos. Em muitos casos as remissões são tão prolongadas que, provavelmente, representam a cura da doença, conclusão surpreendente para uma enfermidade tradicionalmente considerada incurável.

Infelizmente, esses avanços no tratamento não refletem a realidade da saúde pública. Vivemos uma epidemia mundial de diabetes que se propaga de forma avassaladora, seguindo os passos da obesidade e da vida sedentária. Somente no Brasil há 12 milhões de pacientes. Se esse número é assustador, mais ainda são as previsões: se continuarmos preguiçosos e engordando como os americanos, em 2050, cerca de 30% dos adultos sofrerão de diabetes.

Acima dos 65 anos, a proporção chegará a 50%. : A história do diabetes – CartaCapital
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Quem descobriu a cura da diabetes?

A história do diabetes remonta a séculos. Tentaremos traçar neste espaço a linha do tempo da doença e suas perspectivas, cujo sumário é apresentado na Figura 1. A primeira referência que temos sobre a doença foi por meio do papiro de Erbers que consistia em um documento médico egípcio, descoberto pelo alemão Gerg Ebers em 1872.

Neste documento, descrevia-se uma doença que tinha como característica uma emissão frequente e abundante de urina. Provavelmente este antigo documento era de 1.500 anos antes de Cristo. Entretanto, foi na Grécia Antiga, já na Era Cristã, que surgiu o nome “diabetes”, dado por Arateus. O que significa diabetes? Este nome deriva de uma semelhança entre a poliúria, sintoma característico da doença e a drenagem de água através de um sifão.

Durante o primeiro século, a doença era frequentemente mencionada em vários povos, como os hindus e árabes e já se associava que a urina dos pacientes com diabetes era adocicada. Avicena, médico árabe, foi o primeiro a relacionar a doença a algumas complicações, como a gangrena diabética e a perda da função sexual.

Do século XV ao século XIX surgiram vários experimentos que permitiram distinguir a doença do diabetes insipidus, o que resultou na adição do nome mellitus e no fato de estabelecer-se que o açúcar na urina dos pacientes com diabetes era semelhante ao encontrado na uva, o que originou o nome “glicose”.

O século XIX foi de grande impulso nas pesquisas relacionadas à doença, como introdução da dieta como terapia, cuja recomendação inicial era que fosse rica em hidratos de carbono (HC), que foi enfatizada a restrição de HC por Bouchardat no final do século XIX.

Bouchardt foi quem introduziu um método de determinar a perda de açúcar (glicose) pela urina, que diminuía com o tratamento com dieta restrita. À semelhança do que ocorre hoje, nesta época surgiram várias dietas milagrosas para tratar o diabetes, como a dieta da aveia, descrita por Von Nororden em 1895.

A aderência à dieta era, como hoje, um dos maiores desafios da comunidade médica, o que resultou em atitudes radicais, como trancar os pacientes por dias, oferecendo dietas restritivas, pobres em HC e ricas em gorduras. Claude Bernard descreveu o papel do fígado como produtor de glicose e, portanto relacionado à patogênese da doença, Petters identificou a cetona na urina e sua associação com o coma diabético, e Kussmaul identificou a cetona no sangue.

  1. Em 1869, temos a descrição de funções pancreáticas distintas, endócrinas e exócrinas, por Paul Langerhans.
  2. A relação entre pâncreas e diabetes foi descrita por Minkowki e Von Mering que observaram que a extirpação do pâncreas em cães resultava em perda excessiva de açúcar pela urina.
  3. Já no século XX, em 1900, a função endócrina das ilhotas de Langerhans foi descrita por Opie, com distinção entre as células alfa e beta e sua diferenciação com o tecido acinoso do pâncreas.

Essas descobertas foram construindo lentamente o caminho para a descoberta do tratamento da doença por extrato pancreático. Podemos considerar que a descoberta da insulina por Banting e Best, foi um dos fatos mais importantes não só para o diabetes, mas para a área médica em geral, pois permitiu mudar a história natural da doença, principalmente em indivíduos jovens que eram tratados com dietas restritas que resultavam em desnutrição.

  • O primeiro extrato pancreático, denominado inicialmente como “isletina” e posteriormente como “insulina”, foi injetado no dia 11 de janeiro de 1922, em um menino de 11 anos, Leonard Thompson.
  • A melhora clínica e o aumento significativo do peso deste paciente fizeram todos acreditar que a cura do diabetes havia finalmente chegado.

Banting e Best receberam o prêmio Nobel de Medicina por sua descoberta. Nos anos subsequentes, tivemos a demonstração da relação entre a hipófise e o pâncreas por Houssay, que ganhou o prêmio Nobel de Fisiologia por sua descoberta e grande impulsão nas pesquisas para a produção de insulina que permitisse sua utilização em resposta à crescente demanda de pacientes.

Foi iniciada a extração de pâncreas bovino e suíno, melhora da pureza, da estabilidade das novas insulinas e aumento do seu tempo de ação através da adição de protamina e posteriormente de zinco. Após a Segunda Guerra Mundial, importantes contribuições foram feitas no que diz respeito ao tratamento do diabetes como o efeito hipoglicemiante das sulfas, que já havia sido relatado na literatura médica.

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Este fato abriu uma nova perspectiva para o tratamento do diabetes por drogas orais. Em 1959, Sanger descobriu a estrutura molecular da insulina permitindo sua produção sintética, o que resultou em mais um prêmio Nobel de Química. Em 1977, Yallow e Berson desenvolveram a técnica de radioimunoensaio para determinação laboratorial da insulina.

