O Que Significa Dor Em Cima Do Umbigo?

O Que Significa Dor Em Cima Do Umbigo
Prisão de ventre – A prisão de ventre é uma importante causa de dor abdominal na região do umbigo, pois é comum que a distensão do intestino causada pelos gases ou fezes acumuladas estimule os nervos que passam pela região. O que fazer : evitar a prisão de ventre, com uma alimentação rica em fibras, presentes em vegetais e grãos, além de hidratar-se com, pelo menos, 2 litros de água por dia, são importantes para manter um ritmo intestinal equilibrado e sem causar inchaços abdominais.

O que pode ser dor na parte de cima do umbigo?

Existem diversas causas para a dor que se localiza na região do umbigo, principalmente por alterações intestinais, que vão desde distensão por gases, contaminação por vermes, até doenças que causam infecção ou inflamação abdominal, como gastroenterite, apendicite, intestino irritável ou obstrução intestinal, por exemplo.

A dor no umbigo também pode acontecer pela irradiação da dor de outros órgãos do abdômen, devido à situações como pancreatite e colecistite, ou até por mudanças provocadas na gravidez, e, além disso, pode se manifestar de diferentes formas, como uma cólica, uma pontada, ser persistente ou estar acompanhada de outros sintomas, como vômitos, suor e palidez.

Assim caso a dor no umbigo seja frequente, intensa e acompanhada por outros sintomas, é importante que o clínico geral ou gastroenterologista seja consultado para que seja feita uma avaliação e possa ser iniciado o tratamento mais adequado. O Que Significa Dor Em Cima Do Umbigo As principais causas de dor no umbigo são:.

Qual o órgão que fica em cima do umbigo?

Primeiro é preciso entender que é o apêndice: trata-se de um pequeno órgão em forma de bolsa situado no começo do intestino grosso, dotado de tecido linfóide, importante para atuar como defesa contra infecções locais.

Como saber se estou com apendicite ou gases?

Qual o remédio para dor no umbigo?

Existem diversas causas para a dor que se localiza na região do umbigo, principalmente por alterações intestinais, que vão desde distensão por gases, contaminação por vermes, até doenças que causam infecção ou inflamação abdominal, como gastroenterite, apendicite, intestino irritável ou obstrução intestinal, por exemplo.

A dor no umbigo também pode acontecer pela irradiação da dor de outros órgãos do abdômen, devido à situações como pancreatite e colecistite, ou até por mudanças provocadas na gravidez, e, além disso, pode se manifestar de diferentes formas, como uma cólica, uma pontada, ser persistente ou estar acompanhada de outros sintomas, como vômitos, suor e palidez.

Assim, para diferenciar melhor as possíveis causas de dor nesta região, é importante passar por uma avaliação do médico clínico geral ou gastroenterologista, que poderá diferenciar entre as principais causas: 1. Hernia umbilical A hérnia é uma causa de dor que surge e se localiza diretamente no umbigo, e acontece quando uma parte do intestino ou outro órgão abdominal ultrapassa o revestimento do abdômen e se acumula entre os músculos e pele da região.

Geralmente, a dor surge ou piora ao realizar esforços, como tossir ou carregar peso, mas pode ser persistente ou se tornar intensa quando há um estrangulamento dos tecidos localizados na hérnia, com intensa inflamação local.

O que fazer: o tratamento da hérnia é orientado pelo cirurgião geral, que pode ser desde observação, já que em alguns casos ela pode regredir sozinha, ou cirurgia para correção. Entenda melhor o que é e como tratar a hérnia umbilical. Prisão de ventre A prisão de ventre é uma importante causa de dor abdominal na região do umbigo, pois é comum que a distensão do intestino causada pelos gases ou fezes acumuladas estimule os nervos que passam pela região.

  1. O que fazer: evitar a prisão de ventre, com uma alimentação rica em fibras, presentes em vegetais e grãos, além de hidratar-se com, pelo menos, 2 litros de água por dia, são importantes para manter um ritmo intestinal equilibrado e sem causar inchaços abdominais;

Medicamentos laxantes, como Lactulose, podem ser orientados pelo clínico geral, caso seja de difícil melhora. Confira algumas dicas para combater a prisão de ventre. Gravidez A mulher grávida pode apresentar dor ou desconforto no umbigo em qualquer período da gestação, o que costuma ser normal e acontece porque o crescimento da barriga distende o ligamento fibroso do abdômen que se insere no umbigo, situação que enfraquece a parede do umbigo e pode provocar uma hérnia umbilical.

