Quando Deito Do Lado Esquerdo Sinto Dor?

Quando Deito Do Lado Esquerdo Sinto Dor
Tire todas as dúvidas durante a consulta online – Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa. Mostrar especialistas Como funciona? Quando Deito Do Lado Esquerdo Sinto Dor Há várias causas para dor de cabeça unilateral. Dor a esquerda apenas quando se deita com a cabeça sobre o próprio lado esquerdo pode representar a compressão de alguma estrutura anatômica que deflagra a dor. No entanto, muitas vezes o paciente tem crises de dor de cabeça de enxaqueca por ex, que podem doer apenas de um lado e pioram com a acompressão ispilateral, isto é, do mesmo lado.

Quando alguém pergunta sobre o que pode ser devido a um sintoma quer, na verdade, que se advinhe a causa. Embora a maioria dos médicos não passe de 5-10 minutos em suas consultas, isso não está correcto! Sugiro procurar um bom neurologista, que faça consultas demoradas, ouça as suas queixas e sintomas e lhe examine com muita atenção.

Tenho certeza que assim poderá lhe responder o que pode ser. Boa sorte e não esqueça: Não vá a médico ruim, a vítima pode ser você! Bom dia. A dor é um sinal de alerta. É importante que você seja avaliado por um neurologista, que após ter realizado uma história clínica e o ter examinado poderá estabelecer o diagnóstico ou a hipótese diagnóstica e concluirá se poderá lhe medicar imediatamente ou se precisará de algum exame complementar.

  1. Sugiro que procure no site do CRM do seu estado , quem são os neurologistas;
  2. Desejo boas melhoras sua descrição sugere algo ligado à articulação, mas pode ser muito mais coisas, avaliações neurológica e ortopédicas são recomendadas para excluir possibilidades ou estabelecer um diagnóstico;

Mesmo na acupuntura costumo considerar esses exames. Cada diagnóstico, um tratamento diferente, mesmo na acupuntura.

  • Fiz uma tomografia após pancada na cabeça e não deu alterações. Quanto tempo depois eu posso fazer outra tomografia? Pois sinto um pouco de tontura.
  • Estou com uma dor no meio da cabeça, parecendo que tomei alguma pancada no local. Quando passo a mão dói, sem contar que ultimamente estou tendo esquecimento com muita facilidade. O que pode ser? Detalhe: Não tomei nenhuma pancada na cabeça.
  • Tenho hérnia de disco na cervical E sinto muita dor de cabeça. Esse sintoma pode ser provocado por a hérnia?
  • Gases, aperto no estômago, tensão e pontadas na cabeça (zona das têmporas e topo da cabeça) que vêm e vão do nada por uns segundos. Acordar várias vezes de noite com estes sintomas e suor intenso. Pode ser grave? Ou são sintomas claros de ansiedade e stress? Obrigado.
  • Fui diagnosticada com cefaleia holocraniana mas sinto sensibilidade no ouvido e nos ossos do lado direito da cabeça, é normal?
  • Estou sentindo uma. parte do lado direito da cabeça dolorido,como se tivesse levado uma pancada. Tô preocupada, o que pode ser?
  • Bom dia, 15 anos atrás sofri um acidente de moto e de uns anos pra cá sinto dó de cabeça só do lado esquerdo,e dói o mesmo lado do pescoço, só que mais leve, não é com frequência, mais quando trabalho em altura ou durmo tarde o preocupado dói, hj amanheci assim. Quando tome remédio pra enxaqueca as…
  • Estou com um encômodo subindo a nunca,fisgadas com dor de cabeça. Sinto que estou com ansiedade,acordo como se fosse acontecer algo. Acredito que seja ansiedade. Nunca sentir nada parecido. Oque pode ser ?
  • Senti um breve tontura, após sentir zonzeira por uns 7 dias. Em seguida senti dor no fundo do olho direito, dor de cabeça frontal em salvas, dor latejante nos ouvidos e dor no olho esquerdo, nessa sequência. As dores na cabeça ocorrem em vários locais ao longo do dia, não são fortes mas frequentes e…
  • Boa noite , voltei para a academia tem 3 meses , porem eu já praticava exercicio fisico como bike. Mas de 10 dias para ca ,senti uma dor na cabeca, do lado direito regiao temporal, dor forte e latejante , somente ladk direito , isso ocorreu durante o execicio aguachamento squath na academia , tenho…

Quando durmo do lado esquerdo dói?

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  • Sinto Uma Dor Agoniante Do Lado Esquerdo Embaixo Da Escapole. meu Peito Esquerdo Aperta Ao Deitar. Fiz

4 respostas Sinto uma dor agoniante do lado esquerdo embaixo da escapole. meu peito esquerdo aperta ao deitar. Fiz radiografia tomografia espiromtria e não deu nada. Mas continuo com falta de ar e fica pior ao deitar. Tem algum outro exame pra ver o que será? Tomo Alenia, resolveu um pouco. Tudo isso do lado esquerdo. Você pode estar apresentando um quadro de disfunção escapular , envolvendo músculos adjacentes como por exemplo os romboides ou subescapualres o que pode gerar essa dor.

Quando deito do lado esquerdo sinto mal estar?

A dor no peito do lado esquerdo pode ser um sinal de problemas no coração e, por isso, é muito comum que, quando surge, a pessoa pense que pode estar tendo um infarto. No entanto, esse tipo de dor também pode indicar problemas menos graves, como excesso de gases intestinais, refluxo ou uma crise de ansiedade, por exemplo. Quando Deito Do Lado Esquerdo Sinto Dor.

O que pode ser uma dor no lado esquerdo?

A dor que surge no lado esquerdo da barriga pode ser sintoma de diversas condições de saúde, desde gases até condições crônicas, como a doença de Crohn e outras Doenças Inflamatórias Intestinais (DII). As dores abdominais normalmente não apontam para um único órgão, podendo ser originárias de vários órgãos de dentro da barriga.

  • Além disso, pode ser que o problema seja em uma região do abdômen e ela irradie para o lado esquerdo, fazendo a pessoa sentir uma dor mais forte neste local;
  • Esta é a chamada dor referida;
  • Justamente por isso o diagnóstico da causa da dor no lado esquerdo da barriga pode ser um desafio até para os médicos, então é importante que a pessoa não tente se autodiagnosticar, e sim procure atendimento para identificar a origem do problema – principalmente se apresentar febre , vômito diarreia ou fezes com sangue, dificuldade para respirar ou mal estar intenso associados a dor;

Estes sintomas podem indicar a presença de um quadro inflamatório, que necessite de tratamento através de antibióticos ou cirurgia. São diversas as possíveis causas da dor no lado esquerdo da barriga – seja direta ou irradiada de outra parte da cavidade abdominal.

As mais comuns são gases, indigestão e constipação ( intestino preso ). Saiba mais: 7 sinais de que sua dor abdominal não é gases Contudo, condições específicas nesta região são bastante preocupantes, a apendicite e a doença de Crohn.

A apendicite é uma inflamação numa bolsa localizada no início do intestino grosso, que se não tratada com urgência pode estuporar e causar complicações como acúmulo de pus no abdômen. Apesar do apêndice estar localizado na região direita inferior do abdômen – e frequentemente provocar dor no lado direito da barriga – é comum que ela seja irradiada para a região central ou até para o lado esquerdo da cavidade abdominal.

