Eventos Que Ocorrem Na Doença Diabetes?

Eventos Que Ocorrem Na Doença Diabetes
Os sintomas clássicos de diabetes incluem:

  • Sensação de sede exagerada;
  • Aumento da fome;
  • Vontade frequente para urinar;
  • Boca seca;
  • Cansaço fácil;
  • Alterações da visão.

O que ocorre na diabetes?

A diabetes é normalmente causada pela produção deficiente ou não produção de insulina pelo organismo, ou porque este não a consegue utilizar devidamente. A isto se chama resistência à insulina. Em casos raros, a diabetes pode ser causada por uma doença do pâncreas chamada pancreatite.
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Quais são as manifestações do diabetes?

Diabetes Mellitus (DM) é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos. A insulina é produzida pelo pâncreas e é responsável pela manutenção do metabolismo da glicose e a falta desse hormônio provoca déficit na metabolização da glicose e, conseqüentemente, diabetes.

  • Caracteriza-se por altas taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia) de forma permanente.
  • Tipos: – Tipo 1: causada pela destruição das células produtoras de insulina, em decorrência de defeito do sistema imunológico em que os anticorpos atacam as células que produzem a insulina.
  • Ocorre em cerca de 5 a 10% dos diabéticos.

– Tipo 2: resulta da resistência à insulina e de deficiência na secreção de insulina. Ocorre em cerca de 90% dos diabéticos. – Diabetes Gestacional: é a diminuição da tolerância à glicose, diagnosticada pela primeira vez na gestação, podendo ou não persistir após o parto.

Sua causa exata ainda não é conhecida. – Outros tipos: são decorrentes de defeitos genéticos associados com outras doenças ou com o uso de medicamentos. Podem ser: defeitos genéticos da função da célula beta; defeitos genéticos na ação da insulina; doenças do pâncreas exócrino (pancreatite, neoplasia, hemocromatose, fibrose cística, etc.); induzidos por drogas ou produtos químicos (diuréticos, corticóides, betabloqueadores, contraceptivos, etc.).

Principais sintomas do DM tipo 1: vontade de urinar diversas vezes; fome freqüente; sede constante; perda de peso; fraqueza; fadiga; nervosismo; mudanças de humor; náusea; vômito. Principais sintomas do DM tipo 2: infecções freqüentes; alteração visual (visão embaçada); dificuldade na cicatrização de feridas; formigamento nos pés; furúnculos.

Complicações: O tratamento correto do diabetes significa manter uma vida saudável, evitando diversas complicações que surgem em conseqüência do mau controle da glicemia. O prolongamento da hiperglicemia (altas taxas de açúcar no sangue) pode causar sérios danos à saúde: – retinopatia diabética: lesões que aparecem na retina do olho, podendo causar pequenos sangramentos e, como conseqüência, a perda da acuidade visual; – nefropatia diabética: alterações nos vasos sanguíneos dos rins fazem com que haja a perda de proteína na urina; o órgão pode reduzir sua função lentamente, porém de forma progressiva, até sua paralisação total; – neuropatia diabética: os nervos ficam incapazes de emitir e receber as mensagens do cérebro, provocando sintomas como: formigamento, dormência ou queimação das pernas, pés e mãos; dores locais e desequilíbrio; enfraquecimento muscular; traumatismo dos pêlos; pressão baixa; distúrbios digestivos; excesso de transpiração e impotência; – pé diabético: ocorre quando uma área machucada ou infeccionada nos pés desenvolve uma úlcera (ferida).

Seu aparecimento pode ocorrer quando a circulação sanguínea é deficiente e os níveis de glicemia são mal controlados. Qualquer ferimento nos pés deve ser tratado rapidamente para evitar complicações que podem levar à amputação do membro afetado; – infarto do miocárdio e acidente vascular: ocorrem quando os grandes vasos sanguíneos são afetados, levando à obstrução (arteriosclerose) de órgãos vitais como o coração e o cérebro.

  • O bom controle da glicose, somado à atividade física e medicamentos que possam combater a pressão alta e o aumento do colesterol e a suspensão do tabagismo, são medidas imprescindíveis de segurança.
  • A incidência deste problema é de 2 a 4 vezes maior nas pessoas com diabetes; – infecções: o excesso de glicose pode causar danos ao sistema imunológico, aumentando o risco da pessoa com diabetes contrair algum tipo de infecção.
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Isso ocorre porque os glóbulos brancos (responsáveis pelo combate aos vírus, bactérias, etc.) ficam menos eficazes com a hiperglicemia. O alto índice de açúcar no sangue é propício para que fungos e bactérias se proliferem em áreas como boca e gengiva, pulmões, pele, pés, genitais e local de incisão cirúrgica.