Além disso, a compressão e distensão do útero e de outros órgãos abdominais pode estimular nervos da região e causar a sensação de dor no umbigo, sendo mais intensa no final da gravidez. O que fazer: caso a dor seja leve ou suportável, é possível apenas observar, pois ela tende a desaparecer sozinha, mas caso seja difícil suportar, o obstetra pode indicar o uso de analgésicos, como Paracetamol.

Além disso, deve-se observar sinais de vermelhidão, inchaço ou secreção no umbigo, o que pode indicar uma infecção ou caso a dor se torne intensa. Entenda melhor sobre as possíveis causas de dor no umbigo na gravidez e o que fazer. Gastroenterite A diarreia que acontece por uma gastroenterite ou intoxicação alimentar, por exemplo, pode vir acompanhada de dor ao redor do umbigo, apesar de poder surgir em qualquer região do abdômen, devido à inflamação que surge nesta situação.

A dor pode ser acompanhada de náuseas, vômitos e febre, com duração, em média, de 3 a 7 dias. O que fazer: deve-se preferir uma alimentação leve, de fácil digestão, com pouca gordura e grãos, além de manter-se hidratado com água, chás e suco.

Medicamentos analgésicos e anti-espasmódicos, como Dipirona e Hioscina, podem ser usados para aliviar a dor, mas caso os sintomas se tornem intensos, durem mais de 1 semana ou acompanhados de sangramento ou febre acima 39ºC, é importante ir ao pronto-socorro para uma avaliação médica.

  1. Apendicite A apendicite é a inflamação do apêndice, um pequeno anexo que está ligado ao intestino grosso, que, inicialmente, provoca dor ao redor do umbigo e que migra para a região inferior direita do abdômen, se tornando mais intensa, após algumas horas;

Esta inflamação também é acompanhada de náuseas, vômitos, perda de apetite e febre, além da característica piora da dor com a descompressão abdominal, após apertar e soltar pontos específicos do abdômen. O que fazer: na presença de sintomas de indiquem esta doença, é necessário ir ao pronto-socorro para que o médico faça uma avaliação e faça o diagnóstico correto.

Se for confirmada, o tratamento desta doença é feito através de cirurgia e uso de antibióticos. Entenda melhor como identificar e tratar a apendicite. Colecistite É a inflamação da vesícula biliar, que geralmente acontece pelo acúmulo de cálculos que impedem a saída da bile, e causa dor abdominal e vômitos, que pioram após a alimentação.

Na maioria das vezes, acontece uma dor na região superior direita do abdômen, mas que também pode ser sentida no umbigo e irradiar para as costas. O que fazer: no caso de sintomas que indique esta inflamação, é importante ir ao pronto-socorro, para avaliação médica e realização de exames.

  1. O tratamento é indicado pelo médico, e pode ser feito com antibióticos, mudanças na alimentação, hidratação pela veia e a realização de cirurgia para retirada da vesícula;
  2. Síndrome do Intestino Irritável Esta doença se caracteriza pela dor abdominal que melhora após evacuação, e é mais comum na parte inferior da barriga, mas que pode variar e surgir em qualquer região;

Ela costuma ser associada a inchaço, gases intestinais e alternância do hábito intestinal entre diarreia e prisão de ventre. O que fazer: a confirmação desta síndrome é feita pelo gastroenterologista, que poderá orientar o tratamento com uso de medicamentos analgésicos e antiespasmódicos para aliviar a dor, simeticona para redução dos gases, laxantes para períodos de prisão de ventre e fibras e antidiarreicos para períodos de diarreia.

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É comum que está doença surjam em pessoas ansiosas, sendo recomendado procurar apoio psicológico e diminuição do estresse. Saiba se é e como tratar a síndrome do intestino irritável. Pancreatite A pancreatite é uma grave inflamação do pâncreas, o principal órgão responsável pela digestão dos nutrientes no intestino, que causa forte dor na região central do abdômen, que pode irradiar para as costas e ser acompanhada de náuseas, vômitos e febre.

Ela pode ser aguda, na qual estes sintomas são mais evidentes, ou crônica, quando a dor é mais leve, persistente, e há alterações na absorção dos alimentos. Como a pancreatite pode se tornar grave, na presença desses sintomas, deve-se procurar o atendimento médico imediatamente.