Já a doença de Crohn faz parte do grupo de enfermidades conhecidas como Doenças Inflamatórias Intestinais (DII). Ela é um problema crônico, ou seja, que não tem cura, que acontece por uma desregulação do sistema imunológico – responsável pelas defesas do corpo.

Uma das causas mais comuns e importantes de dor a esquerda é a diverticulite aguda. Divertículos são pequenas saculações que surgem no intestino grosso, principalmente numa região à esquerda deste órgão, conhecida como sigmoide. Estes divertículos aumentam com a idade e tem relação com uma dieta mais proteica.

  1. O problema é que estes divertículos têm uma estrutura bem fina e podem perfurar, causando uma inflamação local e infecção;
  2. A maioria dos quadros desta infecção é limitada e o tratamento pode ser feito com antibióticos;

Mas uma parcela dos casos desta infecção é mais forte com formação de abscesso local, podendo ser necessária a cirurgia de urgência para retirada deste segmento do intestino. Outras possíveis causas para a dor no lado esquerdo da barriga na região inferior são: Endometriose ; Hérnia inguinal; Obstrução intestinal ; Infecção renal ou pedras nos rins; Dor associada à ovulação; Cistos no ovário; Inflamação na vesícula (vesiculite seminal); Colite ulcerativa e outros problemas no cólon; Câncer A dor na parte superior esquerda do abdômen pode indicar:

  • Diverticulite
  • Angina (redução do fluxo sanguíneo para o coração)
  • Empiema (infecção da membrana que envolve os pulmões)
  • Impactação fecal, ou seja, fezes endurecidas que não podem ser eliminadas
  • Gastrite (inflamação do revestimento do estômago)
  • Infarto
  • Esofagite (doença em que parte do estômago se projeta para dentro do tórax por uma abertura no diafragma causando refluxo)
  • Infecção renal ou cálculo renal
  • Pancreatite (inflamação do pâncreas)
  • Pneumonia
  • Embolia pulmonar
  • Estenose pilórica (obstrução quase completa da ligação entre o estômago e o intestino)
  • Ruptura do baço (secundário a trauma)

O diagnóstico da dor no lado esquerdo da barriga dependerá dos demais sintomas que a pessoa está sentindo, do seu histórico clínico – ou seja, outras doenças que tem ou teve – e do resultado dos exames solicitados. O médico pode requerer exames de sangue, como o hemograma completo , testes de urina e fezes e exames de imagem como raios-x, ultrassom , ressonância magnética e tomografia computadorizada para determinar a origem da dor. Especialistas que podem diagnosticar as causas de dor no lado esquerdo da barriga são:

  • Clínico geral
  • Gastroenterologista clínico
  • Cirurgião geral ou do Aparelho Digestivo

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que tenha e medicamentos ou suplementos que tome com regularidade

Saiba mais: 10 perguntas comuns sobre dor abdominal O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

  • Quando os sintomas começaram?
  • Em qual parte do abdômen a dor se encontra?
  • O que parece melhorar os sintomas?
  • O que parece piorar os sintomas?
  • Além da dor na lateral do abdômen, que outros sintomas você está sentindo?
  • Quais medicamentos e suplementos você toma?
  • Você está em tratamento para alguma doença ou condição? Qual?

É importante buscar ajuda médica com urgência para dor no lado esquerdo da barriga caso ela esteja associada a:

  • Febre
  • Pressão ou dor no peito
  • Trauma, como acidente ou lesão
  • Vômito com sangue ou náusea e/ou vômitos persistentes
  • Sangue nas fezes
  • Dor ao urinar ou micção frequente ou urgente
  • Pele amarelada
  • Inchaço no abdômen
  • Dor tão forte que não é possível ficar parado ou é preciso curvar-se para encontrar algum alívio

Também é preciso marcar uma consulta médica caso a dor abdominal permaneça por alguns dias. Saiba mais: Dor abdominal? 7 sinais que justificam ir ao médico O tratamento da dor no lado esquerdo da barriga vai depender da causa e gravidade do problema. Se a causa for uma diverticulite, por exemplo, pode ser necessário internação para tratamento com antibióticos venosos e até cirurgia para retirada do órgão afetado.

No caso da doença de Crohn, o tratamento é feito em etapas, dependendo da intensidade da doença. Normalmente são utilizados medicamentos que visam reprimir o processo inflamatório, a dor e os demais sintomas e depois manter a remissão da doença.

Também pode ser indicado um procedimento cirúrgico no caso de obstruções e outras complicações, como perfuração e abscesso. Mayo Clinic WebMD Ministério da Saúde.

Qual o órgão que fica do lado esquerdo abaixo da costela?

Dor de barriga é um termo popularmente usado para descrever uma série de desconfortos abdominais que vão desde a má digestão até problemas mais graves, como apendicite. Na grande maioria dos casos, o desconforto é passageiro e pode desaparecer sem a necessidade de tratamento.

Mapa da dor de barriga: onde dói? Segundo o gastroenterologista Alexandre Sakano, do Hospital Beneficiência Portuguesa de São Paulo, o primeiro passo para diagnosticar a causa de uma dor abdominal é identificar o local exato da dor.

“Para isso, nós vamos dividir a barriga em nove quadrados, tal qual um tabuleiro de jogo da velha”, explica Sakano (veja na ilustração abaixo). •    Parte superior: hipocôndrios esquerdo e direito. Entre eles, está o epigástrio. •    Região central: está o mesogástrio, o meio da barriga, e os flancos de cada um dos lados.

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•    Parte inferior: está o hipogástrio, que fica bem acima do púbis, cercado pelas fossas ilíacas direita e esquerda. •    Hipocôndrio direito e esquerdo O hipocôndrio é a região abaixo das costelas. Quando um indivíduo relata dor embaixo da costela do lado direito, as causas mais comuns são pedra na vesícula, problemas no fígado ou algum problema no intestino.

“Se você não estava sentindo nada e, de repente, sente uma dor forte embaixo da costela do lado direito, normalmente é pedra na vesícula”, diz o especialista. Do outro lado, temos o hipocôndrio esquerdo. O principal órgão que se encontra sob esta região é o baço.

  • “O hipocôndrio esquerdo é uma região que não possui muitos órgãos que causam dor;
  • Tem o baço, a pontinha do pâncreas e um pouquinho do intestino;
  • Sentir dor repentina no hipocôndrio esquerdo é raro de acontecer;

Se acontecer, é preciso investigar”, afirma Sakano. •    Epigástrio O epigástrio é a parte superior central da parede abdominal. Ele está localizado entre os hipocôndrios direito e esquerdo. O principal órgão que se encontra sob esta região é o estômago. “A região do epigástrio é popularmente conhecida como boca do estômago e dores nesse local são associadas aos problemas estomacais, como gastrites, úlceras, refluxo”, explica Sakano.

Segundo ele, no caso específico do refluxo, a dor se origina na boca do estômago, mas sobe para o tórax. “Geralmente, o refluxo não causa dor repentina e intensa, pelo contrário. Quem sofre de refluxo convive com o problema há meses, até anos, e sente desconfortos que se assemelham a sensação de ‘queimação’ no peito”, diz o especialista.