Prevenção e controle: Pacientes com história familiar de DM devem ser orientados a: – manter o peso normal; não fumar; controlar a pressão arterial; evitar medicamentos que potencialmente possam agredir o pâncreas; praticar atividade física regular. Pacientes com DM devem ser orientados a: – realizar exame diário dos pés para evitar o aparecimento de lesões; manter uma alimentação saudável; utilizar os medicamentos prescritos; praticar atividades físicas; manter um bom controle da glicemia, seguindo corretamente as orientações médicas.

IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo. Dica elaborada em junho de 2.009.
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Como ocorre o desenvolvimento de diabetes?

A glicose é um tipo de carboidrato utilizado como fonte de energia pelos seres vivos, sendo um dos principais nutrientes da célula. Esse monossacarídeo também participa da formação de carboidratos complexos, como o amido. A glicose é obtida por meio da alimentação, e sua quantidade em nosso sangue (glicemia) é regulada pela ação de dois hormônios que agem de maneira contrária: a insulina e o glucagon.
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Quais são as complicações crônicas da diabetes?

As principais complicações crônicas são: –

Retinopatia – lesão da retina Nefropatia – lesão renal Neuropatia – lesão nos nervos do organismo Macroangiopatia – doença coronária, cerebral e dos membros inferiores Hipertensão arterial Lipídeos no sangue – gorduras no sangue

Pé diabético – arteriopatia, neuropatia Doenças cardiovasculares – angina de peito, ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais Obstrução arterial periférica – perturbação da circulação, por exemplo nas pernas e nos pés Disfunção e impotência sexual – a primeira manifesta-se de diferentes formas em ambos os sexos Infeções diversas e persistentes – boca e gengivas, infeções urinárias infeções das cicatrizes depois das cirurgias

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Quantos tipos de diabetes tem?

O que é Diabetes? – O diabetes é uma doença crônica que afeta a maneira como o corpo utiliza a glicose contida nos alimentos. Isso ocorre devido à falta de insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas, responsável por levar a glicose até as células. Como as pessoas com diabetes não conseguem produzir quantidades suficientes para transformar e levar o açúcar para dentro de muitas das células do corpo, consequentemente ocorre uma diminuição da geração de energia nessas células.

  • Devido à falta ou escassez de insulina, a glicose que não é capaz de entrar na célula sem esse hormônio acaba ficando presa na corrente sanguínea, levando a um quadro de hiperglicemia, ou excesso de açúcar.
  • Existem dois tipos de diabetes: o diabetes tipo 1 e o diabetes tipo 2.
  • Apesar do nome, são doenças diferentes, que possuem duas coisas em comum: a deficiência na produção da insulina e o excesso de açúcar no sangue.

No entanto, como veremos a seguir, as razões por que isso ocorre são diferentes. Para isso, precisamos entender quais são as diferenças entre o diabetes tipo 1 e o diabetes tipo 2.
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Porque diabéticos não podem se cortar?

Home SEGUNDA OPINIÃO FORMATIVA – SOF

Apoio ao Tratamento Núcleo de Telessaúde Sergipe | 29 julho 2015 | ID: sofs-21582 Os diabéticos são mais vulneráveis a amputação de membros inferiores, pois o Diabetes Mellitus é uma doença metabólica crônica e se caracteriza por uma variedade de complicações, entre as quais se destaca o pé diabético, considerado um problema grave e com consequências muitas vezes devastadoras diante dos resultados das ulcerações, que podem implicar em amputação de dedos, pés ou pernas.

1). A neuropatia diabética, que é quando os nervos responsáveis pela nossa sensação de dor e tato estão afetados pelo diabetes, pode causar perda da sensibilidade protetora dos pés, deixando-os mais sujeitos a machucados, feridas ou até mesmo amputação de parte dos membros inferiores (dedos, pés, perna) (2).

