Dor Na Costa Quando Respira?

Dor Na Costa Quando Respira
Lesão nas costelas – Quando a dor aparece somente ao respirar, é comum que se trate de uma lesão nas costelas. Por isso, é importante relembrar se há pouco tempo não sofreu alguma pancada na região do tórax. Essa dor, a saber, vem quando o pulmão infla pedindo a expansão das costelas.

O que pode ser dor nas costas quando respira?

A dor nas costas ao respirar geralmente está relacionada com algum problema que afeta os pulmões ou o revestimento desse órgão, conhecido como pleura. Os casos mais comuns são os de gripe e resfriado, mas a dor também pode surgir em alterações pulmonares mais graves, como pneumonia ou embolia pulmonar, por exemplo.

Embora seja menos frequente, a dor também pode ser sinal de problemas em outros locais, desde os músculos até ao coração, mas nessas situações, costuma estar associada a outros sintomas que não envolvem apenas a respiração.

De qualquer forma, a melhor opção sempre que surge este tipo de dor, especialmente se durar mais de 3 dias ou se for muito intensa, é consultar um pneumologista ou um clínico geral, para fazer exames de diagnóstico, como o raio X, identificando a possível causa e iniciando o tratamento mais adequado. Dor Na Costa Quando Respira Assim, as causas mais comuns de dor nas costas ao respirar incluem:.

Quando a dor nas costas pode ser preocupante?

Na maioria dos casos, esse tipo de dor não é preocupante e não está ligado a nada muito grave, entretanto se estiver acompanhada de outros sintomas, como febre e dor para urinar, pode representar condições médicas que requerem atenção imediata como infecção urinária ou pedras nos rins.

Como saber se estou com dor nas costas ou pulmão?

Baixe em PDF Baixe em PDF Dores ou desconfortos na área do peito são sempre causa de preocupação, já que podem indicar um problema pulmonar (ou cardíaco). No entanto, em vários casos, a dor na parte superior do tórax é causada por problemas bem menos graves, como indigestão, refluxo ácido e pela tensão sobre os músculos. Diferenciar a dor de um problema pulmonar em relação às que surgem ao sofrer uma distensão muscular é bem simples, desde que você entenda os sinais e sintomas mais comuns de cada condição.

  1. 1 Analise quando o desconforto surgiu. O início da dor muscular é geralmente bem diferente do que o princípio da pulmonar. Problemas musculares moderados a graves apresentam dor imediata, enquanto lesões leves podem demorar um dia ou um pouco mais para causarem incômodo. Em praticamente todos os casos, a dor muscular ocorre devido a algum tipo de trauma facilmente identificável pelo paciente, enquanto a pulmonar — que surge em decorrência de uma doença ou condição — é mais gradual e precedida por outros sintomas, como respiração curta, espirro e indisposição (cansaço generalizado).
    • Acidentes de carro, quedas após escorregões, traumas esportivos (futebol, rúgbi, hóquei) e o levantamento excessivo de peso na musculação são situações em que o início da dor repentina pode surgir.
    • Câncer de pulmão, infecções e inflamações gradualmente pioram (dentro de dias ou meses) e são associados com muitos outros sintomas.
  2. 2 Fique atento à tosse. Muitos problemas pulmonares podem causar dores no peito, como câncer de pulmão, infecções pulmonares (pneumonia viral ou bacteriana, bronquite), embolia pulmonar (coágulo sanguíneo), pleurisia (inflamação das membranas do pulmão), perfuração pulmonar e hipertensão pulmonar (pressão sanguínea alta nos pulmões).

    Porém, ao ter dúvidas em relação às causas da dor, e principalmente se ela estiver piorando, a melhor opção é marcar uma consulta com um clínico assim que puder para ser examinado. Ademais, a dor pulmonar geralmente não pode ser identificada em um certo momento ou evento.

    Praticamente todas essas doenças e condições fazem com que a pessoa tussa e espirre; por outro lado, a distensão muscular no peito ou tórax não causa tosse, apesar de poder haver desconforto ao respirar profundamente se o músculo estiver junto a uma costela.

    • Tossir sangue é algo comum no câncer pulmonar, em estágios avançados da pneumonia e nas perfurações do órgão após traumas. Vá imediatamente ao pronto-socorro caso note sangue na expectoração.
    • Alguns dos músculos associados com as costelas são: os intercostais, oblíquos, abdominais e escalenos. Esses músculos se movem durante a respiração, fazendo com que distensões e torções neles causem dores ao respirar profundamente, mas sem levar a tosses.
  3. 3 Tente localizar a “fonte” da dor. Distender um músculo no peito ou parte superior do tronco é comum ao praticar um esporte ou ao fazer musculação. A dor que ocorre nas torções musculares é descrita como um aumento de rigidez ou “pontadas”. Frequentemente, ela é mais unilateral (em um lado do corpo) e facilmente localizada ao apalpar o local em volta da região do incômodo.

    Dessa forma, tente apalpar o peito e localizar a área do desconforto; quando lesionados, os músculos geralmente sofrem espasmos. Caso seja possível encontrar uma área de desconforto, é sinal de que não há problemas com os pulmões e sim com os músculos do peito.

    A maioria das condições pulmonares fazem com que a dor seja difusa (uma dor aguda) e que não possa ser localizada por fora.

