Dores Nas Pernas Quem Tem Diabetes?

Dores Nas Pernas Quem Tem Diabetes
O que é neuropatia periférica? – Detalhe importante de se entender quando se busca compreender se diabetes causa dor nas pernas é sobre a neuropatia periférica, caracterizada pelo acometimento dos nervos periféricos, sendo o tipo mais comum de neuropatia diabética.

Dormência ou formigamento nos dedos das mãos ou dos pés; Redução da capacidade de sentir dor ou mudanças na temperatura; Sensação de queimação; Dor ou cãibras; Maior sensibilidade ao toque; Perda do tato; Fraqueza muscular; Perda de reflexos, principalmente no calcanhar de aquiles; Perda do equilíbrio; Perda da coordenação motora; Deformidade e dores das articulações.

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Sou diabético e sinto muitas dores nas pernas?

Tire todas as dúvidas durante a consulta online – Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa. Mostrar especialistas Como funciona? Dores Nas Pernas Quem Tem Diabetes Pode representar o início dos sintomas relacionados à inflamação e degeneração dos nervos (neuropatia). Isto pode representar um dos primeiros sinais das complicações tardias da doença, com graves repercussões a médio e longo prazo. As fisgadas nunca são normais.

É um sinal de algo “errado” vem acontecendo. Pacientes com diabetes, controlada ou não por tratamento medicamentoso e/ou por uso de insulina podem desenvolver um quadro chamado de neuropatia diabética. Essa patologia pode se manifestar como fisgada, sensação de queimação em pernas e pés ou em outras regiões do corpo na dependência do nervo acometido.

DIABETES E DORES NOS PÉS OU NAS PERNAS #cortes 🎬 ✂️

Esses sintomas são decorrentes de uma lesão da “capa dos nervos” que nós médicos chamamos de “camada de mielina”. É possível controlar esse transtorno com tratamento médico nos quais pode se associar o uso de medicamentos com técnicas de acupuntura e neuromodulação. Fernanda Luz Internista, Médico clínico geral, Especialista em clínica médica Sinop
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Quais os sintomas da diabete nas pernas?

Atendimento multidisciplinar com orientação e suporte clínico ajuda a evitar as complicações do diabetes nos membros inferiores – Formigamento, perda da sensibilidade, dor, sensação de queimação ou agulhadas, dormência e fraqueza nas pernas e/ou pés são os principais sintomas da neuropatia periférica, uma das complicações mais comuns nos pacientes com diagnóstico de diabetes.

  • Essa doença atinge de diversas formas os membros inferiores”, afirma Dr.
  • Marcio Miyamotto, cirurgião vascular e endovascular.
  • Isso acontece porque o diabetes provoca lesão nos nervos das pernas, podendo levar à deformidade estrutural dos pés, o que altera a forma como o indivíduo caminha.
  • As consequências dessas deformações refletem-se no aparecimento de calosidades em locais de maior pressão e, em última instância, em feridas de difícil cicatrização.

É aí que entram os especialistas”, explica Miyamotto. Em Curitiba, existem serviços multidisciplinares especializados no cuidado e prevenção das complicações relacionadas ao diabetes. Um deles é o Centro de Diabetes Curitiba, que funciona no Hospital Nossa Senhora das Graças.
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O que a diabetes pode causar nas pernas?

Home SEGUNDA OPINIÃO FORMATIVA – SOF

Apoio ao Tratamento Núcleo de Telessaúde Sergipe | 29 julho 2015 | ID: sofs-21582 Os diabéticos são mais vulneráveis a amputação de membros inferiores, pois o Diabetes Mellitus é uma doença metabólica crônica e se caracteriza por uma variedade de complicações, entre as quais se destaca o pé diabético, considerado um problema grave e com consequências muitas vezes devastadoras diante dos resultados das ulcerações, que podem implicar em amputação de dedos, pés ou pernas.

1). A neuropatia diabética, que é quando os nervos responsáveis pela nossa sensação de dor e tato estão afetados pelo diabetes, pode causar perda da sensibilidade protetora dos pés, deixando-os mais sujeitos a machucados, feridas ou até mesmo amputação de parte dos membros inferiores (dedos, pés, perna) (2).