Logo após, em 1978, utilizando-se a técnica de recombinação de DNA, conseguia-se a produção bacteriana de insulina por Escherichia Coli, Estas últimas descobertas impulsionaram as pesquisas e o desenvolvimento de inúmeros novos tipos de insulina de ação ultrarrápida, ação lenta e ultralenta que, entretanto, jamais conseguiram mimetizar a ação fisiológica da insulina endógena.

Até hoje os pacientes em uso de insulina exógena têm uma hiperinsulinemia periférica e uma hipoinulinemia no sistema porta, o que dificulta atingirmos o controle glicêmico ideal. Nas últimas décadas, importantes contribuições científicas permitiram que o controle glicêmico fosse avaliado, retrospectivamente, pela hemoglobina glicada e, diariamente, pela automonitorização da glicemia capilar, que era anteriormente avaliada semi quantitivamente pelo reagente de Bennedict.
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Porque a glicose aumenta após as refeições?

Após uma refeição, a glicemia aumenta devido à absorção da glicose no intestino delgado. A homeostase da glicemia precisa do transporte da glicose para o interior das células do organismo, o que depende da liberação de insulina pelas células beta do pâncreas.
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O que significa acetona no exame de urina?

O que são as cetonas (corpos cetónicos) e a cetoacidose – As cetonas são uma substância química produzida pelo corpo quando, devido a uma falta de insulina, este não é capaz de usar a glicose como fonte de energia, e em vez disso começa a utilizar a gordura.

  • O corpo produz cetonas por utilizar a gordura quando a glicose no sangue desce.
  • Em pessoas que não têm diabetes, um baixo nível de cetonas é normal e não prejudicial.
  • Eles aparecem se não tiver ingerido alimentos por algum tempo e após o exercício físico prolongado.
  • Em pessoas sem diabetes, glicose, insulina e cetonas trabalham juntos para fornecer ao corpo a energia que necessita.

Na diabetes, as cetonas são produzidas quando a glicemia não está bem controlada. Cetonas na urina são um sinal de que o corpo está a utilizar gordura para ter energia em vez de usar a glicose. Isto pode ser porque não há insulina disponível suficiente para levar a glicose a partir da corrente sanguínea para as células e ser usada para produzir energia.

  • Pergunte ao seu profissional de saúde quando existe necessidade de verificar os níveis de cetonas.
  • Isto é importante se tem diabetes tipo 1.
  • Poderá ser aconselhável verificar a existência de cetonas quando a glicose no sangue é superior a 240 mg/dl, ou se não se sentir bem.
  • O que é a cetoacidose? As cetonas são ácidas.

Um baixo nível de cetonas não terá muito efeito, mas quando os níveis aumentam, o sangue torna-se mais ácido. O nome disto é cetoacidose. Os primeiros sinais de cetoacidose são aumento da urina e sede, enquanto os sintomas posteriores incluem náuseas e vómitos, que podem levar à desidratação.

Em níveis muito elevados de cetonas, a cetoacidose necessita de tratamento médico de emergência. Se não for tratada, pode ser fatal. Os resultados do teste de cetona no sangue Os níveis de corpos cetónicos no sangue normais são ligeiramente diferentes de pessoa para pessoa. Esta tabela vai ajudar a decidir se não precisa fazer nada ou o que deve fazer.

Lembre-se, é muito melhor ter cuidado, por isso, se não tem a certeza, entre imediatamente em contacto com o profissional de saúde.

Nível de cetonas O que deve fazer
Abaixo de 0.6 mmol/L Leituras abaixo de 0.6 mmol/L estão num intervalo normal. Siga as indicações do seu profissional de saúde, antes de fazer qualquer alteração à sua medicação para a diabetes.
Entre 0.6 e 1.5 mmol/L Leituras dentro deste intervalo, com um nível de glucose no sangue superior a 250 mg/dl, podem indicar o início de um problema. Siga as indicações do seu profissional de saúde.
Mais de 1.5 mmol/L Leituras acima de 1.5 mmol/L, com um nível de glucose no sangue superior a 300 mg/dl, sugerem que poderá a estar em risco de desenvolver cetoacidose diabética (CAD).

O que são as cetonas (corpos cetónicos) e a cetoacidose | Abbott
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Quais os tipos que existe de diabetes?

O que é Diabetes? – O diabetes é uma doença crônica que afeta a maneira como o corpo utiliza a glicose contida nos alimentos. Isso ocorre devido à falta de insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas, responsável por levar a glicose até as células. Como as pessoas com diabetes não conseguem produzir quantidades suficientes para transformar e levar o açúcar para dentro de muitas das células do corpo, consequentemente ocorre uma diminuição da geração de energia nessas células.

  1. Devido à falta ou escassez de insulina, a glicose que não é capaz de entrar na célula sem esse hormônio acaba ficando presa na corrente sanguínea, levando a um quadro de hiperglicemia, ou excesso de açúcar.
  2. Existem dois tipos de diabetes: o diabetes tipo 1 e o diabetes tipo 2.
  3. Apesar do nome, são doenças diferentes, que possuem duas coisas em comum: a deficiência na produção da insulina e o excesso de açúcar no sangue.

No entanto, como veremos a seguir, as razões por que isso ocorre são diferentes. Para isso, precisamos entender quais são as diferenças entre o diabetes tipo 1 e o diabetes tipo 2.
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