    • Cuidadosamente apalpe a área em volta das costelas, já que tais músculos são distendidos quando a pessoa rotaciona o tórax ou inclina-se para o lado. Caso seja possível detectar uma dor mais intensa perto do esterno, pode haver um rompimento da cartilagem de uma costela e não uma simples distensão.
    • As distensões musculares só causam dor quando você mexe o corpo ou respira profundamente, enquanto problemas pulmonares (infecções e câncer, em especial) promovem desconforto intenso e constante.
    • Os músculos diretamente acima dos pulmões são os peitorais (grupos maiores e menores). Eles podem ser lesionados ao realizar flexões, barra fixa ou ao realizar o exercício “pec deck” na academia.
  4. 4 Observe o local e verifique se há sinais de hematomas. Após tirar a parte superior da roupa, olhe de perto a região do peito e do tórax, tentando encontrar vermelhidão ou hematomas. Distensões moderadas ou graves romperão as fibras musculares, que sangram sobre o tecido que as cercam. Como resultado, um hematoma de coloração vermelha ou roxa escura surgirá; com o passar do tempo, ele ficará amarelado.
    • Leves estiramentos musculares raramente deixam pontos roxos ou vermelhidão, apesar de causarem um pouco de inchaço localizado.
    • Além dos hematomas, os músculos lesionados podem tremer e contrair por algumas horas (ou até dias) durante o processo de cicatrização. Tais “fasciculações” são provas de que há uma distensão muscular, não uma doença pulmonar.
  5. 5 Meça a temperatura corporal. Muitas causas comuns de dores pulmonares são os microrganismos patogênicos (bactérias, vírus, fungos, parasitas) ou irritantes ambientais (alérgenos, pó, amianto). Logo, além da dor no peito e da tosse, há um aumento comum na temperatura corporal, a febre, que acompanha a maioria dos problemas pulmonares.
    1. Um pouco de vermelhidão na parte superior do tronco também pode indicar a presença de um trauma devido à prática esportiva ou a uma queda;
    2. Por outro lado, doenças pulmonares não causam lesões visíveis, ao menos que se trate de uma perfuração pulmonar ou fraturas graves nas costelas;

    Em contrapartida, os estiramentos musculares não afetam a temperatura do organismo, ao menos que sejam graves o suficiente para levarem a um quadro de hiperventilação. Meça a temperatura colocando um termômetro digital sob a língua; geralmente, o resultado deverá ficar por volta de 36,7 °C.

    • As febres leves ajudam, pois é uma defesa do corpo contra as infecções.
    • No entanto, as febres altas (39,4 °C ou mais, em adultos) podem ser perigosas e devem ser monitoradas de perto.
    • As doenças pulmonares crônicas (câncer, tuberculose, doença pulmonar obstrutiva crônica) geralmente aumentam levemente a temperatura corporal.

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  1. 1 Marque uma consulta com um pneumologista. Os estiramentos musculares se curam sozinhos após alguns dias (ou semanas, em lesões mais graves), logo, se a dor no peito persistir por mais tempo ou piorar, marque uma consulta com um pneumologista. Ele levará em conta seu histórico e fará um exame físico, auscultando os pulmões enquanto respira; ao identificar barulhos anormais na respiração (chiado e congestionamento), ele determinará se há algo bloqueando as vias aéreas (fluidos ou partículas) ou deixando-as estreitas demais (devido a um inchaço ou inflamação).
    • Além de tossir sangue e sentir dores no peito ao respirar profundamente, outros sinais de câncer de pulmão são: rouquidão, perda de apetite, letargia generalizada e uma perda de peso relativamente rápida.
    • O médico poderá coletar uma amostra da expectoração (muco, saliva ou sangue) e analisá-la em cultura, o que pode indicar uma infecção bacteriana (bronquite ou pneumonia).
  2. 2 Faça um raio-x do peito. Assim que o médico descartar a possibilidade de uma distensão muscular e desconfiar de uma infecção pulmonar, ele pedirá que um raio-x seja feito para detectar costelas fraturadas, acúmulo de fluidos no pulmão (edema pulmonar), tumores pulmonares e lesão no tecido do órgão devido ao cigarro, irritantes ambientais, enfisema, fibrose cística ou como resquício de um episódio anterior de tuberculose.
    • O câncer pulmonar em estágios avançados é quase sempre detectado através desse exame, mas os estágios iniciais da doença passam praticamente despercebidos.
    • O raio-x pode mostrar os efeitos da insuficiência cardíaca.
    • O raio-x do tórax não mostrará lesões nem distensões no peito. Caso o médico suspeite que haja o rompimento de um músculo ou tendão, ele pode recomendar um ultrassom diagnóstico, uma ressonância magnética ou uma tomografia computadorizada.
    • A tomografia computadorizada cria uma imagem transversal do peito, auxiliando o profissional a diagnosticar a condição quando o exame físico e o raio-x não forem conclusivos.
  3. 3 Faça um exame de sangue. Além da cultura da expectoração, os hemogramas são bastante úteis para distinguir o tipo de doença pulmonar presente. Caso o paciente tenha uma infecção aguda no pulmão (bronquite, pneumonia), a contagem de glóbulos brancos vai disparar, já que eles são utilizadas pelo sistema imune para combater patógenos, como bactérias e vírus.
    • No entanto, os exames de sangue não podem ser utilizados para confirmar ou descartar distensões ou lesões musculares, mesmo as mais graves.
    • O exame de sangue não mostra o nível de oxigenação.
    • Um exame denominado velocidade de hemossedimentação (VHS) pode determinar se o corpo está sob estresse e se está sofrendo com alguma condição inflamatória crônica.
    • Os hemogramas não são tão úteis no diagnóstico de câncer pulmonar — o raio-x e a biópsia de tecido são mais eficazes.

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