O Que É Diabetes Não Insulino Dependente?

O Que É Diabetes Não Insulino Dependente
Cuidados com o diabético não-insulino dependente – De bem com a vida Olá, meu amigo leitor. Continuando o tema anterior da nossa coluna sobre dicas de saúde, hoje iremos falar sobre o diabetes não-insulino dependente. Essa é uma das causas mais comuns da Diabetes Mellitus, sendo a prevenção e os devidos cuidados, o melhor tratamento.

A Diabetes Mellitus não-insulino dependente é uma doença gerada pela má absorção da insulina, ou seja, diferentemente do que acontece nos casos dos diabéticos insulino-dependentes, nesta situação o pâncreas produz o hormônio, mas o organismo tem dificuldade de absorvê-lo para metabolizar a glicose do sangue.

Isso ocorre porque as células são resistentes à ação da insulina, especialmente se o indivíduo é obeso. Os principais sintomas são sede excessiva e vontade de urinar várias vezes ao dia, além de aumento do apetite, feridas que demoram mais a cicatrizar, distúrbios cardíacos e renais, entre outros.

  • O tratamento pode ser realizado de várias maneiras.
  • Dentre elas, a mudança de estilo de vida, através da prática regular de atividade física e da alimentação saudável.
  • É o mais indicado inicialmente, porque pode reduzir consideravelmente os níveis de glicose no sangue.
  • Em alguns casos, pode não ser suficiente, então entra em cena o tratamento medicamentoso.

Para que você possa iniciar qualquer um dos tratamentos indicados acima, é fundamental a procura pelo respectivo profissional de cada área, para que a orientação e prescrição sejam as mais indicadas para o seu caso. Importante ressaltar que cada indivíduo apresenta comorbidades e experiências diferentes e, por isso, a orientação deve ser individualizada.

O tratamento medicamentoso deve ser prescrito por um médico, e abrange várias possibilidades, em especial os hipoglicemiantes orais (dentre eles as sulfoniluréias e as biguanidas).Na parte da atividade física, a procura por um profissional de Educação Física é fundamental para estabelecer o programa de exercícios específicos para cada pessoa, podendo envolver atividades aeróbias (caminhadas, danças, etc) e atividades de fortalecimento muscular. Já abordando a alimentação, a necessidade de orientação por um nutricionista se dá pela importância de se estabelecer um consumo adequado de alimentos com baixo teor de açúcar e carboidratos, mas sem esquecer dos gordurosos, e sempre atentando para o fato de que os refrigerantes são repletos de açúcar.

Vale ressaltar que o atendimento multiprofissional pode trazer maiores e melhores benefícios a sua saúde e qualidade de vida. Desta forma, serão estabelecidos os cuidados e metas a serem atingidas no seu tratamento. Espero que essas pequenas dicas possam ajudar nos cuidados com a sua saúde e deixo aqui um até breve e o desejo de um ótimo dia a você, amigo leitor.
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O que é uma pessoa não insulino dependente?

Tire todas as dúvidas durante a consulta online – Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa. Mostrar especialistas Como funciona? O Que É Diabetes Não Insulino Dependente Insulino-dependente é um tipo de diabetes auto-imune (comumente conhecido como diabetes tipo 1) em que há obrigatoriamente necessidade de uso de insulina para controle da glicemia. Insulino dependente é a pessoa que não tem como controlar sua glicemia sem a aplicação de insulina todos os dias e várias vezes ao dia também, muitas vezes o seu pâncreas não produz mais ou produz quantidade de insulina deficiente, sendo necessaria da insulina exogena, mas isso não exclui uma alimentação balanceada e o controle do consumo de açúcar.
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O que significa diabetes mellitus não insulino dependente?

NIDDM ( diabetes mellitus não dependente de insu- lina ou tipo II) é uma doença crônica de alta prevalência, apresentando complicações a longo prazo freqüentes e se- veras. A alta morbidade e mortalidade resultam principal- mente do comprometimento vascular e neurológico.
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Qual o tipo de diabetes que é insulino dependente?

Diabetes Tipo 1 – O Diabetes Tipo 1 – também conhecido como diabetes insulinodependente, diabetes infanto-juvenil e diabetes imunomediado – atinge cerca de 5 a 10% dos pacientes diagnosticados com a doença. O Tipo 1, geralmente, aparece na infância ou adolescência, mas também pode ser diagnosticado em adultos.

