O Que É Sentir Dor?

O Que É Sentir Dor
O cérebro pode sentir dor? Como sentimos a dor? Por meio de quais estruturas? Qual é a função da dor? Vamos esclarecer todas essas questões através do artigo a seguir. O Que É Sentir Dor O cérebro pode sentir dor? Ela tem outra função? O que realmente é a dor? A dor é a percepção de uma sensação incômoda e desagradável; existem muitos tipos de dor, começando com a dor física e a emocional. A dor é, na verdade, uma forma de proteção. Às vezes, é o córtex cerebral que examina o tipo de dor que estamos sentindo, classificando-o e comparando-o com outros tipos de dor. O tálamo é a estrutura cerebral responsável por enviar essa sensação de dor ao sistema límbico, caso se trate de uma dor emocional.

  1. Quando sentimos uma dor de cabeça, por exemplo, é normal nos perguntarmos o seguinte: será que é realmente a nossa cabeça que está doendo? Ou o crânio? O cérebro? Na verdade, o cérebro é o órgão responsável por interpretar e processar os estímulos dolorosos , mas isso não significa que ele possa sentir dor;

Saiba mais sobre o assunto!.

O que significa sentir dor?

A dor é uma sensação que se manifesta quando algo de errado ocorre em nosso organismo por meio de estímulos enviados pelos nervos ao cérebro e esse, por sua vez, envia os estímulos ao córtex motor para que esse libere alguma reação. A reação liberada pelo córtex motor é enviada para o local da dor por meio dos nervos.

  • A sensação de dor é determinada em um indivíduo a partir das sensações que sentiu em seus primeiros anos de vida, ou seja, a primeira lesão que estimulou seu organismo a reagir liberando tal sensação foi determinante para a percepção da mesma;

Dessa forma, pode-se dizer que a dor é uma sensação individual e subjetiva. Existem vários casos que estimulam nosso organismo a liberar reações dolorosas como: nervosismo, ressaca, posição errada, deitar ou sentar de mau jeito, exagerar em exercícios físicos, permanecer por muito tempo em uma mesma posição, esforço repetitivo, estresse e outras.

  • A cada novo dia a dor em relação à percepção está relacionada aos hábitos diários, longevidade de um indivíduo, prolongamento de vida dos doentes fatais, mudanças de ambiente entre outros;
  • É caracterizada pela sua freqüência, natureza, as causas, localização, a duração, qualidade e intensidade;

O tratamento da dor depende de seu estímulo gerador. Dessa forma, pode ser medicamentoso, auxiliar, fisioterapia, termoterapia, crioterapia, massagens, acupuntura, cinestesioterapia e outros. Existem formas de prevenir algumas dores como aliviar as tensões do dia-a-dia, manter a postura correta, dormir bem, praticar atividades físicas sem exagero, alongar o corpo quando se permanece muito tempo em uma só posição.

Como a ciência explica a dor?

O que dói – O cérebro tem um papel central na sensação de dor – é ele que, tecnicamente, a sente. O mecanismo de produção de dor no corpo funciona através dos nociceptores, terminações nervosas receptoras de dor que ficam na pele, nas articulações e em alguns órgãos internos.

  1. Sua função é detectar as variações físicas, químicas ou térmicas que poderiam destruir nossos tecidos, e se encontram em concentrações variadas por todo o corpo;
  2. Essas terminações, quando recebem estímulos, enviam impulsos pelo sistema nervoso até o cérebro;

Crédito, Getty Images Legenda da foto, As dores de cabeça podem ser sentidas em diferentes intensidades O cérebro então analisa os dados que está recebendo e decide que vai ordenar uma resposta ou ignorá-los. Ele também leva em consideração outros fatores, como a experiência de aprendizagem.

  1. Se considerar que o estímulo é sinal de uma ameaça, o cérebro produz a sensação de dor;
  2. No entanto, o órgão em si não tem terminações nervosas;
  3. A dor de cabeça que sentimos não é no cérebro, mas nas estruturas ao seu redor, explica Janet Bultitude, professora de psicologia cognitiva e experimental na Universidade de Bath, em um artigo para a revista científica The Conversation;

Essas estruturas são, por exemplo, as meninges, os tecidos nervosos, os vasos sanguíneos e os músculos do pescoço. A pressão ou as alterações nessas estruturas ativam os recepetores de dor, que mandam sinais ao cérebro. Bultitude explica o funcionamento desse sistema com dois exemplos cotidianos.