Por outro lado, a gastrite ou as úlceras podem provocar dores agudas, que aparecem de repente, e podem ter diversas causas, como problemas de alimentação, ingestão excessiva de bebidas alcoólicas ou mesmo o uso de algum medicamento que irritou a região.

•    Flancos direito e esquerdo Os flancos estão localizados na região umbilical, próximo à cintura. Tanto do lado direito quanto do lado esquerdo, o principal órgão que se encontra sob essas regiões é o rim.

“Caso a pessoa sinta uma dor que irradie dos flancos (lateral do corpo) para as costas, o mais provável é que seja pedra nos rins”, diz Sakano. Além disso, dor na parte frontal do flanco esquerdo pode ser diverticulite, uma inflamação na parede interna do intestino.

  1. Já a dor no flanco direito pode ser apendicite, uma inflamação no apêndice;
  2. •    Mesogástrio O mesogástrio está localizado na região central do abdômen, onde está o umbigo;
  3. O principal órgão que se encontra sob esta região é o intestino delgado;

“O mais comum nos casos de dor nessa região é uma hérnia umbilical. Alguns sinais podem apontar para esse diagnóstico, como identificar que o umbigo que ficou um pouquinho saltado para fora, o que caracteriza uma hérnia”, explica o gastroenterologista. •    Fossas ilíacas direita e esquerda As fossas ilíacas se localizam do lado direito e esquerdo do corpo próximas ao quadril.

  • Os principais órgãos que se encontram sob esta região são o ceco e o apêndice;
  • No caso específico das mulheres, também estão os ovários;
  • Segundo Sakano, a dor pode irradiar e, por isso, uma mesma causa pode proporcionar dores em regiões próximas;

É o que acontece com os flancos e as fossas ilíacas. De forma geral, dor na fossa direita está relacionada a apendicite e dor na fossa ilíaca esquerda, diverticulite. Além das causas já citadas, dores na região ilíaca também podem estar associadas a problemas ginecológicos nas mulheres, devido a localização dos ovários.

  1. Nesse caso, a dor pode estar relacionada a um cisto de ovário, cisto hemorrágico ou gravidez tubária;
  2. “O ideal para fechar o diagnóstico é ter acesso a exames de imagem, como ultrassom, tomografia ou ressonância magnética para ajudar a identificar a origem exata da dor”, afirma o especialista;

•    Hipogástrio O hipogástrio está localizado abaixo da região umbilical e acima da região pélvica, na região do púbis. Nesta região está localizada a bexiga urinária. Nas mulheres, o útero. “Dor na região do hipogástrio está, geralmente, associada a problemas na bexiga, infecção de urina e problemas ginecológicos no útero e ovário”, diz Sakano.

  • Quando procurar atendimento médico? De acordo com Sakano, é preciso identificar a frequência e a intensidade da dor sentida antes de determinar se é necessário ou não procurar atendimento médico;
  • Dor aguda é o nome dado a dor que aparece de forma repentina, enquanto que dor crônica é o incômodo que se mantém por dias, meses ou anos;

“Dor nunca é uma coisa normal. Contudo, é preciso compreender que sentir desconforto abdominal após comer demais ou comer uma comida mais pesada, como churrasco, é comum. Nesses casos, a dor dura pouco tempo e depois melhora”, explica o especialista. Por outro lado, dor aguda e intensa deve ser tratada com atenção.

Como saber se a dor é muscular ou nos rins?

Localização – Geralmente, a  dor nos rins ocorre abaixo da caixa torácica em um ou ambos os lados da coluna, na região próxima à virilha e no fundo das costas. Por outro lado, a dor nas costas pode aparecer em qualquer parte das costas, principalmente na região lombar.

Como saber se a dor que estou sentindo é no rim?

Quais são os sintomas de gases no coração?

De repente você começa a sentir desconforto, pontadas, pressão e aperto no peito. Dores no tórax podem revelar problemas de saúde simples, como azia ou excesso de gases no organismo, mas também indicar que há algo grave acontecendo com o seu coração. O fato é que a dor no peito não deve ser ignorada em nenhuma hipótese.

No entanto, precisamos ter em mente que ela tem muitas possíveis causas, com diferentes níveis de gravidade. Em parte dos casos, o sintoma está relacionado ao coração em decorrência de um infarto agudo do miocárdio ou outro evento cardíaco.

O desconforto torácico também é motivado por alterações pulmonares, infecciosas, gastrointestinais (como esôfago, estômago e intestino), musculoesquelético e psicológicas (síndrome do pânico), por exemplo. Se você sentir dores inexplicáveis no peito, a única maneira de confirmar sua origem e conseguir um diagnóstico preciso é com avaliação médica.

Porém, é possível apontar algumas diferenças e sinais que ajudam a distinguir o que está acontecendo com o seu corpo. O problema pode ser apenas excesso de gases Pessoas que têm hipertensão, diabetes, obesidade, colesterol alto, diagnóstico de insuficiência coronariana, histórico pessoal ou familiar de complicações no coração ou outros riscos causadores de um infarto geralmente vivem atentas à possibilidade de sofrerem o evento cardiovascular.

Muitas vezes, o próprio excesso de preocupação faz com que qualquer pequeno sintoma gere ansiedade e acabe sendo confundido. E a dor no peito causada pelo excesso de gases é uma das razões mais comuns dessa confusão, uma vez que acarreta em dores muito similares.

  1. A explicação está no processo de digestão dos alimentos;
  2. Isso quer dizer: do momento em que levamos o alimento à boca até o último segmento do intestino;
  3. Os gases são gerados por certos hábitos (como fumar e mascar chicletes) e se formam durante a fermentação daquilo que ingerimos, para retirada das vitaminas e sais minerais por bactérias do intestino, ou entram no corpo quando levamos a comida até a boca, momento em que engolimos ar que vai para o estômago e intestino;

Quando esses gases se acumulam, provocam inchaço e até a compressão de alguns órgãos. Tudo isso pode então ser sentido por nós em forma de dor no peito e cólicas. Aqui a questão é razoavelmente fácil de ser resolvida: identificar os alimentos que provocam o problema e reduzir o consumo.

  1. Leite e seus derivados, algumas verduras, como couve e repolho, e certas leguminosas, entre elas feijão, ervilha, lentilhas e soja, são causadores de gases no organismo;
  2. Dependendo da quantidade e da forma ingerida, são capazes de gerar um grande mal estar e desconforto físico;

Azia ou ataque cardíaco? Você já teve a sensação de ardor no peito ou queimação na região do coração após comer uma refeição? Pois saiba que casos de azia e ataque cardíaco também são difíceis de distinguir. Para começar, vamos esclarecer: a azia não tem impacto no coração.

  1. A azia (ou indigestão ácida) acontece quando o ácido estomacal flui de volta ao esôfago;
  2. Ela causa uma sensação desconfortável de queimação ou dor no peito que pode subir até o pescoço e a garganta;
  3. Como o esôfago está localizado próximo ao coração, muitas vezes é difícil reconhecer de onde vem a dor;

De modo geral, a azia ocorre pouco tempo depois de uma refeição, quando o indivíduo se deita ou dobra o corpo. Em alguns quadros é acompanhada por um gosto azedo na boca, de uma pequena quantidade de conteúdo estomacal que vem para a parte de trás da garganta (regurgitação).