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O ACS tem atribuições bastante específicas com relação aos pacientes com diabetes mellitus (3): – Registrar, em sua ficha de acompanhamento, o diagnóstico de diabetes de cada membro da família. – Encorajar uma relação paciente-equipe colaborativa, com participação ativa do paciente e, dentro desse contexto, ajudar o paciente seguir as orientações alimentares, de atividade física e de não fumar, bem como de tomar os medicamentos de maneira regular.

  1. Estimular que os pacientes se organizem em grupos de ajuda mútua, como, por exemplo, grupos de caminhada, trocas de receitas, técnicas de auto-cuidado, entre outros.
  2. Questionar a presença de sintomas de elevação e/ou queda do açúcar no sangue aos pacientes com diabetes identificado, e encaminhar para consulta extra.

– Verificar o comparecimento dos pacientes com diabetes às consultas agendadas na unidade de saúde (busca ativa de faltosos). Complementação – O diabetes mellitus (DM) é um dos problemas de saúde mais importantes da atualidade, por ser uma doença com elevada morbidade e mortalidade (1).

  1. É uma doença crônica, autoimune, caracterizada pela deficiência da produção de insulina pelo organismo.
  2. O problema envolve o metabolismo da glicose no sangue, podendo ser apresentado de várias maneiras (4).
  3. Diabetes tipo 1 é em geral abrupta, acometendo principalmente crianças e adolescentes sem excesso de peso.

Na maioria dos casos, a hiperglicemia é acentuada, evoluindo rapidamente para cetoacidose, especialmente na presença de infecção ou outra forma de estresse (4). O DM tipo 2 costuma ter início insidioso e sintomas mais brandos. Manifesta-se, em geral, em adultos com longa história de excesso de peso e com história familiar de DM tipo 2.

No entanto, com a epidemia de obesidade atingindo crianças, observa-se um aumento na incidência de diabetes em jovens, até mesmo em crianças e adolescentes (5). O diabetes apresenta alta morbimortalidade, com perda importante na qualidade de vida. Está associado à hiperglicemia e a um maior risco de eventos cardiovasculares, alterações renais e oftalmológicas, neuropatia periférica, úlceras e amputações de membros inferiores (6).

Úlceras de pés e amputação de extremidades são as complicações mais graves. Sua prevenção primária visa prevenir neuropatia e vasculopatia. O monitoramento de um conjunto de fatores que eleva o risco de úlcera e amputação de extremidades, tornando sua prevenção mais custo-efetiva.

Para tanto, os seguintes pontos são fundamentais (7): 1. Avaliar os pés dos pacientes anualmente quanto a: • História de úlcera ou amputação prévia, sintomas de doença arterial periférica, dificuldades físicas ou visuais no cuidados dos pés. • Deformidades dos pés (pé em martelo ou dedos em garra, proeminências ósseas) e adequação dos calçados; evidência visual de neuropatia (pele seca, calosidade, veias dilatadas) ou isquemia incipiente; deformidades ou danos de unhas.2.

Discutir a importância dos cuidados dos pés como parte de programa educativo para prevenção de úlcera e amputação.3. Negociar um plano de cuidado baseado nos achados clínicos e da avaliação de risco.4. Oferecer apoio educativo para cuidados dos pés de acordo com as necessidades individuais e o risco de úlcera e amputação.5.

Avaliar o risco do paciente de acordo com os achados clínicos.6. Planejar intervenções baseadas nas categorias de risco. Classificação de risco do pé diabético (7) – Sem risco adicional: sem perda de sensibilidade; sem sinais de doença arterial periférica, sem outros fatores de risco. – Em risco: presença de neuropatia; um único outro fator de risco.

– Alto risco: diminuição da sensibilidade associada à deformidade nos pés ou evidência de doença arterial periférica; ulceração ou amputação prévia (risco muito elevado). – Com presença de ulceração ou infecção: ulceração presente. Atributos da APS – O cuidado com o diabetes normalmente é complexo e demorado, baseado em muitas áreas do cuidado à saúde.

As mudanças de estilo de vida necessárias, a complexidade do manejo e os efeitos adversos do tratamento fazem do autocuidado e da educação para as pessoas com diabetes peças centrais no manejo (coordenação do cuidado) (6). Anualmente devem ser reforçadas as medidas para o controle glicêmico, tanto não farmacológicas (dieta saudável, atividade física regular e cessação do tabagismo), quanto farmacológicas (adesão ao tratamento, uso de antidiabéticos orais e aplicação de insulina quando necessário).