  1. O que fazer: em caso de sintomas que indiquem a pancreatite, é necessária uma avaliação médica, que poderá confirmar a presença desta doença, e indicar o tratamento correto, feito com restrições na dieta, hidratação na veia e medicamentos antibióticos e analgésicos;

Apenas em casos graves e com complicações, como perfuração, pode ser indicado procedimento cirúrgico. Entenda melhor como identificar e tratar a pancreatite aguda e crônica. Doença inflamatória intestinal A doença inflamatória intestinal, caracterizada pela doença de Crohn ou pela retocolite ulcerativa, é a inflamação crônica do revestimento dos intestinos, de causa auto-imune.

Alguns dos sintomas que estas doenças podem provocar incluem dor abdominal, que pode surgir em qualquer local, apesar de ser mais comum na região inferior do abdômen, diarreia e sangramento intestinal.

O que fazer: o tratamento desta doença é orientado pelo gastroenterologista, com medicamentos para aliviar as dores e para acalmar inflamação e a diarreia. Nos casos mais graves, pode ser indicada a realização de uma intervenção cirúrgica, de forma a remover porções do intestino que possam ter sido afetadas e danificadas pela doença.

  • Entenda melhor o que é a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa;
  • 10;
  • Isquemia intestinal Alterações no fluxo de sangue para o intestino, causadas por doenças como doença isquêmica aguda, crônica ou trombose venosa, por exemplo, provocam dor abdominal, que pode ser localizada no umbigo, devido à inflamação e morte do tecido pela ausência de sangue, e que pode ser súbita ou persistente, dependendo da causa e do vaso sanguíneo afetado;

Esta situação pode surgir devido à aterosclerose dos vasos sanguíneos intestinais, ou por outras situações como espasmo dos vasos, queda súbita da pressão, insuficiência do coração, câncer intestinal ou por efeito colateral devido ao uso de drogas, por exemplo.

O que fazer: o tratamento da isquemia intestinal depende da sua causa, orientado pelo gastroenterologista, geralmente com controle da alimentação e uso de remédios analgésicos, podendo ser indicado o uso de remédios para dissolver o coágulo, para melhorar o fluxo de sangue ou uma cirurgia para remoção de coágulos ou a parte do intestino inflamada.

Outras possíveis causas de dor no umbigo Além das principais causas, a dor no umbigo também pode ser causada por situações menos comuns, como: Infecção por vermes, que podem causar a inflamação e distensão abdominal, e provocar quadros de dor umbilical ou em qualquer outro local do abdômen; Tumor abdominal,que pode distender ou comprimir órgãos da região; Úlcera gástrica, que causa intensa inflamação; Infecção urinária, que apesar de, normalmente, causar dor na região inferior do abdômen, pode causar a irritação de nervos próximos ao umbigo, principalmente durante o ato de urinar; Inflamação por pancada ou infecção dos músculos abdominais; Obstrução intestinal, por fezes impactadas, doenças neurológicas ou um tumor; Diverticulite, que é a inflamação dos divertículos, que são sacos causados pelo enfraquecimento da parede do intestino, e pode provocar dor umbilical, apesar de ser mais comum na região inferior esquerda do abdômen.

  • Doenças da coluna, como hérnia, que pode causar dor que irradiam para o abdômen e umbigo;
  • Assim, devido ao grande número de possibilidades como causa de dor na região umbilical, a melhor solução é procurar o médico, que irá identificar o tipo da dor, os sintomas que a acompanha, a história clínica da pessoa e o exame físico;

fonte: TuaSaúde, para acessar a matéria original clique aqui.

Como e a dor de hérnia no umbigo?

Possíveis complicações  – A hérnia umbilical normalmente não é motivo de preocupação, mas se ela ficar presa, uma situação chamada de estrangulamento da hérnia umbilical, que ocorre quando o intestino fica preso dentro da hérnia, não podendo mais retornar para dentro do abdômen, a cirurgia deve ser realizada imediatamente.

Por causa disso, toda pessoa com hérnia umbilical deve fazer a cirurgia para sua remoção. Há urgência em realizar a operação porque a parte do intestino que ficou presa pode ter a circulação sanguínea prejudicada, havendo morte dos tecidos, que precisam ser removidos.