Porém, vale destacar que outros sintomas digestivos também causam a dor no peito. Um espasmo muscular no esôfago, por exemplo, ou a dor de um ataque da vesícula biliar. Nesse último caso, especialmente após uma refeição gordurosa, o sintoma vem acompanhado de náusea e uma dor intensa e constante na parte superior média ou superior direita do abdômen e pode se deslocar para os ombros, pescoço ou braços.

Importante: se não for tratada, a azia tem consequências graves, como inflamação e estreitamento do esôfago, problemas respiratórios, tosse crônica e até mesmo câncer. E se eu estiver realmente tendo um infarto? O infarto agudo do miocárdio (ou ataque do coração) acontece por conta de uma isquemia cardíaca, ou seja, o bloqueio ou redução na circulação de sangue no coração devido ao acúmulo de placas de gordura nas artérias coronárias, responsáveis por irrigar o órgão – o que chamamos de doença arterial coronária (DAC).

O problema se desenvolve diante da presença de alguns fatores de risco, entre eles: estresse, sedentarismo, histórico familiar, diabetes, obesidade, colesterol alto, hipertensão e tabagismo. Já o grau de obstrução e os sintomas variam de acordo com cada caso e podem ser diferentes de pessoa para pessoa.

De maneira geral, obstruções nas coronárias têm como principal indício a dor, pressão, ardor ou aperto na região do peito (que pode irradiar para outros locais, como costas, pescoço, mandíbula, ombros e um ou ambos os braços), dor abdominal (possível de ser confundida com uma indigestão), tontura e vertigens, mal súbito ou desmaio, falta de ar, palpitações, fadiga extrema durante o esforço, transpiração intensa e repentina, náusea, vômito, dormência e formigamento.

  • O estado agudo do quadro dura cerca de cinco minutos, mas em alguns pacientes se estende por até 20;
  • Os sintomas são crescentes e geralmente pioram de forma gradativa por várias horas;
  • No entanto, vale um alerta: aquela cena típica de filme em que o personagem infartando sente uma dor repentina e severa no peito talvez fique só nas telas do cinema;

Os sintomas de um infarto muitas vezes são muito mais sutis e nem sempre ocorrem. Isso porque a DAC pode se desenvolver ao longo de muitos anos de forma progressiva e silenciosa. Dor no peito: angina Você já deve ter ouvido falar em angina quando o assunto é dor torácica, certo? Esse é mais um ponto que devemos esclarecer: a angina de peito (ou pectoris) é um sintoma caracterizado por um desconforto na região do tórax, que pode remeter a um quadro de infarto ou não.

Ambos são processos distintos. A angina pode surgir devido à doença arterial coronária ou a partir de uma embolia, vasculite ou dissecção coronariana. Quando não investigada e tratada, tem entre suas possíveis consequências o infarto.

Portanto, é um alerta indicando que o coração não está sendo oxigenado adequadamente. O tempo de duração, a intensidade da dor e a combinação com outros sintomas caracterizam a angina pectoris ou a dor do infarto. Como explicado, há muitas variações individuais entre o quadro de cada paciente.

  • O que fazer então ao sentir dor no peito? A pior coisa a fazer é ignorar os sinais e esperar que eles simplesmente desapareçam, sobretudo se não houver razão óbvia para acontecerem;
  • A dor no tórax, em especial quando acompanhada dos sintomas apontados, não tem que durar muito tempo para ser considerada um alerta;

Na dúvida, procure atendimento médico imediatamente. Gases, azia, angina e infarto do miocárdio podem se manifestar de forma muito parecida. É por isso que logo ao dar entrada no pronto-socorro com dores no peito, você é submetido a exames para descartar o ataque cardíaco.

  • A questão é que quanto mais rápido for iniciado o atendimento, menor o tempo para o restabelecimento do fluxo de sangue, assim como os danos ao miocárdio e às células do músculo cardíaco, com possibilidade de recuperação completa;

Reforço, portanto, que é de extrema importância sempre dar atenção aos sinais que o corpo nos dá. O Hospital Proncor tem o único Pronto Socorro com ortopedista e otorrino de plantão (para crianças e adultos nas duas especialidades). 🚨 Pronto Socorro Geral | R.

Quais os órgãos que ficam do lado esquerdo da barriga?

O sistema digestório – O sistema digestório está quase todo nessa região do corpo humano (à exceção da boca e do esôfago, que fica no tórax. No abdome, o fígado do fica do lado direito, na parte superior do abdome, logo abaixo do diafragma. No lado esquerdo, está o estômago, que se liga ao intestino delgado.

  1. Cada vez que o diafragma desce, quando o ar entra nos pulmões e o pressiona para baixo, o estômago e o fígado são levemente comprimidos;
  2. A primeira parte do intestino delgado chama-se duodeno e tem a forma de uma alça, onde se encaixa o pâncreas;
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Por ser muito longo, o intestino delgado, além do duodeno, recebe outros nomes para suas outras partes, de modo a facilitar a localização de eventuais problemas: sua porção mediana chama-se jejuno e, depois dela, vem o íleo, que é a ultima parte e já se comunica com o intestino grosso.

Como saber se uma pessoa está infartando?

Conheça os principais sintomas do infarto agudo do miocárdio e fique atento! – Embora muitos pacientes não apresentem sintomas ao infartar (56% dos pacientes que sofrem um infarto e são diabéticos ou idosos são também assintomáticos), existem alguns sinais clássicos que são registrados a partir do momento em que a pessoa sofre um ataque cardíaco.

Confira abaixo os sintomas mais comuns do ataque cardíaco: Entre os sintomas mais comuns estão dor no peito prologada – como um aperto – sensação de morte iminente, acompanhada ou não de sudorese, palidez, agitação, enjoo ou vômito, falta de ar, arritmia, entre outros sinais.

O chefe do Serviço de  Cardiologia  da Santa Casa de Curitiba, Dr. Francisco Maia, explica que esses são os sintomas mais clássicos, mas que podem aparecer outros, ou a pessoa não apresentar sintomas aparentes e sofrer uma morte súbita (quando a pessoa morre em até 24h em decorrência de algum problema, como o infarto).

“É a doença que mais mata no mundo. Segundo o  cardiômetro da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) , morre um brasileiro a cada 1 minuto e meio de infarto no país”. Ele revela que existem estudos que comprovam que o Brasil será o país com maior número de mortalidade cardiovascular em 2040, devido ao número elevado de hipertensos no país.

Mas quando procurar ajuda? Conforme o Dr. Maia esclarece, existe um estudo que recomenda ao paciente a procura pelo atendimento médico imediato em caso de dor entre o umbigo e o queixo. “Quanto mais tempo o paciente leva para procurar ajuda, mais músculo e células morrem”.

  • INFARTO O infarto é basicamente uma necrose no músculo do coração;
  • O cardiologista da Santa Casa explica que o coração tem a função de bombear sangue para os pulmões e distribuir o sangue rico em oxigênio para nutrir todas as células, tecidos e órgãos do corpo humano;

No entanto, para o coração bombear, ele precisa receber oxigênio. Esse oxigênio chega até o músculo do coração por meio de artérias coronárias. O infarto acontece quando ocorre uma obstrução em uma das artérias coronárias, responsáveis por levar sangue rico em oxigênio.