O primeiro é a dor de cabeça que algumas pessoas sentem ao tomar sorvete ou beber algo muito frio. Nesse caso, a dor é resultado da alteração do fluxo sanguíneo nas veias que se encontram entre a parte posterior da garganta e o cérebro.

Outro exemplo é a dor de cabeça associada à ressaca, que normalmente é resultado da desidratação provocada pelo consumo de álcool, que causa dor nos vasos sanguíneos da cabeça. Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube ? Inscreva-se no nosso canal!.

Por que precisamos sentir dor?

Criado em 02/10/15 12h54 e atualizado em 02/10/15 13h23 Por Elisa Batalha Fonte: In vivo – Fiocruz Todo mundo concorda que é desagradável. Mas a dor é um sentido muito importante para nós. Graças a ele podemos saber quando alguma coisa prejudica o nosso corpo.

Por exemplo, quando encostamos a mão em alguma coisa muito quente, tiramos rapidamente porque isso nos traz uma sensação muito ruim. Se a gente não sentisse isso, a nossa mão ficaria lá. e o machucado seria muito maior.

Então, a “ideia” é nos avisar da presença de coisas que podem nos prejudicar. Há pessoas que não sentem dor (é muito raro mas acontece). A insensibilidade à dor pode ser congênita (genética) ou não. Algumas mutações causam isso, além de doenças como a hanseníase.

As pessoas que sofrem com isso vivem todas quebradas e arrebentadas! Pois não somente não interrompem quando fazem algo que as machuca, mas também não aprendem que determinadas atividades têm que ser evitadas.

Podemos ter uma noção de como é isso quando saímos do dentista com a boca anestesiada. Nessas ocasiões, devemos evitar comer, pois poderíamos morder a nossa língua ou o lábio sem perceber. Beliscões, tombos, tapas, tropeções, socos, arranhões. existem  muitos estímulos que provocam dor.

  1. Sentimos cada um deles de maneira distinta porque existem diferentes tipos de células do sistema nervoso (neurônios) especializadas em detectar coisas que doem – os nociceptores;
  2. Cada um tem um papel diferente e pode ser ativado diferentemente por esses estímulos;

Por exemplo, alguns fornecem informação ao cérebro apenas no início do estímulo (e às vezes no final), enquanto outros permanecem ativados todo o tempo. Esses mecanismos de funcionamento da dor estão sendo estudados com o objetivo de se buscar novos tratamentos.

  • No caso de machucados que causem hematoma (mancha roxa), por exemplo, os cientistas estão descobrindo que o “vazamento” de sangue ou linfa no local da batida libera substâncias químicas que estimulam diretamente os nociceptores daquela região do corpo, além de disparar um processo inflamatório que pode trazer mais dor ainda;

Outra descoberta recente é sobre a coceira, que antigamente acreditava-se que era um tipo de dor. Porém, descobriu-se que são outros neurônios sensoriais que estão envolvidos nesse processo. Existem casos de machucados mais graves, que danificam o próprio neurônio responsável por perceber a dor, que então fica especialmente ativo.

Somando tudo isso, o tipo de dano e  a intensidade, essas agressões ou acidentes que sofremos podem nos causar sensações bem diferentes (e nada boas). E certamente a intensidade da dor pode variar bastante.

É a diferença entre um tombo de um degrau ou cair de uma árvore bem alta. Creative Commons – CC BY 3. 0 Fale com a Ouvidoria –>.

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Quais os 3 tipos de dor?

Onde a dor é sentida?

Como a dor inicia? – O estímulo doloroso inicia em receptores específicos denominados TERMINAÇÕES NERVOSAS LIVRES. Esses receptores estão localizados na pele e em outros tecidos mais profundos do nosso corpo. A dor pode ser desencadeada por diversos estímulos.

  • Esses estímulos são classificados como sendo mecânicos, térmicos ou químicos;
  • Cortar o dedo com uma faca, ou levar uma pancada são exemplos de estímulos mecânicos;
  • O calor ou o frio extremos englobam os estímulos térmicos;

Já o estímulo químico compreende o acúmulo de substâncias nocivas no tecido que ativam as terminações nervosas livres, gerando uma dor lenta e que persiste após a lesão. De maneira geral, a dor rápida é desencadeada por estímulo mecânico e térmico, enquanto a dor lenta pode ser desencadeada pelos três tipos, mas principalmente o estímulo químico.