Essa complicação pode afetar pessoas com grandes ou pequenas hérnias no umbigo, e não pode ser prevista, podendo acontecer em pessoas que tem a hérnia há 1 dia ou há muitos anos. Os sintomas de que a hérnia umbilical está encarcerada são dor intensa no umbigo com várias horas de duração.

Quais são os sintomas de uma hérnia no umbigo?

Quando eu aperto a barriga dói?

Formada em Publicidade e Propaganda. Antes de migrar para o mundo jornalístico, trabalhou na área de comunicação interna e foi intercambista nos EUA. i Atualizado em 27 de dezembro de 2021 Publicado em 17 de dezembro de 2014 Sensibilidade no abdome é a dor ou desconforto que ocorre quando se pressiona uma área específica da barriga. A área do abdome é dividida em quatro quadrantes, que são:

  • Superior direto, que compreende o fígado e a vesícula biliar
  • Superior esquerdo, quadrante do estômago e duodeno
  • Inferior direito, que é o do apêndice
  • Inferior esquerdo, quadrante do cólon sigmóide

A sensibilidade exacerbada no abdome geralmente é um sinal de inflamação em um ou mais órgãos localizados na área em que a dor está presente. Além disso, ela também pode ocorrer por uma torção ou obstrução de algum órgão. Outras principais causas da dor aguda abdominal são:

  • Apendicite
  • Abcessos abdominais
  • Diverticulite
  • Doença inflamatória pélvica
  • Hérnias
  • Torção das trompas
  • Cisto ovariano roto
  • Gravidez ectópica
  • Tumores
  • Ascite

O diagnóstico e tratamento de sensibilidade no abdômen dependerão da doença que está causando o problema. Alguns dos casos, como a apendicite , precisam de intervenção cirúrgica de emergência. No serviço de emergência, o médico responsável vai precisar de algumas informações, então estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar tempo. Dessa forma, você já pode chegar ao consultório com algumas informações:

  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que tenha e medicamentos, vitaminas ou suplementos que tome com regularidade
  • Se possível, leve um acompanhante

O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

  • Qual a intensidade da sua dor?
  • Os sintomas têm piorado com o tempo?
  • Há algo que melhore ou piore os sintomas?
  • Tomou alguma medicação para aliviar a dor?

Como grande parte das condições que podem causar a sensibilidade no abdômen são consideradas situações de emergência, é importante procurar ajuda médica quando o sintoma aparecer. Principalmente caso ele seja acompanhado de:

  • Perda de apetite
  • Dor abdominal ou abdômen distendido
  • Náusea
  • Vômitos
  • Prisão de ventre
  • Diarreia
  • Fezes claras
  • Icterícia
  • Desmaio
  • Febre
  • Presença de sangue no vômito ou nas fezes

Healthline Dra. Cintya Miler De Faria Moler, gastroenterologista – CRM 93462 SP.

O que leva uma pessoa a ter apendicite?

A apendicite é causada por diversos fatores, que incluem prisão de ventre, excesso de comida, má dieta e alimentos com baixo teor em fibra. A constante fermentação e digestão destes alimentos pode resultar em apendicite. Se o apêndice se rompe, a infecção se derrama na cavidade abdominal, causando peritonite. A pessoa deve ser levada para um hospital imediatamente, pois corre risco de morte. Sintomas Dor e sensibilidade na área inferior direita do abdome, vômitos e febre baixa.

  1. Em crianças, a febre pode ser bastante elevada;
  2. O primeiro sintoma geralmente é a dor;
  3. Rapidamente a dor torna-se severa;
  4. Mas, às vezes, a dor é primeiramente sentida abdômen e pode ser particularmente forte;

Mas só a dor não é um sintoma suficiente para determinar um sintoma de apendicite. Haverá também ternura e rigidez dos músculos da parede abdominal, principalmente do lado direito. Tossir e respirar profundamente torna a dor pior. Os ataques podem, ou não, começar com um resfriado, mas, geralmente, alguma ou muita febre está presente desde o início, juntamente com constipação, vômitos, perda de apetite e náuseas.

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Tratamentos naturais • Não espere. Chame um médico. • A inflamação pode diminuir se a pessoa é colocada na cama e os tecidos infectados forem mantidos sossegados e não irritados. • Não engula laxantes ou ervas laxativas para lavar o tracto gastro-intestinal, pois podem causar a ruptura do apêndice.