Sem sangue, o tecido não recebe oxigênio e morre. Os fatores de risco não-modificáveis – que colaboram para a incidência do infarto –  são: idade (homens acima de 45 anos e mulheres acima de 55 anos); histórico de familiares que tiveram infarto com idade inferior ao fator de risco; e história pregressa como doenças que podem contribuir para os fatores de risco.

Mas existem também os fatores modificáveis, que são aqueles que a pessoa pode – por meio de uma mudança de hábito – alterar, que são: obesidade, estresse, tabagismo, hipertensão, sedentarismo, colesterol elevado e diabetes elevado. UDT SANTA CASA A Santa Casa é um dos hospitais paranaenses referência em atendimento a pacientes com as mais diversas doenças cardiovasculares.

  1. A Unidade de Dor Torácica (UDT), por exemplo, é o local em que são recebidos pacientes em situações de urgência e emergência cardíacas;
  2. Ela é constituída por rotas, que classificam a necessidade de atendimento do paciente conforme a emergência;

Ela é configurada para o atendimento precoce de pacientes que estão em processo de infarto. A equipe é configurada para um acolhimento especializado e rápido, para evitar que o paciente tenha perdas de células e músculos, por consequência de um ataque cardíaco.

Quais são os sintomas de problemas no baço?

Como é a dor no baço?

Ruptura do baço – Embora esteja protegido pela caixa torácica e pelo estômago, acidentes de trânsito e a prática de certos esportes podem causar traumas locais e desencadear a ruptura do baço. Quando isso acontece, um dos sintomas mais incidentes é a dor no quadrante superior esquerdo do abdômen.

O que causa dor no baço esquerdo?

Problemas de fígado – Problemas no fígado como cirrose, obstrução das veias hepáticas, aneurisma da artéria esplênica, insuficiência cardíaca congestiva ou hipertensão portal também podem provocar o aumento do baço e levar ao surgimento de dores no lado esquerdo superior do abdômen.

O que causa dor abaixo da costela esquerda?

A dor do lado esquerdo abaixo da costela normalmente está relacionada com infecção, inflamação ou ferida em algum órgão localizado do lado esquerdo do corpo como coração, baço, estômago, pâncreas, pulmão e rim esquerdo, causando algumas doenças benignas e que têm tratamento, como costocondrite, gastrite ou pedra nos.

O que pode ser dor no hipocôndrio esquerdo?

ARTIGO DE REVISÃO Dor visceral abdominal: aspectos clínicos * * Recebido do Centro Interdisciplinar de Dor do Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina / Universidade de São Paulo. São Paulo, SP, Brasil. Telma Mariotto Zakka; Manoel Jacobsen Teixeira; Lin Tchia Yeng Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina, Hospital de Clínicas, São Paulo, SP, Brasil Endereço para correspondência RESUMO JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O abdômen é o local mais frequente das síndromes dolorosas agudas ou crônicas, de dor referida de origem em estruturas distantes ou de dor decorrente de lesões sistêmicas.

A dor visceral abdominal ocorre por tensão ou estiramento da parede das vísceras ocas ou da cápsula das vísceras parenquimatosas e pela tração ou estiramento peritoneal. O diagnóstico e o tratamento complexos motivaram este estudo.

Os pacientes com dor abdominal crônica usualmente são subtratados e subdiagnosticados. O tratamento interdisciplinar visa minimizar o sofrimento do paciente, aliviar a dor e melhorar sua qualidade de vida. CONTEÚDO: Como as doenças viscerais podem determinar dores de vários tipos e, habitualmente, desafiam os médicos no seu diagnóstico e tratamento, os autores descreveram de forma prática, as características dolorosas e as associações com as doenças mais incidentes.

  1. CONCLUSÃO: O tratamento interdisciplinar com a associação das medidas farmacológicas aos procedimentos de medicina física e reabilitação e ao acompanhamento psicológico diminui o sofrimento e as incapacidades e melhora a qualidade de vida;

Descritores: Dor abdominal, Dor miofascial, Dor visceral, Tratamento interdisciplinar. INTRODUÇÃO A dor visceral pode decorrer por tensão ou estiramento da parede das vísceras ocas ou da cápsula das vísceras parenquimatosas e pela tração ou estiramento peritoneal.

  • O abdômen é um dos locais mais frequentes das síndromes dolorosas agudas ou crônicas provenientes de afecções viscerais, decorrentes de dor referida originária em estruturas adjacentes e/ou decorrentes de lesões sistêmicas;

A incidência anual de dor abdominal crônica é de 15 casos para 1. 000 indivíduos. As doenças viscerais podem determinar dores de vários tipos: visceral verdadeira, visceral referida, parietal localizada ou parietal referida. A dor visceral verdadeira – não referida – manifesta-se na região da linha média do abdômen, sem localização precisa no epigástrio, região periumbilical ou mesogástrio, habitualmente descrita como cólica e associa-se a náuseas, vômitos, sudorese ou palidez 1.

A dor visceral referida localiza-se nos miótomos e dermatômeros supridos pelos neurônios que se projetam nos mesmos segmentos medulares das vísceras afetadas 2. A dor parietal localizada ou a dor parietal não referida resulta da irritação do peritônio parietal e localiza-se na parede abdominal correspondente ao local da lesão.

A dor parietal referida manifesta-se em ponto distante do local da estimulação nociceptiva 1,2. Dentre as causas mais frequentes de dor abdominal citam-se os processos inflamatórios de origem infecciosa ou química, as doenças isquêmicas, as doenças disfuncionais e as neoplasias 3.

A dor visceral não costuma ser evocada pelas vísceras e órgãos sólidos como fígado, rins, parênquima pulmonar, entre outras, e não necessariamente associa-se a lesão visceral; geralmente é difusa e mal localizada, pode ser referida em locais distantes da víscera acometida e é acompanhada de reflexos autonômicos e motores que servem como sistema mantenedor e facilitador da transmissão dolorosa 4,5.

A dor abdominal neuropática periférica localiza-se na região de distribuição de uma ou mais raízes torácicas caudais (D 8 a D 12 ), caracteriza-se como queimor, choque, pontada ou formigamento, é associada a hiperalgesia, hiperestesia, hiperpatia e/ou a outras anormalidades sensitivas e motoras, incluindo flacidez da parede e/ou alterações neurovegetativas 1.

O objetivo deste estudo foi analisar os aspectos anatômicos, clínicos e terapêuticos da dor visceral abdominal. ASPECTOS ANATÔMICOS A cavidade abdominal é clinicamente dividida em regiões: hipocôndrio direito e esquerdo, epigástrico, umbilical, hipogástrico, regiões lombar direita e esquerda, inguinal direita e esquerda 6.

Pode também dividir-se em quadrantes: superiores direito (QSD) e esquerdo (QSE) e inferiores direito (QID) e esquerdo (QIE). No QSD alojam-se o lobo direito do fígado, a vesícula biliar, o piloro, parte do duodeno, cabeça do pâncreas, glândula suprarrenal direita, rim direito, flexura cólica direita (hepática), componente superior do colo ascendente e metade direita do colo transverso.