Quais são os tipos de dor?

O que a Bíblia fala sobre a dor?

O que a Bíblia fala sobre a dor? A dor é relativa para quem está coberto, ou debaixo da proteção de Deus. doer; pv, 23; 35 espancaram-me, mas não me doeu. jr. 5; 3. feriste-os, mas não lhes doeu. A palavra doente, provem (do que sente dor) para os doentes (ou os que sentem dor) o evangelho ensina o poder da oração; mt 9; 12-mc2; 17-lc5; 31 dizem; não necessitam de médico os sãos, mas sim, os doentes.

  1. tg5; 14 está entre vós doente? chame os presbíteros da igreja para orarem;
  2. tg5; 15 a oração da fé salvará o doente (ou o que sente dor);
  3. Em tudo Deus, não promete um mundo sem dor, pelo contrário diz, neste mundo tereis aflições, mas promete que não dará uma dor maior do que se pode suportar;

(isso neste mundo). Porém para a eternidade sim esta escrito; Ap21; 4 não haverá mais morte nem dor, nem lágrimas e nem ranger de dentes. Sabemos da existência da depressão e opressão que provem de um problema físico, mas diz o evangelho sobre a depressão e opressão, chamada doença da alma, ou dor da alma, essa somente curada com o poder da oração; Atos 10; 38.

  • Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder, o qual andou fazendo o bem, e curando todos os oprimidos, porque Deus era com ele;
  • A ciência deve seguir junto com a graça e o amor de Deus;

1co; 8; 1; Sabemos que todos temos ciência. A ciência incha, mas o amor edifica. Quem tem a ciência das coisas do mundo, deve também ter a ciência do ensinamento de Deus (Evangelho); 1 Timoteo 6; 20; Guarda o deposito que te foi confiado, evitando as conversas vãs e profanas e as oposições da falsamente chamada ciência (Se não acham provas de que Deus existe, é falso dizer que não existe, porque também isso não podem provar), seguindo o que diz no versículo 6; 20; a qual a professando alguns, se desviam da fé, (injusto porque a fé salva).

  1. 2Pedro 1;
  2. 5; Por isso mesmo vos, empregando toda a diligencia, acrescentai a vossa fé a bondade, e a bondade A ciência;
  3. E a ciência ao domínio próprio, e ao domínio próprio a perseverança, e a perseverança a piedade, e a piedade a fraternidade, e a fraternidade o amor;

Pois se em vos houver estas coisas em abundancia, não vos deixarão ociosos nem infrutíferos na plena ciência de nosso Senhor Jesus Cristo. Mas aquele em quem não há estas coisas é cego, vendo somente o que está perto. Portanto, procurai fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição.

É possível viver uma vida sem dor?

O Que É Sentir Dor Talvez você já tenha ouvido ou mesmo falado que sentir dor no corpo, principalmente com o decorrer da idade, é natural. Não se engane, a dor é um sintoma de que algo está em desarmonia no organismo e, por isso, precisa ter sua origem descoberta. Muitos desses desconfortos físicos, até mesmo aquela enxaqueca que ninguém encontra a causa, podem ter origem – e solução – a partir do seu caminhar.

Isso mesmo! Especialista na área, a fisioterapeuta Silvia Bazzi explica que a podoposturologia , que estuda a influência dos pés na postura corporal e sobre o sistema nervoso, revela que muitos casos de dor têm relação direta com a memória física do corpo, e ela começa na nossa pisada.

Uma avaliação profunda, feita por profissionais da área poderá diagnosticar se esse é o seu caso. Se a resposta for positiva, o objetivo será de, não apenas descobrir o que causa a disfunção e tratá-la para uma solução mais assertiva, mas também trazer uma oportunidade de autoconhecimento por parte do paciente.

  • “Na medida em que a pessoa começa a descobrir como seu corpo está conectado, expande a consciência com relação à forma como deve trabalhar com ele, tanto na postura que assume no trabalho ou em casa, como também na posição de enfrentamento dos seus desafios”, afirma Silvia;

A MEMÓRIA DO ERRO Com base nesse olhar integral, a especialista percebeu que corrigir a pisada era apenas um dos fatores, mas ela também precisava trabalhar a parte muscular, onde ficam guardadas as memórias do movimento corporal, e o movimento em si.