  1. Nesse tipo de diabetes, a produção de insulina do pâncreas é insuficiente, pois suas células sofrem o que chamamos de destruição autoimune.
  2. Os portadores de diabetes tipo 1 necessitam injeções diárias de insulina para manterem a glicose no sangue em valores normais.
  3. Há risco de vida se as doses de insulina não são dadas diariamente.

O tratamento é sempre realizado com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividades físicas. Essas ações ajudam a controlar o nível de glicose no sangue.
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Como saber se sou insulino dependente?

DIABETES TIPO 1 – Insulino Dependente O Que É Diabetes Não Insulino Dependente Publicado em 27/12/2018

Quem é portador de diabetes do tipo 1, necessita permanentemente de insulina no corpo, para fazer a glicose do sangue, proveniente dos alimentos, “entrar” na célula, como forma de energia. A doença geralmente aparece em indivíduos jovens (com meses de vida inclusive) e, geralmente independe de hábitos de vida e obesidade como em pessoas mais velhas. Recentemente, uma publicação na revista médica The Lancet, desenvolvido com base de dados populacionais da Suécia, mostrou que indivíduos com diabetes Tipo 1 (diagnóstico com menos de 10 anos de idade) podem viver menos 16 anos se comparados a quem não tem a doença. Um diagnóstico de início mais tardio, ainda assim permanece um prejuízo próximo de 10 anos. Os sintomas mais comuns são sede, perda de peso, urinar várias vezes, visão turve, candidíase vaginal ou peniana e falta de energia, culminando com respiração rápida e coma. Diabetes tipo 1 pode afetar desde crianças de meses de vida até adultos jovens, geralmente magros. Mantenha seus exames atualizados e fique atento aos sinais e sintomas de açúcar elevado no sangue.

O Que É Diabetes Não Insulino Dependente Imagem: Mike Young/Flickr : DIABETES TIPO 1 – Insulino Dependente
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Quem é diabético tem direito a um benefício?

Direitos que o diabético tem, mas que muitas vezes não sabe O diabetes é uma doença traiçoeira e “silenciosa”, e por isso é muito perigosa. Às vezes, as pessoas que possuem essa enfermidade só descobrem a sua existência quando os sintomas são graves. A OMS estima que 13 milhões de brasileiros sofrem de diabetes.

  1. Só que a pessoa com diabetes possui alguns direitos que, por vezes, desconhece.
  2. E é importante saber da existência deles.
  3. Um desses direitos é o de se aposentar por invalidez (art.42 da lei 8.213/91), mas só em caso de avanço da doença.
  4. A diabetes, em si, não é uma doença que incapacita a pessoa.
  5. Exatamente por isso é importante destacar que a aposentadoria pode ser concedida para os casos em que, com a evolução da enfermidade, a pessoa pode sofrer com cegueira ou até perda de membros do corpo.
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Nesses casos, a pessoa alcançaria os requisitos para passar a receber a aposentadoria por invalidez. Outro direito é o de que o diabético pode vir receber o (BPC/LOAS) benefício de prestação continuada, desde que a renda por pessoa do seu grupo familiar seja inferior a ¼ do salário-mínimo vigente.

Assim, caso a aposentadoria não puder ser solicitada, uma opção é requerer este benefício. Um terceiro direito que citamos é o de que as seguradoras não podem, de forma alguma, negar a contratação para diabéticos de planos de saúde e de seguros de vida. Essa, inclusive, pode ser considerada uma atitude discriminatória.

Contudo, no caso de plano de saúde, se você já souber da doença no momento da contratação, deverá preencher a declaração de saúde com essa informação. E você deverá optar por uma das duas situações: agravo (acréscimo no valor da mensalidade do plano de saúde durante o período de carência), ou cobertura parcial temporária (período de até 24 meses, em que o consumidor não terá cobertura de alguns eventos, normalizando tudo após esse prazo).

Um quarto direito merece bastante atenção. A lei Federal 11.347/06 estabeleceu que os diabéticos podem (e devem) receber do SUS todos os medicamentos e materiais necessários à sua aplicação, bem como em itens para o monitoramento da glicemia. Assim, os insumos (seringas e agulhas para aplicação de insulina; tiras reagentes para medida de glicemia capilar; entre outros) podem ser obtidas gratuitamente pelos portadores de diabetes mellitus insulino-dependentes junto ao SUS, mediante cadastro.

Portanto, se você tem diabetes, ou se conhece quem tenha, saiba que existem direitos que os diabéticos têm, e que muitos não conheciam. Advogado com mais de uma década de atuação. Atuação especializada em Direito da Saúde, Civil, Societário e Empresarial.
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Por que um paciente diabético insulino dependente não controlado emagrece?