O ACS tem atribuições bastante específicas com relação aos pacientes com diabetes mellitus (3): – Registrar, em sua ficha de acompanhamento, o diagnóstico de diabetes de cada membro da família. – Encorajar uma relação paciente-equipe colaborativa, com participação ativa do paciente e, dentro desse contexto, ajudar o paciente seguir as orientações alimentares, de atividade física e de não fumar, bem como de tomar os medicamentos de maneira regular.

– Estimular que os pacientes se organizem em grupos de ajuda mútua, como, por exemplo, grupos de caminhada, trocas de receitas, técnicas de auto-cuidado, entre outros. – Questionar a presença de sintomas de elevação e/ou queda do açúcar no sangue aos pacientes com diabetes identificado, e encaminhar para consulta extra.

– Verificar o comparecimento dos pacientes com diabetes às consultas agendadas na unidade de saúde (busca ativa de faltosos). Complementação – O diabetes mellitus (DM) é um dos problemas de saúde mais importantes da atualidade, por ser uma doença com elevada morbidade e mortalidade (1).

  • É uma doença crônica, autoimune, caracterizada pela deficiência da produção de insulina pelo organismo.
  • O problema envolve o metabolismo da glicose no sangue, podendo ser apresentado de várias maneiras (4).
  • Diabetes tipo 1 é em geral abrupta, acometendo principalmente crianças e adolescentes sem excesso de peso.

Na maioria dos casos, a hiperglicemia é acentuada, evoluindo rapidamente para cetoacidose, especialmente na presença de infecção ou outra forma de estresse (4). O DM tipo 2 costuma ter início insidioso e sintomas mais brandos. Manifesta-se, em geral, em adultos com longa história de excesso de peso e com história familiar de DM tipo 2.

  • No entanto, com a epidemia de obesidade atingindo crianças, observa-se um aumento na incidência de diabetes em jovens, até mesmo em crianças e adolescentes (5).
  • O diabetes apresenta alta morbimortalidade, com perda importante na qualidade de vida.
  • Está associado à hiperglicemia e a um maior risco de eventos cardiovasculares, alterações renais e oftalmológicas, neuropatia periférica, úlceras e amputações de membros inferiores (6).
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Úlceras de pés e amputação de extremidades são as complicações mais graves. Sua prevenção primária visa prevenir neuropatia e vasculopatia. O monitoramento de um conjunto de fatores que eleva o risco de úlcera e amputação de extremidades, tornando sua prevenção mais custo-efetiva.

Para tanto, os seguintes pontos são fundamentais (7): 1. Avaliar os pés dos pacientes anualmente quanto a: • História de úlcera ou amputação prévia, sintomas de doença arterial periférica, dificuldades físicas ou visuais no cuidados dos pés. • Deformidades dos pés (pé em martelo ou dedos em garra, proeminências ósseas) e adequação dos calçados; evidência visual de neuropatia (pele seca, calosidade, veias dilatadas) ou isquemia incipiente; deformidades ou danos de unhas.2.

Discutir a importância dos cuidados dos pés como parte de programa educativo para prevenção de úlcera e amputação.3. Negociar um plano de cuidado baseado nos achados clínicos e da avaliação de risco.4. Oferecer apoio educativo para cuidados dos pés de acordo com as necessidades individuais e o risco de úlcera e amputação.5.

Avaliar o risco do paciente de acordo com os achados clínicos.6. Planejar intervenções baseadas nas categorias de risco. Classificação de risco do pé diabético (7) – Sem risco adicional: sem perda de sensibilidade; sem sinais de doença arterial periférica, sem outros fatores de risco. – Em risco: presença de neuropatia; um único outro fator de risco.

– Alto risco: diminuição da sensibilidade associada à deformidade nos pés ou evidência de doença arterial periférica; ulceração ou amputação prévia (risco muito elevado). – Com presença de ulceração ou infecção: ulceração presente. Atributos da APS – O cuidado com o diabetes normalmente é complexo e demorado, baseado em muitas áreas do cuidado à saúde.

As mudanças de estilo de vida necessárias, a complexidade do manejo e os efeitos adversos do tratamento fazem do autocuidado e da educação para as pessoas com diabetes peças centrais no manejo (coordenação do cuidado) (6). Anualmente devem ser reforçadas as medidas para o controle glicêmico, tanto não farmacológicas (dieta saudável, atividade física regular e cessação do tabagismo), quanto farmacológicas (adesão ao tratamento, uso de antidiabéticos orais e aplicação de insulina quando necessário).