  • Liberação miofascial: promove a limpeza da memória motora do erro, daquele posicionamento incorreto, onde a dor se origina. Promove o alinhamento do corpo.
  • Palmilha: tem a função de manter o alinhamento conseguido pelas técnicas de liberação miofascial. Prolonga o efeito das terapias manuais e, o mais importante, mantém o posicionamento correto do corpo até fazer o cérebro entender a mudança. “Qualquer alteração na pisada permite a desorganização do sistema, e a palmilha dá a informação, a referência de posicionamento que o corpo tem que se manter. “
  • Pilates: melhora a força e a flexibilidade, o controle motor e a estabilidade corporal, permitindo o sucesso da reaprendizagem.

Depois de estar com todas as informações sobre os problemas que ocasionam as dores , o processo para realinhar o corpo acaba sendo simples: à medida em que as atividades diáriascomeçam a ser realizadas com o uso da palmilha , os movimentos repetidos fazem o cérebro aprender, a memorizar e automatizar o novo padrão. “É um trabalho de reprogramação cerebral para alinhar o corpo que irá gerar bem-estar e alívio das dores. E quando essas três técnicas são associadas, os resultados são otimizados e potencializados”, observa a fisioterapeuta. Para se ter uma ideia, enquanto um paciente que apenas faz uso da palmilha demora de três a seis anos para corrigir o problema e deixar de usá-la, aquele que integra as três técnicas tem seu objetivo conquistado entre nove meses e um ano após o início do tratamento.

Por isso, integrou três técnicas. “Essa é a essência do nosso trabalho, tratar as dores , promover o autoconhecimento do paciente e a reprogramação do movimento para que ele possa ter mais qualidade de vida e mais funcionalidade para envelhecer com saúde e alegria.

Porque ninguém deve viver com dor. ” Veja também: Terapias holísticas promovem bem-estar Chás amenizam sintomas A DOR Já teve aquela dor que você não consegue explicar, parece mais uma sensação desagradável, estranha, ou fez uma lesão que foi tratada e curada, mas que continua a incomodar? Fez ressonância, ecografia, raio-x e não aparece nada que a justifique? Para entender porque isso acontece, primeiro é preciso conhecer a definição de dor : “uma experiência ou sensação emocional desagradável, associada a dano ao tecido real ou potencial”, de acordo com a Associação Internacional do Estudo da Dor, ou seja, é muito mais do que uma lesão em si, mas também a forma como a pessoa interpreta, emocionalmente, determinadas situações.

Além disso, destaca a especialista, é preciso entender que a parte biológica do funcionamento fisiológico das estruturas, se soma à emocional: a forma como cada pessoa lida com os desafios diários, as experiências vividas inclusive pelos pais, e aí entram as crenças que cada um carrega desde o nascimento.

tudo influencia na questão da dor , fazendo dela muito mais subjetiva do que quantitativa. “A membrana que reveste o músculo é rica em sensores, então dependendo de como você sente determinado acontecimento ou situação, seu corpo irá se contrair ou relaxar, tornando-o mais vulnerável a sentir dor ou não.

” Silvia observa que a pandemia, por exemplo, resultou numa demanda maior de trabalho na clínica. “A preocupação com as finanças, com demissões e fechamento de negócios potencializaram as dores , exatamente pela própria insegurança de perceber um universo hostil, perigoso.

Isso mantém as pessoas em estado de alerta, em vigilância, o que gera um aumento de tensão em todo o corpo. TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR Passou por diversos profissionais, ortopedista, osteopata, mesmo fisioterapeuta, tomou medicação, mas a dor persiste.

  1. Até alivia um pouco, mas pouco tempo depois ela está de volta;
  2. Esse é o caminho natural quando o desconforto tem origem num corpo desalinhado, enfatiza Silvia;
  3. “À medida em que se começa a intervir com as técnicas manuais, a biomecânica dos órgãos internos, dos músculos, da fáscia e do tecido nervoso vai se organizando, e a dor reduz por um período;
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Quando se retorna à rotina e a dor volta, é sinal que existe uma memória errônea que não permite que o trabalho dessa terapia manual dure. ” Como já vimos, normalmente, o pé tem grande influência na perturbação desse sistema. Nesse caso é preciso avaliar não apenas a pisada , mas também a postura, os órgãos internos, olho, boca, labirinto, pois eles também podem influenciar na dor.