  1. No QSE alojam-se o lobo esquerdo do fígado, o baço, o estômago, o jejuno, o íleo proximal, o corpo e a cauda do pâncreas, o rim esquerdo, a glândula suprarrenal esquerda, a flexura cólica esquerda, a metade esquerda do colo transverso e o segmento superior do colo descendente;

No QID localizam-se o ceco, o apêndice vermiforme, a maior parte do íleo, o segmento inferior do colo ascendente, o ovário, a tuba uterina direita, o segmento abdominal do ureter, o funículo espermático direito, o útero (quando aumentado) e a bexiga (quando muito cheia).

No QIE localizam-se o colo sigmóide, o segmento distal do colo descendente, o ovário, a tuba uterina esquerda, o segmento abdominal do ureter, o funículo espermático esquerdo, o útero (quando aumentado) e a bexiga (quando muito cheia) 6.

CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS DA DOR VISCERAL A dor na região epigástrica ocorre por lesões no estômago, vesícula biliar, duodeno, pâncreas, fígado, região distal do esôfago, coração e pulmões, principalmente por úlcera péptica, úlcera perfurada, gastrites, espasmo pilórico, carcinoma gástrico, pancreatite crônica ou aguda, colecistite, litíase biliar, perfuração do esôfago na porção inferior, esofagite química ou bacteriana, infarto do miocárdio, pericardite, insuficiência cardíaca congestiva ou hérnia epigástrica 1,5.

A dor visceral de origem no estômago localiza-se habitualmente na região médio-epigástrica. O acometimento da camada parietal do peritônio por doenças gástricas pode determinar dor apenas no quadrante superior esquerdo do abdômen.

Doenças que acometem o bulbo duodenal causam dor visceral na região epigástrica e eventualmente, no QSD do abdômen. Doenças da porção distal do duodeno causam dor na região periumbilical 1. A dor no hipocôndrio direito ocorre por afecções do fígado, vesícula biliar, flexura hepática do cólon, distúrbios no hemitórax direito, hemidiafrágma direito, doenças musculoesqueléticas ou do sistema nervoso.

As lesões mais frequentes são a colecistite crônica ou aguda, cólica biliar, câncer hepático e do sistema biliar, abscesso hepático e pancreático, hepatite crônica ou aguda, pleurisia hemidiafragmática direita, abscesso subfrênico, úlcera duodenal, neuralgia intercostal, síndrome pós-colecistectomia e pneumonia 1,5,7,8.

A dor hepática localiza-se no hipocôndrio direito, epigástrio, ou na região torácica distal, intensifica-se às expirações e pode ser referida no ombro e escápula direita 1,8,9. A dor no hipocôndrio esquerdo ocorre por afecções do baço, flexura esplênica do cólon, lesão do hemitórax esquerdo, cauda do pâncreas, doenças neurológicas e musculoesqueléticas.

  • O tromboembolismo ou trombose dos nervos esplênicos, o infarto esplênico, o abscesso esplênico, a esplenomegalia, a colite, a ruptura de baço, o carcinoma de flexura esplênica do cólon, a pneumonia, a neuralgia intercostal, a hérnia diafragmática, a pericardite e a angina pectoris, são as lesões mais frequentes 1,5;

A dor visceral pancreática caracteriza-se por desconforto abdominal constante, com irradiação para regiões lombar ou dorsal distal. A dor lombar ocorre por lesão dos rins, ureteres, cabeça e cauda do pâncreas ou cólon. As causas principais são os abscessos perirrenal, a pielite, a pielonefrite, abscessos renais, tumor renal, tuberculose renal, síndrome dolorosa pós-nefrectomia, neuralgia intercostal de um ou mais nervos (T 8 -T 11 ) compressão radicular por tumor, doenças vertebrais e herpes-zóster 1,5.

  • A dor na região periumbilical ocorre por lesão do intestino delgado, apêndice, ceco, corpo do pâncreas, afecções musculoesqueléticas ou neurológicas, principalmente por obstrução intestinal aguda, diverticulite de Meckel, tromboembolismo da artéria mesentérica superior, enterocolite, hérnia umbilical, neuralgia intercostal (T 9 -T 11 ) ou síndrome dolorosa miofascial 1,5;

A dor na região ilíaca direita ocorre por lesões do apêndice, intestino delgado, ceco, rim e ureter direito, tuba uterina direita ou ovário direito, afecções musculoesqueléticas ou neurológicas, tais como: apendicite aguda, salpingite crônica, ruptura de folículo ovariano, cólica renal, pielite aguda, carcinoma do ceco, hérnia inguinal, epididimite aguda e psoíte 1,5.

  1. A dor na região ilíaca esquerda ocorre devido a lesões do cólon sigmoide, trato urinário esquerdo, genitália feminina interna, afecções musculoesqueléticas ou neurológicas;
  2. São causas comuns a salpingite aguda, gravidez ectópica, colite ulcerativa, psoíte, diverticulite, volvo do sigmóide, intussuscepção intestinal, obstrução intestinal, hérnia inguinal, epididimite, neuropatia segmentar (herpes-zóster, hérnia de disco, tumor medular), neuralgias dos nervos íleo-hipogástrico ou íleo-inguinal e a síndrome dolorosa miofascial lombar 1,5,9;

A dor no hipogástrico ocorre devido a lesões da bexiga, genitália interna, doenças intestinais, afecções musculoesqueléticas ou neurológicas. A cistite aguda, distensão vesical (bexigoma), prostatite, hipertrofia prostática, carcinoma de bexiga, tumor no retossigmóide, constipação crônica e doenças da genitália feminina interna são as causas mais frequentes 1,5.

  1. A dor em cólica na região periumbilical, oriunda do intestino delgado, pode ser desencadeada por distensão da luz visceral ou por atividade motora excessiva;
  2. Processos infiltrativos e inflamatórios que acometam o peritônio parietal podem causar dor somática localizada a partir da região envolvida;

A tração da raiz do mesentério pode causar dor somática e dor visceral periumbilical 9,10. A distensão do cólon ascendente e da metade direita do cólon transverso pode resultar em dor periumbilical e/ou dor suprapúbica. A distensão da metade esquerda do cólon transverso e do cólon descendente determina dor localizada na porção mediana infraumbilical e suprapúbica 10.

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Lesões do cólon sigmóide causam dor no QID ou QIE do abdômen, e na região suprapúbica quando há acometimento peritoneal devido a estimulação mesentérica 1,2. A dor abdominal de origem peritoneal na fase aguda pode associar-se a náuseas, vômitos, febre, taquicardia, hipertonia e rigidez abdominal, descompressão brusca dolorosa da parede abdominal e abolição dos ruídos hidroaéreos.

O comprometimento do peritônio parietal geralmente causa dor na região correspondente ao envoltório acometido. A dor musculoesquelética pode ser referida nas mesmas regiões de referência da dor visceral 10,11. As disfunções ou alterações vertebrais, ligamentares e/ou musculares da transição toracolombar podem gerar dor ou desconforto nas regiões inguinal, púbica, glútea e/ou abdominal e/ou nos membros inferiores.

O quadro álgico pode simular visceropatias abdominais e/ou pélvicas e/ou afecções ligamentares ou articulares dos quadris 11. As dores nociceptivas viscerais são difusas e profundas, de localização vaga e descritas como peso, cólicas, pontadas ou agulhadas, apresentam intensidade variável, podem ser constantes ou intermitentes, incapacitantes ou não.