Tire todas as dúvidas durante a consulta online – Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa. Mostrar especialistas Como funciona? O Que É Diabetes Não Insulino Dependente Além do que já foi falado acima, o emagrecimento no diabetes se dá devido á falta da ação anabólica( estimula crescimento muscular e depósito de gordura) da insulina, seja por sua completa ausência( DM1), seja por insensibilidade a insulina( DM2). A glicose entra nas celulas com a acao da insulina para se transformar em energia para o nosso corpo.
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Qual é o nível normal de insulina no sangue?

Exame de curva glicêmica – Para confirmar a resistência a insulina é indicado o exame de curva glicêmica, também conhecido como teste oral de tolerância à glicose (TOTG). O teste mede o valor da glicose após a ingestão de uma amostra de líquido açucarado. Os resultados variam basicamente em torno dos seguintes valores:

indivíduo saudável: inferior a 140 mg/dl; indivíduo com resistência à insulina: entre 140 e 199 mg/dl; indivíduo com diabetes: igual ou superior a 200 mg/dl.

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Qual o valor normal de insulina no sangue?

Quais são os resultados possíveis para o exame Insulina? Os valores normais de insulina devem ser menores ou iguais a 26 µU/mL. Resultados fora da faixa normal devem ser acompanhados por um médico.
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Quem não tem insulina?

Diabetes é uma doença crônica na qual o corpo não produz um hormônio chamado insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina que produz para controlar a quantidade de glicose no sangue. O corpo precisa desse hormônio para utilizar a glicose, que obtemos por meio dos alimentos, como fonte de energia.

Em algumas pessoas, o sistema imunológico ataca equivocadamente as células beta do pâncreas, que produzem a insulina. Logo, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo. Como resultado, a glicose fica no sangue, em vez de ser usada como energia. Esse é o processo que caracteriza o Tipo 1 de diabetes, que concentra entre 5 e 10% do total de pessoas com a doença.

O Tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. Essa variedade é sempre tratada com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividades físicas, para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue.

  • O Tipo 2 aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz; ou não produz insulina suficiente para controla a taxa de glicemia.
  • Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o Tipo 2.
  • Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar.
  • Dependendo da gravidade, ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar.

Em outros casos, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose. Hipoglicemia Você já ouviu falar de pessoas com diabetes que desmaiaram na rua ou tiveram que ser levadas para o hospital? Este é um fantasma que assombra muitas pessoas quando elas recebem a notícia de que têm diabetes.

  1. Para evitar a hipoglicemia (nível muito baixo de glicose no sangue) o segredo é manter os níveis de glicose dentro da meta estabelecida para você.
  2. A hipoglicemia é caracterizada por um nível anormalmente baixo de glicose no sangue, geralmente abaixo de 70 mg/dl.
  3. É importante não considerar apenas este número – o médico deverá dizer quais níveis são muito baixos para você.

Aumentar a quantidade de exercícios sem orientação correta, ou sem ajuste correspondente na alimentação ou na medicação; pular refeições; comer menos do que o necessário; exagerar na medicação, acreditando que ela vai trazer um controle melhor; e ingestão de álcool são causas comuns de hipoglicemia.

A hipoglicemia em situações extremas pode levar à perda de consciência, ou a crises convulsivas, sendo muito graves, e exige medidas imediatas. Os sinais da hipoglicemia são dicas importantes para uma ação preventiva e eles podem variar de pessoas para pessoa. Com o tempo, você vai aprender a identificar como seu corpo indica que o nível de glicose no sangue está caindo muito rápido, de qualquer maneira, pelo menos entre aqueles que fazem uso de insulina ou que estão em maior risco de episódios de hipoglicemia, o mais importante é monitorar as glicemias, de modo a conseguir manter a glicose bem controlada, de maneira segura em relação a hipoglicemias.

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A única maneira de ter certeza se suas taxas de glicose estão muito baixas é checá-las com o aparelho próprio, se possível. Entretanto, se você está com sintomas de hipoglicemia e não tem condições de fazer a medição naquele momento, faça o tratamento – garantir a segurança é a prioridade neste momento.