  • Hoje sabe-se que cada músculo se contrai e relaxa por estímulo de um nervo correspondente, bem como as vísceras e órgãos internos possuem seus músculos de referência;
  • Por exemplo, o quadril se relaciona com o calcanhar, o antepé com a região torácica, o dedão com a cervical, que se relaciona com o estômago;

e assim por diante. Então, se a pessoa tiver um aumento de pressão lá no calcanhar, pode ter dor no quadril, se a pressão for no dedão, causando calosidade ou unha encravada, é muito provável que apareçam enxaquecas ou dor de cabeça tensional. Como se fosse pouco, o corpo ainda encontra diferentes obstáculos para manter a postura correta, alerta a especialista.

  1. Um deles são as cicatrizes oriundas de procedimentos cirúrgicos, que interferem no movimento natural de contração daquele músculo que foi cortado;
  2. “Por isso a área da saúde é dividida em partes, pois não existe um profissional que irá resolver todos os problemas sozinho, cada um é um elo da corrente para um trabalho multidisciplinar que conseguirá proporcionar o melhor resultado ao paciente;

” A complexidade das relações e conexões que o corpo possui é enorme, e a podoposturologia permite esse entendimento, dando ferramentas para que se possa desvendar como o corpo de cada indivíduo funciona, o que acaba sendo fundamental para que as condutas terapêuticas sejam mais assertivas.

Silvia destaca que a união desse conceito com os de cadeias musculares, sistema facial e crânio sacral, que envolve todo o tecido nervoso, além de reflexologia e biopsicologia dá o entendimento sobre o sistema como um todo.

“Porque nem sempre aonde dói é aonde está a causa do problema. Quem grita são as vítimas, o vilão está sempre escondido. ” Apresentado Silvia Bazzi – Revigoore Dr. Emílio Ataliba Finger, 211, Colina Sorriso Caxias do Sul | (54) 3211. 4426 | 99623. 9826 revigoore.

Como é a dor?

A definição amplamente aceita da dor foi elaborada pela Associação Internacional para o Estudo da Dor : ‘A dor é uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a uma lesão tecidular real ou potencial, ou é descrita em tais termos.

O que fazer para não sentir dor?

O que a dor pode causar?

Como a dor crônica afeta a qualidade de vida  – Além da dor localizada, a dor crônica pode muitas vezes causar graves problemas para os pacientes. É possível desenvolver tensão muscular, dificuldades de mobilidade, baixa de energia e perda de apetite. Além desses fatores físicos, a dor crônica traz complicações psicológicas.

Como aprender a controlar a dor?

Como saber se a dor e emocional?

Enxaquecas – As desordens emocionais podem mexer com o nosso sistema nervoso, causando algumas reações, como alterações visuais, insônia, formigamento, e também, as enxaquecas e cefaleias. Quando a dor de cabeça não está relacionada a nenhum tipo de doença, ela pode ser o resultado de um esgotamento mental.

A enxaqueca é um dos sintomas mais comuns após uma crise emocional. Segundo um estudo, 45% dos casos de cefaleia crônica estão relacionados a gatilhos emocionais. Alguns pacientes chegam a relatar que esse tipo de enxaqueca pode durar dias e noites e não melhoram com nenhum tipo de medicação.

Leia também: Como a ansiedade está relacionada com a dor de cabeça?.

É normal a gente sentir dor?

Sentir dor é um sintoma de que algo não está bem, porém, apesar de ser um sintoma, ele incomoda tanto que há um especialista que trata apenas da dor. É comum que pacientes se automediquem quando sintam dor, ou apenas convivam com a mesma. Todavia, esse não é o procedimento que deve ser tomado, e sim, deve-se procurar um médico especialista quando o sintoma surgir.

  • Não existe apenas um tipo de dor, no entanto, os mais comuns são as dores agudas e crônicas;
  • As dores agudas são caracterizadas pela sua forma repentina e tem duração limitada, geralmente esse tipo de dor ocorre como um alerta imediato do corpo de que algo não está bem;

As dores crônicas, no entanto, são persistentes e perdem a função de alerta, isto é, o corpo passa a emitir alertas sensoriais que persistem por tempo indeterminado. O médico especialista em dor trata especificamente desse sintoma de forma isolada, de maneira a investigar as causas e amenizar ou sanar o incomodo.

Atualmente sabe-se que a dor é um problema muito mais amplo, que nem sempre é possível resolver apenas com uso de analgésico. O intuito do especialista é tratar a longo prazo, e não apenas momentaneamente como a maioria dos medicamentos age.