• Realize um jejum da água imediatamente. Beba pequenas quantidades freqüentemente. Tome 2 cápsulas de mirra/goldenseal a cada 2 horas. Tome equinácea 4 vezes por dia. • Verifique constantemente se existem indícios de que o apêndice posa ter estourado. Se existe uma dor, apresse a pessoa para o hospital.

  1. • Quando a fase do ataque de apendicite passar e a pessoa estiver se sentindo melhor, pare com o jejum de água e faça uma dieta de frutas por 2 dias;
  2. • Em seguida inicie uma dieta com alimentos nutritivos;

Não coma muito de uma só vez. Inclua 1 colher de mesa de psillium com suco de frutas ou água, 3 vezes ao dia, durante 2 semanas após ter deixado a apendicite. Muitos casos de apendicite podem ser curados sem necessidade de uma operação para remover o apêndice.

  1. Mas você deve ter muito cuidado;
  2. Uma das teorias falsas foi a idéia de que muitos órgãos no corpo humano seriam inúteis;
  3. Mas, nas últimas décadas, todos esses “inúteis” órgãos (incluindo a tiróide), foram reconhecidos como tendo funções importantes;

Até quando vamos viver com tantas dores e doenças causadas por uma alimentação inadequada? Conhecimento e educação é a única forma de transformar o que fazemos errado sem saber e com isso prejudicamos a nossa própria saúde. Esse é o objetivo das Faculdades Integradas Aparício Carvalho – FIMCA, com o Curso de Nutrição, Formar profissionais nutricionistas, capazes de, no campo da saúde, alimentação e nutrição humana, desenvolverem suas ações com autonomia e discernimento, assegurando a integralidade da atenção prestada aos indivíduos, famílias e populações conforme os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde. O mercado de trabalho para o profissional formado em Nutrição apresenta um grande campo de atuação. Além de abrir seu próprio consultório, o nutricionista encontra oportunidades em restaurantes, padarias, lanchonetes e supermercados, na indústria alimentícia, em clínicas e hospitais. Outro setor que está em alta para o profissional formado no curso de Nutrição é o de alimentação coletiva.

  • Organizações Não Governamentais (ONGs) procuram por profissionais dessa área para que atuem em programas de combate à desnutrição;
  • Atualmente há também boas oportunidades de trabalho em empresas que investem na qualidade de vida dos empregados e dispõem de restaurantes internos;

Nas Faculdades Integradas Aparício Carvalho (FIMCA), o graduando em nutrição tem metodologia diferenciada, com aulas teóricas em sala de aula e aulas práticas que são ministradas na Clínica de Nutrição e no Complexo Gastronômico do campus universitário.

O que pode ser uma dor no meio da barriga?

Causas comuns de dor no meio da barriga – boca do estômago – Dor no centro da barriga, também chamada de dor na boca do estômago, é geralmente provocada por problemas estomacais. A gastrite ou a úlcera péptica são as causas mais comuns. Já os problemas do pâncreas, como a pancreatite, costumam causar intensa dor abdominal em toda a metade superior, podendo irradiar para as costas.

Como começam as dores de apendicite?

Sintomas – O processo de inflamação tende a ser muito rápido e pode durar por volta de 12 a 18 horas. As primeiras sensações de incômodo surgem ao redor do umbigo, mas é comum que a dor se concentre no lado inferior direito do abdome. Devido à gravidade do quadro, é preciso estar atento à dor, especialmente se ela começa fraca e difusa e vai se concentrando na parte inferior direita do abdome com o passar das horas. A sensação de desconforto e as consequências podem variar de acordo com cada indivíduo, mas, além da dor intensa, outros sintomas comuns são:

  • Enjoo
  • Perda de apetite
  • Calafrios
  • Febre
  • Apatia
  • Constipação
  • Diarreia
  • Distensão e rigidez abdominal

Devido à gravidade do quadro, é preciso estar atento à dor , especialmente se ela começa fraca e difusa e vai se concentrando na parte inferior direita do abdome com o passar das horas. Situação crítica Quando ocorre a ruptura do órgão, as defesas do organismo tendem a bloquear a infecção, gerando um abcesso. Em alguns casos, o conteúdo infeccioso se espalha pela cavidade abdominal, causando uma peritonite, ou inflamação do peritônio. A pessoa nesta situação tem uma do​r intensa que chega a impossibilitar ações simples como mudar de posição e andar – uma simples tosse pode gerar uma dor insuportável.