  1. A hipoglicemia severa pode causar acidentes, lesões, levar ao estado de coma e até à morte.
  2. Fique atento aos sinais da hipoglicemia, que geralmente acontecem rapidamente: Tremedeira Nervosismo e ansiedade Suores e calafrios Irritabilidade e impaciência Confusão mental e até delírio Taquicardia, coração batendo mais rápido que o normal Tontura ou vertigem Fome e náusea Sonolência Visão embaçada Sensação de formigamento ou dormência nos lábios e na língua Dor de cabeça Fraqueza e fadiga Raiva ou tristeza Falta de coordenação motora Pesadelos, choro durante o sono Convulsões Inconsciência Tratamento da hipoglicemia: O tratamento imediato da hipoglicemia é feito com os seguintes passos: Consuma de 15 a 20 gramas de carboidratos, preferencialmente carboidratos simples, como açúcar (uma colher de sopa, dissolvida em água), uma colher de sopa de mel ( mas lembre-se de que mel não é permitido para crianças menores de um ano), refrigerante comum, não diet (um copo de 200 mL), 1 copo de suco de laranja integral, entre outros.

Verifique a sua glicose depois de 15 minutos; Se continuar baixa, repita; Assim que a taxa voltar ao normal, faça um pequeno lanche, caso sua próxima refeição estiver planejada para dali a uma ou duas horas. Espere de 45 a 60 minutos para dirigir após um episódio de hipoglicemia.

Em casos de inconsciência (desmaio) ou convulsão, outra pessoa terá que tomar providências. Uma dessas medidas poderá ser aplicar glucagon, que é um hormônio que estimula o fígado a liberar glicose armazenada na corrente sanguínea. Kits de glucagon injetáveis podem ser adquiridos com prescrição médica.

Seu médico saberá dizer se você precisa ter um desses e como usá-lo. É importante orientar também sua família e amigos sobre essa possibilidade. Caso a pessoa que esteja com você não saiba o que fazer, a melhor medida é chamar uma ambulância. Em uma crise hipoglicêmica acompanhada de convulsões ou desmaios, não injete insulina (vai reduzir ainda mais o nível de glicose no sangue); não dê comida ou bebida pela boca, no máximo, com cuidado para não obstruir as vias aéreas, pode-se passar um pouco de açúcar nas gengivas da pessoa.

Vire a cabeça da pessoa de lado e proteja com cuidado, enquanto injeta glucagon ou chama a ambulância. Em algumas pessoas, o nível de glicose no sangue pode cair bem abaixo de 70 mg/dl e mesmo assim não haver sintomas perceptíveis. Esta é a chamada “não percepção de hipoglicemia”. Pessoas com essa condição podem não acordar do sono quando a hipoglicemia acontece durante a noite.

Ela é mais comum em pessoas que enfrentam regularmente episódios de baixa glicose no sangue, diminuindo sua sensibilidade aos sintomas; em pessoas que têm diabetes há muito tempo e em pessoas que controlam de forma rígida a doença, o que pode aumentar as chances de ter uma reação.

Dica: Ter uma identificação médica sempre com você pode ser muito útil no caso de um episódio grave de hipoglicemia, de um acidente ou outra emergência. O acessório informa que você tem diabetes, se usa insulina ou não, se é alérgico a algum medicamento. Manter os níveis de glicose dentro da meta pode ser desafiador e um pouco frustrante quando os resultados não são alcançados.

O automonitoramento pode ajudar a fazer pequenos ajustes que vão tornar esse processo, aos poucos, mais fácil. FONTE: Sociedade Brasileira de Diabetes
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O que significa insuficiência de insulina?

Quando um indivíduo está com resistência à insulina, o organismo é incapaz de produzir a quantidade de insulina – hormônio que regula a quantidade de glicose no sangue – necessária para a manutenção do seu metabolismo normal.
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O que pode causar a ausência de insulina no corpo?

Diabetes Mellitus O Diabetes Mellitus (DM) é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos. A insulina é produzida pelo pâncreas e é responsável pela manutenção do metabolismo da glicose e a falta desse hormônio provoca déficit na metabolização da glicose e, conseqüentemente, diabetes.

  1. Caracteriza-se por altas taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia) de forma permanente.
  2. Tipos: – Tipo 1: causada pela destruição das células produtoras de insulina, em decorrência de defeito do sistema imunológico em que os anticorpos atacam as células que produzem a insulina.
  3. Ocorre em cerca de 5 a 10% dos diabéticos.

– Tipo 2: resulta da resistência à insulina e de deficiência na secreção de insulina. Ocorre em cerca de 90% dos diabéticos. – Diabetes Gestacional: é a diminuição da tolerância à glicose, diagnosticada pela primeira vez na gestação, podendo ou não persistir após o parto.