O tratamento é interdisciplinar, isto é, pode envolver diferentes abordagens para que o melhor resultado seja atingido. O uso de analgésicos, principalmente sem a descrição médica, pode trazer diversos problemas ao paciente, incluindo a dependência química da medicação.

O que é a dor pode nos avisar?

postado em 10/01/2012 15:02 Belo Horizonte ; Inexplicavelmente, surge uma dor na mão. O incômodo faz com que o braço pare de mexer e, em pouco tempo, o ombro perde a função. A pessoa já não consegue executar as tarefas domésticas nem dormir direito. Logo precisa se afastar do trabalho e abandona a atividade física que mais gosta.

  1. Como está sempre triste e de mau humor, não quer mais sair de casa;
  2. Não é raro ouvir esse tipo de relato de pacientes que sofrem com dores crônicas;
  3. ;A sensação é de que a vida vai descendo a ladeira e o paciente não consegue encontrar uma explicação para o que está sentindo;, relata a anestesista da Clínica de Dor do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Renata da Cunha Ribeiro;
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A dor é um importante mecanismo de defesa do organismo, pois, na maioria dos casos, sinaliza que algo não está funcionando bem. Quando dura de três a seis meses e tem uma causa definida, é classificada como aguda. ;Só que a dor pode perder a função e começa a estar ali sem você precisar dela. João Ademar da Mata, vigilante, sobre uma dor insuportável que sentia na região lombar” />Renata diz que nem sempre o médico consegue chegar a um diagnóstico, o que não significa que a dor não exista. ;Às vezes, a gente não identifica uma lesão física e não sabe explicar porque a dor está ali. Isso não quer dizer que ela seja psicológica, significa apenas que o fator concreto não foi detectado;, pontua. O paciente pode relatar que, na época em que a dor surgiu, estava, por exemplo, chateado por que havia terminado o namoro, estava desempregado e a mãe havia morrido, mas a anestesista esclarece que não se pode atestar que só existe o componente psicológico.

Passa a ser um transtorno;, alerta a anestesista. É o que caracteriza a dor crônica. Ela dura mais de seis meses e, como não está associada a um trauma, é difícil explicar de onde veio. A dor está sempre relacionada a várias causas, mesmo que haja indícios de que tenha sido desencadeada por um fator emocional.

De acordo com a médica, os pacientes com dor crônica que a procuram já passaram por vários especialistas e continuam sem diagnóstico. ;São pessoas que perdem a esperança e se sentem até frustradas. Elas chegam ao consultório com aquele tanto de exames e nenhum deles explica o que está sentindo;, comenta.

Renata conta que conversa com o paciente, faz exame físico, e se houver necessidade, solicita avaliação de outro especialista: aciona fisioterapeuta, acupunturista, psicólogo ou psiquiatra. Por nem sempre ter uma causa específica, o foco do tratamento da dor crônica não é a cura, e sim fazer com que o paciente conviva melhor com ela ; ou seja, não dá para pensar que o médico falhou porque os sintomas não desapareceram.

;Pode ser que a dor nunca deixe de ser sua companheira, então quero que você se sinta melhor, durma bem, volte a trabalhar e tenha qualidade de vida. Essas são as pequenas conquistas do tratamento;, afirma a médica da Clínica de Dor do Hospital das Clínicas da UFMG.

Enquanto conta sua história, o vigilante João Ademar da Mata, 45 anos, diz que chegou ao fundo do poço. Há quatro anos, começou a sentir uma dor ;insuportável; na região lombar que irradiava para as pernas.

Ele viu sua vida ativa mudar de uma hora para outra. Parou de nadar, jogar bola e teve que sair do emprego, pois não conseguia mais ficar de pé o dia inteiro. ;Até a hora de lazer era difícil. Como tinha duas crianças de colo na época, era desconfortável sair com elas.

Ainda por cima, não tinha pique. Meu corpo pedia para ficar deitado;, relembra. Logo vieram os sintomas da depressão e João Ademar precisou buscar a ajuda de um psicólogo. Só se sentiu melhor quando aprendeu a conviver com a dor.

Controle ;É preciso diminuir o grau de interferência da dor na vida do paciente, mesmo que não haja melhora. O problema é quanto mais você foca na dor, mais ela te limita e fica cada vez mais forte;, diz a terapeuta ocupacional Ronise Costa Lima, coordenadora do Grupo de Autogerenciamento da Qualidade de Vida para Indivíduos com Dor Crônica da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais (FCMMG), que oferece atendimento gratuito para quem se queixa de dor há mais de seis meses.