Sessões individuais ou material informativo devem ser oferecidos às pessoas incapazes ou não dispostas a participar de atividades em grupo (acesso, integralidade, longitudinalidade, coordenação dos cuidados, orientação comunitária) (6). Educação em Saúde – Orientações educacionais básicas para cuidados dos pés (7): – Examinar os pés diariamente.

  • Se necessário, pedir ajuda a familiar ou usar espelho; – Avisar o médico se tiver calos, rachaduras, alterações de cor ou úlceras; – Vestir sempre meias limpas, preferencialmente de lã, algodão, sem elástico; – Calçar sapatos que não apertem, de couro macio ou tecido.
  • Não usar sapatos sem meias; – Sapatos novos devem ser usados aos poucos.

Usar inicialmente, em casa, por algumas horas por dia; – Nunca andar descalço, mesmo em casa; – Lavar os pés diariamente, com água morna e sabão neutro. Evitar água quente. Secar bem os pés, especialmente entre os dedos; – Após lavar os pés, usar um creme hidratante á base de lanolina, vaselina liquida ou glicerina.

Qual profissional de saúde tem competência para avaliação do pé diabético com uso de estesiômetro? Como avaliar os pés dos pacientes diabéticos? É indispensável usar monofilamento para testar sensibilidade? O que é membro fantasma pós-amputação de pé diabético e quais orientações podem ser dadas ao paciente e seus familiares?

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Qual as dores que a diabete causa?

Você é diabético e sente uma dor tão aguda que parece uma agulhada? O que é dor neuropática diabética? “Geralmente, é uma dor que não é muito bem descrita verbalmente, sendo caracterizada como dor “em agulhada”, dor “em queimação”, “em ardência” e dor “em choque”; quando profunda é dita como “surda””.

A dor neuropática diabética, também conhecida como neuropatia diabética, caracteriza-se por uma experiência desagradável causada pela lesão ou disfunção relacionada ao sistema nervoso central ou periférico em pessoas com, Geralmente, é uma dor que não é muito bem descrita verbalmente, sendo caracterizada como dor “em agulhada”, dor “em queimação”, “em ardência” e dor “em choque”; quando profunda é dita como “surda”.A neuropatia diabética pode afetar qualquer parte do corpo, causando incapacidade funcional importante, dor crônica e depressão.

Ela é uma das principais complicações do diabetes mellitus (DM) e aparece ao longo da evolução crônica da doença e/ou quando não há controle adequado da glicemia. Estima-se que aproximadamente 50% das pessoas com DM desenvolverão neuropatia diabética após 25 anos de doença.

Estudos realizados em outros países e também no Brasil mostraram que a dor ocasionada pela neuropatia diabética causa efeitos negativos na qualidade de vida, influenciando nas atividades do cotidiano, humor, sono, entre outros. Epidemiologia A neuropatia diabética é uma das grandes causas de morbidade entre os pacientes diabéticos.

Apesar de ocorrer nos dois tipos de diabetes (tipos 1 e 2), essa complicação é mais frequente no diabetes tipo 2. Entre os pacientes que convivem com a doença e apresentam neuropatia diabética dolorosa, 10% têm diabetes tipo 1, 20%, tipo 2, e apresentam dor grave.

Estima-se que a prevalência e incidência de neuropatia correspondem a, aproximadamente, 60% dos diabéticos. Causas Tendo conhecimento de alguns aspectos básicos sobre a dor neuropática diabética, vamos compreender um pouco como ela é causada.Para entendermos as causas da neuropatia diabética, devemos analisar o organismo agindo de maneira normal para depois ir conhecendo a causa da doença e dessa dor que acomete tantas pessoas.

O sistema nervoso (que é o sistema que monitora e coordena todas as atividades do nosso corpo) divide-se em duas partes: o sistema nervoso central e o sistema nervoso periférico. O sistema nervoso central compreende o cérebro e a medula espinhal, já o sistema nervoso periférico abrange os nervos que se estendem por todo o corpo.