  1. Apesar de ser mais comum em pessoas entre 10 e 30 anos, a apendicite pode acometer pessoas de qualquer idade, incluindo crianças e idosos, que geralmente têm mais dificuldade de identificar os sintomas;

Além disso, o abdome apresenta uma rigidez intensa. A cirurgia para esses casos é fundamental e por isso, o paciente deve ser encaminhado o quanto antes ao pronto socorro para evitar uma infecção generalizada, ou sepse. Este artigo foi originalmente publicado em 11/2016 e atualizado.

O que pode ser confundido com apendicite?

Doença inflamatória intestinal A doença inflamatória intestinal refere-se à doença de Crohn e à colite ulcerativa, que se caracterizam por uma inflamação do intestino, levando à ocorrência de sintomas muito semelhantes às da apendicite, como dor abdominal, diarreia e febre.

Como saber se e apendicite ou gastrite?

Uma é bem conhecida, e até temida. A outra, não tão famosa, mas igualmente perigosa. Ambas possuem sintomas similares, porém, os tratamentos são totalmente diferentes. Estamos falando da apendicite e da doença de Crohn, duas condições facilmente confundidas.

  • Enquanto a apendicite é solucionada por meio de procedimento cirúrgico a doença de Crohn possui intervenção medicamentosa;
  • A Dra;
  • Elizabeth Ayub, professora do Cetrus – Centro de ensino que oferece curso em Diagnóstico por Imagem – , explica os sintomas e esclarece as principais dúvidas tanto de médicos quanto de pacientes com relação as duas enfermidades;

A apendicite aguda é uma inflamação do apêndice — pequeno segmento rudimentar do intestino grosso. Os primeiros sintomas podem ser facilmente confundidos com gastrite, pois, o paciente começa a sentir um incômodo na parte alta do abdômen ou “na boca do estômago” como é popularmente conhecido.

  1. Neste primeiro momento é possível ter febre baixa, que vai aumentando gradativamente;
  2. Depois a dor migra para a região do umbigo e finalmente se posiciona no abdômen inferior mais à direita, onde está localizado o apêndice;

Também é comum a perda de apetite, vômito, prisão de ventre, além da progressão da dor. “Os sintomas evoluem em questão de horas. Há muitos pacientes que sentem sintomas que não são muito específicos dependendo da localização da apendicite. Por esta razão, o diagnóstico pode ser confundido com infecção urinária ou uma inflamação da vesícula biliar.

Por isso, é tão importante que os médicos tenham mais conhecimento na análise da ultrassonografia do trato intestinal para conseguir fazer o diagnóstico correto”, explica Elizabeth. “Apendicite é uma das doenças mais frequentes no pronto socorro no hospital onde trabalho, inclusive, casos em crianças são os mais frequentes.

O procedimento é cirúrgico e não há fatores externos que impliquem no surgimento da doença como alimentação, estresse, dentre outros”, conta. Já a doença de Crohn é uma inflamação séria do trato gastrointestinal, que afeta predominantemente a parte inferior do intestino delgado (íleo) e intestino grosso (cólon), mas pode afetar qualquer parte do trato gastrointestinal.

A doença compromete todas as camadas da parede intestinal: mucosa, submucosa, muscular e serosa. Tem início com maior frequência na segunda e terceira décadas de vida, mas pode afetar qualquer faixa etária.

A especialista explica que a doença aparece na ultrassonografia com certa facilidade, o que ajuda no diagnóstico. “O paciente pode ter um episódio da doença e nunca mais voltar a sentir os sintomas, que se assemelham a apendicite aguda como dor no abdômen inferior à direita, lugar onde o apêndice também provoca dor.

  1. A ultrassonografia é um recurso que o médico pode utilizar como primeira avaliação para o diagnóstico da doença”, reforça;
  2. Os sintomas da doença de Crohn são dores abdominais associadas à diarreia, que pode ter ou não sinais de muco e sangue; febre; feridas na boca, aftas; perda de peso e de apetite; sintomas oculares, os olhos ficam avermelhados e sensíveis à luz; artrite: as articulações (joelhos e tornozelos) correm o risco de inchar, causando dor e endurecimento;
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A doença de Crohn é tratada com medicamentos fortes para retroceder o processo inflamatório, aliviar os sintomas, prevenir que a doença volte, corrigir as deficiências nutricionais. A intervenção cirúrgica pode ocorrer para os casos mais graves de obstrução intestinal, hemorragias e fístulas.