Sua causa exata ainda não é conhecida. – Outros tipos : são decorrentes de defeitos genéticos associados com outras doenças ou com o uso de medicamentos. Podem ser: defeitos genéticos da função da célula beta; defeitos genéticos na ação da insulina; doenças do pâncreas exócrino (pancreatite, neoplasia, hemocromatose, fibrose cística, etc.); induzidos por drogas ou produtos químicos (diuréticos, corticóides, betabloqueadores, contraceptivos, etc.).

Principais sintomas do DM tipo 1: vontade de urinar diversas vezes; fome freqüente; sede constante; perda de peso; fraqueza; fadiga; nervosismo; mudanças de humor; náusea; vômito. Principais sintomas do DM tipo 2 : infecções freqüentes; alteração visual (visão embaçada); dificuldade na cicatrização de feridas; formigamento nos pés; furúnculos.

Complicações: O tratamento correto do diabetes significa manter uma vida saudável, evitando diversas complicações que surgem em conseqüência do mau controle da glicemia. O prolongamento da hiperglicemia (altas taxas de açúcar no sangue) pode causar sérios danos à saúde: – retinopatia diabética: lesões que aparecem na retina do olho, podendo causar pequenos sangramentos e, como conseqüência, a perda da acuidade visual.

– nefropatia diabética: alterações nos vasos sanguíneos dos rins fazem com que haja a perda de proteína na urina; o órgão pode reduzir sua função lentamente, porém de forma progressiva, até sua paralisação total. – neuropatia diabética : os nervos ficam incapazes de emitir e receber as mensagens do cérebro, provocando sintomas como: formigamento, dormência ou queimação das pernas, pés e mãos; dores locais e desequilíbrio; enfraquecimento muscular; traumatismo dos pêlos; pressão baixa; distúrbios digestivos; excesso de transpiração e impotência.

  • Pé diabético: ocorre quando uma área machucada ou infeccionada nos pés desenvolve uma úlcera (ferida).
  • Seu aparecimento pode ocorrer quando a circulação sanguínea é deficiente e os níveis de glicemia são mal controlados.
  • Qualquer ferimento nos pés deve ser tratado rapidamente para evitar complicações que podem levar à amputação do membro afetado.
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– infarto do miocárdio e acidente vascular: ocorrem quando os grandes vasos sanguíneos são afetados, levando à obstrução (arteriosclerose) de órgãos vitais como o coração e o cérebro. O bom controle da glicose, somado à atividade física e medicamentos que possam combater a pressão alta, o aumento do colesterol e a suspensão do tabagismo, são medidas imprescindíveis de segurança.

  1. A incidência deste problema é de 2 a 4 vezes maior nas pessoas com diabetes.
  2. Infecções: o excesso de glicose pode causar danos ao sistema imunológico, aumentando o risco da pessoa com diabetes contrair algum tipo de infecção.
  3. Isso ocorre porque os glóbulos brancos (responsáveis pelo combate aos vírus, bactérias, etc.) ficam menos eficazes com a hiperglicemia.

O alto índice de açúcar no sangue é propício para que fungos e bactérias se proliferem em áreas como boca e gengiva, pulmões, pele, pés, genitais e local de incisão cirúrgica. Prevenção e controle: Pacientes com história familiar de DM devem ser orientados a: – manter o peso normal; não fumar; controlar a pressão arterial; evitar medicamentos que potencialmente possam agredir o pâncreas; praticar atividade física regular.
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Porque insulino dependente não pode doar sangue?