  • Os nervos agem como mensageiros responsáveis pela transmissão de informações ao cérebro por meio da medula espinhal.
  • Muitos nervos são isolados por uma camada protetora de proteína e gordura conhecida como bainha de mielina, que potencializa a velocidade da condução dessas mensagens.
  • No caso da diabetes, a alta taxa de glicemia no organismo causa lesão nas bainhas de mielina prejudicando a comunicação entre os neurônios.
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A neuropatia diabética pode provocar problemas em todo o corpo, causando muita dor, principalmente nas suas extremidades (mãos e pés). Essa doença também pode causar problemas digestivos, urinários, cardiovasculares, sexuais e de visão. Por isso, é importante saber reconhecer os sinais e sintomas, e fazer exames regularmente ou ao primeiro indício de lesão nervosa. Diagnóstico Não há como mensurar a dor neuropática, porém, hoje são utilizados três níveis diagnósticos para isso (caracterizados como: possível, provável e definitivo), além da divisão dos sinais e sintomas. Os níveis “definitivo” e “provável” revelam presença estabelecida de dor neuropática enquanto o nível “possível” indica que esta condição ainda não foi instaurada e, por isso, precisa de investigação suplementar.Para a avaliação do paciente com dor neuropática diabética, assim como de qualquer paciente com dor, é necessário exame físico minucioso e anamnese com uma boa coleta da história psicossocial, já que na dor também se considera aspectos emocionais do paciente.

Além disso, faz-se necessária a caracterização dessa dor quanto a alguns fatores como: intensidade, localização e qualidade.Em relação a exames complementares para o diagnóstico da doença são realizados diversos testes capazes de verificar a integridade dos nervos e o bom desempenho de suas funções.

A eletroneuromiografia é um teste capaz de mostrar evidencias de degeneração do nervo e ocorrência de desminielização, enquanto a ressonância magnética e a tomografia computadorizada são úteis para descartar patologias da medula espinhal. Há também o Teste de Quantificação Sensitiva (TQS) que avalia a sensibilidade dolorosa, térmica, à vibração e pressão.

  1. Complementando o teste sensorial há o exame motor (ex: força e movimentos anormais) e o autônomo (ex: regulação da temperatura, sudorese).
  2. Ou seja, o diagnóstico baseia-se na descrição da dor realizada pelo paciente, avaliação de sinais clínicos e testes que indiquem disfunção nervosa.
  3. Tratamento No tratamento da neuropatia diabética devem ser levados em conta os fatores biológicos, psicológicos e sociais.

Por isso, a diminuição da ansiedade, melhora do sono e o suporte psicossocial são aspectos importantes para se considerar. Como na maioria dos casos de dor neuropática a causa não é bem definida, não se pode estabelecer um tratamento ideal para todos os pacientes.

  1. A experiência da equipe de saúde na questão do diagnóstico é muito importante para a escolha da melhor forma de tratamento, muitas vezes tendo de se fazer tentativas de erro e acerto.
  2. Para diminuir os sintomas de dor, uma das medidas mais importantes é o controle glicêmico, associado ao uso de medicamentos que são prescritos pelos médicos, os quais têm o objetivo de diminuir o desconforto doloroso”.

Para diminuir os sintomas de dor, uma das medidas mais importantes é o controle glicêmico, associado ao uso de medicamentos que são prescritos pelos médicos, os quais têm o objetivo de diminuir o desconforto doloroso. Porém, sabe-se que o tratamento com analgésicos comuns levam a resultados insatisfatórios e, assim, os medicamentos mais utilizados para o tratamento da dor neuropática são os antidepressivos tricíclicos e os anticonvulsivantes.

Em casos mais selecionados, também são utilizados outros tipos de medicamentos como opióides de efeitos mais intensos. Existem outros tipos de tratamento, como a neurocirurgia e a estimulação sensitiva. Além destes, terapias não farmacológicas, como acupuntura, terapia a laser de baixa intensidade e a estimulação nervosa elétrica percutânea podem ser úteis para alívio da dor e também na melhora da atividade física, sensação de bem-estar e qualidade do sono.

Prevenção Vários estudos apontam que, assim como a hiperglicemia, outros fatores são agravantes para o quadro evolutivo da doença e, ainda, dos sintomas (como a dor). Alguns desses fatores são: a idade, duração do diabetes, hipertensão arterial, colesterol alto, hábitos deletérios (tabagismo, sedentarismo, ingestão de bebida alcoólica).