Todas as semanas, Ronise reúne pacientes com dor crônica no Ambulatório de Terapia Ocupacional. O grupo aprende técnicas de automassagem, relaxamento, reeducação postural e respiração. Tudo para aliviar a tensão muscular e diminuir a ansiedade.

No encontro, os participantes também ficam à vontade para falar sobre a própria dor. Ao fim, cada um descobre o que pode mudar para conviver melhor com os sintomas. ;A dor entra de tal maneira na vida da pessoa que, aos poucos, ela vai perdendo sua função social.

  1. Na medida em que ela aprende a lidar com o problema, leva uma vida mais saudável e mais equilibrada, porque a dor deixa de interferir em sua rotina;, explica a terapeuta ocupacional;
  2. Nem só de tristeza vive o vigilante João Ademar da Mata;

Depois de conhecer o Ambulatório de Terapia Ocupacional, ele se sente feliz. ;Não é que estou curado, mas a minha autoestima melhorou bastante e hoje tenho vontade de fazer as coisas;, conta. Agora mais suportável, a dor não o impede de sair com os amigos para pescar e jogar bola nem de passear com a família.

Qual é a maior dor do mundo?

Neuralgia do trigêmeo é uma doença milenar que acomete indivíduos de ambos os sexos e tem predomínio em pessoas acima dos 50 anos. A dor decorrente da doença do nervo é extremamente intensa, sendo uma das piores experiências que o ser humano pode vivenciar. Nervo trigêmeo é responsável pelo controle dos músculos da mastigação e pelo transporte de informações sensitivas do rosto até o cérebro Segundo o coordenador do Serviço de Neurologia e Neurocirurgia do hospital alagoano, Aldo Calaça, o problema atinge de 4 a 5 pessoas a cada 100 mil. “É uma dor de caráter lancinante, tanto que em alguns casos pode levar o paciente ao suicídio. Seu início é súbito, de curta duração e desaparece espontaneamente. Porém, a repetição das crises deixa a vida do paciente muito comprometida. Alguns episódios são desencadeados por gestos e hábitos rotineiros, como mastigar”, disse o especialista.

  • De duração curta, ela pode se repetir várias vezes ao dia e traz a sensação de uma facada no rosto;
  • Na Santa Casa de Misericórdia de Maceió, o Serviço de Neurologia e Neurocirurgia dispõe de atendimento clínico e cirúrgico para os casos com menor e maior gravidade;

O nervo trigêmeo é responsável pelo controle dos músculos da mastigação e pelo transporte de informações sensitivas do rosto até o cérebro. Quando uma estrutura vascular (artéria ou veia) encosta no nervo, resulta em crises de dor, principalmente na parte inferior do rosto, mas que também podem ocorrer na região malar, no nariz, olhos e testa. O Que É Sentir Dor Neurocirurgião Aldo Calaça fala sobre o problema que pode levar o paciente ao suicídio A doença não tem cura total, mas as crises podem ser controladas com medicamentos ou cirurgia. “Temos pacientes muito bem controlados com o tratamento medicamentoso, porém, quando estes não respondem ao tratamento clínico, outra opção é a realização da neurocirurgia para descomprimir o nervo”, explica o neurocirurgião. A Microdescompressão Vascular é uma das técnicas microcirúrgicas adotadas pela equipe do hospital.

  1. O diagnóstico é inicialmente clínico, baseando-se na avaliação dos sintomas e da localização da dor;
  2. Para excluir outras causas secundárias, como tumores, malformações vasculares ou infecções dentárias, também podem ser solicitados exames complementares de imagem do crânio (tomografia e/ou ressonância magnética);

Minimamente invasivo, o procedimento é realizado por meio de uma incisão na região occipital (por trás da orelha). Com o auxílio de um microscópio cirúrgico é possível identificar o nervo lesionado, preservá-lo e afastar o componente que causa a compressão.

Se não houver intercorrências, o paciente é internado e faz o primeiro dia de pós-operatório na UTI. A permanência hospitalar gira em torno de 4 a 5 dias. “Cerca de 80% dos pacientes apresentam um resultado excelente, alguns até podem deixar de tomar os remédios após a cirurgia.

Já outros irão seguir com a medicação, mas o procedimento consegue aumentar bastante o intervalo das crises”, destaca Aldo Calaça.

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