Associadamente, podem ocorrer dispareunia e dismenorréia, assim como alterações do sono, dificuldade para executar exercícios físicos leves e desempenhar atividades de vida prática e diária 11. DORES ABDOMINAIS DE ORIGEM MIOFASCIAL A síndrome dolorosa miofascial (SDM), principalmente dos músculos reto do abdômen e oblíquos, resulta em dor na musculatura da parede abdominal e pode mimetizar doenças viscerais.

  1. A dor referida dos pontos gatilho (PGs) miofasciais da musculatura abdominal geralmente ocorre no mesmo quadrante e eventualmente em outro quadrante abdominal ou na região lombar ou dorsal;
  2. A ativação dos PGs na musculatura abdominal pode ocorrer por traumatismos ou estresses musculares ou representar respostas viscerossomáticas de doenças viscerais como úlcera péptica, parasitoses intestinais, colite ulcerativa, doença diverticular do cólon ou colecistopatia;

Os PGs podem desencadear respostas somatoviscerais, incluindo vômitos, anorexia, náuseas, cólica intestinal, diarreia, espasmo vesical ou esfincteriano ou dismenorreia. Esses sintomas associados com a dor e rigidez da parede abdominal podem mimetizar afecção visceral aguda, como apendicite ou colecistite.

  1. A ativação dos PGs pode perpetuar-se pelo estresse emocional, adoção de posturas inadequadas e atividades físicas inapropriadas;
  2. A dor na SDM agrava-se durante a movimentação, tosse e geralmente associa-se a espasmo reflexo muscular e às anormalidades discrásicas segmentares e supra-segmentares 1,2,6;

DIAGNÓSTICO O diagnóstico fundamenta-se na anamnese e no exame físico. Os exames laboratoriais, de imagem, endoscópico e eletrofisiológico auxiliam no diagnóstico diferencial da dor abdominal. Durante a anamnese considerar o gênero, a idade atual do paciente, a idade do inicio dos sintomas e seu tempo de instalação.

Caracterizar a dor quanto à localização, instalação, irradiação, intensidade, ritmo, periodicidade, duração, interferência nas atividades incluindo o sono, ingestão de bebida alcoólica, condimentos, alimentos gordurosos, jejum, defecação e uso de fármacos.

Avaliar as relações temporais, os fatores de melhora e piora e as circunstâncias que geraram sua instalação e manutenção 5,11,12. Também analisar a relação da dor com o período do ciclo menstrual, traumatismos ou cicatrizes abdominais; avaliar os fatores desencadeantes relacionados à piora da dor e/ou os fatores de melhora da dor como a tosse, o espirro, a eliminação de flatos ou fezes, a micção, movimentos e esforços físicos.

Verificar o uso de fármacos, como os inibidores de angiotensina, betabloqueadores, antibióticos, quimioterápicos, inibidores de bomba de prótons e anti-inflamatórios. Durante a anamnese inquirir sobre perda de peso, febre, anemia, adinamia, síncopes, adenomegalias, massas abdominais, náuseas, vômitos, diarreia, obstipação, distensão abdominal, eructações, pirose, saciedade precoce, empachamento pós-prandial, anorexia, icterícia, colúria, acolia, prurido, hematêmese, melena, enterorragia, artrite, artralgia, dor torácica, urgência miccional, micção noturna, dispareunia, dismenorreia, lombalgia, dorsalgia, fadiga, cefaleias, palpitações, insônia, anorexia ou aumento do apetite, ocorrência de doenças sexualmente transmissíveis, hábitos etc.

1,9. Quanto à história familiar, pesquisar fatores relacionados a dor abdominal como porfiria intermitente aguda, febre do Mediterrâneo, câncer do aparelho digestivo, diabetes mellitus etc. A história clínica deve incluir antecedentes sobre cirurgias abdominais, lesões, microtraumatismos de fibras musculares após a execução de esforços físicos, atividades repetitivas ou prolongadas.

Elementos como a tosse, a torção do tronco, as mudanças de decúbito, as atividades físicas, carregar objetos pesados, que aumentam a tensão em grupamentos musculares, podem descondicioná-los e desencadear ou agravar a dor abdominal.

Os sintomas do comprometimento visceral como náuseas, vômitos, diarreia, obstipação, febre e calafrios são raros nesses casos, exceto no período de agravamento das crises dolorosas 1,5,9. Durante o exame físico a palpação abdominal avalia a presença de distensão, tumor, ascite, assimetria de parede, manchas ou lesões dermatológicas.

  • Pesquisar rigidez abdominal, hepato ou esplenomegalia, sinais de peritonite, déficits motores;
  • Avaliar a presença e/ ou anormalidades dos ruídos hidroaéreos;
  • O exame físico deve ser completo, incluindo toque retal e vaginal e a pesquisa dos PGs associados à SDM;

Estudo 13 utilizou o teste de Carnett para avaliar a presença ou ausência de visceropatias. A palpação abdominal do paciente com contração muscular também resulta em dor e desconforto. Muitas vezes os achados clínicos são incompatíveis com as queixas e os exames complementares podem auxiliar o diagnóstico.

Tais exames incluem hemograma, determinação da velocidade de hemossedimentação (VHS), glicemia, creatinina, bilirrubinas, a-amilase, lipase, transaminases, fosfatase alcalina, porfirinas urinárias (porfobilinogênio), T4 livre e TSH, cálcio e fósforo séricos, eletroforese da hemoglobina, exame parasitológico de fezes, exame de urina, reação de Widal (diarreia recente), teste de tolerância à lactose (diarreia) etc.

5,13,14. A radiografia do tórax, ultrassom (US) de abdômen total, ultrassom pélvico e/ou transvaginal, tomografia computadorizada, ressonância magnética do abdômen, cintilografia do aparelho urinário, endoscopia digestiva proximal e colonoscopia, entre outros exames complementares, devem ser realizados de modo individualizado para cada caso.

Dessa forma, na dor do abdômen rostral solicitar radiografia do tórax e na dorsalgia o da coluna torácica e lombar 13,14. O US de abdômen total na dor no hipocôndrio ou epigástrio descarta as doenças biliopancreáticas, e na dor mesogástrica, difusa, sem sintomas digestivos descarta aneurisma ou tumores.

O US pélvico ou transvaginal na dor pélvica auxilia no diagnóstico das afecções ginecológicas ou urológicas, o US de rins e vias urinárias, na dor nos flancos ou região lombar. A endoscopia digestiva proximal é indicada em casos de dor ou desconforto no epigástrio e a colonoscopia é indicada nos casos de alteração do trânsito intestinal em pacientes com mais de 45 anos de idade, histórico familiar de câncer colorretal ou de polipose, modificação no padrão da dor ou do trânsito intestinal, sintomas recidivantes de curta duração e/ou sinais de alarme (emagrecimento, anorexia, sangramento retal, anemia, sintomas noturnos).

  1. A colonoscopia ou enema opaco e/ou a manometria anorretal podem ser úteis na obstipação intestinal sem lesão orgânica 13,14;
  2. A laparoscopia é indicada na dor abdominal intensa, incapacitante, sem diagnóstico definido ou quando as anormalidades não foram elucidadas pelo exame físico, laboratorial ou de imagem;

A laparoscopia realizada nos pacientes com dor abdominal crônica evidencia anormalidades em aproximadamente 53% dos casos 13,14. Cumpre salientar que as aderências peritoneais geralmente não se relacionam à dor abdominal crônica. Nas mulheres com idade inferior a 45 anos, com presença de sintomas como sono não reparador, lombalgia, quadro clínico sugestivo de fibromialgia, polaciúria, nictúria, dispaurenia, dismenorreia etc.