  1. Desse modo, podem-se ponderar algumas medidas de prevenção, no que diz respeito à dor neuropática diabética.
  2. A princípio, a detecção precoce do diabetes é o meio que apresenta maior probabilidade de se reverter ou retardar suas complicações.
  3. Tratando-se, no entanto, de um quadro avançado e, como algumas pesquisas apontam que diabéticos que não controlam a glicemia são mais suscetíveis a esse tipo de dor, o controle glicêmico torna-se a primeira e mais eficaz das medidas preventivas.

Porém, ao tratar-se de um quadro avançado da doença, é primordial e de fundamental importância que seja feito um controle glicêmico do indivíduo. Concomitante ao controle nos níveis de glicose e à administração do tratamento da diabetes deve-se manter uma dieta saudável, com baixo teor de gorduras e açúcares, trocar os hábitos não saudáveis por atividades que promovam o bem-estar físico e emocional e, principalmente, não fazer uso de medicamentos sem autorização prévia de um médico ou especialista.
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O que pode causar muitas dores nas pernas?

2. Problemas articulares – Especialmente nos idosos, a dor nas pernas pode estar relacionada a problemas ortopédicos como artrite ou artrose. Nestes casos outros sintomas devem estar presentes como dor nas articulações e rigidez nos primeiros 15 minutos da manhã.

  • A dor pode não estar presente todos os dias mas tende a piorar ao realizar esforços, e reduz com o repouso.
  • A deformidade dos joelhos pode indicar artrose, enquanto que uma aparência mais avermelhada e quente pode indicar artrite.
  • No entanto, a dor no joelho também pode estar presente após uma queda, doenças do quadril ou diferença no comprimento das pernas.

O que fazer: aplicar uma compressa quente sobre a articulação afetada, como joelho ou tornozelo, durante cerca de 15 minutos. Além disso, é recomendado consultar o ortopedista pois pode ser necessário tomar anti-inflamatórios ou fazer fisioterapia.
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Por que o diabético sente muita dor nos pés?

O pé diabético é uma complicação do Diabetes Mellitus e ocorre quando uma área machucada ou infeccionada nos pés desenvolve uma lesão(ferida). Seu aparecimento pode surgir quando a circulação sanguínea é deficiente e os níveis de glicemia (açúcar) são mal controlados.

  1. Estima-se que uma em cada quatro pessoas com diabetes pode ter problemas nos pés ao longo da vida.
  2. Dados epidemiológicos demonstram que o pé diabético é responsável pela principal causa de internação do portador de diabetes.
  3. Se não for tratado, o pé diabético pode levar à amputação.
  4. Em qualquer momento que um paciente diabético, na maioria das vezes mal controlado, percebe uma anormalidade no seu pé, seja de sensação, temperatura, cor, deformidade dos ossos do pé ou tecidos dessa região, presença de inflamação ou infecção, estamos diante da possibilidade de um pé diabético.
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Os sintomas mais frequentes são :

Fraqueza nas pernas; Sensação de formigamento frequente; Queimação nos pés e tornozelos; Dormência nos pés; Dor e sensação de agulhadas; Perda da sensibilidade nos pés.

Fatores de risco Alguns diabéticos tem uma tendência maior de desenvolver problemas nos pés. Mas alguns fatores vão implicar em maior risco: níveis elevados de glicose e hemoglobina glicada, sinalizando ruim controle da doença, predispõem a mais complicações.

Tomar remédios antibióticos; Usar pomadas antimicrobianas no local afetado; Controlar a diabetes a partir de alterações da dieta, do uso de medicamentos e de insulina; Trocar diariamente o curativo da ferida, de acordo com orientação do médico ou do enfermeiro; Evitar pressionar o local afetado, evitando usar sapatos fechados ou deixar o pé na mesma posição por muito tempo.

Quem tem diabetes, precisa tomar muito cuidado com a saúde dos pés, pois a doença pode causar insensibilidade nas extremidades. Confira algumas dicas para quem tem diabetes manter os pés saudáveis.

Autoexame: avalie diariamente os pés em busca de micose, machucados ou sinais estranhos como vermelhidão; Corte de unhas: mantenha-as aparadas para evitar que você arranhe os pés e crie feridas durante o sono ou a prática de exercícios físicos; Pós-banho: seque bem os pés para afastar frieiras; Calçados: evite sapatos ou tênis apertados e desconfortáveis, ou abertos, para escapar de Arranhões. É melhor não andar descalço por aí; Meias: Opte pelos modelos de algodão.