A Dra. Elizabeth Ayub aconselha a estarem atentos aos primeiros sintomas para que as doenças intestinais não cheguem ao estágio mais grave, levando em consideração que ambas podem ser fatais se não forem tratadas de forma adequada.

Para os médicos que conhecem o método ultrassonográfico e desejam ampliar a sua área de atuação ou aprimorar a técnica ultrassonográfica do trato gastrointestinal, o Cetrus está com inscrições abertas para o curso à distância de Ultrassonografia do Trato Gastrointestinal.

Quais são os sintomas de gases?

Quais são os sintomas de infecção no intestino?

O que causa acúmulo de gases?

Flatulência em excesso pode indicar problema de saúde – Quadro causa desconforto físico e constrangimento social ÉRIKA BRAGANÇA, DA AGÊNCIA SAÚDE DF     É natural que o ser humano produza gases intestinais, em média, estudos mostram que um adulto pode expelir gases 20 vezes por dia.

No entanto, o excesso pode denunciar algum problema de saúde. A situação passa despercebida pela pessoa, afinal, é normal que isso aconteça e é difícil mensurar. Mas, o quadro de excesso acaba por trazer desconforto físico e constrangimento social.

O gás intestinal é formado pelo que foi engolido e não eructado (liberação pela boca, de ar contido no esôfago e estômago), produzido em parte pela fermentação intestinal. Caracteriza-se pela liberação, voluntária ou não, de ar contido na porção final do intestino.

Pode ocorrer ainda quando se ingere ar pela boca, excesso de fibra, carboidratos não digerido pelo estômago, carne e alimentos muito ricos em proteínas. Outros fatores como genética e má alimentação podem também levar à flatulência.

Além disso, alguns indivíduos podem ter deficiência de enzimas para a digestão, o que causa a fermentação das bactérias. A digestão por parte de algumas bactérias produz mais gás do que outras. Existem casos em que o excesso de gases, acompanhado por diarreia ou prisão de ventre, ocorre juntamente com intolerâncias alimentares.

  1. A intolerância à lactose, por exemplo, é o quadro mais frequente;
  2. Mas, existe também a intolerância ao glúten;
  3. A paciente Alcione Rosa confessou que já parou em emergência de hospital devido a gases;
  4. “Sentia tanta dor que achei que era apendicite ou até ataque cardíaco porque irradiava para o tórax;

Fiz exame de sangue que não acusou nada e o médico acabou pedindo uma tomografia. Quando saiu o resultado, eram gases. Nunca pensei que pudesse produzir tanta dor”, ressaltou. Há pessoas ainda que apresentam sintomas inespecíficos de distensão ou dor abdominal acompanhada ou não de diarreia.

  • Nesses casos, o mais comum é o paciente sofrer de alguma doença funcional do aparelho digestivo;
  • Rosemary Caldas, chefe do Núcleo de Nutrição Dietética do Hospital Regional do Guará, afirma que o corpo sempre dá sinais quando algo não vai bem;

“A flatulência em excesso é de difícil percepção. Ninguém desconfia porque acha que é normal e vai passar. Mas, nessa fase o organismo já está sendo agredido e quando o paciente chega para a consulta, já está com um quadro mais crítico. São problemas silenciosos e o paciente só aparece quando algo se agrava como é o caso de começar a ter a diarreia constante ou prisão de ventre.

  • É preciso estar atento”, destacou;
  • O paciente que apresenta o sintoma poderá consultar um nutricionista ou um médico gastroenterologista para que seja feita a pesquisa por meio de exames de sangue e assim, chegar a um diagnóstico;

Os centros de Saúde da SES/DF possuem nutricionista. Para o médico especialista, é necessário encaminhamento específico. Causas da produção de gases: – Lactose (açúcar do leite); – Frutose (açúcar das frutas); – Obesidade – a gordura comprime os órgãos, dificuldade de respirar e mastigar; – Problemas digestivos, ortodônticos e má formação da face; – Hábito alimentar inadequado – alimentação rica em frituras e produtos embutidos – Determinadas fibras vegetais e de carboidratos presentes no trigo, aveia, milho e batatas.