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Sessões individuais ou material informativo devem ser oferecidos às pessoas incapazes ou não dispostas a participar de atividades em grupo (acesso, integralidade, longitudinalidade, coordenação dos cuidados, orientação comunitária) (6). Educação em Saúde – Orientações educacionais básicas para cuidados dos pés (7): – Examinar os pés diariamente.

  • Se necessário, pedir ajuda a familiar ou usar espelho; – Avisar o médico se tiver calos, rachaduras, alterações de cor ou úlceras; – Vestir sempre meias limpas, preferencialmente de lã, algodão, sem elástico; – Calçar sapatos que não apertem, de couro macio ou tecido.
  • Não usar sapatos sem meias; – Sapatos novos devem ser usados aos poucos.

Usar inicialmente, em casa, por algumas horas por dia; – Nunca andar descalço, mesmo em casa; – Lavar os pés diariamente, com água morna e sabão neutro. Evitar água quente. Secar bem os pés, especialmente entre os dedos; – Após lavar os pés, usar um creme hidratante á base de lanolina, vaselina liquida ou glicerina.

Qual profissional de saúde tem competência para avaliação do pé diabético com uso de estesiômetro? Como avaliar os pés dos pacientes diabéticos? É indispensável usar monofilamento para testar sensibilidade? O que é membro fantasma pós-amputação de pé diabético e quais orientações podem ser dadas ao paciente e seus familiares?

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Quem tem diabetes perde a vontade de ter relação?

Homepage Doenças Diabetes A Diabetes Descompensada Pode Diminuir A Libido? Tenho 38 Anos E Ñ Tenho Mais Vontade De Fazer Sexo.

1 respostas A diabetes descompensada pode diminuir a libido? Tenho 38 anos e ñ tenho mais vontade de fazer sexo. Sou insulina e mulher. Pode sim. O descontrole glicêmico pode sim prejudicar o desejo sexual, é bem importante passar por uma avaliação com o especialista nesses casos para investigar se é só pelo Diabetes ou se pode haver alguma outra alteração hormonal prejudicando isso.
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Quem tem diabetes não pode se machucar?

Primeiros socorros para feridas em diabéticos Quando alguém com diabetes se machuca é muito importante dar atenção para a lesão, mesmo que esta pareça muito pequena ou simples, como no caso de cortes, arranhões, bolhas ou calos, pois existe um maior risco de a ferida não cicatrizar corretamente e surgir uma infecção grave.

  1. Estes cuidados podem ser feitos em casa logo após acontecer a lesão ou assim que se descobre uma bolha ou calo escondido, por exemplo.
  2. Mas em todos os casos é muito importante ir ao dermatologista assim que possível para que a ferida seja avaliada e o tratamento adequado seja indicado.
  3. Isto acontece porque a diabetes é uma doença crônica que provoca lesões nos nervos e enfraquece o sistema imune ao longo do tempo, tornando o processo de cicatrização mais difícil.

Além disso, como o corpo não consegue utilizar o açúcar, este se acumula nos tecidos e facilita o desenvolvimento de bactérias nas feridas, aumentando o risco e a intensidade das infecções. Eventos Que Ocorrem Na Doença Diabetes É importante ter alguns cuidados caso surjam alterações na pele de pessoas diabéticas, como por exemplo:

Lavar a região utilizando água morna e sabão com pH neutro; Evitar colocar produtos antissépticos na ferida, como álcool, iodopovidona ou peróxido de hidrogênio, pois podem lesionar os tecidos e atrasar a cicatrização; Colocar uma pomada antibiótica, receitada pelo médico, para tentar evitar o desenvolvimento de uma infecção; Cobrir o local com uma gaze esterilizada, substituindo-a todos os dias ou de acordo com a indicação do médico ou enfermeiro; Evitar colocar pressão sobre a ferida, dando preferência para roupas confortáveis ou sapatos largos, que não fiquem roçando sobre a ferida.

No caso de ter um calo, por exemplo, nunca se deve raspá-lo ou tentar retirá-lo em casa, pois pode provocar sangramento grave ou facilitar o desenvolvimento de uma infecção grave no local. Assim, deve-se sempre consultar um podologista para fazer o tratamento adequado e evitar complicações que podem levar à amputação do pé.
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O que ocorre com a glicose sanguínea no diabetes?

A glicose na corrente sanguínea estimula o pâncreas a produzir insulina. A insulina ajuda a transportar a glicose do sangue para dentro das células.
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