, na ausência de sintomas ou sinais de alarme ou história familiar de câncer colorretal com exame físico normal, deve-se proceder à investigação criteriosa e progressivamente 8. Quando a investigação não revela alterações estruturais e/ou funcionais relacionadas a anormalidades viscerais, síndromes funcionais gastroenterológicas como dispepsia, dismotilidade inespecífica ou síndrome do intestino irritável, síndrome dolorosa abdominal funcional, dor abdominal funcional inespecífica, disfunção da vesícula biliar ou do esfíncter de Oddi, disfunção tipo biliar ou pancreática, urológicas ou ginecológicas, neurológicas (enxaqueca ou epilepsia abdominais), SDM da musculatura abdominal 9 , analisar os aspectos psicossociais da dor.

A infiltração com anestésico local possibilita o diagnóstico de SDM da parede abdominal quando os exames clínicos e complementares são normais 7,11,12. O diagnóstico da dor abdominal crônica deve contemplar as doenças gastrointestinais funcionais responsáveis pela maior parte das consultas gastroenterológicas.

Nos pacientes cuja investigação é negativa para alterações estruturais ou bioquímicas, identificar subgrupos de anormalidades gastrointestinais funcionais, tais como síndrome do intestino irritável, síndrome da dor abdominal funcional, entre outras.

TRATAMENTO O tratamento visa eliminar as causas, corrigir as anormalidades primárias e as suas repercussões, incluindo os estressores físicos e ambientais e prevenir a recorrência da dor. Nas afecções viscerais, musculoesqueléticas e neuropáticas benignas esclarecer o paciente sobre o aspecto favorável do diagnóstico, a possibilidade de remissões e exacerbações, a relação corpo-mente e o papel do estresse no agravamento ou precipitação das causas.

  • Orientá-lo sobre a necessidade da modificação do estilo de vida para a manutenção da melhora do quadro doloroso 15;
  • As orientações dietéticas como o uso de dieta fracionada, evitar a ingestão de alimentos gordurosos, café e álcool, constituem etapa importante no tratamento dos quadros dolorosos abdominais;

Indicar fármacos sintomáticos e direcioná-los à remissão de sintomas predominantes ou às anormalidades primárias. Procinéticos, inibidores da secreção ácida, agonistas da 5-hidroxi-triptamina 13,17 , antiespasmódicos, antidepressivos, ansiolíticos, analgésicos (opioides ou não), erradicação do Helicobacter pylori , acupuntura 11 , dieta balanceada, ingestão adequada de fibras e psicoterapia podem ser indicados nas afecções gastrointestinais 8-10,16.

Devido às dificuldades para localizar a causa específica responsável pela dor abdominal crônica, o tratamento torna-se difícil. Nesses casos ocorre sensibilização periférica e central, bem como alteração da modulação endógena da dor.

Analgésicos, anticonvulsivantes e antidepressivos são utilizados para reduzir a sensibilização e melhorar o sistema de modulação da dor endógena. Tratamentos não farmacológicos e opções de tratamento complementares podem ser indicados 14,17. CONCLUSÃO Os pacientes com dor abdominal crônica usualmente são subtratados, pois são subdiagnosticados.

Contribuem para o alivio do processo doloroso o controle dos sintomas, a normalização ou restauração dos componentes físicos, emocionais e sociais dos pacientes, a eliminação do medo de novas doenças, a correção de desajustes sociais, profissionais e familiares.

O tratamento interdisciplinar com a associação das medidas farmacológicas aos procedimentos de medicina física e reabilitação e do acompanhamento psicológico diminui o sofrimento e as incapacidades e melhora a qualidade de vida.

  • Endereço para correspondência: Telma Mariotto Zakka R Antonio Valente da Silva 141 12080-230 São Paulo, SP, Brasil E-mail:
  • Apresentado em 02 de maio de 2013. Aceito para publicação em 12 de agosto de 2013. Conflito de interesses: não há.

  • * Recebido do Centro Interdisciplinar de Dor do Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina / Universidade de São Paulo. São Paulo, SP, Brasil.
  • Endereço para correspondência: Telma Mariotto Zakka R Antonio Valente da Silva 141 12080-230 São Paulo, SP, Brasil E-mail: trmzakka@gmail. com * Recebido do Centro Interdisciplinar de Dor do Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina / Universidade de São Paulo. São Paulo, SP, Brasil.

    O que pode ser dor no quadrante superior esquerdo?

    Causas comuns de dor no lado esquerdo da barriga – abdômen esquerdo – Assim como do lado direito, as dores de barriga no lado esquerdo podem ser dividas em dores no quadrante superior e quadrante inferior. No quadrante superior esquerdo, as dores mais comuns são as de origem muscular ou estomacal.

    1. Raramente, o baço, órgão localizado abaixo das costelas do lado esquerdo do abdômen, é causa de dor na barriga;
    2. Assim como a dor epigástrica, o infarto também pode provocar dor no quadrante superior esquerdo da barriga;

    Problemas na base do pulmão esquerdo são outras possíveis causas. Na região central e inferior do abdômen esquerdo, por sua vez, os problemas intestinais, especialmente as gastroenterites e a diverticulite, costumam ser as principais causas. Nas mulheres com dor no quadrante inferior esquerdo, disfunções nos ovários e uma possível gravidez ectópica devem sempre ser cogitadas.

    Porque não se deve dormir do lado direito?

    #2 Diminui a azia e o refluxo – O estômago encontra-se mais para o lado esquerdo do corpo, ao se deitar desse lado, impede que o ácido estomacal volte para o esôfago e, assim, gera o alívio de azia e refluxo. Portanto, quando se sentir nessas condições, evite deitar virado para o lado direito, pois tende a piorar os sintomas.

    Qual a diferença de dor muscular é dor de infarto?

    A dor pode ser do tipo aperto/pressão, queimação ou ’em facada’ e pode vir acompanhada de outros sintomas, como falta de ar, sudorese, palidez e tontura. Já a dor no peito provocada por lesões musculares se dá em decorrência da prática de alguma atividade física, na maioria das vezes.

    Faz mal dormir do lado do coração?

    Realidade – Num primeiro instante, uma pessoa sente-se tentada a consultar o Dr. Google, mas arrisca-se a ficar ainda mais confusa, dado que há até quem garanta que dormir para o lado esquerdo traz benefícios. Resolvemos então perguntar a quem de direito – e, depois da perplexidade, a confirmação: “Trata-se claramente de um mito”, assegura Ricardo Fontes Carvalho, cardiologista do Hospital de Vila Nova de Gaia e professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, a responder em nome da Sociedade Portuguesa de Cardiologia.

    “Não há risco, nem no caso de haver historial de doença cardíaca. ” As nossas anatomia e fisiologia ajudam a explicar: ao deitarmo-nos para o lado esquerdo, há uma aproximação da posição do coração à parede do tórax, o que faz com que as pessoas tenham uma sensação maior do batimento cardíaco.

    “Mas é só.

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