Normalmente o gás oriundo da fermentação de vegetais tende a ser sem cheiro, enquanto que o resultante da digestão de carnes, mal cheiroso; – Evitar alimentos como feijão, repolho, brócolis, ovo, cebola, cerveja, vinho-tinto, por exemplo; – Evitar comer muito rápido ou conversando, mascar chiclete, tomar bebidas com gás, fumar e beber com canudo para evitar a ingestão de ar.

Mais alimentos: Brócolis, couve-flor, Nabo, cebola crua, alho, rabanete, pepino, batata doce, pimentão verde, melancia, abacate, grão de bico, abacate, mariscos e lentilhas.

Quando eu aperto a barriga dói?

Formada em Publicidade e Propaganda. Antes de migrar para o mundo jornalístico, trabalhou na área de comunicação interna e foi intercambista nos EUA. i Atualizado em 27 de dezembro de 2021 Publicado em 17 de dezembro de 2014 Sensibilidade no abdome é a dor ou desconforto que ocorre quando se pressiona uma área específica da barriga. A área do abdome é dividida em quatro quadrantes, que são:

  • Superior direto, que compreende o fígado e a vesícula biliar
  • Superior esquerdo, quadrante do estômago e duodeno
  • Inferior direito, que é o do apêndice
  • Inferior esquerdo, quadrante do cólon sigmóide

A sensibilidade exacerbada no abdome geralmente é um sinal de inflamação em um ou mais órgãos localizados na área em que a dor está presente. Além disso, ela também pode ocorrer por uma torção ou obstrução de algum órgão. Outras principais causas da dor aguda abdominal são:

  • Apendicite
  • Abcessos abdominais
  • Diverticulite
  • Doença inflamatória pélvica
  • Hérnias
  • Torção das trompas
  • Cisto ovariano roto
  • Gravidez ectópica
  • Tumores
  • Ascite

O diagnóstico e tratamento de sensibilidade no abdômen dependerão da doença que está causando o problema. Alguns dos casos, como a apendicite , precisam de intervenção cirúrgica de emergência. No serviço de emergência, o médico responsável vai precisar de algumas informações, então estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar tempo. Dessa forma, você já pode chegar ao consultório com algumas informações:

  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que tenha e medicamentos, vitaminas ou suplementos que tome com regularidade
  • Se possível, leve um acompanhante

O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

  • Qual a intensidade da sua dor?
  • Os sintomas têm piorado com o tempo?
  • Há algo que melhore ou piore os sintomas?
  • Tomou alguma medicação para aliviar a dor?

Como grande parte das condições que podem causar a sensibilidade no abdômen são consideradas situações de emergência, é importante procurar ajuda médica quando o sintoma aparecer. Principalmente caso ele seja acompanhado de:

  • Perda de apetite
  • Dor abdominal ou abdômen distendido
  • Náusea
  • Vômitos
  • Prisão de ventre
  • Diarreia
  • Fezes claras
  • Icterícia
  • Desmaio
  • Febre
  • Presença de sangue no vômito ou nas fezes

Healthline Dra. Cintya Miler De Faria Moler, gastroenterologista – CRM 93462 SP.

Onde fica o apêndice?

O que é o apêndice? – O Que Significa Dor Em Cima Do Umbigo Localização do apêndice O apêndice é uma pequena extensão tubular que termina em fundo cego. Com formato de uma pequena bolsa, ele possui cerca de 10 cm e apresenta ligação com a primeira parte do intestino grosso. Ele está localizado na região inferior direita do abdômen, no ceco, que por sua vez está ligado à primeira porção do intestino grosso.

O que e distensão de gases?

O acúmulo excessivo de gases nas alças intestinais promove distensão, também chamada de meteorismo. Quando esses gases são responsáveis por desconforto e/ou dor abdominal e excessiva eliminação pelo ânus, temos um quadro de flatulência. Os gases se acumulam no estômago e são eliminados através da eructação (arroto).

O que causa endometriose umbilical?

A endometriose umbilical é uma doença pouco comum. Estima-se que apenas de 0,2% a 4% das mulheres com endometriose apresentam esse tipo específico da doença, que não necessariamente possui relação com procedimentos cirúrgicos prévios, um dos fatores de risco para a endometriose.

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