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Porque o diabético sente fraqueza nas pernas?

Isso ocorre porque a doença faz com que a glicose do sangue não vá para as células na quantidade adequada, o que acarreta em falta de energia para o corpo realizar as funções e atividades do dia a dia. Além da fadiga, a diabetes pode provocar dores no corpo.
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Quem tem diabetes pode perder a perna?

Amputação como consequência de diabetes: como prevenir – InMeD O diabetes é uma doença que vem crescendo por todo o mundo, sendo uma das causas mais comuns da amputação de pernas e pés. Grande parte dessa consequência é precedida de uma ulceração nos pés, que pode ser prevenida ou tratada adequadamente, evitando complicações.
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Como é a dor de má circulação nas pernas?

Dores Nas Pernas Quem Tem Diabetes A má circulação nas extremidades, como pés e pernas, é o tipo mais grave da situação e é utilizada para se referir a diversos sintomas, como dor, sensação de peso, cansaço e formigamento, entre outras sensações. Isso acontece em decorrência de problemas como pressão arterial, diabetes e colesterol alto, devido ao estreitamento ou obstrução da circulação do sangue para as células.

  1. Para o cirurgião cardiovascular do Hospital São Lucas da PUCRS, Rubens de Araújo, o que é mais grave na má circulação é o segmento arterial, que pode levar a perda das extremidades.
  2. O coração é uma bomba que empurra o sangue por meio das artérias para o pulmão, que filtra e retorna para o coração.
  3. A partir daí, as artérias enviam o sangue para diversos órgãos, músculos, ossos e pele”, explica.

“Esse caminho que o sangue percorre para a chegada nas células é o que possui mais risco, pois, se não chegar corretamente, a célula pode ter seu funcionamento interrompido e o paciente corre o risco de amputação dos membros”, complementa o especialista.

O planejamento e acompanhamento médico é fundamental para o sucesso da operação, segundo Araújo. “O tratamento é realizado através do uso de medicamentos e, em momentos mais críticos, opta-se por procedimentos endovasculares, que é quando ocorre a abertura das artérias que estão irrigando a extremidade”, finaliza.

Dicas de como evitar e tratar a má circulação – Pratique atividades físicas regularmente – Tenha uma alimentação saudável – Não fique em pé ou sentado por um período longo – Controle o peso corporal Mais informações O Serviço de Cirurgia Vascular e Endovascular do HSL presta atendimento em todas as patologias arteriais e venosas, com diagnóstico acurado por métodos de imagem não invasivo ou invasivo.
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Como melhorar a circulação em diabéticos?

Exercícios aeróbicos e de força muscular são capazes de promover melhora da saúde vascular e de estimular a a formação de novos vasos sanguíneos. Entenda e conheça os benefícios da atividade física para quem sofre com a doença.
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Qual remédio para dor o diabético pode tomar?

Homepage Doenças Diabetes Qual O Antiinflamatório Mais Indicado Para O Paciente Diabético?

3 respostas Qual o antiinflamatório mais indicado para o paciente diabético? Olá! Diabéticos podem usar antiinflamatórios desde que acompanhados por um médico. Uso deve ser pelo menor tempo possível. Caso o diabético seja portador de alguma complicação ( ex: insuficiência renal) o uso deve ser restringido.
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Por que o diabético sente muita dor nos pés?

COMPARTILHE: Uma das partes do corpo mais atingidas pelas consequências do diabetes é, surpreendentemente, o pé. Quando a doença não está controlada e as taxas de açúcar no sangue estão altas, ela pode atrapalhar a circulação sanguínea e provocar problemas nos membros inferiores. É o chamado pé diabético.
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O que é neuropatia diabética nas pernas?

O que é neuropatia diabética? – A neuropatia diabética é uma complicação do diabetes, que afeta os nervos periféricos (das extremidades, como mãos e pés). No estágio inicial, a neuropatia diabética pode não causar nenhum sintoma, mas, conforme evolui, sintomas como dor, falta de sensibilidade no local, formigamentos e falta de força podem surgir.
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