Dúvidas Frequentes – Mulheres que ganharam bebê recentemente podem doar sangue? Mulheres que tiveram parto normal devem aguardar 3 meses para doar sangue, já as mulheres que fizeram cesárea devem aguardar 6 meses. Lembrando que se a mulher estiver amamentando, deverá aguardar o bebê completar 12 meses de vidas para fazer sua doação. Doar sangue é seguro? Sim, é seguro. Não existe nenhum risco de contrair uma doença infecciosa ao doar sangue. Pode existir um pequeno risco de o doador sentir-se mal durante ou logo após a doação, especialmente nas primeiras vezes em que ele doar, mas contamos com profissionais preparados para auxiliar os doadores. Quanto tempo leva para fazer a doação? Todo o processo de doação desde a recepção até o lanche, dura em média 55 minutos. O sangue tem validade? Sim, cada componente do sangue tem seu prazo de validade. As hemácias duram 35 dias; as plaquetas, 5 dias; o plasma fresco congelado, de 12 a 24 meses. É cobrado pelo sangue doado? O sangue doado NÃO é cobrado. Mas existe um custo para que o sangue seja colhido (compra de materiais descartáveis), realização de exames etc. Estes custos são mantidos pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Quanto tempo leva para o sangue ser processado? O sangue deve ser processado assim que colhido, em média até 6 horas após a doação. Como é armazenado o sangue? O plasma é armazenado em congeladores a 18ºC negativos ou menos, as hemácias em geladeira a 4ºC e as plaquetas a 22ºC. Qual é o tempo que o organismo leva para repor o sangue doado? Os glóbulos vermelhos (hemácias) se recuperam de 2 a 3 semanas. Já os estoques de ferro, em 60 dias nos homens e de 60 a 90 dias nas mulheres. Por que a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) só garante 1 dia de abono no ano para a doação de sangue? Porque um dia é suficiente para que o doador descanse e recupere o volume de sanguíneo doado. Sendo que esse período de descanso é particularmente importante para aqueles que exercem profissões que exigem maior esforço. Por que as mulheres podem doar sangue a cada 3 meses e os homens a cada 2 meses? Devido à reposição dos estoques de ferro, que nas mulheres é mais demorada devido às perdas durante os ciclos menstruais. Menores de 18 anos podem doar sangue? São aceitos doadores de 16 e 17 anos, com a presença e autorização dos pais ou responsável leal. Por que as pessoas com menos de 50 kg não podem doar sangue? Pessoas com peso inferior a 50 kg não possuem volume sanguíneo suficiente para realizar a doação, que é de 450 ml. A doação de sangue é recomendada durante a amamentação? É aconselhável não doar durante a gravidez e a amamentação da criança até 1 ano de idade. Após essa idade, a amamentação deixa de ser a sua principal fonte de alimentação e a mãe fica liberada a doar. Remédios para controle da pressão arterial impedem a doação? Quais? Os remédios para controle da pressão geralmente não impedem a doação. Devem ser suspensos por 48 horas, com autorização do médico, medicamentos atenolol, oxprenolol e similares. A vacina para febre-amarela impede a doação? Não, mas é necessário aguardar 4 semanas após ter tomado a vacina para fazer a doação. Quem teve dengue pode doar sangue? Sim, mas quem teve dengue clássica deve aguardar 1 mês após a cura. E que teve dengue hemorrágica deve aguardar 6 meses. Diabético pode doar sangue? Os diabéticos, dependente de insulina, não podem doar sangue porque têm maior probabilidade de apresentar alterações do sistema cardiovascular que podem levar a complicações no momento da doação. Já os que não são dependentes de insulina, podem doar sangue normalmente. Quem tem hipo ou hipertireoidismo pode doar sangue? Quem tem hipotireoidismo pode doar sangue, mas é sempre importante consultar um médico. Já para quem tem hipertireoidismo, a doação é proibida, mesmo que a doença esteja sendo tratada. Qual é o grau de anemia que impede a doação? Só não pode doar a pessoa que apresentar hematócrito menor que 39% ( ou hemoglobina <13g/dL) no homem e 38% (ou hemoglobina <12,5g/dL) na mulher.Este limite é necessário para não causar prejuízos à saúde do doador. A hipoglicemia impede a doação? Não, desde que o doador não apresente os sintomas e não esteja em jejum no momento da doação. Pode-se fazer sexo após a doação? Não há qualquer contra indicação devido à doação. Qual é o conceito atual para "grupo de risco"? Na verdade o termo mais adequado seria "situação de risco acrescido", ou seja, o comportamento do indivíduo que faria com que ele ficasse exposto ao risco de adquirir uma determinada doença ou infecção. Sífilis também pode ser transmitida por transfusão? A transmissão da Sífilis por transfusão sanguínea é muito rara, porém existe. Entretanto, são feitos testes para sua detecção a fim de se evitar que a doença seja transmitida. O que é a Hemofilia? É a deficiência de um determinado fator essencial para ocorrer a coagulação sanguínea. Há dois tipos de hemofilia, a mais comum é a hemofilia A, decorrente da deficiência do fator VIII. Pais de pacientes portadores de Talassemia e Hemofilia podem doar sangue? Sim, desde que não sejam anêmicos. Ambas são doenças hereditárias (herdadas dos pais para os filhos) envolvendo o sangue (anemia e distúrbio da coagulação, respectivamente). Ver resposta completa

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